Posts de Jbcampos (368)

Às cinco

Às cinco

Às cinco da manhã ainda estou a escrever, na manha de aprender ao som de viver o agora, somente agora, minha eterna aurora. Ao som do leve gotejar lá fora o meu espírito cresce em prazer desnatural.

Cada pingo é respingo em minh’alma, como o apóstrofe a temperar o verso normal.

O quê?

Ah… A apóstrofe…

É o gênero gerando a língua.

E esse quê, como é que fica?

Na realidade devido a minha idade, acho que quis dizer apóstrofo, sou mesmo um frouxo apóstolo da língua que não míngua minha estrofe nem extingue minha sorte, apesar de o norte me guiar à morte pela qual viverei a vida.

Ah… Essa inebriante chuva me deixa preguiçoso, leve, sonolento, portanto, lamento e não vou pesquisar se o crase do início se inicia com acento. Você pode me perdoar por essa nostalgia antes do alvorecer do dia pleonástico, fantástico referto de alegria.

Medito, atento à chuva mansa; sem vento, à monge de convento.

De novo... Crase antes do feminino… Tenha modo, meu velho, não é gênero, é modo!

Como é bela a vida de natureza adquirida, minha querida, assim pode rimar, querida, convento com vento ao lento da vida, sem o ribombar estroante do majestático vento; desculpe a minha ousadia ao raiar de chuvoso dia, caso estroante antes não havia, acabo de o inventar nessa minha alegria sem par.

Apesar de muito ter amado, porém, amargado sua ausência e despedida. Você se foi há tempo, mas a mim me restou ainda um sopro de vida, a chuva mansa, nesta eternidade às cinco horas, tempo que parece jamais passar, como se mil anos fosse durar.

Embora, a chuva passe; amanhã voltará a chover, e o seu recordar me fará reviver a vida, umedecida pelo nosso eterno amor.

Aprendiz da arte de levar a vida de natureza morta com pinceladas levemente fortes.

Aliás, esse negócio de crase enche o saco mesmo, hein…

jbcampos

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Gosto de azinhavre

Gosto de azinhavre

Sentado debaixo dum pé de pêssego, distraidamente em minha antiga mente, é o que faço exatamente ao recordar de antigamente; embrenhado num sutil sossego, e neste aconchego, chego a me ver pedindo arrego ao tempo. Porém neste presente também contemplo contente o templo de minha singela existência e, nesta já antiga teimosia de viver a aleivosia duma lembrança fantástica de pessoal fantasia, no bem-querer de minha infância elástica, já que quer perdurar eternamente.

Independentemente do que fica pendente em minha mente, recordar e se doar ao amor da existência, cuja insistência é a eterna permanência dum vício de amor-sacrifício e clemência. Sinto o prazer ao ver o vergel do local a me satisfazer neste meu jeito-bedel de viver ao reaver um passado presente imortal, e ao desenrolar dum eterno carretel no sentimento de mais um menestrel...

A depressão advém dum remoto além ignoto de automá querência de aparência ao léu, é uma briga tamanha, apesar de tacanha a fazer constância bisonha ao ato de viver.

Crer de verdade na impessoal verdade traz a veracidade, não fazer o mal, sentar num pomar, sem levar a mal o tamanho do assento que se há de ter, e saborear o ar, deixar o espírito descansar devagar nas asas da paz ao divagar no próprio arfar natural, sem se autocondenar: é a sabedoria que o ser gostaria de obter, mesmo sem nada entender dessa esbórnia-orgia de viver.

Ao praticar o perdão estar-se-á praticando o auto perdão, e isso é parte da felicidade...

jbcampos

Mundo amazônico

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Por engano

Por engano

É por engano que me vejo perdido em meu velho plano, aqui neste plano. Tenho como pano de fundo o vislumbrar do fim do mundo, às vezes do fim do ano. Jovem ainda, sonhando como menino o primeiro amor, cheirando a mais perfumosa flor, porém, o tempo se vai e minha lembrança se esvai em meu sonho bisonho o qual a cooperar com a minha insanidade mental obtida pela idade fatal, quiçá, caducidade, mas ainda estou vivo, com o direito de sonhar torto ou direito, pelo meu bem feito ou desfeito, porém, não reclamo da sorte, pois, “sonhar é viver” como diz o antigo ditado com sentido ambíguo ou trocado. Olhando ao espelho de frente ou indiferente de lado fico alheio, não me enxergo à cego mais belo ou mais feio, minha esperança é o meu esteio, depois disso tudo ao vestir o sobretudo serei mais do que poeira, simples asneira com toda a besteira, Mudando um pouco de rumo diante de sua velha e amarfanhada foto denoto que aquela beldade também se desfaz na mais infiel insensatez, talvez crueldade, restando apenas o resquício danado o qual se tem por ofício quadrado, porém, não me sinto culpado, seria idiotice, já que confesso nada saber disso tudo, contudo em minha mente criadora de ilusão tudo fica bom, na invenção de paraíso nem que nisso me ache cretino apoiado num inventado destino culpado tudo.

