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cruzeiro real

cruzeiro real

o cruzeiro já foi o nosso dinheiro;

o desespero, o lenho do madeiro.

em quarenta e seis nasceu comigo

agora serve pra correr mundo afora.

real cruzeiro é o nosso dinheiro indo

embora, fazendo cruzeiro lá fora

literalmente  nos dizendo adeus!

cruzeiro real sentimento ambíguo.

ultimamente tem  sumido sem demora,

pelos  polidos  políticos  que nos devoram

mas  duvido  que  retorne   do  estrangeiro

como se fora um verdadeiro e antigo amigo.

realmente o cruzeiro real é o fator do mal,

mal-administrado, porém, bem roubado.

aí vem me dizer que não sou patriota,

sim,  sou um  apolítico  marmota

a pagar altos salários a essa

corja de  ordinários, idiotas.

falando  sério: é bom que

se diga: esse despautério

por  nós vivido advém lá

do império mal resolvido.

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pensam ser espertos esses janotas

“de meia pataca” os quais já roubaram

nossas  patacas,  sórdidas jararacas,

não passam de idiotas borra-botas.

ladrões de merendas escolares,

de  remédios  de terminais.

como pode tanta imbecilidade

para ostentarem pobres vaidades.

os  seus  fins chegarão, como  todos

os dias se vêem os “ imortais”  morrerem

como  todos morrerão e o seus  amontoados

de infortúnios por aqui  sempre ficarão aterrados

porque são  terrenos como toda matéria enganosa.

os salários desses calhordas não servem pra nada.

eles  os  gastam  simplesmente,  desvairadamente.

e suas índoles do mal, suas mentes suavemente

a lhes enganarem, pois, o pouco com Deus

é muito, e esses porcos com muito

que de nada lhes servirão.

marítimo dos reais encruzeirados.

real o cruzeiro de antigamente, semente,

mentira que sempre mente à mente da gente,

ledo engano, valor profano da miséria do povo

qual se vê perdido de novo, infelizmente crente  

cruzeiro  marítimo com muitos cruzeiros

fora da algibeira, enquanto o nobre  sobre

sobre o sofrimento pobre do pobre  homem,

ridículos políticos a se envaidecerem altaneiros,

sorridentes, ignaros chafurdados em seus chiqueiros.

vote se for capaz!

jbcampos

Saiba mais…

amantes

amantes do amor

sidarta o iluminado gautama, deixando o seu principado de lado,

o poder, a glória  simplória, sua luxuosa cama, alcova alada,

quiçá, a  luxúria ao  longe da  manchúria, povoado aliado

de antes, porém, hoje muito valorizado e industrializado.

conquanto, fora, e o é venerado da índia aos emirados.

confúcio sábio  chinês, lá atrás iniciou a trazer sua paz,

iluminado,  guiado, soube  bem o que fez, sendo assaz

qual maomé em sua meca após  jesus tê-lo influenciado.

nesses interregnos,  houve a paz; e houve  a espada atrás.

trocou-se o fêz pelo fez, outra vez, talvez sem saber o que fez.

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há milênios criou-se a era axial, formação do eixo astral.

energias aos  humanos, chakras coronarianos. meridiano

frontal onde entra a sabedoria. amins andarilham há anos

pelas pontas dos pés.  iluminados astros extrassensoriais

e  porque  não dizer: à  francisco cândido xavier. à  mulher

pode-se  considerar a calcutá  na  realeza de  mãe Tereza.

à  doce  dulce a  confirmar a nossa amada pátria nacional

do carnaval, e da alegria normal, afora a dolorida  tristeza.

dessa  desnatural realeza  a governar  favela e  pobreza.

tristeza, beleza, safadeza, franqueza, apesar da alegria

no largo sorriso infantil do belo filho do político  imbecil.

platão, livre e sem patrão; donde gerou toda a  tradição,

com sócrates, contundentes a questionarem a verdade.

jeová, god,  javé,  brahma, shiva  e  infinitas deidades.

até pantocrator faz parte do trato

afinal quem dá as ordens de fato?

apenas ame; o resto  que resplandece se me parece

tertúlia  flácida  para adormecer vacum. haja vista as

guerras infanticidas a  mancharem  as  nossas  vidas.

