PARAMNÉSIAS

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Delongas vetoriais trajam cambraia
Enquanto dedilham meus fracassos no porta-retrato
Com suas unhas de porcelana francesa
E me vês como andrajo de redoma...
Letárgica, insuficiente e amargurada! 
Os cavaleiros do destino debocham-me
Fadários de seus faetontes e faz de conta
Renitentes senhores do apocalipse
Brincam de malmequer com meus cabelos
Sonâmbula demência em demasia!
Energia cósmica contentada
Inimiga conducente imaginária
Sou nada, nada, nada - confessada
Carne, ossos, sonhos e preguiça 
Ah... minha mente... é a casa do mundo!
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