Céu e terras

Nos recantos de terras mais que distantes

Os homens tecem seus momentos de lampejos

E regadas de sabores nos instantes

As mulheres gozam seus sabores com desejos.

São mundos das gentes obreiras e cativas

Que se desfazem em entregas conscientes

Vão como as nuvens rasteiras e cativas

Que se espalham nos espaços oniscientes.

As crianças fixam olhares puros e com ungidos

Brincando em quaisquer praças ou vilarejos

Na fraqueza vivem instantes cegos e protegidos

Cercadas nos hotéis, casas ou lugarejos.

Nos morros de picos secos e gelados

Outros homens trilham rotas ao léu

Sem camas de corpos fortes e alados

Buscam vida no descanso do céu.

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