neste caldeirão sobrou um caldo chamado: AMOR!

o CAPS LOCK ainda funciona,

apenas não o uso por abuso.

somos demasiadamente

humanos, “nietzsche”.

ame se for capaz!

jbcampos

Saiba mais…

alinhavo

alinhavo de amor

 

nesta vida pela qual alinhavo

cismas, tertúlias e agravos,

à  espera  como escravo,

dando-me à heroico-bravo.

amor-apaixonado, escravidão,

apaixonado-amor, flor em botão.

nessa ilusão,  como amar então?

a mansuetude me invade

em  desesperada  atitude.

o sentimento me expande

ainda que me mexendo,

e nada entendendo,

tampouco, ande.

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o  pensamento  me ilude.

gotejar melífluo e amiúde.

na  trama dessa  entretela

linda  imagem  vem  à  tela.

o  desespero  me  interpela:

sobre  este amor tão grande.

outra vez a paixão me invade.

posso  amar sem  ser  amado,

é o  verso do  verdadeiro  lado.

versejado,  verso   apaixonado.

inverso  dum  amor  atraiçoado.

amor,    sentimento   intrincado.

por  mim,  Ele  foi:   crucificado,

por Ele também  fui  perdoado.

Ele - Amor estão misturados.

aqui   começa   o  alinhavo

pra ficar  bem  costurado.

por ele nasci deste lado.

às  vezes  atormentado

procuro-O   no  escuro,

quiçá, por ele seja achado

enferrujado atrás dum muro

escondido de  algum  apuro.

achado pelo meu pecado,

ai  estarei  bem apurado,

pelas obras assegurado.

vou  amando sem saber

sobre o amor sabedoria,

sem nada dele entender.

saber, como eu gostaria.

 

como sou ignorante...

 

quem pode explicar o amor?

 

Jbcampos

 


Saiba mais…

pingo

pingo

de

amor

poeta, músico por excelência

ao vibrato vocal de sua poesia

na ondulação expressiva  mental

de sua paixão  ideal. a sua poesia

completa sua  real fantasia dia a  dia.

como  o pintor ao tocar com seu pincel

à  arte  formidável  de antanho menestrel.

paz, fé, dignidade, amor o povo diz  em coro

à  Midas, ao vê-lo transformar estanho em ouro.

ao  tocar  à flor, o  poeta exala  o perfume do amor,

fala, vibra, dando  vida reta à natureza  morta do pintor.

seu pincel tange na plangência sonora e cromática da dor

pungente a qual toca o coração de toda a gente, porém, vem

consequentemente a alegria triunfar e sobrepujar ao tomar lugar

da  dor, sempre  ao se ouvir  a  voz do poeta trovador benemerente

neste sínodo, bruxo como a pancada do cinzel do escultor presente,

amaciante  como amorável  juiz ao padecer  do paciente inocente.

neste

badalo

você está

presente,

badalando

sino aqui

vigente.

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poeta você está presente em toda a gente

a rodopiar neste pião ao perder a rima

constantemente.

na etérea simetria matemática, maestro, maestrina, santa mão

de quem segura o cinzel. com  maestria e  performance de mestre,

semelhante à batuta do cientista da palavra de quem lavra com a fala

no  justo tribunal, empunhando  sua espada  sem  ignorar a tertúlia

do  exímio ou do rábula em sua fábula, ou ao punhal do irmão

o qual tornou-se irracional. apenas um imortal em ação

com  seu  bisturi  à mão a livrar o contraventor

da tão velha contravenção, avençando

sempre à memória de referência

sem igual em deferência

à  obra  imortal

do  amor

maior

D

e

u

s

.

para

perder

a  rima

em sua

cisma.

poeta,

pingo

de mel

jbcampos

Saiba mais…

o poder da cura pela poesia

o poder da cura pela poesia

arte poética fundamentada na poesia

saudável à  mente nossa de cada dia.

ao se descobrir ser o todo saudável.

ser o seu próprio pensamento, verá

ser deus a se ver do fiel firmamento.

totalmente  a  todo momento crente.

ser  deus não é pecado assim disse

o  amado Jesus, antes de  ir à cruz.

vós sois deuses  filhos do Altíssimo.

