Posts de Sílvia Mota (1380)

Muito boa BABPEAPAZ

Loba mulher loba...

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50512985?profile=RESIZE_710xLoba mulher loba...

50512985?profile=RESIZE_710xEntardecer sem festim,
extravaso o meu sentir,
sem nenhum pudor
e sob a forma charmosa
de menina e adolescente
ou mulher sedução.

Flor e luz no jardim,
pronta para abduzir,
perfume e cor
em mente deliciosa
de sonho irreverente
solto ao sopro da paixão.

Emoção estopim,
um extravagante agir,
que se perfaz em sabor
de boca perigosa
e na voz indiferente
de pedra e algodão.

É contradição carmesim,
esse estranho existir,
que se perde no amor
e me faz saudosa
indolente frequente
e mulher solidão.

50512985?profile=RESIZE_710xSílvia Mota a Poeta e Escritora do Amor e da Paz
Início: Rio de Janeiro, 16 de julho de 2018 - 4h08
Término: Rio de Janeiro, 17 de agosto de 2018 – 23h36

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Muito boa BABPEAPAZ

Quero o teu beijo

Quero o teu beijo

Espero o beijo quente e, tão perdidamente,
o rosto no meu rosto em verso alexandrino...
Que roubes desta boca o suco mais ardente,
  desejo adormecido ao tom do meu destino.

Espero o beijo quente e, tão perdidamente,
a língua apaixonada e o toque mais divino...
Que roubes desta boca um gosto diferente,
perfume sedutor ao som de violino.

Sou cravo e sou canela - a doce Gabriela -
suspiro arfante em flor de cio adolescente,
gemido apaixonado em verso clandestino.

Enquanto o beijo louco em mim não se aquarela,
reclamo do meu corpo esse pudor fremente,
que rima em versos mil os sonhos do menino...

Sílvia Mota a Poeta e Escritora do Amor e da Paz
Piquete, 8 de junho de 2019 – 20h52
Imagem "Esse nosso amor" - Processo criativo Sílvia Mota

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Muito boa BABPEAPAZ

Maldição do Amor

Maldição do Amor

Na madrugada insone, o som do teu desejo
perfura o meu sentido e o vil silêncio arrosta...
Há coração que pulsa em tom de realejo
e um sonho adormecido ausculta sem resposta.

Na madrugada insone, a fruta do pecado
colore de fulgor o apaixonado verso...
Há beijo sem saliva e um nada bem-amado
que abraça sem aperto e em mim se faz perverso.

Procuro em fantasia o Amor que é negado
e aspiro no teu cheiro o canto da saudade,
que rasga o peito livre aos poucos enjaulado.

Trafego embevecida esse impreciso rumo
e em pétalas de orvalho ungidas na verdade,
sou flor e sem perfume a solitude assumo.

Sílvia Mota a Poeta e Escritora do Amor e da Paz
Piquete, 6 de junho de 2019 – 4h17

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Muito boa BABPEAPAZ

Certeza podes ter de que não fujo... pede!

Certeza podes ter de que não fujo... pede!

Aos ventos de um pedido escuto o teu recado
idílico e charmoso. Affaire que não tem preço...
O corpo, audaz vulcão, revolve apaixonado
e loucamente implora o beijo que mereço.

Estreito o quente olhar e ajeito-me ao teclado
em casta excitação. Bem sei que me ofereço...
Então, em frenesi, rabisco tudo errado
e eivada de paixão reviso-te o endereço.

Poeta sedutora... um mal que não se impede...
Murmuro embevecida o verso alexandrino:
“Certeza podes ter de que não fujo... pede!”

A tela é a minha tez... sorri do meu sorriso...
Deleto o vão pedido e aos pés do malandrino
reponho-me a escrever: “És tudo o que preciso!”

Sílvia Mota a Poeta e Escritora do Amor e da Paz
Rio de Janeiro, 15 de agosto de 2010 – 9h55
Reeditado em 23 de agosto de 2016 - 6h23

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Muito boa BABPEAPAZ

Eu sou só a mulher só

Eu sou só a mulher só

Eu sou só a mulher, que de te amar foi chama
e numa sanha insana arfou aos teus apelos,
babou-se no teu ser e comedida em dama,
secou-te no negrume ardente dos cabelos...

