Posts de João Batista de Campos (69)

Poeta e Escritor

O perdão oculto

Perdão no poema, oculto

Num link qualquer  há  mais uma 
mensagem de quebrar a cabeça 
de tanto amor com a qual você 
brinque e jamais se aborreça.
 
Por cortesia  esse poema 
multicor, muda de "font",
porém,  jamais muda a
verdadeira  fonte do
amor,  às  vezes
poema, às vezes
poesia. Às vezes
dor. Às vezes ale-
gria. 
 
Poesia torneada no torno da
imaginação, então o escrivão
na  sua hipócrita  intenção ao
trocar  a poesia pela  escrita a
qual se  dedica o escrivão. Na
realidade  quem escreve com
emoção  é poeta  meu irmão.
Poderia se descrever como:
Amanuense, mero escre-
vente já com o poeta
ausente.
Então,
sem  a
emulação
o poeta revela o
filme a pedido da filha
mais velha à maravilha ao
olhar do coração coruja referto
de emoção de um ansiado ancião,
a descrição do  tema: O perdão.
Não  tema minha filha com tema
o qual fala do perdão, nem trema
porque esse acento não funciona
mais, porém, assentar o perdão é
bom demais sobre a mente da boa
intuição àquela que for capaz de as-
similar essa gloriosa menção-missão.
Aqui o poeta por ser incapaz faz uma
velha junção ao conjugar sem auto julgar sua
autocomiseração ao mesclar uma velha
poesia já relida por ele por demais.
A
Pedido da minha primogênita:
Pai, fale sobre o velho  perdão.
Reportei-me  ao tempo de Adão
Com  o meu  pensamento  de viés,
recordei-me de Miriam irmã de Moisés,
Míriam   é minha   querida primogênita.
Que  bom que  seria; minha  querida filha,
se não existisse o perdão! O que foi que você
disse, papai? É o que  eu queria, pois, então a vil
ofensa a qual traz desavença deixaria de ser a pre-
tensiosa  malquerença, e com absoluta certeza
somente o bem a nós nos restaria por lon-
gevos dias, e a vida resistiria
além do além!
Que bom seria se perdoar não fosse preciso, falo
sem ficar indeciso, já que a ofensa não mais
existe e nisto persisto e sou incisivo.
E para isso;
segue a  lista:
À bendita palavra
não há  quem resista.
Espero, seja essa a pista
de pai que com amor lhe fala.
A palavra mansa e suave abranda o furor.
Eis a eclesial frase parafraseando o amor!
Há  poeta que não se apercebeu
ser o arauto e atleta de Deus.
Para Deus pouca importa
a  jactância  recolhida,
ou  atrás  da porta
jazida à morte.
O seu alarde,
mais cedo
ou tarde
será reconhecido.
Seu  teor de amor
não será vencido.
Poeta  pequenino,
não faça do seu sino
aquele destino cabotino.
Portando-se como menino
intumescido de muito juízo
para  sentir-se  no paraíso.
O  poeta - profeta de Deus
merece  um pedaço  do
céu.
Ouça, veja o detalhe:
Paz e amor traduzem
a felicidade do neném
ao jovem  de mais idade.
Boas palavras de felicidade
são amor que eleva ao além.
Portanto,  portando - se   bem
nada  haverá  que embaralhe.
Benditas  palavras induzem
ao  além  do querer bem!
Ame  com as  palavras
à gratidão
de sua lavra!
Perdoe sempre
que  a ofensa
se apresente
até que ela
de vez se
ausente.
 