10  de João a quem  impôs sua mão.

é  deus, tudo lhe é possível

até mesmo o  mais incrível.

neste  imperdoável  mundo

imundo,  perdão insaciável.

considere-se  deus  curável.

além de ser cura ao seu irmão

também, assim enseja: o amém!

se  o seu Pai  é dono de tudo

você é nababo ser ao se ver

herdeiro  de todo o saber,

inclusive  da autocura,

antes do amanhecer

pela fé  que em si

se  apura, além

do sobretudo.

tudo pode

ser!

sobre tudo é bom saber

que o amor tudo depura

ser  divinizado  é a cura

após  saber do ato  em

si intercalado. querido

irmão amado não é

preciso estar do

outro lado.

para obter a cura.

sinta-se aqui curado.

qualidade de vida

afinal o que se descobre

na qualidade  de  vida nobre?

bons sentimentos  são  causadores  

do bem-estar humano. a paz é o principal

sentimento a suplantar os maus desenganos,

aos outros sentimentos ao seu bem-estar deve

estar sempre atento. a verdadeira  paz  advém

do espírito  de amor ou de dentro dum musical

instrumento ou na música que se possa tocar

ao  vento. aí  vêm  os   demais  sentimentos:

Alegria, o bem-estar da  família, o trabalho,

o  malho  do dia  a  dia, o bar ou a benta

pia da  sacristia, a padaria, a pradaria,

a boa  saúde, o sossego, o dinheiro

ou qualquer sentimento que venha à miúde.

Pense como paz, a tranquilidade, o sossego

ou estar zen de verdade sem qualquer apego.

observação:

a verdadeira paz somente se

faz sob a égide do amor veraz!

é bom que se entenda que a verdadeira paz está

completamente atrelada aos  bons  sentimentos sem

contendas, principalmente ao amor fraternal, verdadeira

prenda. quem tem entendimento, entenda, e sob ele arme

a sua tenda.

paz e amor.

no prelo o livro:

o poder da cura pela poesia

jbcampos

Saiba mais…

Dom Sucesso Digital

Dom Sucesso

Não sou juiz,

nem a pena que apena;

porém, vou além, na justiça

pretendo ser mais alvo que 

o  branco  giz,  sem  dor,

pois, meu  protetor 

é  o  meu  Pai,

conhecido

por 

A

m

o

r

!

Olá pessoal, eu sou “humildemente”, Dom Sucesso,

venho diretamente do meu reinado, o Best-Seller

"O Sucesso A Cada Segundo", venho do nada,

do tudo, Leste, Oeste, Sul, Velho  Engenho.

do agreste Nordeste, sou muito sortudo.

Apresento-me   com  amor,  porém,

não posso  disfarçar meu valor,

aliás: Amor muito Profundo,

mas, por  não querer ser

o melhor desse velho

mundo não consigo

enganar meu leitor.

“Humildemente”; porque dependo

apenas  do  desejo  de felicidade

de  cada ser humano de verdade.

bem por isso minha tese defendo,

pois, dependo só de sua vontade.

Sou também o imperador invisível do mundo,

já que  meus súditos correm sofregamente

ao  meu  encalço. Sou  etéreo  e  exerço

influência profunda  na mente crente,

então rezo  meu ecumênico  terço

à personalidade de meus súditos,

pode ser o presidente de um país

de primeiro mundo, ou  país infeliz,

sobre   a   humilde   criatura   humana.

“À camaleão hermafrodita”, sou a própria

felicidade!  Habito  o  coração do ser humano

que  se   encontre  no  estado  de  graça.  Ratifico:

Estou no coração alegre, não importando a condição

social de cada um. Portanto, sou de fácil acesso.

Ora  sou mais, ora menos, ora sou parte,

ora  sou  sorte, ora  sou  pleno,

Sou:  Dom Sucesso

filho de Dom

Amor

mor.

m

a

i

o

r

.

Uma  exortação singela:

Não há sucesso belo,

sem O  puro Amor.

O resto é balela

é murcha flor

sem  elo!