É a vida, meu amor, pois, secou a nossa flor, e há flor já se foi desse nosso ressequido jardim, até o belo e jovem jasmim murchou, assim deixando o exemplo do bem desta vida finda, mesmo que linda ludibria a nossa vaidade. Vida ilusória, recheada de mentiras, Bug do Milênio, Fim do Mundo, Guerra Fria, Guerra Santa, Santa Inquisição, político ladrão, que inverno quente tem a gente como agente neste inferno, que vida insossa, mas não quando se sonha com um amor vívido vivido, mesmo que perdido, assim vale a vida nesse lastimoso vale amoroso.

Sem querer blasfemar, me assunto neste assunto e pergunto: Será que o Criador também passa por desagradável processo? Ou tem criado esse planeta perneta somente aos seus queridos filhos manietados manetas, pra ficar bem esquisito e pleonástico nesse elástico planeta e sem sentido do verbo aqui verbalizado na escrita?

Perdão pela minha total ignorância da qual nada sei, portanto, tomo a liberdade de contestar outra vez contra o que nada sei realmente, qual mentira se impregna em minha mente. Tal desconfiança me afiança de que nada sei nem mesmo da minha própria ignorância, quiçá, lucidez.

Sinto-me objeto de um enorme e pequeno laboratório; diante de tantas estrelas desabitadas ante esse universo o qual penso ver.

Neste exato momento vejo mais uma estrela cadente.

De repente me vejo sorridente sem meus mordentes.

Apesar da confusão aparente, tento ser transparente.

Apesar do meu reclame, apenas ame, mesmo sem saber o porquê, vale a pena dizer!

Tenha certeza dessa realeza, pois, se amar será feliz até nessa vida de estranha pobreza!

jbcampos

Universo dos livros




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amantes do amor

amantes do amor

sidarta, o iluminado gautama, deixando o seu principado de lado,

o poder, a glória simplória, sua luxuosa cama, alcova alada,

quiçá, a  luxúria ao longe da manchúria, povoado  aliado

de antes, porém, hoje muito valorizado e industrializado.

conquanto, fora, e  o é venerado da índia aos emirados.

confúcio, sábio chinês,  lá atrás iniciou a trazer sua paz

iluminado,  guiado, soube bem o que fez, sendo assaz

qual maomé em sua meca, após jesus tê-lo  influenciado.

nesses interregnos,  houve a paz; e houve  a espada atrás.

trocou-se o fêz pelo fez, outra vez, talvez sem saber o que fez.

há milênios criou-se a era axial, formação do eixo astral.

energias aos  humanos, chakras coronarianos. meridiano

frontal onde entra a sabedoria. amins andarilham há anos

pelas pontas dos pés.  iluminados astros extrassensoriais

e porque  não dizer: à francisco cândido xavier. à  mulher

pode-se  considerar a calcutá  na  realeza  de mãe tereza.

à  doce  dulce a confirmar a nossa amada pátria nacional

do carnaval, e da alegria normal, afora a dolorida tristeza.

dessa  desnatural  realeza a  governar  favela  e pobreza.

tristeza, beleza, safadeza, franqueza, apesar da alegria

no largo sorriso infantil do belo filho do político imbecil.

platão, livre e sem patrão; donde gerou toda a  tradição,

com sócrates, contundentes a questionarem a verdade.

jeová, god, javé,  brahman, shiva e infinitas deidades.

até pantocrator faz parte do trato

afinal quem dá as ordens de fato?

apenas ame o resto que resplandece, se me parece,

tertúlia  flácida para adormecer vacum. haja vista as

guerras infanticidas a manchar as nossas vidas idas.

neste caldeirão sobrou um caldo chamado: AMOR!

o CAPS LOCK ainda funciona,

apenas não o uso por abuso.

somos demasiadamente

humanos, “nietzsche”.


jbcampos

ame se for capaz!

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Godofredo

Godofredo

Hoje levanto mais cedo, porém, no além

ouço o apito do trem, após minha profunda

meditação, cultivo de minha juventude a qual

atribuo minha feliz saúde. Um prazer profundo

a me fazer viajar aos confins do mundo, cujo

relaxamento me induz ao pacífico refúgio,

relicário a produzir equilíbrio estranho,

neste particular santuário arrebanho

meu mais rico relicário, e redundante

passo por mais um otário, que se dane

a pane dessa vida se me acharem estranho.

Enquanto, por mim passa rebolando Godofredo.

Tomo meu café matinal, costumeira obrigação.

No alpendre, de cadeira contemplo a vegetação.

A velha cordilheira quer me acenar com suas mãos.

Coisa corriqueira  de todos os dias em dias de clarão.

Há muito tenho permissão e sua companhia por missão.

Acompanha-me dona Solidão, adoro este meu velho amor

sou amorgado viúvo desimpedido. Os filhos saíram, os netos

também, e pra tudo digo amém, porém, o verde Godofredo não.