 
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ao relento

 

Caminha ao léu, pensamento lento, olhar fixo ao céu do eterno firmamento, o velho, sentindo a brisa suave e lisa a deslindar-lhe novo linimento na breve lufada dum divino vento. E nessa brincadeira, ideias mensuradas filosofam fatos verídicos ainda que sejam derradeiras. O velhote andarilha sobre a estrada de poeira com muita idade, sobre o sábio cangote com o qual já não mais parvoeira de cima de seu camarote. São anos de estradas, montes, mares, filhos e netos, e mais encruzilhadas e outros motes a lhe conferirem preciosos dotes. Ninguém sabe de sua sagacidade vivida em grandes cidades. Torna-se tão importante que; já ninguém lhe nota a invisibilidade. Fica leve mais que a brisa, não mais sofre das dores ignóbeis, pois, é apossado de espírito nobre. Não sente mais medo, tampouco da morte em seus intrincados segredos, se vai dormir tarde, ou levantar mais cedo. Torna-se atemporal ao ter ciência de sua impaciência de ser mais um ser mortal. Seus valores mudam como mudam os dos demais importantes senhores ao se tornarem jograis de seus próprios estertores. Nasce frágil o iluminado, com muito cuidado cresce pela vida em flor, forma-se doutor, erra, acerta, porém, aprende a dizer amém. E isso não é pra quem quer e sim pra quem tem a ação de fazer acontecer o bem. Angaria muitos bens, muito além de seus ideais, mas o tempo assola, a ferrugem rola, a traça o seu diploma enrola, resta-lhe uma velha e cansada carcaça por esmola a qual lhe enche de tamanha graça, pois, dos seus bens se desvencilha. Assim continua sua feliz jornada, além desta ilha, enquanto, o tempo avança além do aquém ao qual o nirvana lança sua alegre maravilha. 

 
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amigo

AMIGO:

AMIGO: É aquele que vive em estado de graça, na bem-aventurança de não se preocupar com o retorno, despido da hipocrisia e da falsidade.
AMIGO: É estado de espírito, é ser humano, apesar de humano, é possível ser amigo.
AMIGO: É atributo de poucos, pois, quem atinge este estágio, deixa de sofrer e apenas professa uma palavra tão famosa e decantada por todos os que habitam, ou já habitaram este velho planeta, o AMOR.
AMIGO: É ser natural, talvez como a mãe que amamenta o seu filho e jamais o nega.
AMIGO: É aquele que perdoa.
AMIGO: É aquele que não precisa perdoar, pois, nele já não há mais a ofensa.
AMIGO: É a dignidade de se poder pronunciar, AMIGO.
AMIGO: É dar a tal reciprocidade ao AMIGO.
AMIGO: É alteração de consciência, ou seja, mudanças de valores capacidade latentes em todos nós.
AMIGO: É estar conscientemente livre da consciência.
AMIGO: É estar cristalino.
AMIGO: É estar consciente deste significado, é ser sábio diante da efemeridade da vida.
AMIGO: É poder ser, pois, quem é está no caminho da evolução, é não se orgulhar disto, pois, este orgulho é antônimo de AMIGO.
AMIGO: É não se assoberbar, é simplesmente ser AMIGO.
AMIGO: É ser escolhido, pois, pode-se eleger amigo, somente o AMIGO.
AMIGO: Amigo é se espelhar num outro ser e desejar a ele o que deseja a si mesmo.
AMIGO: É o eterno conceito, que nos resta desta vida, sendo um memorial que jamais será extinto.
AMIGO: É o que mais nobre existe, necessidade intrínseca e extrínseca que anelamos Ter e ser.
AMIGO: É algo menos telúrico do que imaginamos e sem mera tradução.
AMIGO: É o ser maravilhoso e... onde ele estará?
AMIGO: É você mesmo, pois, está dentro de você, AMIGO.

do seu amigo

jbcampos

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medo

Medo

Quando a nossa dor torna-se aguda, já não suportando-a mais, vem a benesse divina e nos coloca em catarse profunda, conhecida por desmaio, ou vertigem, que não passa de uma limpeza cerebral, uma purificação, ou melhor ainda um ajuste psicossomático.

O que leva o homem correr tanto com a vida?
O medo de ficar para trás dos demais homens!
O medo de ser criticado por produzir menos que os demais!
O medo de ser visto como um derrotado!
O medo de seus parentes e amigos julgá-lo com a contumácia humana!
O medo de ser deixado pela sua amada, que não saberia viver sem os bens desta vida!
O medo de perder sua posição social, ou o seu status!
O medo de ser desprezado!

