Posts de João Batista de Campos (84)

Poeta e Escritor

Amor cibernético

 

Amor cibernético

 

Com o perdão da palavra:

São Robôs que roubam

o amor de Santos  Robôs.

Querido  leitor, será  que você

não   foi  também   programado à

amar deste  lado todo condicionado?

No  bê-a-bá veja  só o que há:  Apenas

o binário  a controverter a  matemática

pitagórica  de Gauss, desconhecida

dos  jovens; genuínos  gênios do

presente   cenário,   destino

dum  futuro   próspero,

quase agnóstico,

e nessa tela

o gênio

dum

menino:

Tesla, eletro-eletrônica,

elétrica é a sombra

eletrificada,

porém,

se

esmera na era

a  qual  já se foi?

Portanto, a  impor-

tância já era, agora

se espera ver bem

além do mal, ver

o bem maior

sem se

opor,

após a Era de Aquário,

aquarela  já versada,

hoje, conversa con-

vexa  de conversa

fiada. Porém, bom

seria aderir duma vez

à sensatez da conversa  

convertida de fiada para afi-

ada na polidez de digital altivez,

mas analisando a analogia da

era analógica caracterizada de timidez.

Na   escrita  bendita que  edita a car-

tilha   de modernos  dias. Analfabe-

to será quem  não credita o crédi-

to à  tecnologia  de nossos dias,

por  hora analfa é  aquele que

não sabe ser usuário  do tablet,

do  Lap que tope com seu ingênuo

topete que  se acha eclético  no anti-

quário;  verbete: Otário  de antanho,

ensino   estranho  aos jovens  de

outrora   neste presente  cenário

a acenar aos amantes  sincréti-

cos deste mundo cibernético

ordinário, porém, orgânico

organizado-programado,

às vezes  profano à da-

nado de enganoso en-

gano bem redundado.

Eis a dor que programa o amor

no  programa  amador o qual

professa  a profissão  da

profecia na  profissão

de profeta  progra-

mador  duma,

futurologia

da  qual

jamais

o ser

ama-

dor

que

ama

com

ardor

se des-

vencilha.

É  o  valor

condiciona-

dor  do Java

o  qual  trava

e  destrava   a

a  trave,  chave

do  Php o  qual

diz ao Python a

fazer o homem

antever o seu

antigo Ph.D

pelo

html 5

de seu

absinto,

e que to-

dos serão  pro-

gramador  cria-

dor do futuro

na  amena

prosa posi-

tiva do poe-

ta   que não

para  de tanto

aprender  como

se  apreende  o

programa  do

futuro viver.

Mesmo

que

vo-

não

goste,

porém,

aposte

foi progra-

mado e amado

para  neste mundo

viver,  sem poder en-

tender  qual é o senti-

do. Também  é robô

tal qual seu que-

rido

ta-

ta-

ra-

vô.

Pode

crer!

 

Eis a simples confusão

101010

numa configuração.

 

Como perguntaria o suíço:

Eram os Deuses Astronautas?

 

jbcampos

 

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Poeta e Escritor

$eu $uce$$o

$eu $uce$$o

Sem a intenção jactanciosa de falar de si mesmo e, de quem chegou à idade de 73 anos, consciente de que já ultrapassou mais da metade do caminho de qualquer longevo ser humano, menos voltado a qualquer vaidade pessoal, espero. Portanto, até me dou ao direito de escrever na primeira pessoa, isto é apenas uma pequena parte de um diário dos meus dias na estrada das vendas pela vida afora. Nasci no interior do estado de São Paulo, na Tatuí da minha feliz infância, filho de um modesto marceneiro, que com o passar do tempo tornou-se um próspero negociante. Moveleiro próspero, graças à sua habilidade no trato simpático e carismático com as pessoas de seus dias, lá pelas décadas de 50 - 60, e como o tempo passa cheio de contradições e dissimulações, quando muitos ensandecidos profetizavam que não chegaríamos ao ano 2000 e, o mundo se acabaria, ao mínimo existiria telematicamente o “Bug do Milênio” e o mundo torna-se-ía o caos etc.

Meu pai tinha por título, dado pelo pároco da cidade, o qual ao dizer suas missas pela rádio difusora local, anunciava os patrocínios do meu velho e querido pai como: Tonico: “O Rei dos Móveis”.

Apesar de marceneiro, meu velho pai carpintejou muito também, deixando-me um belo exemplo de pessoa despojada e generosa.

Tenho de agradecer profundamente ao meu progenitor e meu mestre na arte de vender.

Realmente meu velho pai foi mestre na área de vendas, fato que pude comprovar posteriormente quando da minha juventude, pois, seus ensinamentos e gestos de relações humanas deixaram em minha personalidade marcas profundas de conhecimentos práticos, quando pensava em aprender me surpreendia com aulas que o velho já me houvera transmitido.

Tive de usar o tripé do sucesso:

1 – Atingir Minha Meta

2 – Como Atingir Minha Meta

3 – Quando Atingir Minha Meta

Casei-me muito jovem ainda, apenas com meus 18 anos e, necessitei da anuência de meus pais, na época professava uma religião bastante incisiva no tocante à honestidade cristã etc.

E, cheguei pensar até que seria dispensado do serviço militar, pelo fato de ter contraído matrimônio, fato corriqueiro dos recém-casados daqueles dias, como fora o meu caso, com a diferença de não ser dispensado do serviço militar. O esperado fato não fora confirmado, e lá fui eu fazer o Tiro de Guerra, como se chamava o exército lá do interior. Cumpri a lei que me fora imposta e, no final de toda aquela misancênica beligerante galardoaram-me: “Reservista de Segunda Classe”.

Lembro-me como se fosse agora, no primeiro dia a gente se apresentava a paisano, até que se tirassem as nossas medidas, para as respectivas confecções de nossas fardas, e como era madrugada fria e não tinha roupa de frio coloquei o meu terno de casamento, posto que havia contraído matrimônio recentemente, e apresentei-me juntamente com 120 jovens, verdadeiros capetas, a fuzarca era generalizada e para piorar a situação, chovia levemente madrugada afora. O pátio estava lamacento, e o sargento era um CDF de primeira linha, sujeito condicionado à robô para se fazer cumprir a lei marcial.

Lembro-me de que, por lá passava meu pai, o qual dirigia-se a pé, à sua marcenaria, tinha ele seus cabelos brancos, era uma cabeça literalmente branca, a qual despertou o entusiasmo de um recruta que pôs-se a imitar um pássaro chamado Araponga, ou Ferreiro, emitindo o som de um malho a bater sobre uma bigorna. Ave de penas brancas como a neve.

O sargento, irritadiço dá-nos uma contundente ordem:

- Tropa, sentido! – Rastejar, vão ver!

Então... O meu novíssimo terno de casamento, ficou enlameado de barro, e além de rastejar na lama, mandava rolar à direita à esquerda, era uma chafurdança só.

Meu pai, era um gozador, e até parou pra ver aquilo tudo, relembrando de seus dias de Tiro de Guerra também, para depois tirar aquele sarro da minha cara, quando chegasse em casa, pois, morávamos todos no mesmo terreno.

Assim, terminei o serviço militar.

O calo apertou e me vi em palpos de aranha, bem, tivemos de mudar para São Paulo com a esperança de vencer na vida. Dois jovens e uma filha, estavam à mercê das intempéries naturais da vida moderna, com um pequeno detalhe, “sem nenhum gato para puxar pelo rabo”, êta vidinha complicada… Fiz de tudo um pouco na vida, até tomar uma decisão que mudou radicalmente nossa maneira de viver. Porém, para que isto viesse acontecer tive de peremptoriamente usar os conceitos da trilogia do sucesso. Propositalmente repito os três pontos importantes do sucesso, para que desde este momento vá sendo gravado na sua memória, caro leitor postulante ao sucesso… Para atingir a minha meta, primeiro tive de descobrir o que queria fazer na minha pobre vida, quando fazer e como fazer, e não demorou muito, me fiz espelhar no exemplo de meu mentor e pai, ser vendedor, até porque, ninguém escapa desse estigma, nascemos todos, vendedores, e ponto. Não há o que se discutir sobre esse paradigma, quando nascituro a primeira coisa a se fazer é, berrar para se obter alguma coisa em troca do silêncio. Vender é ser negociador, negociante, regateador, enfim buscar um meio lucrativo nessa atividade, como em qualquer outra, que irá redundar na própria venda. Hoje, mais do que nunca, deve-se ser muito mais vendedor-hodierno do que caixeiro-viajante de antanho, tem-se de dedicar com muito amor à essa nobre profissão, para se alcançar o fim colimado do sucesso. Vendi de tudo, era um supermercado ambulante. No campo da metalurgia, eletro-eletrônica, vendi ferramentas normais, de cortes, diamantadas, parafusos, rolamentos, correias, graxas e óleos, peças automotivas, baterias elétricas, válvulas hidráulicas, tubulação, conexões etc.

