Posts de Lais Maria Muller Moreira (574)

DIAMANTE BABPEAPAZ

Amar

 

O verbo amar tão misturado.

Na Terra o amar é verbo turvo e incompreendido.

O amar na Terra não é verbo popular é verbo auxiliar e infeliz.

A Terra profana não entende de poeta e exclama, a todo momento,

que amar é não se amar.

Ninguém ama o ser em suficiência, amar é difusão é paciência.

Amar é verbo do Céu!

 

 

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DIAMANTE BABPEAPAZ

Madrugada que se faz Fatídica

Noite exaurida

exímio canto brota aos sentidos

cantor mavioso a exalar sonido

vou à janela ária mui bela o ouvido excita

e  aguçada adentro o cenário despida

a pele me alisa frescores da brisa sem nostalgias

e aérea me entrego à mensagem

da noite suave que me acaricia

rubores frescores voragem

me devoram e consomem aliciam

sabores  olores a fruir as sensações

que vem de fora e assim nesta hora

noite esvoaça

magia exultante da noite em melodia sidérea

de um céu de estrelas de energia etérea

o clamor da noite se adentra em mim

madrugada escoa

não demora a aurora salpicada em frescor

vem entoando poesia e amor

num embevecimentos que assim ressoa

extravasar momento assaz se faz alvissarar

enlevada em força estranha que vem sussurrar

a me declarar que já é hora e é dia

alvoroço surjo do nada

soar sidéreo me alienou

às lonjuras me levou

e deste voo imenso

tal brisa etérea só meu corpo ficou

naquele leito

 

Laís Müller - julho de 2014

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DIAMANTE BABPEAPAZ

Diz que ...

Vibrante melodia

vem cantar o dia

noite esmaece

teima amanhecer

porvir de incertezas

desfilam clementes

diz o Sol nascente

que o torpor da mente

chega à exaustão

diz que a ingratidão

se vestiu de festa

galgou a floresta

em exasperação

diz que a melodia

barganhou com a rima

a que tudo ensina

ganhou na contra mão

 

 

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DIAMANTE BABPEAPAZ

Insatisfação

 

Insatisfação

 

Todos os dias ao vermos crianças singelas, pelos parques, pelas vias, não sabemos o peso, a dor que consigo carregam.

Desde tenra infância estes pequeninos não podem se entregar aos folguedos, subtraídos que são à liberdade de escolha.

Não se fazem brincadeiras opcionais, mas sim contratuais sevícias infantis, tão comuns, tão vulgares, que vicejam em lares, onde a esperança e a boa moral não alcançam.

Nada festejam ao voltar para casa, onde são pacientes de algum doente, que lhes constrange às servidões .

Severamente punidos estes nossos irmãos pequeninos e inocentes, pobres crianças onde a responsabilidade crucial se inicia em anos tão tenros, onde deveriam estar desenvolvendo a alegria, as aptidões e as carícias.

Estes exércitos maltratados pertencem a uma sociedade oculta onde não há reuniões.

São punidos com castigos que lhes impingem, caso contrariem a lei que vige que é o calar.

Todo o menor subjugado a estes infames atos, perde o viço e a doçura, como também a confiança, pois onde deveria vicejar a aliança, a graça e o auxílio, encontram somente o pranto em algum canto da casa para a tristeza exalar.

Muitos ainda são surpreendidos e chamados de culpados, dizendo que são a maldição, que não são parentes e que foram os provocadores, os causadores da situação.

E isto é tão comum que muitos até pensam que é normal assim se portar, assim ocultar o que lhes transpassa o coração.

As crianças contentes deveriam ser o modelo de uma sociedade onde vige a paz e reina a fraternidade.

Mais estima, mais respeito, mais alegria é tudo que se necessita para uma vida de encantos desfrutar.

Laís Muller

Brasil

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Efetivos

 

Efetivos

 

Muitas guarnições se encontram ao dispor de quem as desejar.

São oferecidas não como um artigo supérfluo, de luxo ou algo indevido.

Afastar-se das drogas é decisão de cada um. Mas há aqueles que mais influenciáveis, se deixam levar por estas bandeiras nocivas.

O vício antigo já se tornou obsoleto, pois eis que há muitas outras opções cativantes. Feito novidades lançadas no mercado e a propaganda não deixa de ser efetiva, de boca em boca.

Isto é visto como algo excelente para alguns. Pois alastra os lucros exorbitantes que conseguem com a perniciosa desgraça que atiçam em lares, onde a servidão se vem ateada a altos consumos.

Muitos são subordinados a estes exemplos. Feito meliantes que transtornados cambaleiam por aí, semeando a discórdia, a perfídia e o crime brutal.

Ser exótico não vem a ser dormir à baila destes narcóticos que pululam, onde a perdição permeia.Pois, quem se torna um iniciado nestes consumos, dificilmente conseguirá sair desta malha.

Arrastar seres a estas servidões é dever de quantos, que deste modo prosperam, em altas doses de paixão.

O crime nada compensa. É regra que deveria ser retribuída por toda uma sociedade, que confusa esqueceu de renovar, o que é bom.