Quanta bobagem o ser humano cultivou, sendo que aqui chegou plenamente nu, desprovido de qualquer peça de roupa, e assim daqui sairá.
Então, que importância tem as opiniões alheias, todas se tisnarão na fuligem da memória.

Você

Às vezes sente-se impotente e sem importância – depressivo – carente - sozinho – desprezado até pelo filho, esposa, amigo etc...
Bem, caro amigo a vida tem suas nuanças, e os luminares da humanidade também sentiram-se assim...
O que você acha de Jesus Cristo, ao exclamar:
"Pai meu, Pai meu, por que me desamparaste?
"Se possível for, passa de mim esse cálice"?
Desamparado é, sinônimo de desprezado.
- Se assim foi com Ele, e com tantos outros iluminados, por que seria diferente com você?
Dê graças aos céus, por você ser muito, mas muito maior do que seus problemas.
Não se preocupe, uma dia entenderá profundamente os porquês dessas aulas da vida.

Enorme abraço

jbcampos

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o trem do medo

 

O trem do medo


Hoje  levantei mais cedo

para falar do trem do medo.

Não sei  se faço mal, ou bem.

Já não posso guardar o segredo.

Porém, a  ninguém aponto o dedo.

É um velho  enredo de ameaço-ledo.

Então,  procuro cumprir minha missão.

Aquela de escrever com o puro coração.

Porém, eu sinto a ameça também.

Até se me parece desastre dum trem

como deste fundo, um clarão vem,

vindo profundamente do mundo

do  além, porém, com alguém

rotundo, tomando o espaço.

E a mente da gente mente;

tal qual  como ninguém,

mostrando  o fracasso.

Fazendo  total mistura

como o alinhavo de costura,

entrelaçando  o mal com o bem.

Nessa entretela coloca-se na tela

uma ossada  divina  e completa.

Porém, nada tem de discreta

como se fora de um atleta.

Dela se  tira uma costela

fazendo-se dela a mazela;

procriação do pecado-trem.

Acho-me  em elevado degredo

enlevado pelo  pensamento-medo,

exaltado com  o trem já imaginado.

Ele não vem de frente, vem de lado

de vermelho-sangue pintado.

Enlevo de mente levada,

demente e quase parada,

mal-educada à malcriada.

Pensando no estrago desse pecado,

forçado  à descarga  de privada,

fico  privado  e desequilibrado.

Pareço um trem descarrilado.

Na  minha  visão aquilina,

de  duas  velhas  meninas,

e como velhas inquilinas

de um olhar apaixonado

por um lar assombrado,

Apesar de assobradado.

Vê-se esse bicho vir de lado.

Desguarnecida, vê de cima

duma   encanecida   cabeça

sem prever  que nela desça

um jato,  que vem do astro,

e que disto ela padeça.

É como o valor do amor,

não dá pra ser mensurado.

Isto tudo não é engraçado?

Quanta bobagem,

essa costela é a mãe

que tem a bela coragem

de se doar a gregos e alemães

e do planeta fazer a contagem.

 

Enquanto o trem passa;

tropeçamos no pecado.

 

jbcampos

 

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INTER TERAPIA DO EGO

 

INTER TERAPIA DO EGO

Sem falsa modéstia, pretendemos desvendar o mecanismo pelo qual irá induzir o leitor a achar a sua própria verdade, conscientemente. Simplifiquemos: Consciência de entender, ou saber que se está seguindo a mentira, a meia verdade, ou a verdade relativa.

A felicidade é de ordem intrínseca. Os céus e infernos se encontram no interior humano. O poder energético da mente é desmesurado. Quando o chefe dos religiosos da atualidade: Jesus de Nazaré, lá no capítulo 10 do livro de João, verseto 34, ratificando o mesmo dizer do salmista Davi, Salmos 82:6, disse: Vós sois deuses filhos do Altíssimo, ratificou ainda: O reino de Deus, ou o reino dos céus, está dentro de vós!