MEDITAÇÃO – O FUNDAMENTO MAIOR

Sempre gostei de meditar, ou seja, me introspectar, fazer uma auto-análise, perguntando-me sobre os porquês de toda minha existência e de como fazer para sobreviver juntamente com a minha maior responsabilidade, minha família. E, nas minhas mais profundas meditações pude me aperceber de que, nenhuma técnica moderna de vida mercantilizada poderia sobrepor aqueles ensinamentos que aprendi nas minhas projeções astrais. O carisma áurico somente se consegue com energias refinadas, que somente o mundo astral pode nos conceder. Frequentei faculdades ocultas no plano extrafísico, e trouxe de lá o sucesso de minhas vendas, ensinado pelos meus mestres dos planos etéricos. Na atualidade as igrejas de maneira genérica colocam seus adeptos em transe mercantil e, aqueles que crêem conseguem sucesso na vida.

Ei-la, é uma pequena palavra mágica, que tudo pode mudar em nossa vida:

 

Do livro: O diário de um vendedor

 

CLIC

jbcampos

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O tenente russo

O tenente russo
 
O tenente Strogoff já havia passado por um acidente semelhante, lá pelos lados do Himalaia e, havia experimentado carne de seu próprio amigo o qual morreu naquele desastre, também aéreo, mas essa e outra história.
Elifaz, tendo de manter uma posição de guru, persevera-se em profunda meditação, hibernado à urso polar, porém, assiste as atitudes de seus comandantes, já que não passa de uma criança estranha no ninho de oficiais russos.
Strogoff logo após o incidente aéreo, não titubeia e, na calada da noite solapa um naco de carne de seu capitão com o qual não tem a menor simpatia pessoal. 
Os dias passam rapidamente em pleno sofrimento. Num dado momento, Dimitri paira sobre dois cadáveres e, nota algo estranho nas nádegas de um deles e, incontinentemente constata o estrago feito no local que já fora abundante. Calmamente reúne a todos e pergunta sobre aquela ocorrência, e Strogoff é conciso ao confirmar o seu feito. Dimitri, muito irrequieto lhe diz com autoridade russa: 
- Vou puni-lo por tamanha heresia e desrespeito humano! 
Responde-lhe o tenente: 
- Coronel, com todo o respeito, deixe para me punir daqui a uma semana apenas, e aceitarei a punição sem a menor resistência. Dimitri dá um passo para trás, cabisbaixo, e pensa: 
- Será que é o que estou pensando? 
E assim foi, naquela mesma semana, aquele corpo fica pela metade. Tentam de tudo para Elifaz participar do ritual, e recebem um exemplo marcante do jovem guru. Elifaz que permanece em profunda meditação transcendental, limita-se a comer serenamente um pedaço daquela carne e deixa claro que, não necessita de quase nada para aquela sobrevivência, já que não despende de tanta energia psicossomática, como estão despendendo aqueles soldados, movidos pela preocupação e medo. Dimitri fica intrigado pela colocação de Elifaz arguindo-o: 
- Elifaz, se voce realmente nao tem necessidade de se alimentar, por que então não dispensou o pedaço daquela carne? 
- Simplesmente para não ser a causa perturbadora de suas mentes. Ou seja, ninguém fica de fora desta situação. O que seria mais difícil para todos. Aquele corpo já estava fadado a alimentar outro ser qualquer, muito embora, congelado pela natureza. 
Mais alguns dias, um helicóptero segue a mesma rota do acidente, resgatando a todos os sobreviventes. 
Sibéria, Costume bem diferente a Elifaz, um povo extremamente machista, mas para quem sai de um clima islâmico-talibã não faz muita diferença. O clima extremamente radical, verão 40 graus acima de 0, e no inverno 40 abaixo de 0. O idioma, complicado. Religião predominante é o budismo com a qual Elifaz se identifica. Um dos costumes interessantes é o de tomar sauna a alta temperatura e na sequência saltar ao frio de 40 graus negativos, abrindo os poros, revitalizando a pele e a saúde como um todo, criando anticorpos contra as enfermidades.
Lembranças históricas, revoluções comunistas fazem parte do ensino popular, o sacrifício do povo siberiano é algo inusitado…
 
Sinopse do livro:

O caldeirão de Shirley
 
 
jbcampos
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Poeta e Escritor

O candelabro

 
 
Clarice pensou em presentear a Frank com algo inusitado, embora, não fosse com o seu próprio dinheiro.
O candelabro era muito antigo, medieval, e iria cair muito bem ao castelo do amado Frank.
Era a relíquia da casa e, ninguém na cidade ousava sequer perguntar o seu preço, ficava entre quatro vidros blindados, realmente a sete chaves, guarnecidos por moderníssimos alarmes, tal o seu valor histórico e artístico, era totalmente em ouro maciço.
Jafet, gastava uma nota com o seguro daquele cobiçado objeto, apesar de receber uma ajuda escusa da prefeitura da cidade, através de uma dessas leis infames que os caudilhos inventam para benefício próprio...
Cinco assaltantes foram mortos, numa ocasião de apropriá-lo.
Clarice acompanhada do avaro senhor Jafet, para diante do candelabro e o analisa por alguns minutos, enquanto Jafet pergunta-se:
Será que essa donzela vai querer comprar o candelabro, ou, seria um golpe para um eventual assalto?
E, após se recordar daquela imagem, não teve dúvida, sorrateiramente liga ao delegado o qual pessoalmente vem ao estabelecimento, discretamente acompanhado de alguns policiais à paisana, enquanto, uma gerente de vendas, neófita no estabelecimento, tenta distrair a madama etc.
Quando o delegado depara com o velho rosto já muito conhecido por havê-la trancafiada por várias vezes atrás das grades da velha cadeia, fica pálido, e Jafet esmaece também, pois, o próprio delegado, sujeito parrudo e destemido, encontrava-se álgido diante do acontecimento.
- É, a "Bedamerda", Jafet!
Adjetivo criado pelo delegado...
Agora, cai a fixa de Jafet...
- É, mesmo... doutor Mário!
- Sim, mas, o que aconteceu com ela?
Enquanto, os dois conjecturam sobre a misteriosa criatura, que ressurgiu triunfante do nada se ouve aquela voz em alto e bom som:
- Fico com o candelabro!
- Quanto custa, para que eu preencha o cheque?
Jafet se fez acompanhar do delegado, tomando uma posição:
- Dona...
- Clarice, meu senhor...
- Este candelabro custa muito dinheiro... E acho que a senhora não vai querer despender de dessa soma, vai?
Claro que, Jafet estava desconfiadíssimo daquela venda, achando que se tratava de uma armação.
- Sim... Claro que vou, ele irá decorar o meu castelo, meu senhor!
O delegado pasmo, não sabia qual atitude a tomar.
Enquanto, imaginava:
- Castelo?
A essa altura, Clarice já trabalhava veladamente nos bastidores com Frank em sua clínica veterinária.
Preencheu o cheque, entregando-o juntamente com o seu cartão pessoal, e outros documentos de praxe, enquanto, os dois senhores ficavam boquiabertos com tal transformação e, o delegado não se conteve à curiosidade, inquirindo-a:
- Queira-me desculpar, eu sou o delegado aqui da cidade e gostaria de saber:
- A senhora é univitelina (gêmea idêntica)?
- Não sou gêmea idêntica, senhor delegado!
- Dona Clarice, a senhora é daqui da cidade?
- Sim, os senhores, têm memórias curtas, pois, quantas vezes vim aqui e, também fui encaminhada à cadeia pública, quando mendigava o pão pelas calçadas desta cidade...
- Os senhores não se recordam?
- Bem, espero receber a minha lumeeira em tempo hábil, já que faço o pagamento à vista.
O delegado não conformado com o que presenciava, ordenou a ela que o acompanhasse para uma investigação, enquanto, Jafet corria ao banco que ficava ao lado do estabelecimento para confirmar se realmente existia fundos para aquele cheque.
Conquanto, o delegado prepara-se para inquiri-la, eis que toca o telefone, era Jafet, querendo falar urgentemente com Dr. Mário.
- Dr. Mário libere a mulher, ela realmente tem muito dinheiro e o seu cheque tem cobertura para comprar a cidade.
- Mas, quem lhe deu essa informação?
- Meu filho, o gerente do banco, que acaba de fazer um levantamento em sua conta corrente.
Muito desapontado, o delegado pede desculpas a Clarice, dizendo ter havido um pequeno engano, e que ela estava liberada etc.
Só de marra, naquele exato momento de fechar o negócio, entra Dr. Gilberto, um advogado contratado por Clarice a qual finge um desmaio, para envolver o delegado e o comerciante.
Água com açúcar, abanos e afins, fizeram-na voltar ao estado de vigília normal.
- O que houve com a senhora doutora Clarice?
Pergunta-lha o conhecido causídico da cidade.
- Não sei, somente me lembro de ter sido ultrajada pelo doutor delegado e o senhor Jafet, pois, ofenderam-me, chamando-me de impostora...
- O quê?
Exclama o advogado, fazendo o maior suspense.
- Sinto-me, profundamente humilhada por esses senhores!
- Qual o motivo dessa humilhação, doutora Clarice?
Bem, agora o delegado e Jafet, ficam se indagando:
- Que raio de doutora é essa mendiga?
E, o delegado Mário, comete uma grande besteira, indiciando Clarice por falsificação ideológica, pois, jamais imaginava que a antiga mendiga, defendia tese em medicina veterinária, apesar de ter sido moradora de rua, e por ter se entregado às drogas.
O delegado com aquela autoridade policial, intima todos a comparecerem a uma oitiva na cadeia pública, e para lá todos se encaminharam.
Para resumir o assunto, Clarice moveu uma ação contra o delegado, e contra o comerciante, pois, ambos humilharam-na profundamente tempos atrás...
Vingança, quiçá, desforra?
Não se sabe, mas, o que ficou patente foi:
O doutor Mário e o rico Jafet, tiveram de indenizá-la com uma grana violenta, fato que deixou todos daquela cidade boquiabertos.
A matreira Clarice, havia contratado até um jornalista para fabricar aquela matéria, sem que ninguém soubesse nem mesmo o seu amado Frank, que substimava a capacidade mental de sua amante, porém, agora passa a respeitá-la pela sua picardia.
Frank, se apaixona mais ainda por Clarice, uma criatura diferente.
- Quem diria, uma mendiga dando baile em aculturadas pessoas de uma sociedade hipócrita.
 
