Blog 2 (PEAPAZ)

JOGO DE CARTAS

Lanço as cartas na roda da fortuna, Não dão só azar porque apesar de treze, O às é o um, O onze é o valete, O doze é a dama, E o treze é o rei. As figuras me encantam Tomam vida e falam comigo: _Nesta rodada, você tem sorte! Blefa que agora você ganha! Tenho três cartas e compro mais uma. Quase! Arrisco de novo E perco tudo. O naipe de ouros Tira meus cobres, Com o naipe de copas, A dama me olha. _É o fim do jogo! Minha mulher faz escândalo à janela. Desisto... Envergonhado vou embora E nunca mais jogo. Oh, vício maldito!
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Comentários

  • DIAMANTE BABPEAPAZ
    Jogos e perdição parecem caminhar juntos...
  • DIAMANTE BABPEAPAZ
    Sempre tive vontade de fazer um poema sobre as cartas do baralho.Mas ainda nem sequer pensei em como começar(rsrsrsrsrsrs).
    Adorei.
    Mas concordo com a Nef.Passou a ser vício.-É maldito.
    Bjssssssssssss
  • Todos os jogos, desde que levem à perdição, são malditos!
    Excelente poema! Abços.
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