Esse cara falta pouco pra torcer pro Palmeiras, a cor ele já a tem;

Godo é muito louco, meu irmão, e nessas horas ele se manifesta

pra sua particular festa, graças a uma fresta a qual carpintejei

com pressa para agradar essa verdadeira visão, adiantei

essa feitura sobre uma leve rachadura no rodapé

da porta de minha cozinha; onde tomo meu café.

O silêncio é sepulcral, nem meu companheiro no canil ladra,

silêncio total por ordem presencial de minha amada: Solidão.

Macio o gato no cio, tampouco, dá seu mio cabal de coração.

Meus pensamentos voam ao relento,  à brisa  no firmamento,

porém, lá do além a mim vem um alento de preciosa espada.

Alguém santificado a me mandar seu recado de amor-irmão:

Dê dois ovos ao Godofredo, simples assim!

Godofredo, meu teiú de estimação.

jbcampos

Alimento d'alma

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encabulado

encabulado

aos dez, e aos onze me perguntei

donde ressurgi desta vez, não sei.

realmente, mais uma vez; não sei.

alegre, triste, feliz, infeliz pelas coisas que fiz

e por aquelas que não fiz, encabulado quis

fazer-me interrogado com o xis deste quiz.

incansavelmente pergunto à minha mente:

quem criou esta semente, antigamente?

já fui jovem sorridente de alvos dentes

contentes, porém, o tempo foi além,

deixando as lembranças cadentes,

de velhas estrelas, simplesmente.

aprisionado no meu ego, egocentrado,

continuo há muito tempo encabulado.

revendo no presente o meu passado,

encabulado deste lado, enjaulado.

meu ser desconhecido de mim

mesmo, ainda andando ao léu

em busca de um céu nublado,

quiçá, para descansar ao lado

dum espírito do além recuperado

com gosto de torresmo, atoleimado.

Afinal quem sou eu?

jbcampos

Mundo dos livros

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viagem ao centro do ego

viagem ao centro do ego

é no atinar da reflexão
que a imaginação vai vagar
despojada de ação,
tecendo a sua ilusão.

o sonho de frustração 
vive agora na memória 
de mais um peão... 
ninguém vai além 
da sua imaginação. 
joão ninguém: 
ninguém é de ninguem... 
vai dizer isso a josé, 
quiçá, ache que dá pé. 
cuidado com o pontapé 
daquele zé mané, 
que sempre pensa 
ser o quê não é...

viver, apenas viver 
uma vida serena, 
ao sereno de serenata 
plena ao eclodir duma paixão 
morena nessa velha arena.

simples, simplória vida 
que deixa a alegria 
refletida numa tarde fria 
com ideias intrometidas. 
espraiando pela areia quente, 
despojando à velha serpente. 
ser pente de cabelo duro 
haja dente, haja dente 
que se arrebente...

pensar é dom divino. 
a palavra que mata
o grossário do grosso
provoca o destroço
no coração sensível.
a arrogância é a ânsia
anciã de se firmar
na frustração cabal.
provoca grande mal
e mata o seu irmão
pela fala altiva
da ignorância passiva.
há o doutor com petulância
a espezinhar o ouvinte nobre.
há o rico-pobre a pisar 
no pobre-nobre.

o feijão cria de tudo,
até o sobretudo
da empáfia humana.

jbcampos

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Caminho do Meio

Caminho do meio

Irmão; não fique alheio,

eis o caminho do meio.

Pratique a meditação.

Equilíbrio em ação,

jamais foi religião.

Apenas inspiração.

Liberação, liberação.

Para a  auto liberdade

não  se  tem carência

de idade, tampouco,

vistosa aparência.

Aquele senhor

de brancas

barbas

nada

tem

com

isso

não.

Não somos seu joguete,

tampouco, marionetes

ao  léu  da  eternidade.

Meditação não é prisão

é  libertação  meu  irmão.

Somente pode-se ser livre-contente

habitando livremente a consciente mente

a qual deve enxergar a verdade de verdade

transparente, liberdade, liberdade.

jbcampos

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O Pensador

O Pensador 

Gabriel é o cara!

Esse é o cara de fala cara.
Com cara de barbicha rara,
atacando à bala de Carrara.
Imbecis de máscaras-taras.
Deixam-me "puto da cara".
Esse cara com sua fala
corta fundo à navalha
a falta de vergonha
desses canalhas.

Com certeza sua navalha repleta de esperteza
corta apenas zumbis dessa nojenta realeza.
Os quais a nós nos causam tantos ais,
mortes, amarguras, tristezas
e tantos mais
dessa natureza.

É o Pensador suando sangue
em suador exangue.

É uma pena caro Gabriel,
que se volteie ao léu.

Pra essa corja se dá um adjetivo:
"Consciência Cauterizada"!
Pobres, podres, coitados
quais se acham eternos.
Além de cegos são burros.