Eu sou só a mulher, que só por ti reclama
ao sacrossanto véu de mil e um desvelos,
agasalhou-te o corpo e espinho d’uma rama,
frente à pagã paixão, ungiu-se nos teus pelos...

Eu sou só a mulher, que entusiasmou teu leito,
premiu na boca audaz, intrépida e menina,
o leite adocicado e abrasador do peito.

Eu sou só a mulher, que em múltiplo tormento,
amou-te até viver e, em desvalida sina,
em ti morreu de dor e se desfez ao vento...

Sílvia Mota a Poeta e Escritora do Amor e da Paz
Cabo Frio, 15 de setembro de 2009 – 1h03

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Muito boa BABPEAPAZ

Não provoques, por favor!

Não provoques, por favor!

Não provoques minh'alma...
Não provoques o sentimento
mais bonito e sensual
da minha fantasia de mulher
que vira menina
só de estar ao teu lado.
Não provoques minh'alma...
Não provoques o beijo adormecido
que prometes despertar
no calor da tua língua.
Não provoques minh'alma...
Não provoques minha volúpia
já esquecida do prazer.

Não provoques minh'alma, por favor...
Se não podes ser o sonho
desta alma ensandecida,
nem o sabor deste desejo escondido,
não provoques, por favor...


Sílvia Mota a Poeta e Escritora do Amor e da Paz
Imagem: processo criativo Sílvia Mota

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Muito boa BABPEAPAZ

Vermelho

Vermelho

Chego no teu sonho
e danço em tom vermelho,
vazia de pudores,
vestida de maçã
e gosto de romã.

Chego no teu sonho
e brinco ao teu espelho,
ornada de calores,
repleta de libido
ao teu gemido.


Sílvia Mota Poeta e Escritora do Amor e da Paz
Imagem: processo criativo Sílvia Mota

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Muito boa BABPEAPAZ

Pôr do Sol

Pôr do Sol

Estrada finita faz-se infinita na imaginação...

O sorriso que me provoca traz as cores do céu, ora vermelho, ora amarelo... e, de quando em quando, azul... Nuvens salpicam beleza pelo etéreo e os cabelos balouçam ao vento. O som do meu nunca mais provoca desejos. Somos anjos e demônios, ao mesmo tempo. Flor vermelha e jardim. Axiomas de Sol em afoiteza de Ventania. Beleza e Desejo. Pudor e Respeito.

Aos flancos do Ocidente, encontro a esquina da tua face entre as cortinas do meu pensamento... Luz do anoitecer, que se afina ao renascer da alma em transe. Vida, que se encanta à poesia do momento – tudo é Natureza em festa!

E, nessa festa, a fantasia do Ser, vulnerável ao Amor e à Paixão...

Sílvia Mota a Poeta e Escritora do Amor e da Paz
Piquete, 2 de maio de 2019 – 17h11
Imagem: processo criativo Sílvia Mota

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Muito boa BABPEAPAZ

Perdi...

Perdi...

Perdi...
Há outra flor no meu lugar de honra.

Perdi...
Quando as luzes se apagarem, chorarei.
Agora, não!

Depois, no escuro,
quando nem eu enxergar os próprios olhos...

Se fosse possível apagar a vida do meu corpo
e adormecer tranquila quando as luzes se apagarem...

Se fosse possível apagar a vida do meu corpo
e permanecer em sonho pela eternidade...

Ah, se pudesse!...
Escolheria sonhos de paz,
não haveria gente, apenas flores...
Até eu gostaria de ser flor!
Desmancharia noites em perfume
e alegrias em hastes de vingança
contra aqueles que ameaçassem
nossa comunhão de amor...

Quando as luzes se apagarem, chorarei...
PRECISO!

Apertar tudo por dentro, amassar sonhos...
NÃO POSSO!

Quero chorar e depois adormecer.
PARA QUÊ ACORDAR?!!!

Perdi...
Há outra flor no meu lugar de honra.
Perdi...

Quando as luzes se apagarem, chorarei.
AGORA, NÃO!!!

Sílvia Mota a Poeta e Escritora do Amor e da Paz
Rio de Janeiro, 2h15 da madrugada,
do dia 26 de julho, de um ano qualquer... (1971, se não me engano...)