 
 
 
 


O castelo


Uma mansão de pedra construída por Frank, veterinário de cepa biliardária, que ao conhecer uma mendiga, também veterinária com doutorado e tudo mais, a qual se entregara às drogas, fica simplesmente encantado com aquela criatura e se apaixona pela lúdica mulher de trinta. E um homem apaixonado fica exatamente igual à própria paixão,

fica cego!

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monjolo

 

monjolo

 

monjolo é o instrumento

de bater no miolo do ouvidor silente, enamorado de coração pungente ao rever seu amor ausente,

como se sua mente fosse uma inocente semente a receber pancadas de um pesado tijolo a esmi-

galhar seu filho, sua namorada ardente, mente descontente na incoerência displicente. a devida

batida, vida sorte, alento.                                                                                                 monjolo

                                                                                                                                         sobejo

                                                                                                                                        miolo

                                                                                                                                      nobre

toc - toc é o mantra a aliviar o seu estar à maneira de você

pensar no toque de um ser genial com o coração a meditar.

                                                                                                                         não é            miolo

                                                                                                                         mole,            mole

                                                                                                                        talvez  seja o seu

                                                                                                                       pensar incoerente

 

coitado do monjolo, não tem  nada

com o seu miolo mole;  vê se  não

amola, o  pedinte a  pedir esmola,

pois, foi você que o  criou, então

deixe-o no seu  trabalho infindo,

continue o  seu caminhar lindo

e à sua vida sempre sorrindo.

 

jbcampos                                                                                                              

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dica

dica

 

dica é a indicação, as  di-

 cas são indica  ações que

   dão na cabeça quais se  ar-

     remessam  ao dedão da mão  

       a refletir no então dedão do pé.

dica, preparação duma mente-coração,  criação

indicada pela dica da emoção à mente-tição  de

velada inspiração quente a sobre “star” na estra-

da  na  valsa  da  falsa inspiração, nada se  cria

                         dando  apenas  à  ilusória

                           fantasia fantasmagórica

                             onde  qualquer  estela

                               quer  estrelar  a  gló-

                                 ria de bela cinde-

                                     rela-donzela.

                                    Se prestares

atenção sem tensão, porém com intenção

compreenderás  então o que te  diz  o  co-

ração mental dum andarilho ancião há mu-

ito  na estrada  pedregulhada  da  imagina-

ção calada, da criação de há muito já asfal-

tada. em noite fria ou requentada  em qual-

quer quebrada onde se entristeça de tanto

                   quebrar a cabeça atrás daquela

                   criação perfeita. não  esquente

      sua mente  poeta, pois,  apenas  seja

      poeta, e  disso  se  orgulhe,  porém,

      vá além  do  aquém  e  jamais  se

      envaideça  também, quiçá, será

      alguém a cantarolar a  poesia

      sujeita à asneira  da  alegria.

      porém, no amor de querer

      bem.

 

jbcampos            

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O farol do paraíso

 
 
Farol do Paraíso
 
 
 
 
Numa ilhota, bem longe da civilização, nascera Carlos, uma saudável criança de olhos verdes e cabelos cor de mel o qual crescia alegre e feliz, nos idos de antanho. Era uma ilha paradisíaca onde o seu velho pai fora o faroleiro do local por toda a sua vida, e por onde navegaram milhares de navios e caravelas. A torre e o velho farol datam de séculos passados. O velho Euzébio, pai de Carlos, nascera no local, e jamais conhecera outras plagas. Carlos contava histórias do tataravô paterno com tanta autenticidade que vinham confirmar a estada daquela família ali na ilha por muito tempo. Muitos navegantes paravam na ilha para seus pernoites, desde a época dos famigerados piratas. Num belo dia atracou um pequeno veleiro na ilha e como era de costume, Euzébio foi fazer a sua inocente cortesia ao senhor que ali chegara com seus marinheiros. Rinaldi, um italiano que por ali passava pela primeira vez. Carlos estava com 13 anos de idade, portanto, no auge de sua vida de infanto-juvenil. Muitos visitantes do longínquo local já ouviram falar do Farol do Paraíso. Sabe como são essas coisas, um conta um conto, outro acrescenta um ponto, e torna-se uma lenda desmesurada. Rinaldi trazia com ele uma garota de 11 anos, da qual dizia ser o genitor. Em uma conversa particular com Euzébio, Rinaldi conseguiu um favor inestimável concedido a um pai que ama profundamente a sua filha. Disse-lhe o visitante que, não estava muito à vontade com seus marujos e que eram jovens estranhos os quais ele se obrigara a contratar para aquela viagem de quase 800 km, e que infelizmente a sua esposa naufragara naquela mesma viagem, e que a sua amargura transpusera os limites de suas forças etc. Explicou também que estava perdido por aquelas bandas. O combinado era que a menina ficasse por apenas uma semana no local e, que voltaria para pegá-la. Muito bem, partira Rinaldi, enquanto a menina ficara muito triste com a partida do velho italiano. Aqui começa a felicidade de Carlos, ao conviver com a menina dos olhos negros e cabelos lisos e de tez bronzeada e reluzente. Chegou o triste dia da despedida da garota Minalda, este era o seu nome. Fizeram preparativos para festejar a chegada de Rinaldi, enquanto, Carlos encontrava-se amuado, o seu coração estava vivendo a paixão de sua inexperiência. Os preparativos para aquela chegada estavam completos, mas a expectativa era cruel, as horas passavam vagarosamente para aumentar mais ainda ansiedade de Carlos. O pai já tinha percebido tudo, e sofria pelo filho, posto que passasse pelo devastador processo, tempos atrás. Às 22h de uma noite estrelada avistaram uma luz no horizonte, e acharam ser o velho lobo do mar, Rinaldi, mas que nada... Aquela embarcação passou ao largo e, Minalda ficou entristecida sobremaneira, pois, já estava machucada com morte de sua mãe. Os dias se passaram e, eles deram por encerrada a esperança de o italiano voltar. Afinal, o que acontecera com Rinaldi? Carlos era filho único. Agora tinha uma “irmã” pela qual se enamoraria alucinadamente.
 
