KOSMOS ... (POLIS) de um lugar qualquer -

KOSMOS ... (POLIS) de um lugar qualquer

 

No inverso

do meu verso

universo do meu “eu”.

Não há lugar que me abriga,

não há recanto que me acolhe.

Sem terra, sem destino,

Não há cidade que me escolhe.

 

Partindo numa tarde,

que alarde.

Já avança a idade,

mas sobrevive o entusiasmo

no alabastro do orgasmo.

 

No labor da pena,

que rubrica com o sinal,

pura verdade que acena.

Aqui, fico eu com meu poema,

decifrando o dilema:

- viver é seguir em frente

numa cena real de cinema.

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