Fazer o quê, né?

jbcampos

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O terreno de Tonico

Tonico, um homem simples que venceu na vida como comerciante, após trabalhar 18 anos a um senhor judeu que havia fugido da Polônia pela perseguição nazista. Com esse polonês aprendeu a lidar com o público, tornando-se um filósofo da vida. Após esse período pediu demissão de suas funções no comércio moveleiro de Isaac e abriu o seu próprio negócio, sendo bem-sucedido ao longo de alguns anos.

Tendo comprado um terreno de 1000m2 para fazer uma pequena chácara para seus fins de semanas, posto morar no próprio prédio de sua loja de móveis no centro de uma cidade do interior paulista. Sua família era formada pela esposa e mais 3 filhos.

Num certo dia um vizinho do seu terreno, dá-lhe uma notícia de que alguém está mudando a cerca de seu terreno.

Sábia atitude

Tonico, muito sutil passa a mão numa enxada e vai capinar o terreno, era hora do almoço. Chegando ao local, realmente notou que alguém havia mexido nos palanques e nos arames farpados.

Tonico, como se nada tivesse acontecido, começa a sua capina.

Após o horário do almoço, encosta uma camioneta importada e desce um cidadão com seus dois companheiros e ao verificar que Tonico está distraidamente carpindo o seu terreno chama-lhe a atenção:

— Boa tarde, Senhor!

— Boa tarde, Tonico ao seu dispor.

— Eu me chamo Bosch, muito prazer…

— O prazer é todo meu…

Aquele magnata, empresário todo poderoso, o qual Tonico já deduziu quem era, pois, estava montando uma de suas fábricas na região.

— Meu senhor estou mudando a divisa de nossas terras e o senhor não se manifesta?

— Notei realmente que a cerca está caída e os seus companheiros estão a mudá-la, portanto, invadindo o nosso lado de cá.

Continua Tonico:

— Peço ao cavalheiro que atente aos meus cabelos brancos e, que a mim me resta muito pouco tempo nesta existência, e não vou-me indispor com o nobre vizinho por alguns metros tirados dos meus 1000m2 para incorporar à sua fazenda, doutor. Nesta altura do campeonato, logo necessitarei apenas de alguns centímetros de terra por pouco tempo, pois, me tornarei apenas pó.

Imediatamente, Dr. Bosch, pede aos seus dois funcionários que retornem aquela cerca ao seu antigo lugar.

Humildemente agradece a Tonico pela sua lição de vida, retirando-se do local.

Dr. Bosch vai comentar o acontecido com um de seus diretores de sua nova fábrica e ao relatar o acontecido, tem uma enorme surpresa.

— Caro Bosch, aquele seu vizinho de cabelos brancos é o meu amado pai.

Jbcampos

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Somente o aprendizado se eterniza

Estive pensando profundamente nos fundamentos da existência, uns nascem, enquanto, outros se extasiam, uns choram e outros riem. Assim a vida e trazida e varrida sem o menor constrangimento.

Lamento a minha falta de entendimento. A natureza apresenta sua fria realeza, na realidade nua e crua de sua própria natureza. Sua beleza em sua fortaleza não anuncia o norte da morte, apenas cria dissolvendo a sorte. Nessa minha ignorância, tento; apalpando o intento compreendê-la em minha ânsia azia, azulada pelo beneplácito de generoso dia. Porém, somente faço ensacar o vento do meu arreliento e arredio pensamento. Ao levantar a taça do lado do firmamento ensaco fumaça também, do cachimbo de algum ser que acha graça ao gozar do padecer cinzento afetado por alguma desgraça. O pleonasmo traz o azo da mais pura fantasia em um arraso de anunciar atraso. As controvérsias arrasam na fria dicotomia. Nasci a ouvir um farfalhar de quente inverno e de aguardente fria de trincar os dentes nessa vida de agonia. Realmente não dá para se fazer transparente, mormente quando o parente é o paciente que mente na inocência de herdeiro derradeiro a se fazer de primeiro.

Mais ou menos assim é o mistério da existência, de transparente intransparência a nos obrigar a ficar contente.

Porém, percebo que somente o saber perdura a eternidade consciente. Como o sonhar permanente, tão contundente como se fora o próprio viver da gente.

Como pode uma filha matar o próprio pai, sem o menor arrependimento, quiçá, a mãe em aflito sofrimento ao emanar cheiro de chiqueiro repleto de bodes e ali mesmo fazer sexo com seu companheiro?

Genocídios de nações contra nações, sem noções, assim sempre foi a vida humana de desumanos líderes que cauterizam a mente anuviadas de tantos ao fazerem suas matanças em ociosas pregações religiosas.

Sou mais um velho encalhado, já encarquilhado de tanto estudar o comportamento de meus irmãos desajustados com o apoio da natureza ao lado e eu neles mesclado para pegar o meu atestado. Afinal, atestado de que se meu futuro em apuro não sei antever?

Sem hipocrisia vejo o leão estraçalhar uma bela gazela sem a menor preocupação em seu coração humano, ou ao riso de hiena a devorá-la ainda viva, sem o apoio da querida morte a amenizar o sangrar de sua sorte.