Do livro Dom Sucesso Digital

jbcampos

Saiba mais…

relicário

velho relicário

eis o cântaro de encanto,

no  recanto  de meu cântico.

relicário de mais fino alabastro

mais precioso que carrara.

encaro verdadeiro astro

de luz mui brilhante.

cuja mensagem

passo adiante.

em trabalho de fino traço.

onde  todo me embaralho.

é onde agasalho suas cartas

de antanho com olhar tristonho.

às vezes repasso passo a  passo,

seu  perfume, seu ciúme, seu  abraço,

lembrando o tempo desvairado no espaço.

recorda-me  seu sorriso malicioso, seu vestido

vermelho, tingido  pela lenha lanhada lá no fogoso

fogo fumegante, defumado, muito  amado e relutante.

seu  cabelo  repartido, esvoaçado  pelo vento no evento

por mim neste momento imaginado ao olhar o firmamento

de  um lado alado muito além deste tormento, lamento ver

este  lado magoado de  nosso convívio passado, porém,

muito além do que seja o vil vislumbrar dum casamento

eternizado neste  exato momento. não  ligue minha

flor, são  meus velhos pensamentos  a recordar

dulcíssimo amor, porém, ao  que faço digo

amém ao me abraçar a este alabastro,

cântaro como canto de belo pássaro

a conter minha  ilusão qual o tempo

não  apaga  de seu  templário a relíquia

de velho e amenizante cenário qual amante

ama na ilusão de um dia  refletir o flamejante

encontro  em algum canto deste atormentado

coração amante, afeito  pela velhaca sensação.

pois, “sonhar é viver” assim  fala a bela canção.

jbcampos

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Dom Amor

O Reino de Dom Sucesso

Dom Sucesso tem como assessor

o valoroso senhor: Dom Amor.

Sua modéstia é tamanha

fazendo-se passar

por   principe,

na realidade 

Rei  dos Reis,

mais respeitado

até pelas entranhas.

O Ser  de maior  idade

Qual dispensa toda vaidade.

Ele  é conhecido  por outro lado

como o mais venerado: “Incondicional”

por  ser o verdadeiro Espírito Consolador.

É o assessor que equilibra o nosso reinado

em toda a sua plenitude. É o mais humilde

e  sábio  de todos,  embora, não  goste

de  ser visto  assim. Sem Ele,

Dom Sucesso jamais

seria verdadeiro.

Tudo passará

por   inteiro,

mas  Amor

verdadeiro:

Incondicional

ficará presente

no nosso reinado.

Diz  Dom Sucesso:

Nossa família imperial

tem  esse  Amor  destacado,

com certeza é o príncipe encantado

é de valor sem igual, posto que sejamos

generosos e orgulhosos  amigos dos  demais

componentes desse nosso reinado, divinizados!

Dona  União  faz a  Força no ato de ser parceira

como  bem  pronunciou o sábio  apóstolo Paulo:

Amor, vínculo  da  perfeição,  Dona  Felicidade,

conclusão dessa feliz união, nossa  herdade.  

Dom Sucesso: não  posso existir sem Ele,

sem  Ele nada sou, já que Amor é Deus.

Posso elogiá-lo à vontade e Ele jamais

se inchará, não é cabotino nem jactancioso,

é  perfeito,  por esses motivos classifiquei-O em primeiro

da lista, embora, Ele não faça a menor acepção de seus irmãos

aqui relacionados. O Amor é a força motriz onisciente e onipresente,

que acompanha todos meus assessores sem necessitar de conquistas,

nem de favores. Assessor por amor, na realidade: Nosso Professor.

mãe também é amor divino.

mãe

 

u

m

dia

surgi

por aqui

chorando,

era  o  meu

primeiro  ano.

em seus  braços

aportei sem saber

o porquê, hoje após

tantos  anos começo

a  entender  que Deus

em seu  glorioso  plano

me   presenteou   você.

deixo-lhe  esta lágrima

como  a mais modesta

gratidão   consagrada

qual  simboliza  você.

é a  heroína da  vida,

por mim  proferida,

mamãe  querida,

quiçá, um  dia

pós-partida

reveja

você.