Laís Muller

Brasil

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Inconfessáveis

Inconfessáveis

 

Muitos esforços são desprendidos por criaturas, que não têm a maturidade de entender ,do que vem a significar, longas e exaustivas horas desenvolvendo esforços repetitivos, que não vêm em nada a contribuir para seu estímulo pessoal.

Crianças necessitam desenvolver-se como um todo e ficar tolhidas por longo e prolongado tempo, fazendo uma atividade foge ao seu interesse. Crianças são curiosas e comunicativas, têm um mundo inteiro a explorar, e deixa-las extenuadas, exercendo uma atividade é cercear o seu desenvolvimento.

Muitos adultos, que não têm a capacidade, nem a paciência de exercerem um trabalho, impõe como um pejorativo, que este possa ser exercido por um ser que não é capaz de compreender por que razão deve realiza-lo. O conhecimento de uma criança se faz limitado, bem como não compreende o mundo da forma de um adulto.

Incentiva-los a tomar conta de alguns de seus pertences, vem a ser algo cabível e de fácil assimilação. Porém impingir-lhe exaustivos castigos, que estas atividades aparentemente inócuas, para a criança em questão, pode significar um martírio que sem razão lhe impinge o cotidiano.

Mãos prestimosas é que deveriam se fazer, dando albergue e auxílio aos desprotegidos para enfrentarem atividades toscas, que em nada contribuem em seu desenvolvimento. Os deveres de uma criança devem ser limitados ao seu nível de compreensão do mundo em que vive.

Encerrar-se num casulo não faz bem a nenhum ser, quanto mais aos mais frágeis.

De emblema e coração muita proteção acerca destes seres preciosos se faz preciso.

Laís Muller

Brasil

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DIAMANTE BABPEAPAZ

Tingi Meu Coração

Tingi Meu Coração

 

Tingi meu coração
em tons desiguais,
salpiquei purpurina
poli meus castiçais.
Acendi todas as velas
para iluminar o meu íntimo,
adornei minha janela
em brio assaz seguro
e assim ver no escuro.
Tornei meu orgulho ínfimo
e meu espelho múltiplo,
insculpi os meus defeitos,
revistei todos maus feitos,
numa olhada crítica,
em renovada íntima.
Ajustei todos enfoques,
do grosseiro ao menor toque,
das entranhas às estranhas.
Do espelho o conselho,
sussurro um susto,
avisto um vulto,
sou eu

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DIAMANTE BABPEAPAZ

Lavores

 

Linhas retas que definem a sincronia de uma estirpe que se concentra e onde o que vale é um.

Tribos mais rudimentares têm muitas vezes modelos de vida, onde o coletivo vem trazer guarida, é pleno e forte, fausto em sorte para cada um.

Na colheita todos valem, enfrentam o trabalho de sol a sol. Não há tempo a perder, pois a preguiça de um pode significar uma perda do total, onde o substrato é a meta de todos, e a fartura é para o bem geral.

Divisões que se fazem, repartir é a riqueza do povo, cada qual com seus braços abarca.

Povo em trincheiras, na disciplina que a vida ensina, que a fartura de hoje poderá faltar no amanhã.

Tribos sólidas, amplas e lógicas sustém um modelo de vida desconhecido por tantos modernos, que individualizados, não sabem mais somar, tampouco repartir, quando o senso comum se perde no horizonte de um só.

 

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O Idoso é Amigo

3542067041?profile=originalArte de Safira Saldanha

Como se pode esquecer daqueles que para nós foram a essência.

Daqueles que em sua veemência nos deram a base o estado de viver.

Luz em decadência deve ser aproveitada,a candeia que alumia não pode ser jogada num canto,como velho metal que de nada serve.

Os abusos contra os idosos proliferam por esta Terra incomum, onde a juventude é valorizada em quinhão desmedido.

É do velho que vem o exemplo, aquele que plantou a semente,que agora colhemos fartamente e nem sequer um muito obrigado, oxalá um basta!

É preciso mais comedimento, modificar os valores,onde a decrepitude do idoso se faz ridicularizada, em jargões em todas as classes sociais. E se faz motivo de risos soltos,quando os presos em seus leitos,não tem forças suficientes nem mesmo para caminhar.

Aliviar o fardo que carrega o idoso é modelo ditoso de se comportar.

Alegrias poderiam ser entregues todos os dias, àqueles senhores, que muitas vezes têm seu descanso na sala de estar, por não terem outra opção para se locomoverem.

São lacrados em lares onde as condições não se fazem maravilhas, muitos jogados às pilhas como se  nada valessem.Vivem em albergues mau cheirosos onde a malquerença demonstra a falência de uma sociedade ingrata, que não demonstra gratidão ou relevância, àqueles que lhe serviram de esteio, que lhes estenderam um berço, e que em noites de vigília em candura e ternura, lhes embalaram em braços, unindo o seu cansaço em ardor e calor.

É do velho a lição particular, que a medida singular,que precisa, que é incisa, é derramar amor!

 

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PEAPAZ Portal Feliz

Anos que se passam, voam. Decifram ilusões, sonhos vêm e vão... zoam tal marulho.