Nunca pude entender o padecer da vida, porém, pela minha franca ignorância ela avança a defrontar a morte com quem fez aliança.

Parece-me que ninguém entende vintém do que significa essa existência, e vão me tachar de negativista, porém, enxergo a verdade da minha vista. Não quero cometer a hipocrisia de mentir à minha mente com grande mentira que a mim me atira no ilusório frenesi dessa mentira.

A ignorância muito me ajuda nessa jornada, à cego andejo por essa estrada na esperança de um dia entender o motivo sério desse meu viver. Creia, meu companheiro, aprender sem querer, eureca é o melhor saber sem sentir o bater na peteca.

Contudo, acho que após o sobretudo encontrarei com a felicidade, que deve ser tão inocente como minha ignorância,

Amar, somente amar, é o caminho que limita um pouco essas agruras.

Crer no bem traz a paz que satisfaz essa vida de mentiras, de enganos e desenganos.

Tudo se acaba com a morte macabra, mas o aprendizado fica marcado no volátil ser da gente.

É do nada sempre presente que se deve presentear com tal presente.

Seja apenas feliz, e já será um eminente sábio ausente.

O saber às vezes é ficar quieto.

jbcampos

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Tem dia

 

Tem dia que se inicia com o tédio da melancolia qual redundância entedia desde a infância, porém, indo além, existe um remédio que muito remedia, receitado pela médica do dia a dia. Doutora Musa, que muito abusa dessa receita sem contraindicação, já que faz uso do laboratório palpitante e decantado, chamado: Coração. Às vezes a Medusa fica inclusa nessa situação, a qual cobra com suas cobras a subserviente mente, criando em segredo iminente medo de suas vis serpentes ao traçar de toda obra. De repente ressurge a Musa contente e sorridente espantando essas víboras maldizentes e perigosas. Como age o Amor, antigo protetor invisível e indizível de qualquer dor. Sempre aparece contente, sorrindo com alvos dentes com sorriso de ardor incandescente.

Tem dia que a gente parece ter reaparecido num paraíso distraído e para isso há de se conservar o juízo de meros mortais em busca do verdadeiro céu, já que foi isso que ensinaram ao léu e muito mais.

Cada escola com sua santa estola, quiçá, com criminosa pistola de imposição a prender por falsa esmola a cabeça em velhaca cartola.

Tem dia, que o assédio realmente assedia, colocando a gente numa nua e fria via, mão da mais cruel ilusão, mas pode-se ouvir sem pretensão, uma melodia como a linda canção de Ave Maria, No Morro, do esperto Herivelto e Pery, coisas de pai e filho ao nosso socorro, de Gounod, dos idos de bisavôs, na incomparável voz que somente escala e jamais se cala. Ave, Maria Callas ao se vislumbrar belo dia de amor e sedução, são várias meu amado irmão, do velho alemão Sebastian, dos ítalos Giuseppe Verdi e Giacomo Puccini, todos trazendo-a em sua verve; pacificante canção.

 

Os dias são feitos de altos e baixos.

 

jbcampos

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Mundo de todo mundo

Na palma de sua mão há o mundo de todo o mundo.

É a ficção da fiel realidade que chegou à posteridade e a desnudar com valor tamanha prosperidade.

O mundo digital pode, porém, o mundo continua imundo e pobre em sua vil insanidade.

É o povo que se sacode, pois, jamais pode se alimentar de seu celular nobre. Cuja nobreza vem servir à honesta beleza e; infelizmente ao reino da safadeza.

Para onde fugiu o amor, realidade que explode no sangue, sem a sua original cor à maléfica vida de estupor, sem igual dor exangue? 

Anote no seu “notebook”, fiel amigo infiel, mas não se zangue, pois, lhe prometo; “será bem pior a emenda do que o soneto”...

A maldade tornou-se santa à filosofia do otimista, feito à boçal criança, porém, na verdade realística é bom criar outra lista ao não se ver o sacripanta, enquanto, nada se faz; o mal só se satisfaz e avança nessa doentia lembrança e o mundo perde a paz a qual deveria ser a sua mais santa aliança. 

E nesse sacudir de pança através do ignóbil sorriso, somente pode se dar pelo simplório juízo... 

Quem vai pagar o prejuízo?

Será o Deus do paraíso?

O Senhor do final juízo?

Lúcifer, o anjo de luz ao conduzir a quem seduz?

Quiçá, algum político assaz, escravo de Satanás?
A vida é mais real do que somente a orgia de carnaval, a verdade é doída, porém, vai muito além de uma mera ferida, ela pode anular a vida no além, além da mera partida aquém...
De onde viemos e para onde iremos?

Uma certeza temos: Ao pó voltaremos! 

Ao se meter os pés pelas mãos, ao que ainda soçobrar dessa moderna ação, tornar-se-á robô de sua própria criação!
Não adianta torcer o seu elegante nariz, pois, essa é a sua penariz, quer você goste ou não, meu irmão bondoso ou poltrão, sobrevivente desse chafariz ocioso...