Do livro:

O REINO DE DOM SUCESSO

jbcampos

Saiba mais…

dedicatória ao sucesso

dedicatória ao sucesso

pretenso profissional de sucesso,

em  poemas, rimas e poesias,

e sem a fobia do dia a dia,

juntos deixaremos

de  cismas,

aplicando

práticas

e teorias,

e tudo que

esteja anexo.

começaremos

pelo largo sorriso,

sem causar espanto nem riso.

são capítulos de pleno nexo.

desejamos vê-lo nas alturas.

com largo sorriso de sucesso!

dedicamos a você essa escritura.

não fique nessa abertura,

terá sucesso com fartura.

tome posse desse latifúndio,

pois dele, já tem a escritura.

conjugando no gerúndio,

criando, fazendo,

sendo, e rindo.

será profissional sincrético,

ou redundantemente eclético.

chegue ao ápice do principal,

Seja gentil e atual!

não seja o tal,

Porém,

de interior,

seja  lindo!

não sendo apoplético

tenha boa leitura

pelo seu

dom

natural.

Do livro:

O sucesso poético a cada segundo

jbcampos

Saiba mais…

O poder da palavra

o poder da palavra

é tão óbvio que a mente humana

recusa-se a pensar sobre o assunto!

a  nós nos  é ensinado desde o tempo passado

de Adão, porém, aprazado  por Noé, veja só como é:

o livro sagrado de qualquer lado que for  recomendado

traz  nele  grafado:  o   poder  da palavra   pensada  é

transformada   em   fé   pelo   coração.  diga

a  essa  montanha  que  saia de sua

entranha, fale  sem  arredar  pé,

porém,  fale  além   da  fé.

assim  ensinou  Jesus,

aquele  da   famosa

e  decantada  cruz,

filho do carpinteiro

José.

preste bem atenção no óbvio:

para que haja a verdade há

de  se  ter  a  convicção

mencionada pela

palavra da criação.

da  mesma forma  pela  qual  se  forma

toda a mentira então. dá-se a impressão

de que o simples falar é algo supérfluo

e  sem  importância  como  se  joga

uma partida de botão,

porém,  pensando  bem,

não é assim não meu irmão.

o terço dessa oração começa

no berço da contravenção.

não faça isso, não;

não faça aquilo,

senão o Bicho

Papão  vem

lhe pegar

pelo pé,

oxalá,

pelo

coração.

assim  fala  o  genitor  ao  filho  de  estimação;

não pensando na plantação  da futura frustração.

o grande dilema está no diadema da comparação

egoísta da falta de entendimento do professor

que  se  firma  por  ignorante  protetor.

o grosso faz destroço,

magoando e abatendo

o frágil coração que até pode transformar-se

em pleno ódio, ou acovardar-se por inteiro.

falando a grosso modo, uma palavra  maldita

sangra a mente humana, formando-o desumano

assassino desalmado.  então é melhor  ficar  calado

do que se responsabilizar pelo certo que esteja errado.

competição inconsciente das mentes entre parentes.

a  palavra cria, a palavra  mata!  pela  palavra

criou-se o nazismo, e muitas  vidas  foram

ceifadas, e pela palavra muitas mentes

são  desviadas   irremediavelmente.

a  palavra  maldita  encontra-se

no mesmo caminho da bendita.

observação enfática: todas as guerras

provêm  das castas religiosas. pela  palavra

a verdade torna-se mentira de verdade na mente

assediada constantemente da maioria que por ironia

é a dona do poder, já que a ela é ensinada que:

o poder emana do povo.

essa é de matar mesmo!

sua mente deve pensar com a alma.

quem tem ouvidos, ouça.

jbcampos

Saiba mais…

meandros da consciência

quando se ouve o pensamento

o maior  tempo da nossa existência

passamos  a  ouvir o  pensamento

e  não  há qualquer impertinência

em  renegá-lo  com  insistência.

e  na maioria das vezes quem

ouve a consciência  do além.

às vezes do mal, ou do bem.

as ouve em prol de alguém.

afinal, somos uma família global!