 
jbcampos
 
 
LANÇAMENTO
 
 
Do livro: O impostor da rua larga
 
 
 
 
jbcampos
 
 
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Mestre



Mestre

Bem, mestre é aquele que já experimentou um pouco de tudo que se diga respeito à vida, na nossa concepção, é aquele que desenvolveu-se através de caminhos ocultos, até porque, lhe é difícil explicar um sentimento ao qual o seu semelhante não está pronto para entendê-lo.
O seu halo está sempre revestido justamente da paz, o tesouro que não se explica, apenas se sente.
Obviamente, antes de ser mestre já foi discípulo, paciente, escória, e outras coisas degradantes, tendo passado por muitas agruras, e bem por isto traz consigo uma carga de experiência profunda de aprendizados mil.
O mestre, é o médico que ajuda com a sua simples presença na cura da alma, e portanto, do físico, já que a alma é a mediadora da saúde mental e corpórea.
Pode ser uma pessoa que não deixe se aperceber, tal a sua simplicidade, ou alguém de elevada posição social, porém, despojada de qualquer coisa desta vida.
A vida para um mestre, é um palco, onde ele representa com os demais a caminhada rumo à evolução eterna, que o faz também discípulo.
A sua definição é mais profunda, pois, ressurge através de muitos resgates cármicos, quando se chega ao grau de mestre, é porque já não se tem muito a aprender nesta vida, e por assim ser não mais voltará para este plano, a não ser por opção própria no auxílio aos seus irmãos, atitude amorável, de quem tem muito, mas muito amor a dar.
O mestre apenas aponta o caminho e o discípulo vai adiante no seu auto-aprendizado, até tornar-se também um mestre.
Na realidade o mestre, ratificamos: é apenas um discípulo mais experiente e que não passa de eterno aprendiz na escala evolutiva da eternidade.




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miscelânia parnasiana

 

miscelânia parnasiana

 

miscelânia

a rodar o

rodopio

da vida

do amor tratais vinícius ao cuidar de velho fetiche,

porém, demorais muito bilac ao escrever seu sanduíche

ao  desatar inspiração do  velho lacre, porém sem  ser acre,

além de  parnasiano  durante alguns anos, enquanto, a cantora

entra  no  plano  com voz  leve  e  piano dum  aveludado soprano,

dentro  dum  estilo  etílico, cambaleando  vai  ajeitando  sua suave

voz alcoólica com cólica de  desastrosa  e  dolorosa  amarga  bile,

é  billie  meio  insana  a  recusar o bafômetro do seu  carnaval

holiudiano, enquanto, gillespie  afina seu piano. encontro

casual, porém, magistral de cosmopolita pessoal ao

andar ao léu à procura de sua arte arteira num

santificado bordel altaneiro. para não ser

muito estrangeiro chega cauby com

pery  na algibeira,  num canto

da sala seu canto embala

o velho amor triste de

uma nova iorque,

com voz forte.

é o céu, é

a vida

havi

da

e

na morte inserida, abaixo vem, o poeta-escritor, o velho

leminsk a dizer:  carlos tire essa pedra do  meu caminho,

enquanto,  quintana  chama  a atenção de cecília que ao

 seu amor concilia. e com mono olhar de meiguice plena,

camões  entra  na  arena a observar  a  cena  obscena

nos  trejeitos  de  fernando  que  vai  logo afirmando

que  florbela  espanca  em frases poéticas maria

teresa na  horta daquela  fazenda,  por  favor

entenda  essa  amorável contenda, poeta

tem pouco juízo preciso, e quem nes-

ta  vida  se encerra  sem errar que

atire a primeira pedra em maria madalena.

somente  tome  o devido cuidado  para não

acertar o Senhor  qual pode  perder a paci-

ência  e fazer  uma contenda  tremenda e

vos  encher  do seu maravilhoso  amor

ao bater-vos com sua perfumosa flor

pelo vosso antigo pecado-danado

por não  resistir de  mente sã e

demente comestes a maçã,

simplesmente,

lá se foi até

a semente.

 

mudando de assunto:

 

pessoal  é melhor começar a cantar, tocar e

poetar  que já aqui vai chegar  Dali daquele

estranho  lugar  e  começar a  pintar o sete

como  se  fora um biscoito  afoito a repre-

sentar  o número  oito. veja quem acaba

de  chegar  de  sumatra um tal  francis

sinatra  acompanhado de  uma bela

mulata soprano, querendo sambar

uma cidade de cunho americano:

Manhattan,  musicalidade nata.

 

jbcampos

 

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Poeta e Escritor

Empreendedor poeta

 

Empreendedor poeta

 

Empresa

moderna

faz uso da

terceirização,

desonerando-se dos encargos sociais e outras

incidências  sobre custos operacionais de seus

produtos normais. Ficamos  imaginando um futuro

de empresários formais, um contingente de empresas

domésticas, estamos caminhando para  isso. Embora haja

um intrincado sistema de linhas à pressa e terminais eletrônicos

no  mundo empresarial, há também a benesse da produção rápida

e perfeita através de  máquinas modernas. Startup daqui, startup dali.

A exemplo da  impressora 3 D. quase tudo já pode fazer para arrefecer

com  rara rapidez  na intrepidez de suas variadas atitudes de fabricação

amiúde

cuja  utilidade não  dá nem pra se antever em curto prazo de arrazo que

numa cabeça possa caber. Empresas da gestão  do conhecimento, que-

iramos ou não, poderemos nos  formar em estudos acadêmicos impor-

tantes  através da  Internet. Eis o EAD para aumentar o saber.  Bem,

falaríamos muito sobre detalhes da empresa, mas queremos aqui,

apenas  alertar o futuro  empresário a repensar sua posição de

humanização a  não ser mais um otário do rentável salário.

Quanto às dificuldades para se chegar ao sucesso empresarial. pois, hoje ainda

ele é extremamente burocrático, ou seja, em outras palavras, perde-se muito tempo

enchendo linguiça com o supérfluo, mas, a esperança é grande com o avanço  ciberné-

tico na simplificação desse sucesso! Desejamos-lhe sucesso e felicidade nessa empreitada.

 

Aqui vai uns versos aos seus sentimentos de ser humano empresarial:

 

VOCÊ, TAMBÉM É POETA, E MUITO MAIS...

 

Como músico escrevo estes versos, procurando a sonoridade

de um poeta, que canta com suas palavras de encantos. Difícil é

ampliar esses sons em palavras. Torno-me poeta, por apreciar tanto

a  musicalidade vibracional dos versos, porém, como sonoro  que sou,

vejo-me  na obrigação  de versejar sobre o bom som. Existem muitos

sons melódicos, mas, refiro-me aos  calmantes que relaxam, fazendo-

me pensar em poesias. Na  integralidade musical, peço  a palavra pa-

ra escrever, pois, todo o músico tende a ser poeta. Poeta, você é mú-

sico por excelência, como o pintor que toca com  o seu pincel, dan-

do vida à natureza morta. Seu pincel tange na plangência sonora

e  cromática e na etérea simetria matemática, com maestria e

performance de mestre, semelhante ao bisturi do cientista.