Ao se imiscuir à mentira, receberá pela ira uma tromba de elefante à Pinóquio falante-oneroso... 
A sabedoria é mais simples do que imagina o hodierno filósofo, o religioso antropófago, o cientista egoísta, o político paralítico.

O mundo inteiro não enxerga além do dinheiro, porém, o melhor companheiro está estampado no sorriso duma criança ao florescer duma flor, sem a menor dúvida é o amor em seus infinitos janeiros sobre a corcunda do sábio e decrépito ancião o qual já dobra o cabo da boa esperança! 
O amor encantado sempre esteve sentado ao seu lado, tão singelo, notório que deixa de ser santo oratório ao ajutório de quem deveria ser o mais sábio dos seres simplórios.

Meus companheiros aos singelos desígnios dum Deus verdadeiro, por inteiro e jamais nesse purgatório.


Amar é conseguir ver o nada, é apenas amar e mais nada.

O FANTÁSTICO MUNDO DOS SONHOS

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Você & Solidão

Meu amigo, minha amiga, meu irmão, pensem um pouco comigo: Vamos limitar o medo e ser amigo da Solidão. A liberdade não tem idade, dos dezessete aos cento e sete um pensamento nos arremete ao centro dum furacão: O medo é o maior arremedo da solidão. Sejamos amigo do medo, pois, mostra em segredo o perigo eminente sempre à frente da gente. Porém, a nós nos convêm entender os meandros da lida na vida e sua maior distração, a sofreguidão.

É sempre o medo meu irmão do coração. O medo de viver a quietude na antiga juventude, morte, vida, sorte doentia, pia, pão, leite, leito, noite, dia, entrada, saúde, ataúde, contudo, a melhor saída é a ida da mente à plenitude da solidão.

Por que temer a solidão? Pois, sem ela fica impossível a santa meditação. Aquietar a mente, afrouxar o espírito, entrando na mais profunda solidão, aqui convém esclarecer um pouco além, não há como se evoluir se o medo persistir, e inerte não se reagir a essa funesta situação tolhedora da evolução.

A grande alegria de viver encontra-se dentro de cada ser que quer ser um ser em evolução, na redundância se deve agradecer ao reconhecer o estado nirvânico do bem viver. E para tal acontecido acontecer, há de se resolver com a solidão na contramão de si próprio e; convencer para vencer com fausta imaginação.

Você, tão jovem ainda, tal qual pretensão deste ancião ao se meter a lhe ensinar mais uma jovem trajetória duma antiga história que a ele lha foi tão jovem menina. Ainda tenho medo, porém, já senti a coragem de soslaio como meu antigo aio ao me mostrar parco segredo.

Toda essa baboseira, pra não falar mais besteira, somente na ânsia anciã afirmo-lhe então: Não tenha mais medo da solidão, pois, ela lhe é fiel companheira, minha querida irmã, meu amado irmão. Então, estanque, abra essa bendita torneira.

“Antes só do que mal acompanhado”.

Por isso dê-me seu apoio, ficando ao meu longínquo lado.

Muito obrigado.

jbcampos

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Abraço que cura

O simples ato de abraçar pode reduzir a dor forjada pelo mau pensar.

Na sarjeta da vida pode se encontrar o exegeta do amar.

O verbo amar é muito enganoso, posto, imprimir a sabedoria do verbo desvencilhar.

Somente pode amar aquele se despe de si mesmo.

No vicejar do velho olhar apenas, pode-se antenar no prazer de curar pelo amor do sincero abraço como traço de conjugar a si mesmo.

Não se trata do verbo libidinoso, para o qual tem a hora, porém, agora é o abraço do amor-perfeito sem o racismo criminoso.

Ah… Você, preconceituoso, veja a sua vida efêmera que por um fio a morte lhe cause calafrio.

Abrace seu filho, sua esposa, seu amigo, e até o seu inimigo, mesmo que em pensamento sincero e sem lamento, deixando o orgulho, e o medo da frustração, aliás, será que não é você que está necessitando desse abraço amorável?

O abraço sincero, amorável, é cura da humanidade, porque nele se encontra toda a verdade do próprio e verdadeiro amor.

Não tenha medo, abrace a todos com amor, e a sua energia será mais forte para protegê-lo e ajudá-lo na sua cura psicossomática.

Pode crer.

jbcampos

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Tô nem aí, meu...

