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NAVEGAR

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Mesmo sem saber nadar

O mar não se preocupa é inconveniente

Ao separar a gente!

Mas que fique o amor…!

No seu movimento e na equação liquida

Que um dia ade misturar-se eternamente!

 

Para que foi feito o mar?

Esse que não tem o discernimento

De se calar, me deixar passar!

Com a sua altivez não admite dar o braço   

Às envergonhadas investidas do vento…!   

 

Mar poderoso e aniquilante, sem o poder

De apagar a luz que alumia o nosso amor.

Com os seus punhos ferozes

Modela ondas perigosas,

Atravessa o nosso caminho,

Querendo desviar o nosso destino!

 

Contra as areias húmidas

Faz a rebentação, junta a sua forte inspiração

Sem fraquejar a cada dia que passa

Por mais que nos separe

Não consegue fragilizar

A força do nosso amor…!

 

Com o tempo do desgastante sofrimento

O amor não renuncia as investidas nem se gasta

Renasce nas noites frias,

Recolhendo e juntado

Todas as partículas que ainda restam!

 

A velha afirmação de que tudo passa

Na realidade não tem graça!

Se me pedires para enfrentar o poderoso mar

Eu vou, nem que seja para lá ficar

Uma vez que não tenho asas para voar

Sem renunciar tu és a resposta de todos os porquês…!

 

Joaquim Moreira

18-04-2016

 

 

 

 

 

 

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