Nesta startup parnasiana, passo horas, dias e semanas

à espartano do amor sideral, buscando na mente pre-

sente do  momento astral na produção do verso do

amor integral, versando na lavra da santa palavra

de simples lavrador do amor fraternal. Que Tal?.

 

Suas ferramentas de empreendedor do amor.

 

Ferramentas do poeta: Tempo & Amor Verso de louvor.

Você  é poeta, verdadeiro  atleta na sua função.

Em  tempo  integral, com  amor ao irmão!

Poeta,  você é o pintor  de interior,

e,  com  estética  acurada,

em  etéreo   anseio

à   perfeição

de permeio

você  vai.

Do  seio

da  alma

extrai calma,

põe  ao exterior.

Genuflexo  no chão,

você  faz parte de Deus,

apenas  instrumento  da alma,

e possui alma alva, que Ele lhe deu.

Ao seu irmão com amor, estende a mão.

 

Ampulheta

 

Poeta, arquiteto do tempo, ampulheta criou

e, chegando até ela  com o pensamento,

caneta,  lápis, teclado  e o Eu, ou o

Seu,  dentro  da métrica,  rimas,

e  verbetes, ferramentas  de

Mestre, cavalete e pincel.

Idéias, ideais, sem dor

e  sem  ais, você se

fez mais, doou o

seu ser, borrou

com as tintas,

a tela da vida,

verdade pintou.

Tempo passando

ampulheta  criando

o  seu   tempo formou.

Bisturi  do espírito é o seu

pensamento  herdado de Deus,

suturando com  palavras, corações

estraçalhados, que  a vida estraçalhou.

Ágil  ou lento, não  enterrou o seu  talento,

cumprindo o mandamento, o seu irmão amou!

 

Na sua startup, empreenda além, o amor também.

 

Do livro: Os jurássicos

 

jbcampos

 

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Poeta e Escritor

Mente subjetiva

 
Mente Subjetiva
 
Nova era, novo entendimento, nova consciência.
Fora o preconceito, já é hora da sabedoria advinda do substrato humano, e para isto há de existir uma preparação endógena, ou duma introspecção profunda, uma entrega confiante a Deus.
A ciência da parapsicologia já dá grande ênfase às vidas pretéritas, aceitando a tese espírita reencarnatória.
A hipnose regressiva mesclou-se com a incorporação de experiências virtuais, até materializada nos nossos microcomputadores com suas comunicações jamais vistas plasmadas.
O nosso maior erro é dissociarmos a matéria do espírito, posto que são complementos necessários à nossa evolução. Assim como a psicossomatização da existência humana (corpo-espírito).
Temos de entender que somos atemporais, portanto, independemos de tempo e espaço, embora isso possa parecer paradoxal, bem, seja ou não seja, temos testemunhos e experiências próprias de registros mentais, ou supra mentais, geralmente quando passamos por algum desastre, eles se manifestam em forma de filme, rodando toda a nossa vida em fração de segundo, algo no mínimo estranho!
- Mensagens do além lhe metem medo?
- Bobagem, o além está aqui neste momento.
Vamos render nossas mais sinceras homenagens à ciência que, na sua obstinação correu atrás dos fenômenos paranormais, afirmando peremptoriamente:
Eles existem!
No estado hipnoidal encontram-se fórmulas naturais para se chegar à muitas curas psicossomáticas.
Lembranças embrionárias, ou fetais deixam a ciência na expectativa, por parte de seus pacientes, restando aos cientistas a humildade de se posicionarem como espectadores dos resultados naturais, posto que defrontam-se com experiências abstratas e transpessoais.
A paranormalidade acompanha o homem desde seus primórdios, há milênios os fenômenos acontecem, assim se dá com os fenômenos paranormais.
Sabemos que existe o sol e seus raios que a nós nos dão a vida, porém, não se explica de onde surgem suas fantásticas energias, embora, se afirme que são geradas pelo seu núcleo, então continuamos na subjetividade da mente humana.
Essa subjetividade vem sendo debatida desde longa data, e podemos citar alguns de seus famosos estudiosos, Aristóteles, Platão, Descartes, Plotino, Hume, São Tomás de Aquino, Spinoza, e tantos outros.
A ciência trava uma briga insana, querendo descobrir aquilo que ela mesma deu nome, cérebro e mente...
Quem é quem, na ordem do dia, o cérebro ou a mente?
E, os neurônios... são eles que pensam?
Então se estabelece tese e suposição dentro de tal subjetividade.
Coloca-se também a física teórica, experimental para falar de “achometria”, acha-se isto – acha-se aquilo etc.
Então, se fica sem aquela devida explicação, são muitas teorias que às vezes se provam pelos próprios fatos repetitivos.
Convenhamos, a ciência da estatística é a que mais se aproxima da verdade.
Os estudos dos fenômenos metafísicos já passaram pela sociologia, psicologia, psiquiatria, como bem aventamos anteriormente, e por longo tempo foi exclusividade de algumas delas, porém, nos dias atuais, entram muitas outras para discutir o assunto etérico.
Uma coisa fica patente, a doença mental, ou da alma, acarreta outras doenças, na mente começa a desenvolver a degenerescência deletérica humana.
A panacéia (remédio para tudo) psiquiátrica, é muito extensa desde “Freud” – Piaget – “Jung” etc.
Teses e mais teses...
Há unanimidade nos desejos da consciência humana, e chega atentar-se ao estado de espírito ao qual não se dá a menor explicação plausível.
No afã desesperado de explicar a mente humana o homem inventa outros nomes, tais como consciência normal, consciência superior, subconsciente, inconsciente, ego, alter ego etc.
Cria-se a onomástica psíquica, e vamos redundar na repetitividade, no mesmismo, apenas com vários sinônimos.
Assim explicam alguns entendidos como funcionam nossas atitudes mentais e supra mentais.
Depois de “Freud” nossa consciência é vista como um depósito de informações momentâneas, realizando-a com um sistema logístico que atua à “just in time”, ou seja, as nossas idéias são casadas com as nossas necessidades diárias, condicionando-nos ao imediatismo dos dias modernos, e assim vamos relegando ao nosso subconsciente as demais informações de cunho importante.
A nossa subconsciência é algo bastante intrincado, um fantástico banco de dados, que a nossa consciência ignora totalmente.
Nela é guardada informações de vidas pregressas, segundo os entendidos no assunto, porém, quando precisarmos delas, estarão prontas a nos socorrer, ou a nos perturbar em forma de medo e que ao serem somatizadas nos causam a famigerada doença psicossomática.
Houve por bem chamá-la de tola, já que ela não raciocina, apenas crê cegamente nas informações recebidas, arquivando-as para eventuais necessidades.
Consciência superior é aquela que transcende aos nossos sentidos naturais, ou habituais, podendo nos mostrar o sentido eterno da cosmovisão.
Estamos tratando da subjetividade desta nossa vida plasmada, portanto, referindo-nos à nossa inconsciência.
Ao compararmos os fatos e atos metafísicos do ser global humano, tecemos comentários sobre o corpo físico e o corpo vital (espírito – perispírito – alma).
Se a nossa mente nos deu o conhecimento de mecanismo cerebrais eficazes na cura de certas enfermidades patológico-psíquicas, ainda mesmo que subjetiva, porém, pela estatística, ou repetitividade, um tanto melhor.
Na subjetividade de vidas, mesclamos metafísica com matéria pura.
Haja vista a posição espírita, ao tratar do espírito acompanhado do perispírito e alma, e se fôssemos aprofundar mais neste assunto, iríamos longe.
Voltamos a bater na mesma tecla – somente a estatística poderá nos dar pequena idéia, ainda assim deformada, das causas e efeitos dos fenômenos, no entanto achamos que a matéria anda perfeitamente atrelada ao espírito.
Ratificamos, há um misto de profissionais interessados pelo assunto no que diga respeito à telepatia – projeção astral – clarividência – telecinesia – visão à distância – cura psíquica etc.
O nosso amigo “Freud”, desprezou tais fatos, ficando na biologia, embora tenha esboçado suas dúvidas a respeito do mundo cósmico.
Já “Jung”, fez muitas objeções ao mestre, denotando sempre o mundo da subjetividade. Nos dias atuais a ciência deseja introduzir chips nos cérebros humanos tornando-nos pensamento único. Telepatas do futuro, então se nos perguntamos, será que não somos todos robôs da criação humana? Quanta subjetividade!
“Jung”, falava como protestante, já que pertencia a uma família dessa facção religiosa, portanto avesso às teorias reencarnatórias – como todos os estudiosos clássicos, ou autodidatas, vislumbrou pela estatística natural o famoso inconsciente coletivo, assunto de longa abordagem, e que não batiam com os conceitos de “Freud”.
Porém, o próprio “Jung”, nos fins de seus longos dias, escreveu que certos fenômenos que ele presenciara não poderiam deixar de ser de ordem reencarnatória, sendo aviltado pelo seu clã pela sua afirmação pagã.
Temos uma infinidade de relatos sobre fenômenos paranormais, desde curas fantásticas à telecinesia, somente para confirmar a fenomenologia existente entre nós mortais, porém, inexplicáveis ainda.
No mundo tão subjetivo no qual vivemos, tudo se nos parece fantasia, na realidade há muitos milênios os sábios vedânticos da Ìndia exortaram-nos claramente de que este nosso mundo é “maya” que não passa de mera ilusão, com o que concordamos plenamente, um sonho efêmero apenas.
 