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bem por isso deve-se meditar

analisando o ato a se praticar.

o melhor caminho está no escaninho

herdado pelo carinho do amor familiar.

o seu domínio é leal

sobre ato banal,

às vezes fatal.

ah... se o homem pudesse

dominá-lo,  mudaria o seu halo

à aura de bondade a qual aquece.

teria o  domínio  do sino ao badalo.

somente a  consciência  enriquece

quando se fala com consciência

de  espiritual  ciência

pela velha obediência

aprendida  com o bem

e muito além do aquém.

o mundo é tão velho com aparência

de escaravelho a chafurdar na excrescência

pútrida de sua antiquíssima e esdrúxula maledicência.

aprenda uma sabedoria: a sua alegria está no seu mundo

interior, e deve dele exteriorizar o verdadeiro amor profundo.

somente assim sentirá a alegria em seus dias neste mundo

e por falar em mundo, venha ao mundo da literatura.

Jbcampos.

Saiba mais…

simbiótica da arte

arquipoética

a

arte

da vida

faz  parte,

arteiro poeta,

a musa arquiteta,

maestrina  dest’arte.

é arte que atura a forma,

o espaço, é  o astro agora,

astrolábio a guiá-la ao norte.

a musa abusa da música

entoando a temática

pela matemática

na simbiótica

da rota.

nota.

fá.

do pensamento ao lábio onomástico do poeta,

destarte, a  arte concreta do arcabouço tônico

na mão do arquiteto biônico na arte histriônica.

faz bem  aos olhos e ao coração arquitetônico

humano qual regala o bom humor estrangeiro,

brasileiro-nipônico, carioca-paulista de brasília

ou de qualquer ilha, que maravilha de  parnaso

a dar aso à asa do voador poeta-trovador, vaso

de flor de odorífico amor, às vezes  atleta jônico.

às vezes desmedido atônito, menestrel, rei irônico.

o tudo, o nada, o prédio, o tédio, a  alegria, a calçada

desregrada e regada, bem aguada, desperdiçada no tédio

do majestático prédio estático, extasiado altaneiro, compacto

brasileiro. arte que edita o seu valor hermafrodita e cosmopolita.

licença poética, social,

apoplética, especial.

cada arte com seu

menestrel

no intervalo

ao tropel cavalo.

bom senso do civil engenheiro

fiel  companheiro  de cálculo

preciso, quiçá, sem cálculo

no órgão renal, ao som do

órgão  pascal, eclesial do

bem e  do mal, o poema

entrelaça o todo da vida,

janela,  lajota, vil janota

de  dar nota  na alegria

do tom  maravilha, filhos

da  musa, poética-poesia

denota qualquer bel heresia.

arte concreta, poesia herética,

fantasia  frenética, fala  eclética,

de cana, feijão cozido ao pimentão,

de cana libertina, liberdade assassina,

de velha jovem cega, menina, rico nobre,

de trabalhador honesto e pobre,

de jóia, de josé descalço, de joão,

se arquiteta o teto de toda  criação,

movimentando-se  pelo chão batido

sob asfalto no alto de seu sobressalto.

às vezes ao falso cadarço ao cadafalso.

o político, ladrão, traficante, nação pobre

nação que sobeja  sobre velhaco ataúde

que ilude a nação mais nobre, porém,

atrás sempre vem o “big bang”

depois do velho trem.

assim se cria o planeta perneta

da costela de eva e doutras

tretas verdes e amarelas

repletas de sequelas.

adão já era

nesta era.

jbcampos

Saiba mais…

O ancião

O velho

Perguntei ao velho,

por que era tão só,

ele simplesmente a

mim me respondeu:

que o era pelo

simples  motivo

de ter envelhecido

ao sonido da nota dó

e;  de  ainda estar vivo

ao  aproximar-se  do  pó.

Portanto, o esquecimento

lhe fora concedido

pela própria

natureza do amor.

humano, por dó maior.

Sem  inculpar  ninguém,

seguia  o  seu caminho

sorrindo sozinho, além,

coberto de flores

e seus espinhos.

Seus sonhos eram plenos de amores

por sobre os espinhos de seus dias

de refinados estertores,

bem além do além.

Onde estariam

seus descendentes?

Fato corriqueiro e recorrente...

