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Súplica

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Oh! Tempo! Miro-te de frente e altiva
pois sei que a vida é pouca e passageira,
e a morte andeja ao lado e a mim me beira
fingindo não me ver para que eu viva.

Eu sei, ó, Tempo, que ando em tua esteira,
mas que sou livre, mesmo assim cativa,
para sonhar. E o sonho me motiva
a versejar a vida como eu queira.

Eu sei! Tu és senhor da vida e morte.

A poesia a mim me dá suporte
para fazer em paz a travessia.

Eu sou mortal, Senhor da eternidade!
Ah! Deixa-me cantar para que eu brade
a vida em versos que minh’alma cria.

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