Procuramos a causa das atitudes humanas, perante a consciência e a psicopatia das mentes cauterizadas, insensíveis aos próprios atos hediondos à sutileza da cegueira a vendar os olhos das multidões. Respeitando a todo o ideal humano, estudamos profundamente os alicerces dos fatos ocorridos como terapia, ou psicoterapia do sucesso humano. E a isto entendemos como: Evolução. Bem por isto podemos dizer que somos peremptoriamente ecumênicos. Mas o que nos interessa é alcançarmos a conscientização dos atos e fatos. Cremos que, somente a verdade pode produzir o sucesso duradouro. Ficamos profundamente irritados quando enxergamos com a consciência, que o nosso candidato político ao qual confiamos nossos votos, revela-se corrupto e mentiroso diante de suas promessas. Ah... Aqui vai uma pergunta: Não existe na Carta Magna uma lei que possa punir os mentirosos? Até porque quanto mais o político mente, mais votos angaria. E o povo, por que vota nos mentirosos?

Vejamos o prejuízo que nos causa a mentira: Fome, peste, criminalidade, estresse, insegurança, desespero, divórcio, vicio, droga, suicídio, guerras, genocídio, enfim a degradação humana, especialmente quando esses homens aculturados em suas gravatas coloridas de bravatas as quais veem camufladas com cheiro de chiqueiro, chegam ao cúmulo de roubar literalmente remédios de doentes terminais e alimentos de crianças escolares, e muito mais o nosso dinheiro, são capazes de vender a própria família para guardar um montão de dinheiro.

São burros ou não são?

Pensam que vão levar esses falsos bens em seus ataúdes folheados a ouro. São cegos-imbecis, nem no reino animal se encontra tamanha ignorância.

Existem “políticos” e Políticos.

Existem “lideres” e Lideres.

Com toda essa “esbórnia”, sim, até porque existe um rígido mandamento eclesial descumprido literalmente: Não mentirás, pois, o diabo é o pai da mentira: joão 8:44. Queremos afirmar: Os milagres pertencem a todos os homens de boa vontade, independente de quem sejam eles. Quando alguém vai se submeter a uma cirurgia, pede a ajuda de Deus, ou de uma divindade a qual é representada por miríades de outras. Fato notório: Muitos cépticos recebem a cura extrassensorial diante de ótimos cirurgiões os quais já não creem mais nessa possibilidade por não pertencer ao seu mundo científico-acadêmico. E por que democracia se a sua tradução etimológica é: Demo = demônio e Cracia = governo, ou seja: Governo de demônio? Bem; até faz sentido já que o demônio é o pai da mentira, então está inserida no contexto político.

Uma coisa todos nós sabemos: O amor existe, embora, não saibamos explicá-lo, então podemos também achar que nele se encontra toda a sabedoria universal.

Ah... Agora na primeira pessoa: Também não precisa se preocupar com o verbete Interterapia com ou sem hífen, pode ser cacofônico, porém, gostei e aí está, quiçá, até colocá-lo num dicionário pleonástico forense da medicina legal, se é que lá já não esteja.

jbcampos 

 

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O pontilhão

 
 
O pontilhão
 
Aperceba-se caro leitor; o poder da ação na boa 
intenção, movido pela fé com o desejo de vencer 
com todo o coração, sob a égide do amor na evo-
cação. Debaixo de  um  modesto  pontilhão alvo-
ra-se  um barraco em madeira e se dá o início 
de  mais uma vida, cheia de boas maneiras 
altaneiras e de bela carreira alvissareira.
Principia mais uma nova novela como
tantas  outras  de  seres  humanos
em  suas  visões  de aquarelas,
na  criação  de altos  planos.
No tablado da bela ilusão
descortina-se no palco
da vida o irônico pano.
Tal qual a semente semeada
sobre charco curtido no chão, porém,
vicejando vem a mais linda e perfumosa flor.
Como do espinho nasce  a  rosa, assim é a vida
em seus duplos sentidos. E para que esta escrita
faça registros, mostramos-lhe a vida adquirida
por vários prismas. Nos genes de irmãos
de mesma  origem;  demarcados
por desvairados destinos.
Então;  nasce aquele
belo menino:
José
Saulo
Varela,
O  criador
de  sonho  real.
Era assim alcunhada
aquela   pessoa  especial.
Zeca era um simples sonhador,
acredite, realizava  seus  sonhos.
Zefa,  sua  mãe,  pariu-o já  aos  45
anos  de  idade,  parto  complicado,
porém, com muito  boa  fertilidade.
diz o médico provecto, custeado
pela benemérita: Judite,
senhora de
grandes
pendores,
baseando-se
na  sua  maturidade,
como fora amor de Afrodite,
deusa criadora de tantos amores.
Judite sua patroa a lhe fazer favores.
 