 
 
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Paraíso verde

5 - Retrospectiva no paraíso verde 

Após alguns meses de convivência, Clodoaldo vai tirar férias e, acaba compadecendo-se de Carlos, convidando-o a uma pescaria lá pelos estados de Mato Grosso, e assim lá se foram para ficar quinze dias numa bela pousada e tudo mais. Nas barrancas do rio, de caniço e samburá, Carlos estava fazendo um bela psicoterapia, quando resolve perguntar ao tio Clodoaldo sobre sua infância e puberdade. Clodoaldo não esperava tal inquirição e ficou em palpos de aranha, mas foi bastante sincero ao dizer: 
- Carlos você tem certeza de que quer falar mesmo sobre isso? 
- Sim, quero e peço encarecidamente que não me sonegue nada daquilo que você sabe a meu respeito! 
- Sendo cinco anos mais velho do que você, não pude palmilhar os mesmos passos que você, mas acompanhei de perto os fatos ocorridos. 
- O que você quer saber exatamente, daquilo que você mesmo não sabe? 
- Fale-me um pouco de Clodomir e de seu pai, Antonio Fortes.
Clodoaldo ficou rubro e em seguida empalideceu diante daquela pergunta que jamais esperava fosse perguntada. 
- Nossa... Que pergunta difícil você me faz, rapaz, não dá para você esquecer essa pergunta e me fazer uma outra?
- Por que, o que há nela tão difícil de responder?
- Na realidade o meu santo nunca bateu com o santo do Clodomir, sempre o achei falso, apesar de ter de respeitá-lo como um pessoa da família, você sabe como é né, ele sempre foi muito íntimo da nossa família, sendo considerado meio parente da gente. 
- Mas o que é que há com esse cara que ninguém fala dele abertamente, tornando-se uma incógnita na minha cabeça.
- Esse traidor me roubou Sílvia, meu verdadeiro amor e mãe dos meus filhos.
- Carlos, você está aqui para espairecer a mente, vamos mudar de assunto, pois, não quero vê-lo infeliz, esqueça, vamos falar sobre outro assunto. 
Aquele suposto descanso estava se tornando um verdadeiro inferno para Carlos que fora até aquele paraíso verde para descansar, pois, estava em deletério profundo. Aquela pergunta tornou-se contundente, pois, Carlos insistiu com todas suas forças, porém, Clodoaldo foi evasivo, tirando de letra, resvalando na sua prosa a qual não convenceu Carlos, que de bobo não tinha nada. 
Naquele dia a pescaria rendeu-lhes alguns pintados, peixe muito saboroso.
Difícil estava sendo para Clodoaldo evitar que Carlos bebesse, tornando-se abstêmio na nobre causa de ajudar o sobrinho naqueles momentos difíceis. Naquele mesmo dia, no mesmo quarto da pousada, onde dividiam o mesmo espaço, assistiam televisão e num desses programas sensacionalistas, onde a hipocrisia campeia à solta, o apresentador chama ao palco uma senhora, que não conhecia sua única filha, era uma senhora religiosa e celibatária naquele momento. O sonho daquela mãe era realmente conhecer a sua filha, até para desencargo de consciência, pois, no leito de maternidade, em conluio com uma das enfermeira, simularam um sequestro do bebê o qual viria ser criado em outro estado do país pela sua irmã abastada e que era estéril.
Há trinta longos anos, aquela religiosa sofrera quotidianamente por aquele sacrilégio e, pela fé em Deus esperava resgatar o seu erro de mãe desnaturada. Bem, se aquela história era muito triste e emocionante, então pela apresentação daquele bom apresentador ficara fascinante, prendendo a atenção dos telespectadores. Aquele definitivamente não era um programa para Carlos ver, pois, o apresentador fazia o suspense exato para aquele episódio de sua vida real. 
Seria esta a filha de dona Marilda?
Apontando para alguém do auditório. 
- O que a senhora acha, seria porventura esta bela jovem? 
Como é de praxe para se aumentar o ibope, e com certeza a rentabilidade comercial, aquele apresentador interrompe aquela novela real, alegando ter estourado o tempo do seu programa, ficando o resultado para o dia seguinte. Tática sedutiva emocional. É o poder hipnótico da palavra!
Aquela noite foi para Carlos uma noite de profunda leitura, cumprindo até uma lei natural que diz: "O igual atrai o igual". Carlos leu num pequeno livro, um romance, onde identificara-se profundamente com o personagem que, como ele fora traído pela sua amada e tivera sua família destruída também, já que aquele varão era um caixeiro-viajante, ficando meses e meses longe da família, dando vazão à esposa para praticar o concubinato com um de seus "melhores" amigos e acabaram por amancebarem-se por muito tempo, e assim, fazendo a cabeça de seus filhos apropriaram-se de suas amizades. Como qualquer um de nós mortais vemos muitas coisas coincidirem, porém, desatentos deixamos passar importantes informações, até por ignorarmos este catártico e osmótico assunto virtual, redundando neste palavreado, somente para dizer a simples frase: Deus está sempre nos mostrando o caminho pelo qual devemos andar, porém, relapsos não prestamos atenção, ou não queremos ver a verdade que às vezes dói.
Naquela manhã ao abrir a janela, sob o mavioso gorjeio de um casal de passarinhos, que aos amores saudava a majestosa manhã ensolarada. Carlos meditou muito sobre a beleza natural do paradisíaco lugar, mas incontinente veio à baila seus dias felizes junto de sua amada Sílvia que, agora encontrava-se nos braços de ferro do carrasco: Coração de Pedra, seu rival Clodomir.
Mais um dia de entretenimento e de perguntas insolúveis feitas ao tio Clodoaldo, que já estava arrependido daquele passeio verde, nas matas e águas daquele santuário natural. Carlos não se continha ao esperar o horário do programa televisivo no desfecho tão esperado daquela mãe desesperada a encontrar a filha que não via há trinta anos.
Estavam numa lancha alugada da própria pousada e, embrenhando-se no pantanal mato-grossense, acabaram atolados nos aguapés da daquele rio, correndo risco de morte, pois, não puderam retornar naquela noite, apavorados ficaram abraçados o tempo todo, com seus faroletes a alumiar os brilhantes olhos dos crocodilos ou seriam jacarés? Os quais cercavam aquela frágil embarcação, ali pelas cinco horas da manhã chegaram os funcionários da pousada acostumados com tais situações, vieram socorrê-los. Intrigado Carlos, queixava-se ao tio por ter perdido aquele final novelesco da televisão, e pediu a Clodoaldo que não o importunasse, pois, iria fazer um curto retiro debaixo de uns pés de cambará que circundavam a pousada.
Dizia Clodoaldo:
Venha dormir Carlos, passamos a noite acordados, deixe esse negócio de meditar, rapaz.
Ali pela hora do almoço acorda Clodoaldo e sai à procura do sobrinho e o encontra aos plantos, sentado no chão debaixo de um cambará. Chorava copiosamente, pois, adormecerá profundamente e em sonho terminara de assistir o desfecho do encontro daquela mãe com a filha, fato onírico, porém muito afetivo e sensível para quem estava com o coração quebrantado pela dor de uma separação. Depois, menos inebriado pelo sonho, relatou-o, ainda emocionado, que naquele palco sob a égide do grande apresentador, surge por trás daquela mãe a filha que a surpreende aos plantos, e o animador do programa também tomado de emotividade encerra a sua apresentação, sem poder conduzi-la, sendo substituído por outro colega, enfim a emoção fora fantástica causando-lhe uma síncope.
Acontecem certas coisas que ficam encerradas nas memórias ocultas de nossos irmãos, e que são externadas de maneiras distorcidas, e nós impacientemente não queremos entender, desdenhando-as, pois, simplesmente não nos interessam. Então somos pegos pela intolerância para com o próximo. Deveriamo-nos colocar no seu lugar e sentirmos suas dores e compreenderíamos essas situações. Apesar dos pesares, aqueles dias foram amenos, sendo que Carlos saíra da rotina do burburinho citadino, daquele que é um dos maiores centros movimentados do planeta. Apesar de nostálgico, já estava pensando em não mais voltar ao nefasto local de sua residência, mas sentia-se solitário, demasiadamente solitário e acovardado por esconder-se de uma situação ainda não solucionada.
Como enfrentar Clodomir, o Coração de Pedra?
Mas, e o maldito segredo?
Volta a instigar o tio: Aldo, como era carinhosamente chamado, teve de aturar à duras penas a inquisição enfática de Carlos: Aldo, pare de mentir para mim, fale a verdade sobre minha mãe, sua cunhada, pelo amor de Deus, e o desgraçado segredo sobre Clodomir, fale, estou ficando mais louco do que normalmente já sou.
Aquele palavreado de Carlos ficou até jocoso, como se pudesse ser louco normalmente. Situação esdrúxula, hilária ou estapafúrdia que nada mais é que, engraçada. Clodoaldo já não aguentava mais aquela pressão alucinada de Carlos. A consciência de Clodoaldo falava mais alto, pois, em análise profunda sobre a infância de Carlos chegava ao consenso de que, poderia acarretar-lhe enorme sequela, ainda mais a quem já estava em deletério profundo, seria talvez o golpe de misericórdia, mas não queria ser cúmplice de uma fatalidade sem retorno, pensava o tio Aldo. Conjeturando melhor, percebia também que o sofrimento do sobrinho poderia ser amenizado se lhe fosse revelado a causa de seu sofrimento. 
 
