Posts de Soaroir de Campos (137)

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Liberdade subliminar

Liberdade! Amémou (Na Cova da Íria)Soaroir 13/5/10

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É 13 de MaioOutro de nossos diasNa Terra apareçaÓ Virgem MariaLivrai-nos do pecadoOriginal cometidoNas alcovas das sacristiasAve, ave, ave MariaEncerre os pastorzinhosNas torres/ruinas de OurémAve, ave, ave MariaLiberte-nos! Amém.(sem revisão)
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Não Colecione Borboletas

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não colecione borboletas© Soaroir de Campos23/8/2009Não faz muito tempo eu conheci a cativante Butterfly.Em sua jornada, talvez cansada ou em vôo errante, pousou no meu vitral,um palmo ou mais acima do meu pequeno jardim suspenso.Fiquei admirada com tanta iridescência, sorri parada.Sem outra reação, dei uma piscadela como saudação.Ela, com as radiantes escamas e especial deferênciaretribuiu contra o vidro respingado e me dissepelas antenas arredondadas em código de borboletas:— Agora tenho que partir. A vida é muito curta para ficarchoramingando por aqui em seu jardim.Sem promessas, agradeceu a acolhida e se foi,mesmo com meia asa descamada por um colecionador.
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A Carruagem da Vida

© Soaroir de Campos02/08/07

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pela manhã passa a sacolejante diligênciacom seu provocante carregamento.viçosos e inexperientes pulamos dentroe sem perceber os solavancosdescemos com as preocupações rua abaixoordenando: “Vá em frente”!ao meio dia, inquietos com os ruídos contínuosbaldeamos os nossos corações matutinos;enxergamos os extravagantes precipíciosgritando” Vá devagar seu idiota!”ao entardecer, recolhemos o que foi quebrado;analisamos todo o trajeto percorrido;e quando a luz já se foi adormecemosindagando: “como seria uma hospedaria?"(inspirado em Pushkin -1799-1837)Soaroir@gmail.comPublicado no Recanto das Letras em 02/08/2007Código do texto: T589441
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Almoço de domingo do Dia das Mães

O Direito de se AmarSoaroir de Campos9/5/10Vou abrir o verbo. Sim, aqui e agora mesmo. Que me perdoe a protagonista, que,sempre em busca do céu, se casou três, três vezes, de papel passado em cartório e com firmas reconhecidas e mútuas promessas de “se não der, separa”.Em nome do amor e liberdade e da união de verdades, foi assinando contratos cujas garantias vinham camufladas em minúcias nas entrelinhas de cláusula a cláusula, com validade de 1460 dias. E antes que ficasse cega pela luz alheia decidiu: "não quero ser esposa – só quero ser mãe". Atualmente, nos almoços dos domingos do Dia das Mães, o menu especial é o que ela mesma decide cozinhar.

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Poesia da Bisa

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Dia das mães. Muito bem...Nem preciso me adaptarPara um dia ser avóOxalá eu chegasseAo dia de ser bisa....Mas para eles deixo meus versosCom uma condição:Arroz com feijão é essencialSempre coloque dill na sopaÉ uma delíciaE Lembrem-seTudo é contemporâneoNo presente de cada umE o mais importante...Escreva muuuuito!Beijos da BisaSoaroir de CamposSão Paulo – BrasilMaio 8 de 2010
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Coisas que só mãe faz

Coisas que só mãe fazSoaroir 2/5/10

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Certa tarde um homem retorna do trabalho e encontra sua casa em completa ruína. No jardim embalagens vazias de comida espalhadas por todo lado, enquanto seus três filhos, ainda de pijama, brincavam na lama.O carro da mulher estava com as portas escancaradas, bem como a porta da frente. Assim que entra na sala ele se depara com uma bagunça ainda maior. Um abajur derrubado, tapetes embolados no canto da parede. Na sala ao lado, a TV no último volume exibia um canal de desenho animado enquanto brinquedos e várias peças de vestuário se espalhavam pelo chão.Na cozinha a pia cheia de louça e a mesa do café da manhã ainda permanecia exposta entre restos e farelos; cacos de vidro sob a mesa e ao lado a ração do cachorro toda espalhada e um rastro de areia entrando pela porta dos fundos.Preocupado com a esposa, entre brinquedos e mais pilhas de roupa, ele sube as escadas para o andar superior, imaginanando que ela estivesse doente e torcendo para algo mais grave não tivesse acontecido.Quase sem fôlego ele abre a porta do quarto e a encontra entre as cobertas confortavelmente lendo um romance. Ela olha para ele, sorri e pergunta:- como foi seu dia?- O que aconteceu aqui hoje?! Gritou eleNovamente ela sorri e responde:- Sabe todos os dias quando você chega do trabalho e me pergunta que raios eu fiquei fazendo o dia todo?- Sim, e daí!- Pois bem...hoje eu não fiz(adaptação do texto inglêsautor não localizado - Soaroir da Campos)
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Essa coisa de mãe...

Essa Coisa de MãeSoaroir6/5/10

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imagem/googlelembrem-sesomos seres humanosum dia filhas, marcadasmuitas a ferro(através das mães)pelas mãesde suas mães...e tem maistodas têm defeitoso maior deles, sem sombra de dúvidaé sem ao menos dizer “adeus”partir sem nosso consentimento...leiam também: Filhos da Mãehttp://pote-de-poesias.blogspot.com/2010/04/filhos-da-mae.html
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Poesia para o Trabalhador

Poema do TrabalhadorSoaroir 1º de Maio de 2010São Paulo SP - Brazil

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imagem/google/adtvdo trabalhador braçalpedreiro, bombeiro, padeirojardineiro, e demais eiroshá uma gama de profissãoque exige o corpo inteiroe nem carece de abluçãoumas terminam em inaista, itico, or, e muitas ãopor formação ou por sinatodos têm sua labutalida que nunca terminado astronauta até à putaaposentados ou em açãoDia Mundial do Trabalho…merece nossa ovaçãoquem trabalha pra...burropoesia em construçãoleiam "Carta de Admissão"http://recantodasletras.uol.com.br/frases/2225015
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O Poeta que em Mim Habita

©Soaroir:O Poeta que em mim habita© Soaroir 08/07/08

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o poeta que em mim habitasai da lenda e me conforta a almaentre as “misty” Terras Altaseternamente jovem, é nobre cavaleirochega das batalhas com conquistasme traz um anel, uma pedrafala-me do Santo Graale me oferece a Primavera.juntos rondamos tabernas,rolamos sobre os verdes pastose adormecemos ao relento.ainda, em mim um outro poeta habitao volúvel, irreverente marinheirosafado, que chega de madrugadasob minhas cobertas se aconchegadeita versos que me esqueçona manhã seguinte, comigo navegadesbrava ilhas onde esmoreçoentre o passado e o presenteaí me perco.
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O Segredo de Mim

O Segredo de mim¹Soaroir de CamposSão Paulo - Brasil - 28/4/10Quem já me viu pensa que me conheceE de primo já assume como verdadeA aparência do papel da embalagemNão estima o valor do conteúdoNem a chama que tal juízo ateiaAo secreto eu que sou de fatoSocado lá no fundo dos maus tratosCantados em falsetes e inertes escritosDeveras existe um raro livro aberto.

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500-year-old manuscript a first for Wilfrid Lauriernews.therecord.com/article/330399
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