jbcampos
 
 Do livro: O Caldeirão de Shirley
 
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Pilão de Xangô


 
 
O pilão do $uce$$o
 
                                                            mão do pi-
                                                  lão qual
                                         pilava
                                  muita
                          emo
                  ção.
Dona Zefa tinha por religiosa  tarefa,  pedir  a “Xangô” o  santo
do seu falecido  avô,  benesses  ao  filho  querido,  seu  manto
protetor. E no pilado  pilão  guardava  suas  orações ao  orixá
 da justiça.  Assim  Zeca fora inserido à privilegiada lista dos
bem-aventurados, teve seus  almejados sonhos realizados.
Eles  não tinham a noção  do grande tesouro, que possuíam
à mão  dentro do próprio lar.  Ah... Agora o Zeca, tinha  novo
pai: Quintino de França, o  velho padrasto  de  Zeca, combalido
pela  idade, porém,  com  experiência desmesurada de vida. Seu
Tino, homem  além  de  seu tempo  cabotino. Como ex-circense e
quase  celestino,  considerava-se um peso morto na vida de Zefa
e  Zeca. Fora mágico por quase cinquenta anos em um famoso
circo romano. Andava depressivo, até que lhe ocorreu um
maravilhoso  plano,  demonstrar  suas  habilidades,
acompanhadas de  palavras eloquentes ao jo-
vem Zeca, conjugadas às suas mágicas.
O encantamento do garoto foi alucinante. Zefa reuniu forças
com Tino, a fim de conceder-lhe educação necessária para
que o tornasse no grande  criador  de  sonhos  genuínos.
 
Do livro: O Caldeirão de Shirley
 
jbcampos

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NOSSO MUNDO SUBJETIVO

 

Não deixe o medo impedir o seu sucesso! 

O medo & a vida

Aliás, o medo é o protagonista da vida humana, tudo  está calcado no medo, e ele se faz necessário à nossa sobrevivência, contrário do verbete “covarde” que na realidade é mais inconsciência do que qualquer outra interpretação. Esse medo, conhecido por fobia, leva o ser humano a cometer o bem e o mal. Medo do castigo faz com que o indivíduo torne-se um pseudo altruísta, e na sua hipocrisia vai fazer o bem. Menos-mal. A expectativa do desconhecido é o medo maior do homem, é o medo criado pela sua imaginação a qual excede a realidade, transbordando em estresse, que é um enorme perigo. Esse medo quando torna-se xenofóbico desvia o indivíduo da interatividade do sucesso, posto haver o antagonismo qual repele o bom contato, (racismo). Isso é medo inexplicável, apesar de se criar desculpas para tal atitude misantrópica. Aversão às pessoas. Medo doentio, medo da alma, do subconsciente, desequilíbrio mental. Como não se pode explicar a empatia humana, traduzido como elemento químico, olho no olho, pele na pele. Quando há empatia química entre as pessoas, quando os seus santos batem entre si. Nada mais sublime do que amar o próximo. Apesar de "mais velho do que andar pra frente". Não tenha medo de nada, especialmente daquilo que você possa analisar com consciência. Vá em frente e seja um vencedor. 

