UM VAGALUME ENTRE AS ESTRELAS

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Sinto-me um vagalume entre as estrelas
Quando escrevo poesias nesse mundo
Que acendem e se apagam num segundo 
Nesse céu onde poucos irão lê-las.
 
Sinto-me um pequenino vagalume
Que deu seu vôo mais alto que a floresta
E agora, entre estrelas, só lhe resta
Sentir ignorado o próprio lume!...

Pois a luz própria que carrego em mim
Não é suficiente para, enfim,
Entr'astros luminosos habitar...

Voltarei pro meu mundo, bem depressa,
Oh que saudade eu sinto da floresta!
De tudo que eu podia iluminar!

ANTONIO COSTTA
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Comentários

  • DIAMANTE BABPEAPAZ

    Um Vagalume a iluminar em poesia. Principalmente do público que aprecia.

    Um encanto teu poetar.

    Bjsss

  • Amiga Zélia, infelizmente essa é a realidade, escrevemos com tanto amor para sermos lidos por pouqíssimos apaixonados pela poesia.

    Muito obrogado pela leitura e pelo singelo comentário. Um abraço fraterno.

  • Interessante metáfora do vagalume  simbolizando o poeta ignorado em seus poemas pois, infelizmente, a maioria das pessoas não lêem poesia.

    Parabéns!

    ZCH

  • Na realidade, Sílvia, esse soneto é antigo, hoje estou me sentindo no paraíso!

    Abraço fraterno do poetirmão Antonio Costta.

  • DIAMANTE BABPEAPAZ

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    Ah! Que vagalume encantador!

    Soneto romântico, afetuoso, agradável de ser lido!

    Parabéns! Beijossssssssss

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