Sussurros do além. Bem aqui dentro de mim ouço alguém do além a falar e escrever também, pode crer, é a musa intrusa a dizer aquilo que não sei, porém, ela abusa. Primeiro, aprendo por derradeiro; para depois ir ao meu companheiro, Ai de mim se não cumprir com a missão de escrever sem antever os resultados mensurados por esse ser dentro de mim. O mistério continua o tempo inteiro apesar de ser sempre o derradeiro. “Os primeiros serão os derradeiros e os derradeiros serão os primeiros”. Assim falou O Princípio e o Fim, nos dias do Calvário, Alfa e Ômega. Agregando um canto gregoriano ao passar dos anos, produção de otário num canto da vida. Cena mórbida havida qual nos atinge há milênios, macabro cenário a macular nossa ferida, porém, nada se sabe de nada aquém nem além dum palmo adiante do nariz. Então brada o derradeiro: É assim, não sou eu que quis, também não fiz. Muitos livros atuais e antigos, eclesiásticos, infonéticos, cibernéticos, atléticos, paraplégicos, escolas e mais colégios, colegiados todos no planeta perneta, concreto e vergel ao léu repleto de tédio. Diz-se saber ao saborear a sabedoria, que ignominiosa porcaria. Todos continuamos mortais, ponto. Desde que o mundo é mundo imundo. Saber; criar e matar a própria crianção, e aqui não escapa, jovem, criança, ancião, tampouco, o irmão, é o saber poderoso do homem lobisomem, vampirizando em tempo integral o seu próprio sangue ao amar o próximo como se ama a si mesmo a caminho do matadouro, desdouro do mal desta criação. Não são palavras negativas, não. É apenas a verdade nua e crua, creia, é verdade inteira, não é besteira, não é meia, conclua. Só há uma maneira de sair com sorte deste corredor da morte, é moldar a mente a viver morrendo eternamente, com a mente inteiramente no atual presente. Redundando o paradoxo no eterno presente. É assim que fiz, tentando ser feliz.

E para alisar o meu ego posso até dizer que a vida é boa e que moro no paraíso, onde não existe o julgamento, tampouco, o juízo de qualquer pessoa. Isso é ruim, é assim que soa. Vou assoar o nariz, como o bom sino soa ao retinir minha retina auricular nessa vida boa dentro do meu lar.

Ou me achar residente na Câmara dos Deputados, quiçá, no paradisíaco Senado, conquanto, haja a minha consciência queimado para me achar sossegado.

Na realidade me acho ignóbil e esnobe coitado.

E que se lasque; se estiver errado.

Para rimar, que a concordância tome a ambulância.

Se acaso, quem sabe, algum sábio queira atirar a primeira pedra, aqui não há sabedoria nem ignorância que medre.

Avance, descanse esse braço e essa pedra lance.

Depois de Javé ter mandado O seu Filho ao holocausto do Calvário, me vejo: Pleno Otário!

Tô nem aí, meu…

jbcampos

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Holografando sobre nuvem

Sem saber donde surjo, sinto-me esvoaçante sobre as asas da Gaia, voo etéreo, e alguém me avisa:

– Diz ai meu companheiro, trouxe aquela trouxa de dinheiro, ou vai dar uma de trouxa?

Sem saber do meu real paradeiro, replico:

– Que dinheiro?

Se quer ter bom abrigo vai precisar de muito dinheiro, meu amigo.

Bem, me parece que estou no paraíso, porém, vem alguém a treler comigo, a me propor enorme valor, até parece que estou no meu país donde, com certeza vim, sem saber se estou vivo, ou já morri, parecendo brincadeira, então começo a rir de mim, ao recordar-me do Éden, onde existia uma serpente que insistia em deturpar a minha mente e a me dar repelente tédio, qual não cri. Já vi esse filme, onde o paraíso mudava de ISO em linguagem de qualidade qual se prima em matéria prima. Paraíso com diabólica serpente, de repente a gente fica indeciso.

Só pode ser um simples devaneio o qual me põe alheio e de joelhos!

Abre-se um portal na minha frente, quiçá, fruto de minha demente mente, e alguém ressurge sorridente, com sorriso maledicente.

-Se estiver interessado em sair desse relento, veja bem aquilo que mais lhe convém, essa calmaria flutuante logo transformar-se-á numa ventania delirante. Ao firmar o meu olhar vejo o tal a falar sorrateiramente mal, seu português é ruim pra dedéu, enfim desconfio estar muito além do céu. É um daqueles políticos que continua a exercer sua “nobre” profissão de meter a mão na gente de montão.

Penso na vida da qual nada entendo. Dói-me a barriga e vou procurar uma privada; privada até de mim mesmo, porém, quando chego ali, me surpreendo, tem muito imposto a mim me imposto. Parece que chega o momento de enorme contratempo: Já existe imposto para pensar, até para rezar em pé.

Apercebi-me estar holografando pela tela do meu computador.

Seria algum vírus desconhecido tido a minha mente tecnológica atingida?

Esvaziar a mente, é o melhor negócio, esvazie-a se for capaz, somente tome cuidado com aqueles vírus irados, meu velho rapaz…

O planeta Terra está mudando radicalmente ultimamente.

Vou tentar noutro lugar, até porque, a nuvem está muito perto daqui.

jbcampos

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Momento de postar

Momento para postar

Pode apostar que posto a qualquer hora,

pode ser agora ou com imensa demora.

O tempo pode ser o antigo contratempo

do verdadeiro mensageiro que o faz por

amor sem cair na vil armadilha do louvor.