Leis cósmicas 

Você é uma sombra! Posso lhe dizer isso porque você sou eu! Também sou uma sombra. Somos eternos e indestrutíveis, até porque nunca vi uma sombra ser destruída, ainda mais quando essa sombra é produzida pela luz divina. E este fato independe da nossa vontade. Você é um viajor, pois, nada é permanente, suas partículas atômicas se modificam em nano frações de segundo. Essa simples visão denota a atemporalidade na eternidade. Portanto, existe somente o agora, onde suas ações devem ser coerentes ao sucesso deste momento eterno. Porém, somos a memória do passado, até para nos ajustarmos ao presente...

Nada é ou está estático.

Jbcampos

 

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Totó estranho andarilho

Totó estranho andarilho

 

seria destino

rodar pião,

tocar sino?

fora casado e tinha filhos,

vivia só, mas andava nos trilhos.

estranhíssima criatura bondosa e fiel.

porém, tinha popularidade na sua cidade

pela qual andava ao léu mirando para o céu,

pela maneira simplória de sua velha história.

era bem aculturado, além de bem informado,

também, e por cultuar bons atributos quais

superavam os seus  velhos desacertos,

os  quais colocavam  os filósofos

em desalinho  com pensa-

mentos  mesquinhos

a seu respeito,

jamais

batia

o pe-

ito e

não

 

bebia

não

fu-

ma-

va,

so

bre-

vivia

direito

alegremente

das  sobras doadas

pelas famílias abastadas

quais por ele tinham grande

respeito, pois, era um sujeito

ativo.  por que  tanto respeito

assim por alguém sem a menor

expressividade? Totó era um ser

iluminado, e  que teve um passado

glorioso, do  qual falaremos mais tarde.

naqueles  dias, encarnara  um personagem

bíblico qual se alimentava das migalhas que caíam

da  mesa de seu senhor.  e com seu veio poético o qual

transmitira ao filho Zeca, através da fertilidade, o sentido

da boa genética

de real valor

ao sornir

do sino

sobre

so-

nho

do amor.

 

Um barco à vela

um veleiro

uma ca

rave

la.

pois,  estou com pião a rodopiar a minha intenção,

taça na mão, sino no coração, então, preciso

mudar de destino.  porém, por tanta

repetição ao leitor peço perdão.

vou mudar  minha muda

de direção papuda.

 

ah… isso está escrito num manuscrito bem

antigo que transpus num dos livros do qual

já  me esqueci, dentre  os quais que escrevi.

 