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Carta de amor


A noite se faz dia quando a dor é trocada pela paz da alegria. O açoite vem pela dor nos fustigar pela agonia. A prova nos faz noite pela hipocrisia dum racismo mental, o que tem a cor negra da noite com a felicidade do clarão do dia? A noite nos traz o descanso reparatório dos afazeres do dia. O aprender nos faz dia, noite, dor e alegria, nos faz vida. Eis a evolução nela contida. Jogo do amor, da vida à corte. Não lastime a sorte, não chore a partida. Com vida ou morte, estancando o fluxo da velha ferida. A vida é um barco que navega sobre um charco. Lamaçal de engodo o qual nos pega de assalto. Sê prudente, não caia do salto. Olhe à serpente, olhe a velocidade no asfalto, olhe o que vem do Sul ou Norte ou de qualquer parte. Plante a boa semente para colher seu fruto contente. Sê firme, sê forte, sê gente, se não teme a vida, muito menos a morte. Salte de lado, de frente, enfrente. Sê diferente, pois, sempre atrás vem gente. É mundaréu, grande escarcéu. Não fique parado, não olhe de lado. Uns olham infernos, outros olham céus. São mundos internos. Cria-se na mente, aquilo que se sente. É coisa de gente. Situação muito conhecida por trauma quase fatal, depois de impregnada, babau. Aqui se forma a personalidade a qual avança pela idade.

Essa carta é para você se atinar ao condicionamento mental.

Para uns, matar é normal, para outros é simplesmente morrer num tal pecado capital. Tirar uma vida; para uns é suicídio total, sem perdão natural, porém, não ao inocente canibal.

O feijão cria de tudo, porém, é muito bom pensar em se equilibrar antes de vestir o sobretudo final.

Pela via das dúvidas é inteligente praticar o bem, amar muito além do natural, antes que me esqueça, aja assim sem esquentar a cabeça, não se envaideça e desse pedestal desça, e não seja besta, pois, essa vida é muito curta, por incrível que pareça.

Como é difícil enxergar o óbvio.

Carta para você ser feliz em 2019

Essa carta é para todos nós, foi a Musa que escreveu essa carta intrusa, portanto, já senti o safanão e a minha carapuça já vesti. Agora, se você não tem carapuça, procure uma boutique e nela se aplique ou aceite minhas desculpas de antemão, pois, chegaste à perfeição, agora, prestes atenção, já vou falando na segunda pessoa para ficar mais charmoso o texto, pois, não falo à toa e me arrisco a pagar o preço. Seja bom do fim ao começo, não custa muito, pois, ser feliz e ser simples, mesmo sem enxergar um palmo diante do nariz.

Sê feliz, sê sábio aprendiz.

jbcampos



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O dia em que o ego morreu



O dia em que o ego morreu


Há muito tempo, lá nos primórdios da humanidade já aventava-se de que somos unos, pertencemos a um corpo cósmico. A evolução tecnológica explode literalmente, a interação é algo nunca visto, pode-se conectar simultaneamente e se saber de tudo instantaneamente, enquanto, nossa residência é vigiada pela inteligência artificial da robótica o nosso vizinho constrói sua casa em alguns dias por uma impressora de Três Dimensões. A arcaica Guerra nas Estrelas de Tio Sam também já morreu, As Coreias e outros países já são beligerantes nucleares. O Ensino à Distância deixa os antigos Ph. Ds muito irritados, e com certa razão, pois, nos seus dias tinham de estudar radicalmente, porém, os tempos são outros, hoje basta ser um usuário razoável para ter um mestre em qualquer momento a lhe dar suas respostas, enquanto, o ensino convencional e presencial anda vagarosamente se achando eficiente. Muitos jovens que nasceram pilotando os seus celulares tornaram-se gênios abandonando seus ensinos convencionais, pois, se aperceberam que dormiam ao lado do maior e melhor professor jamais visto em outras eras e já chegaram sem a vaidade dos velhos e arrogantes mestres, nem todos é claro, mas é bom pensar sobre isso. Porque estão preparando-se para matar o ego, pois, fará parte duma mente universal, através de nanos chips conectados entre si. Mente essa muito confundida com Deus.

É assustador pensar sobre isso, mas pior do que está não será, talvez por isso os futuros velhos, hoje joguem tanto os jogos virtuais, pois, se nos parece que não terão outra coisa a fazer, a não ser se entreterem o tempo todo.

E assim, pelo espírito de equipe, o ego foi desanimando-se, ficando doentio até que morreu.


Mente única não tem motivos para a vanglória pessoal.


Que bom seria o honorável prazer de se sentir igual ao próximo.


Alguém muito importante já disse: Amai ao próximo como a si mesmo!


Pense sobre isso e tenha um Feliz Ano Novo.


jbcampos
 
 
 
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Felizes Natais

Felizes Natais

Nasceu O cara que modificou todos os nascimentos na mortandade “heródica” daquele momento. Enquanto nascia o rei da alegria, Herodes matava muitas crianças inocentes com atitude fria onde o amor não existia e se você quiser, diria que o amor estava ausente naquele glorioso dia. Que em todos os dias os nossos corações irradiem o amor fraternal. Com certeza esse é o ardoroso desejo de Jesus, Santa Claus, Zé Raimundo, do Chico que está a capinar lá nos fundos do quintal, Confúcio, Krishna e todos os demais que desejam melhorar esse nosso mundo global e até aquele que está com difrúcio e olhar cabisbaixo reclamando do clima, porém, desejoso de amar. Que todos os dias hajam presentes presentes em nossa vida ainda ausente da verdadeira realidade do amor irmanado na invisível eternidade. Mas ainda existe o crente a crer em gente autêntica, pura e quase inocente. Do dia primeiro do próximo ano que se ame o próximo prá lá do próximo ano sem o enganoso dano ao desperdiçar todo o tempo até o dia derradeiro de um ano inteiro. O Natal expressa o amor de Jesus; chamado o Salvador o qual ensinou o bem na guerra contra o mal nosso de cada dia. Por que não trazer Gauthama, Maomé, Mandela, seu Joaquim com dona Geni dentro dessa gama de Natais de todos os dias, por que essa alegria dentro de apenas um dia conhecido por vinte e cinco, sendo que há muito mais do que os trezentos e sessenta e cinco na realidade da eternidade? Isso vale como verdadeiro vale a todos os aniversariantes deste nosso vale de amor fraternal de valor maior aos demais atemporais. Não que não deva-se comemorar o Natal, porém, não me levem a mal, todos os dias são iguais para se amar com o amor fraternal. Tanto que é razoável enxergar que essa data se modifica em outro local.