Seus amores ocultavam-se

dentre aqueles abrolhos

de flores em seu velho

caminho como se fora

guardado a sete chaves

dentro dum antigo escaninho

poeirento e grave, trancado sem chave.

Às vezes os mais queridos parentes

tornam-se friamente indiferentes.

O tempo é o melhor remédio

a solucionar tais problemas de tédio,

colocando todos na posição horizontal,

onde findarão as orgulhosas vaidades

vislumbradas por velhos diademas

os quais também criaram a feiura

de seu azinhavre sobre o belo cobre

que cobre o que sobre,

sobre o velho pobre .

 

O ouro somente

tem o simplório valor

quando a vida faz alguém admirá-lo

e mais nada de inútil poder-se-á acrescentar

a essa ilusória plateia de panaceia e placebos fúteis.

 

Naquele momento de exílio a porta se abre,

era chegada à hora de fechar o asilo…

 

Grato pela visita pela qual o meu ser todo se agita.

Ao encontrar o meu neto transmita-lhe meu afeto.

À minha nora lha diga que deixarei a fadiga

logo que a mim me chegue a aurora.

Ao meu filho dê-lhe um beijo

mesclado de forte

ensejo.

 

Então, o portal se fecha.

 

jbcampos

Saiba mais…

Consciência queimada

Consciência cauterizada

Essa  doença  vem lá do espírito, além do além.

Deus me perdoe, mas até parece falta  de prece,

prece que preste, ao ouvir anjos dizendo: Amém!

Então me pergunto: Será que existe inferno além?

Não basta Senhor?  Que horroroso horror de palor!

Licença poética? A coisa é mais séria, é falta de amor!

Septuagenário, tomo a liberdade, sem me importar com idade,

desde a  mais tenra infância, despojado de qualquer saudade,

lembro  muito bem  quando meu velho  pai me mostrava

os mesmos políticos psicopáticos, quiçá, degredados

da  velha e pomposa Europa.  Assim me dizia:

Filho querido, não olhe em seus vestidos,

tampouco, seja louco de ser abduzido

por pensamentos insanos desses

seres  hipócritas  e profanos.

E os calhordas com gravatas de corda às bravatas

a lhes enforcarem também, nada sentem em suas

consciências cauterizadas, risos, risadas rasgadas

ao repetirem à papagaios sobre seus podres galhos:

Pagando bem, que perigo tem?

Vil  prazer de fazer  o mal,

coisa  de mau  político,

porém, real. Como pode  o ser ser tão hipócrita

e satânico ao  se dizer santo inocente com frieza

quente ao ser crente em  sua clemente inocência?

Ressurge, bostejando  em suas audiências, refertas

de mentirosas promessas, para  depois, roubar o pão

do famélico irmão, quiçá, roubá-lo até  em suas ofertas,

àquelas de suas quermesses, de  padecimento padece,

crença  que o Poderoso avença, tal tamanha inocência.

Poder  maléfico  a carregá-lo  à mais vil profundeza.

É de dar nojo  nojento de gente  tão doente, nojo

nojento pra ser bem forense. Asco com vômito

sobre seus rachados  cascos pleonásticos.

Cômico, se  não fosse trágico  sobre

o  vômito  miasmático  só pra ser

prático, outra vez pleonástico.

Consciência  cauterizada

donde o seu bode

fede e pode

dar

gargalhadas fétidas

de suas eminentes

palhaçadas

aparentes;

que coisa mais

engraçada

e tétrica!.

Excelentíssimas Excelências,

deidades emporcalhadas,

enxovalhadas de dramas

ao chafurdarem nas lamas.

Objetos de seus próprios dejetos

O povo aplaude após enrolado literalmente

pelas  garras do  sugador polvo  da dor.

Sanguessuga qual suga o exangue

e simples eleitor trabalhador.

O trabalhador não despende de tempo

para pensar no mal, conquanto,

esses malfeitores, atores

do   mal, anunciam

seus desamores,

esbórnias,

bacanais

imorais

amores

até na TV

pra gente

que sente

poder ver.

