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BRONZE BABPEAPAZ

Pobres mortais

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Pobres mortais
 
Suas vestes são um tanto quanto iguais as minhas
Sua alma, invisíveis aos meus olhos.
Seu coração em medidas iguais
Porém quando expostos ao vento...
 Haverá certa desigualdade em entradas e saídas.
 
Em nossas conspirações há o real e o imaginário,
que fazem parceria ao concreto e o abstrato
Criamos asas e apostamos em nossas imaginações
E reinamos dentro de nossas ilusões
  
Somos nós, seres humanos!
Pobres mortais que o acaso fez nascer...
E caminhou contigo em vida.
 
Em tempo limitado... Bateu a sua porta!
Cobrou-lhe todas as dívidas
 Que só a morte lucrou

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Comentários

  • BRONZE BABPEAPAZ

    Verdade bem ditas querida Lais

    A vida é muito curta,temos que nos vigiar

    Obrigada querida

    Gde beijo

  • BRONZE BABPEAPAZ

    Oi Claudio

    Vontade de viver precisamos ter apesar dos inúmeros problemas que nos atordoam

    Obrigada pelas leituras e pelos comentários prazerosos

    Grande abraço

  • DIAMANTE BABPEAPAZ

    Engalanar sentimentos, senti-los profundamente e depois julgar o que fica. o que vai, é um livro a ser descoberto

    Lindo!

    Parabéns!

    beijo

  • Belo poema Selda.

    Ao ler teu poema me veio uma vontade de viver, viver, viver...

    Abraços.

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