PRATA BABPEAPAZ

TEMPESTADE E BONANÇA

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Sem limite ou direção,
forte e tresloucado vento,
por que carregas contigo,
todo este triste lamento?

Enquanto as águas tamborilam no telhado,
vergam-se casuarinas lá fora,
e a voz da montanha solta um triste gemido,
pássaros enfiam-se nos ninhos com alarido.

Veloz desce o rio de águas turvas,
das calhas escorrem apressadas chuvas.
Nuvens escuras parecem tudo desafiar,
como figuras de monstros de bocas abertas,
,
querem pela frente tudo abocanhar.
Riscam o horizonte fortes raios de luz,
Cada ser se aquieta em seu refúgio,
Onde protege-se do forte vendaval.

Suas forças potentes, a Natureza silencia.
E volta ao normal e à paz, tanta grandeza reverencia,
enquanto no galho de uma árvore um pássaro canta:
“Depois da tempestade, vem sempre a bonanza”.

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