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Kleistiana - Eric Ponty

KleistianaHá noites que não durmo dentro poema,dos sonhos azuis outros ainda densos,da árvore da primeira árvore prima,àquela em que Kleist disse à consciência.Sim, inocência, apesar deste grito,desbragada legião despidos anjos!Se Aquela árvore só conhecimento,retornamos ao estado de inocência?Nesta insonia percebo-lhe finito,da imagem outra, espelho de tão côncavo,através de uma saída ao infinito.Tem-se desta consciência infinita,quis dizer, no fantoche ou deste Deus,neste teatro devasso de nossa alma?Eric Ponty
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