Feliz Natal.

jbcampos

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O perdão oculto

Perdão no poema, oculto

Num link qualquer  há  mais uma 
mensagem de quebrar a cabeça 
de tanto amor com a qual você 
brinque e jamais se aborreça.
 
Por cortesia  esse poema 
multicor, muda de "font",
porém,  jamais muda a
verdadeira  fonte do
amor,  às  vezes
poema, às vezes
poesia. Às vezes
dor. Às vezes ale-
gria. 
 
Poesia torneada no torno da
imaginação, então o escrivão
na  sua hipócrita  intenção ao
trocar  a poesia pela  escrita a
qual se  dedica o escrivão. Na
realidade  quem escreve com
emoção  é poeta  meu irmão.
Poderia se descrever como:
Amanuense, mero escre-
vente já com o poeta
ausente.
Então,
sem  a
emulação
o poeta revela o
filme a pedido da filha
mais velha à maravilha ao
olhar do coração coruja referto
de emoção de um ansiado ancião,
a descrição do  tema: O perdão.
Não  tema minha filha com tema
o qual fala do perdão, nem trema
porque esse acento não funciona
mais, porém, assentar o perdão é
bom demais sobre a mente da boa
intuição àquela que for capaz de as-
similar essa gloriosa menção-missão.
Aqui o poeta por ser incapaz faz uma
velha junção ao conjugar sem auto julgar sua
autocomiseração ao mesclar uma velha
poesia já relida por ele por demais.
A
Pedido da minha primogênita:
Pai, fale sobre o velho  perdão.
Reportei-me  ao tempo de Adão
Com  o meu  pensamento  de viés,
recordei-me de Miriam irmã de Moisés,
Míriam   é minha   querida primogênita.
Que  bom que  seria; minha  querida filha,
se não existisse o perdão! O que foi que você
disse, papai? É o que  eu queria, pois, então a vil
ofensa a qual traz desavença deixaria de ser a pre-
tensiosa  malquerença, e com absoluta certeza
somente o bem a nós nos restaria por lon-
gevos dias, e a vida resistiria
além do além!
Que bom seria se perdoar não fosse preciso, falo
sem ficar indeciso, já que a ofensa não mais
existe e nisto persisto e sou incisivo.
E para isso;
segue a  lista:
À bendita palavra
não há  quem resista.
Espero, seja essa a pista
de pai que com amor lhe fala.
A palavra mansa e suave abranda o furor.
Eis a eclesial frase parafraseando o amor!
Há  poeta que não se apercebeu
ser o arauto e atleta de Deus.
Para Deus pouca importa
a  jactância  recolhida,
ou  atrás  da porta
jazida à morte.
O seu alarde,
mais cedo
ou tarde
será reconhecido.
Seu  teor de amor
não será vencido.
Poeta  pequenino,
não faça do seu sino
aquele destino cabotino.
Portando-se como menino
intumescido de muito juízo
para  sentir-se  no paraíso.
O  poeta - profeta de Deus
merece  um pedaço  do
céu.
Ouça, veja o detalhe:
Paz e amor traduzem
a felicidade do neném
ao jovem  de mais idade.
Boas palavras de felicidade
são amor que eleva ao além.
Portanto,  portando - se   bem
nada  haverá  que embaralhe.
Benditas  palavras induzem
ao  além  do querer bem!
Ame  com as  palavras
à gratidão
de sua lavra!
Perdoe sempre
que  a ofensa
se apresente
até que ela
de vez se
ausente.
 
 
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Poeta e Escritor

ao relento

 

Caminha ao léu, pensamento lento, olhar fixo ao céu do eterno firmamento, o velho, sentindo a brisa suave e lisa a deslindar-lhe novo linimento na breve lufada dum divino vento. E nessa brincadeira, ideias mensuradas filosofam fatos verídicos ainda que sejam derradeiras. O velhote andarilha sobre a estrada de poeira com muita idade, sobre o sábio cangote com o qual já não mais parvoeira de cima de seu camarote. São anos de estradas, montes, mares, filhos e netos, e mais encruzilhadas e outros motes a lhe conferirem preciosos dotes. Ninguém sabe de sua sagacidade vivida em grandes cidades. Torna-se tão importante que; já ninguém lhe nota a invisibilidade. Fica leve mais que a brisa, não mais sofre das dores ignóbeis, pois, é apossado de espírito nobre. Não sente mais medo, tampouco da morte em seus intrincados segredos, se vai dormir tarde, ou levantar mais cedo. Torna-se atemporal ao ter ciência de sua impaciência de ser mais um ser mortal. Seus valores mudam como mudam os dos demais importantes senhores ao se tornarem jograis de seus próprios estertores. Nasce frágil o iluminado, com muito cuidado cresce pela vida em flor, forma-se doutor, erra, acerta, porém, aprende a dizer amém. E isso não é pra quem quer e sim pra quem tem a ação de fazer acontecer o bem. Angaria muitos bens, muito além de seus ideais, mas o tempo assola, a ferrugem rola, a traça o seu diploma enrola, resta-lhe uma velha e cansada carcaça por esmola a qual lhe enche de tamanha graça, pois, dos seus bens se desvencilha. Assim continua sua feliz jornada, além desta ilha, enquanto, o tempo avança além do aquém ao qual o nirvana lança sua alegre maravilha. 

 
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Poeta e Escritor

amigo

AMIGO:

AMIGO: É aquele que vive em estado de graça, na bem-aventurança de não se preocupar com o retorno, despido da hipocrisia e da falsidade.
AMIGO: É estado de espírito, é ser humano, apesar de humano, é possível ser amigo.
AMIGO: É atributo de poucos, pois, quem atinge este estágio, deixa de sofrer e apenas professa uma palavra tão famosa e decantada por todos os que habitam, ou já habitaram este velho planeta, o AMOR.
AMIGO: É ser natural, talvez como a mãe que amamenta o seu filho e jamais o nega.
AMIGO: É aquele que perdoa.
AMIGO: É aquele que não precisa perdoar, pois, nele já não há mais a ofensa.
AMIGO: É a dignidade de se poder pronunciar, AMIGO.
AMIGO: É dar a tal reciprocidade ao AMIGO.
AMIGO: É alteração de consciência, ou seja, mudanças de valores capacidade latentes em todos nós.
AMIGO: É estar conscientemente livre da consciência.
AMIGO: É estar cristalino.
AMIGO: É estar consciente deste significado, é ser sábio diante da efemeridade da vida.
AMIGO: É poder ser, pois, quem é está no caminho da evolução, é não se orgulhar disto, pois, este orgulho é antônimo de AMIGO.
AMIGO: É não se assoberbar, é simplesmente ser AMIGO.
AMIGO: É ser escolhido, pois, pode-se eleger amigo, somente o AMIGO.
AMIGO: Amigo é se espelhar num outro ser e desejar a ele o que deseja a si mesmo.
AMIGO: É o eterno conceito, que nos resta desta vida, sendo um memorial que jamais será extinto.
AMIGO: É o que mais nobre existe, necessidade intrínseca e extrínseca que anelamos Ter e ser.
AMIGO: É algo menos telúrico do que imaginamos e sem mera tradução.
AMIGO: É o ser maravilhoso e... onde ele estará?
AMIGO: É você mesmo, pois, está dentro de você, AMIGO.

do seu amigo

jbcampos

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