VIDAS AUSENTES!

 

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                     Imagem Google

 

 
No clarão irreal, o vicio dominador
Escravos deste apetite grosseiro
Pedras atiradas na própria sorte
Em cada viagem alucinógena

Tempo perdido em alucinação
Fuga da cruel realidade
No vazio das perspectivas...
Jogam-se vidas ao vão fútil

Restam-lhes olhos vermelhos
Corpos condenados ao chão
Corações talhados na pedra
Da legião crescente do vicio

Não há sonhos, nem futuros
Há sangue quase inerte
De morto-vivo que vive-morto
De certo o chão, a se abrir em covas.

 

Lufague



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Comentários

  • Amália, Gel e Mônica, sabem que a mensagem é forte, causa mal estar só de olhar essas fotos porque é um problema real que presenciamos só em abrir nossa porta, e muitos nem precisam sair de casa pra sentir na pele o caos de nossa triste realidade. O drama é recorrente e parece fugir ao controle da sociedade e seus gerentes, então é só uma forma de chamar atenção esses versos frios e quem sabe assim poder pensar que precisamos nos assombrar para podermos fazer alguma coisa, quem sabe alguma idéia simples ou coisa que o valha, o que não pode acontecer é a banalização o alheamento da causa.

    Caeinho, Lu

  • DIAMANTE BABPEAPAZ

    Bem forte esse hein!

    Mas com conteúdo de duras realidades. Versos que traduzem um cotidiano de vidas, entorpecidas, nas esquinas de tantas ruas.

    Um poema/social muito bem inspirado.

    Parabéns.

    Bjssssssssssss

  • Curvo-me diante dos teus textos... Lindos, reais e profundos.

                                      Como sinto iminente o meu crescimento ao ler-te!... Bjs Lu.

                                                                                                                    Com carinho do Gel.

  • Estimulo da consciência do valor da vida sem vicios, Parabens por esses versos tão sabiamente elaborados, bjs, Amalia Faustino

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