A mensagem poética ao levar o exemplo

de boa intenção nunca está na contramão

da gloriosa e boa ação, salve essa emoção

na  configuração do  seu  amado  coração.

Se a mensagem ajudar somente um ser

já serei abençoado por ter sido achado

num universo  ainda  pouco  explorado.

O meu padecer é  não poder escrever,

sem desejar saber, o que foi acurado.

Leitor amado, desejo com desvelo

esticar esse amorável novelo

com zelo cumpridor

de dissipar sua dor.

Escrevo ao relento do tempo, espargido

ao vento, pouco  importa o alvo atingido,

apenas quero cumprir o maior mandamento,

escrever  com  sentimento de amor cumprido.

Esse é o verdadeiro sentido do escritor atrevido.

Quanto ao tempo de postar um texto

detesto  ter  de falar com pretexto

de justificar  que  não  escrevo

para agradar, somente para

alegrar coração contrito.

É nisso que insisto:

Mensagem tem

destino  além

do entender

do escritor

também.

Escrever é como amar,

é apenas se doar.

jbcampos

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Que esbórnia é essa?

que mundo é esse onde existem muitos ainda a perecer?

quantas crianças famintas ou  famélicas por  comidas distintas.

embora, na minha potência já há muito extinta, fica o meu parecer

de que o homem realmente nasceu para destruir o que fez crescer!

sinto-me  acovardado por nada poder fazer, embora, de  homem fardado

neste exército de hipócritas não passo de mais um idiota aqui pra escrever.

mortes e assassinatos todos os dias desde que o mundo é mundo  enfadado.

nem sei se posso aqui reclamar a situação humana num plano de efervescer.

a morte parece vingar a todos os seres colocando-os no mesmo pedestal

pó e poeira pútrida para onde todos vão se encontrar  com  suas  empáfias.

é o  pódio da morte  desses pobres mortais embrulhados em velhos jornais.

políticos paralíticos roubam demais e já nos estertores de seus carnavais.

enchafurdados nos seus próprios pecados voltam-se aos seus vômitos

a devorá-los como porcos na pocilga de engorda de algum satanás.

ou você acha mesmo que, tudo vai ficar por isso mesmo,

pois, o fruto da árvore que for plantada será colhido!

Gálatas: 6

7: Não vos enganeis; Deus não se deixa escarnecer;

Pois, tudo o que o homem semear, isso também ceifará.

com gálatas ou com malas cheias de grana

esses  hipócritas  chafurdarão  na  lama.

em suas  bravatas  serão sufocados

com suas gravatas de pecados.

oh… monetários otários!

que o Divino se apiede de vocês?

nunca viram dinheiro, não?

jbcampos

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Acalanto

Chamo-me Acalanto, venho a este mundo ferrenho a exemplo de tão falado engenho, maquinado sobre o lenho pelo qual foi lanhado O mais sagrado. Triturado pelos dentes do maligno engenhado, apesar de seu desígnio ser de suportar o sistema de outrora. Venho agora enxugar o seu pranto. Ao prantear ouça a voz do meu suave canto, porém, vou além, jamais o ouça errado, creia, estarei sempre ao seu lado, amém.

Sou antigo, sou amado, eterno, presente etéreo, futuro carregado de mistério alado.

Ah… Sei que o seu caso é sério.

Porém, minha veleidade por ser eterna, não tem idade. Desculpe-me ser tão sincero com redundante arrazoado, a mim não me falta capacidade. Quem me enviou é o dono da verdade.

Venho a mando do Criador, sinônimo de Amor. Entenda, modestamente sou maior que a sua tenda, você, sua família, seu carro raro, sua fazenda, seu casebre, sua febre, sua desavença, sua doença, seu mundo, seu vizinho, pois, jamais estarão sozinhos. O dono da criação me faz morar no profundo do seu coração. Fui o primeiro que aprendeu a amá-lo antes que eu.

Atendo os de boa vontade, sou onipresente, e por você ser devotado, dou-lhe um conselho: Não ande com qualquer companheiro a peso de dinheiro, não ande com derrotado, pois, será errante bastante o tempo inteiro.

Sou o velho verbo, poetando sua lida em sua vida, arribando acima de toda rima. Alegrando no gerúndio no afiar da própria língua. Deixe a vingança, peça ajuda à minha amiga Esperança, pois, ao fazer sincera aliança com a Fé, começará a entender quem você é; linda flor florescida no jardim do amor, e eu, Acalanto, o destruidor da sua dor.

Quando veio a esta vida oriundo de outra vida, foi grande competidor, quantos semelhantes correndo a corrida da vida venceu, já se esqueceu? Agora no corredor desta vida é sabedor do seu forte valor.

E agora José? Como diria Carlos, já é sabedor de quem você é...

O Teu Pranto

Ao chorares o teu pranto

Sintas o sol da alegria

Velando o teu dia.

Eis o Acalanto.

Cantes alegre

O teu canto,

Pois, vida

É encanto,

É poesia.

jbcampos

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