jbcampos



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$uce$$o moderno

 
Sucesso moderno
 $
 ouro verde
 
Eis o sucesso camuflado em
cores e tamanhos diferentes,
chegou renitente para
camufladamente
mudar a
vida da
gente! O
sobrevivente
após muitas décadas de existência
para para pensar  sobre  sua voraz insistência.
O alfarrábio convincente, anotação  já amar-
fanhada pelo tempo o qual não perdoa
nada. E ao desfolhar o livro mental
de sua vida ao ouvir o velho
farfalhar desse detalhe
qual lhe trouxe
o sucesso
e o fracasso
ante  a mente  
falha. Saindo do
analógico e ordiná-
rio para o digital des-
se mundo virtual. O ver-
bete: Detalhe tem enorme
significância numa aliança
onde a avença avança, co-
mo na bela peça do escul-
tor em seu entalhe de con-
fiança: se dissesse: Impos-
sível melhorar o todo sem
melhorar a parte  visível, em-
bora, tal importância sempre  pa-
reça incrível. O sucesso para ser bem
completo em sua universalidade há de ser
minuciosamente visto,  analisado  de verdade,
com profundidade. A somatória  desses detalhes
vai fazer a diferença na veraz história. Na atualidade,
pela explosão  demográfica predatória, torna-se grande
competição no jogo da vida humana, jogo ciência e arte,
Só vencerá aquele que fizer melhor a diferença cabal.
Nota-se que entre algumas décadas havia  grande
diferença pela qual se fez presença nas redes
sociais, então murmura o cidadão: Somos
todos, quase iguais, onipresentes
no mundo da comunicação
visual - virtual - atual
resídual
real.
Isso
merece
a prece da
comemoração atual:
Eis a taça imemorável
do mais requintado cristal
A videoconferência ideal traz
por trás a benesse duma tecnologia
pontal a qual à mente de antigo ranço
apronta
nessa indescritível afronta virtual. Lojas virtuais, classificados
de anúncios animados, ensino à distância formal e outros que tais.
E a cada instante tudo se renova, e o candidato ao sucesso deve estar
Integrado  e interagindo socialmente e pronto
à prova. Falar sobre endereço eletrônico, sobre
blog – site.   É mesmo que relembrar da sorte,
do velho Marconi, de Graham Bell e suas artes.
Partes as quais mudaram o mundo de seus dias
exaltado por enigmático estandarte de figurante
cartel. No momento: Internet, Google, holografia,
Skype e muitas outras ferramentas espetaculares,
verdadeiras alavancas sérias ao sucesso moderno,
inacreditável científica-arte. E para falar de sucesso,
jamais passaria batido o tema de há muito adquirido:
Negócios e as vendas. São duas inseparáveis fendas
quais processos defendam. Continuando a matutar
lá com seus botões, absorto em seus sonhos
de velhas pretensões: Até porque sempre
está-se a vender alguma coisa, a imagem
se for empresário, a voz se for cantor, o livro
se for escritor, até a malandragem se for otário,
o físico se for atleta, o futuro se for profeta, enfim,
pode-se acrescentar, goste ou não, a prostituição,
cujo detalhe negocia o corpo ao prazer libidinoso
de confusão, cuja atividade se caracteriza como
mais antiga profissão. Sem menor preconceito,
ou racismo afeito, até porque são os melhores
detalhes do sucesso, qual conceito atrapalhe
o direito quase perfeito. Veraz observação:
São antigos detalhes de o sucesso-criação!
 
jbcampos 

 

    
 
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Fagulha



 
 
 
Fagulha


          Foi num crepuscular lá no alpendre do meu lar, logo começou a escurecer, e era noite escura pra valer. Comecei a matutar na minha infância, enquanto, pela luz do meu lampião vislumbrei o passear no terreiro de Gertrude a velha cotovia, companheira do Godofredo. E não é que ela cantarolou amiúde com aquele mavioso som, acho que fez isso pelo Godofredo, fiquei encafifado, pois, devia cantar mais cedo, talvez esse valor seja induzido e ministrado pelo amor. Com meu antigo olhar via o fagulhar lá na casa do Alfredo, e comecei a pensar neste enredo, meu vizinho, apesar de bom vizinho, cada qual a morar sozinho. Enquanto, por mim passava Godofredo. Ah... Vocês se lembram do Godofredo? Meu teiú de estimação, grande bebedor de ovos crus, foi rebolando pelo chão como se fora o dono de toda aquela situação. Enquanto, me empalhava a pensar no Godo, notei então que aquela fagulha à ponta de pequena agulha, seca palha se inflamou, aquele fogaréu dele me fez réu, e de imediato ao Alfredo mandei um "zap" o qual retornou ao meu desprezível engodo, convidando-me para festa de São João. Nem me lembrava daquela data, enquanto, o fogo se espalhava na minha imaginação maranata, também me empalhava lá com toda aquela brasa-mora. Mora pra não perder a deixa que às vezes demora a dar vazão à ideia deste ancião. Agora me lembrei da velha guarda, e também da guarda velha de meu catre, pintado de verde abacate, aliás, obra de minhas próprias mãos a fazerem um biscate naqueles tempos bicudos devido a má situação. Sosseguei o facho e o facho de centelha do amor afaguei. Afagar o facho é preservar o cacho d'uva ao carregar perfumoso buquê amoroso. 

          Amor é fogo penetrante, agulha incandescente a penetrar flamejante o coração da gente. Não dá pra escrever nada sem falar do amor, realmente é a única coisa de valor pingente dependurado no coração ardente.

jbcampos
 
 
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