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Muito boa BABPEAPAZ

Um soneto alexandrino para Chico Máximo

Em passado longínquo, o meu sorriso puro foi verbo em poesia, no discurso do querido primo Chico Máximo. Ouvi-o dizer para minha Mamãe: “A sua filha não ri da vida – ela sorri para a Vida!” Essas palavras influenciaram o meu destino. Assim que cheguei ao Rio de Janeiro, aos 18 anos de idade, percebi que não mais poderia sorrir com tanta espontaneidade, porque aquele sorriso puro não mais se sustentava frente às maldades do mundo. Era preciso sorrir menos... e foi tão difícil compreender aquilo! Sofri. Mas, as palavras do meu primo ecoavam... sempre fortes e vibrantes, a relembrar-me que a pureza vence barreiras indestrutíveis. Aos poucos, voltei a sorrir... Por vezes, foi-me difícil fazê-lo! Combater o mal que se acercava o tempo todo era fadigoso. Mas, consegui vencê-lo! E, Chico Máximo, sem o saber, esteve sempre no meu pensamento...

A partir de fevereiro deste ano, ao colocar o meu coração mais próximo ao coração do meu querido primo, contei-lhe tudo isso... Surpreendeu-se, o sábio professor! E sorriu... Sorriu com tanta pureza, que me senti menina novamente! Aquela menina que ao seu olhar sorria para a Vida, renasceu livre e venturosa! Todos os finais de tarde, conversamos sobre a Vida, a Poesia, o Amor, a Paz e, por vezes, sobre os desditosos pensamentos que ainda volitam pelo Mundo: preconceito, discriminação e outros mais... A seu pedido, ainda que timidamente, comecei a declamar-lhe os meus poemas... E Chico Máximo passou a ser um pedacinho do meu sangue a engrandecer minha poética! O que mais poderia desejar aos 67 anos de idade? Considerava-me “La Belle de Jour” e sorríamos a esse pensamento... Ah, Chico Máximo! Volte logo para a cadeira vermelha inserida na Júlia Fashion somente para acolher a sua sabedoria e ternura!

Na última tarde que passamos juntos, às vésperas do mal que o acometeu, disse-lhe que escreveria um soneto alexandrino iâmbico em sua homenagem. Quanta audácia! Mas, o meu querido Chico respondeu-me docemente: “Faça-o!”

Segue o singelo poema, que brotou do mais puro sentimento:

Chico Máximo

Nas plagas do verão, há som de multicores...
Adentras no meu sonho e em dança sábia e infinda,
viceja em luz audaz a flor dos teus amores
nos veios da saudade, em beijos do além vida.

Em ode cultural faísca o teu sorriso...
O olhar é tão brilhante e a íris resplandece,
se o tom da voz se apruma ao relembrar em siso
a história social, que às vezes entristece.

A nuvem que floreia a cor dos teus cabelos,
comove os olhos meus. Há vida e completude
nos fios cor de prata... e sou feliz em vê-los!

O Máximo de Vida enfeita a minha tarde,
sou flor e sou poema. Ao teu Saber Virtude
sucumbo... e no arrebol triunfas sem alarde!

Piquete, 7 de abril de 2019 – 10h52
Sílvia Mota a Poeta e Escritora do Amor e da Paz
Na próxima terça-feira, se os médicos permitirem
e a emoção não apagar a minha voz,
declamarei o meu poema para você, querido primo.

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Muito boa BABPEAPAZ

Rafael Mota na Universidade de Leiden

Rafael Mota, em Leiden, no ano passado - quando lançou o seu objetivo.

Há momentos inigualáveis em nossas vidas. No último domingo, vivenciei um deles. Meu filho Rafael (33 anos, atualmente Coordenador do Departamento Jurídico da empresa Michelin para a América do Sul) e sua esposa Nikole (Nutricionista) vieram a Piquete para a inauguração da nossa loja Júlia Fashion. À noitinha, presentearam-me com uma bela foto do Rafael, ao lado de uma placa comemorativa da Leiden University Law. A foto foi capturada no final do ano passado, quando o casal esteve na Holanda. À época, ao admirar a foto, brinquei com o meu filho: “Somente o respeitarei quando entrar nesta Universidade”.