Asas que se inflamam ao adentrar neste círculo, em prol da paz, amor e dignidade que é nosso orgulho.

PEAPAZ, ninho sem igual, onde cada qual exala de si o seu melhor.

Altar-mor, onde frontes coloridas são jazidas de ricos pensamentos.

Aprazíveis momentos, onde primaveras eclodem em criações matizadas, outras apaixonadas explodem em verões. Comoventes canções douram outonos em sonhos, inauguram invernos ternos, no abraço dos soares fraternos.

PEAPAZ árvore frondosa, onde uma aliança generosa nos une.

Amor e paz, PEAPAZ é lume!

Parabéns PEAPAZ!

  

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Indagações

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Mil pontuações espalham,  mil interrogações amealham.

Um hiato, uma migalha de tempo livre,

emoldura o retrato, dourado alvitre à perplexidade.

É prioridade preencher obtusas resmas de papel,

ou quiçá contar confusas nuvens a passear no céu?

O tempo é caro, e prostrar-se a vagar sem itinerário é raro!

Em tamanho resumido, se parece a um bandido,

 outras vezes a um estranho, ele se esconde,

e quando o temos nas mãos, não responde.

Sem chamá-lo aparece, e quando se tem pressa, depressa vai embora.

Horas ganhas e perdidas, cada qual se vai por sua vez,

e acomodar todas as investidas, é mais um talvez.

Espiar cabisbaixa, ante o relógio, o que se encaixa no seu sóbrio rodopiar?

Quiçá seja zombar do acaso, pois todo soldado raso,

sabe extrair da hora o azo mor, sem demora.

 

 

 

 

 

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O Escritor

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Repassar sentimentos para a escrita, não deixa de ser uma arte.

Redigir o que se sente é uma questão de sapiência. Sim, pois vários eruditos, que apresentam estilo rebuscado são maçantes, enquanto outros em simplicidade  alcançam  graça e harmonia.

Grafar é incluir pessoas ao seu rol de conhecidos e quantas vezes ao meditar certas páginas nos sentimos muito próximos de quem as escreveu.

Concretizar em linhas os pensamentos é modificar conceitos e a boa  literatura não deixa de ser um modo prazeroso de abrir fronteiras, de alargar os estreitos horizontes humanos.

Cada escritor traz em si um germe, que poderá ser ou não desenvolvido, e ainda bem que muitos deixaram suas raízes nesta Terra para o nosso aproveitamento.

Quisera que todo escritor tivesse a chance de desenvolver seus talentos. Porém, os meios para que isto viesse acontecer estão escasseando, pois vemos no dia a dia boas publicações não lidas. E, é uma lástima que os interesses descambem para trivialidades.

Que a mentalidade se alargue, que as fronteiras se expandam, e que bons princípios se disseminem!

Um autor é uma ponte que nos leva a enxergar sob o seu prisma.

Que conheçamos muitos e muitos deles, e que a nossa gratidão recaia por sobre aqueles, que se privaram de tanto, para nos proporcionar a graça de ampliarmos nossos horizontes!

 

 

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Modelo

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Doar, beneficiar, são sentimentos abstratos, intangíveis , valores sem tato, impossíveis de  serem materializados.

As setas, os vértices, o ápice, tudo se volta ao mundo do amor, da beneficência, da benemerência em ardor.

Mulheres sensíveis, amáveis, modelos irretorquíveis, ágeis aos benefícios, em incontáveis sacrifícios .

São flores e pores de sol, são canções ternas em bemol, são cores, mares enluarados, com beijos açucarados.

Senhoras, jovens, de todas as cores os matizes , de etnias  diversas, de todas as raízes, de todas as classes sociais, todas são únicas e especiais.

Para aquele que é acalentado, ela é suave, é um doce magistrado, na certeza absoluta, que no mundo estará sempre amparado.

Uma mãe é reconhecida até pelo odor, pela voz, pela certeza que onde quer que for, consigo sempre estará ao lado.

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  Feliz Dia das Mães!

 

 

 

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DIAMANTE BABPEAPAZ

Quando as Folhas Caem

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Quando as Folhas Caem

 

 

O crepúsculo minúcias revela,

vem e a  luminosidade debela,

diz que a luz do dia é finita.

 

O outono se parece com a vida,

mostra que término se acerca,

em breve não mais se enxerga.

 

O  outono é ouro florescente,

para todo  aquele que é ciente,

que a felicidade é asserenar.

 

Em outra fase irá adentrar,

e disto ter plena consciência,

é o coroar de toda a existência.

 

O verbo vem a ser o estar

porque o sentido da vida

se resume em serenar.

 

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DIAMANTE BABPEAPAZ

Amar

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O verbo amar tão misturado.

Na Terra o amar é verbo turvo e incompreendido.

O amar na Terra não é verbo popular é verbo auxiliar e infeliz.

A Terra profana não entende de poeta e exclama a todo momento que amar é não se amar.

Ninguém ama o ser em suficiência, amar é difusão é paciência.

Amar é verbo do céu

 

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