Pois bem, Rafael concretizou o veredicto circunstancial emitido pela exigente mamãe: foi selecionado para o curso de Mestrado Avançado em Direito e Tecnologias Digitais (Direito Digital), dessa Universidade.

Cabe ressaltar, que a Universidade de Leiden foi fundada em 1575. É a mais antiga e melhor escola de Direito da Holanda. Está no top 30 das escolas de Direito (é a oitava melhor escola de Direito da Europa) e top 10 no quesito Mestrado em Direito. A atual família real holandesa e os ascendentes, todos foram alunos de Leiden, assim como o atual primeiro-ministro. Leiden foi a base de figuras importantes no mundo cultural como René Descartes, Rembrandt, Hugo Grotius e Baruch Spinoza. Como se não bastasse tudo isso, Albert Einstein – Prêmio Nobel de Física 1921 - foi professor de Leiden.

E, agora, o que faço eu – essa mãe encantada e apaixonada - que, dois dias após a notícia, ainda não contém as lágrimas insistentes que escorrem pelos olhos do próprio coração? O que fazer, se consigo apenas murmurar: “Muito obrigada, meu filho! Aos 67 anos de vida, você protagoniza um dos mais belos, importantes e emocionantes presentes da minha vida.”

Em maio deste ano, Rafael e Nikole partirão para a elegante cidade de Haia (Holanda) e, com base no amor verdadeiro que sentem um pelo outro, edificarão uma nova vida. Que sejam felizes sempre! 

À frente do sonho...

Na areia da praia, a declaração de um sonho que se tornou realidade...

Sempre juntos. Tudo é possível, quando o Amor é a base.
Muito obrigada, Nikole Moeschke, pelo amor incondicional,
confiança inabalável e incentivo imprescindível dedicados ao meu filho Rafael Mota Felinto.

Sem mais palavras... de Piquete para o Mundo!...

19 de fevereiro de 2019

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Muito boa BABPEAPAZ

Top30 Brasil - Dezembro 2018

Segundo lugar na Classificação Geral

- Edição de dezembro de 2018 do ranking de sites Top30 Brasil -

Conferir aqui: http://www.top30.com.br/cgi/vencedores.cgi?230:1

Primeiro lugar na Categoria Cultura

- Edição de dezembro de 2018 do ranking de sites Top30 Brasil -

Conferir aqui: http://www.top30.com.br/cgi/vencedores.cgi?230:4

Agradecemos a todos aqueles que nos brindaram com o seu voto diário.

Sílvia Mota - Criadora da Rede Belas Artes Belas

Margarida Maria Madruga - Administradora da Rede Belas Artes Belas

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Muito boa BABPEAPAZ

Mensagem de Ano Novo - 2019

Aos meus queridos amigos e amigas do Belas Artes Belas

Ao invés de um FELIZ ANO NOVO - dito ao sabor do corriqueiro, DESEJO QUE SEJAS UM NOVO E FELIZ SER HUMANO! Acredito, sinceramente, que a edificação de uma vida melhor se faz através das mudanças individuais – concretizadas de dentro para fora – o que nos permite florescer em atitude diferente do habitual.

Desejo que as forças positivas do Universo se postem vibrantes, altaneiras e protetoras, ao derredor de cada ser vivente, e que os pensamentos bons se expandam a partir de gestos solidários e sorrisos benfazejos, imprescindíveis ao bem viver.

Desejo que o nosso Brasil não se limite a exibir a encantadora forma geográfica de um coração, mas que seja, verdadeiramente, O CORAÇÃO DO MUNDO, em Beleza, Ordem e Progresso.

Desejo que a bandeira da Fé, do Amor e da Paz tremule no firmamento e lance indestrutíveis ondas de Felicidade para o coração de todos os Seres Vivos do Planeta Terra. Em consequência, que as mudanças individuais e sociais se coloquem a serviço do Bom e do Bem e que a Lei Mística de Causa e Efeito evidencie o que de melhor há em cada um de nós.

Fé. Coragem. Desafio constante. Nova atitude. VITÓRIA!

Carinhosamente,
Sílvia Mota a Poeta e Escritora do Amor e da Paz
Piquete, São Paulo, 1° de janeiro de 2019 - 8h50

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