DEMO=DEMÔNIO

CRACIA=GOVERNO

Quem tem entendimento, entenda.

jbcampos

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Caminho do meio

Centro

Irmão; não fique alheio,
eis o caminho do meio.
Pratique a meditação.
Equilíbrio em ação,
jamais foi religião.
Apenas inspiração.
Liberação, liberação.
Para a auto liberdade
não  se tem  carência
de idade,  tampouco,
vistosa aparência.
Aquele senhor
de brancas
barbas
nada
tem
com
isso
não.
Não somos seu joguete,
tampouco, marionetes
ao  léu  da  eternidade.
Meditação não é prisão
é  libertação  meu  irmão.
Somente pode-se ser livre-contente
habitando livremente a consciente mente
a  qual  deve  enxergar  a  verdade  de verdade
transparente, então que a liberdade de verdade

se apresente sem vaidade, todavia, sorridente.

jbcampos 

Que tal ser feliz apoiado no nada?

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sem assunto

sem assunto

estava assuntando, porém, sem

assunto me assuntei sem

assunto outra vez,

aí me assustei.

que  diabos,

cadê a minha

velha  lucidez?

ao versar o verso

  me vejo ao inverso  

 desse velho universo.

 aparvalhado e reverso.

será  que chegou a hora

agá de  parar de  versejar?

aí se me apresenta a musa,

escusa e me acusa: escrevente

não aprendeu a ser gente ao dizer

um adeus polivalente à maneira crente

aos desentaramelados pensamentos seus?

então para que servem os meus?  deixe a lista

de egoístas permitindo-me  cumprir explícita missão,

dê-me sua mão; e ao  fazê-lo, a musa no seu maior zelo

puxa-me delicadamente a um mundo diferente a mostrar-me

com enorme desvelo um novo desvelar de brilhante e belo novelo,

e sorridente a fantasia do paraíso da poesia, fremindo ao meu ouvido

coisas que jamais a mim havia bem-dizido: ouça o som do amor induzido.

a musa se posta  meio  aflita  e  aposta  que  o  bem-dizido vai ser criticado,

porém, pensando bem, vai muito além, é mais um verbete para aumentar

o espetáculo, tão somente ir ao dicionário e ver o verdadeiro fato

desse falho sacrifício nato, e para entender há de se aprender

a apreender o som do verdadeiro pão d’alma, bastando ver

ao ler e entender ao bom som do bom e nato vernáculo.

abre-se o paraíso, florindo ou se quiser: em flor

se abrindo com odor do mais profundo amor

o qual não existe nesse velho mundo

imundo  eivado de  muita dor,

assim  a sábia  musa foi

dizendo sem recusa

com muito amor!

não se preocupe os seus versos eu digo,

pois, sou a musa a qual lhe conhece

em suas mais profundas preces,

muito além do seu umbigo.

assim lhe agradeço

querido amigo.

vê-se se merece.

continue a escrever,

mesmo que não saiba.

depois disso parei para pensar.

jbcampos

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Sossego amigo

Sossego amigo 

A paz de meu velho pai, trago comigo. 
Sossegado em seus fortes braços, 
sinto-me seguro entre laços 
de alegria em seus traços. 
Paz de exemplo amigo. 

Honesto e amorável cidadão. 
Zelador de minha paixão, 
amador de minha mãe 
e de meus irmãos. 
Amo suas cãs! 

Às vezes ao sentir-me atribulado 
de soslaio vejo ao meu lado 
o seu sorriso imaculado. 
Querido pai amado. 

Saudade de seu olhar amigo, 
sua voz, seu cheiro antigo, 
sempre a zoar comigo. 

Fazia da vida, plena alegria, 
flor de açucena, fantasia 
a disfarçar o plano 
do desengano. 

Quantos anos, quantos anos, 
desfazendo velhos sonhos. 

Ah… Cuide bem de mamãe. Diga a ela, minha vida, que a amo, que a amo, mas que os anos não a trazem mais... 

Oh! Que saudades que tenho… Como diria o velho poeta das tardes fagueiras, debaixo dos laranjais. 

jbcampos

200 páginas de pensamentos Tongue.gif

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A minha fantasia

A minha fantasia

Num belo dia no qual lia minha fantasia

ao sentir o arfar do  meu pobre coração,

percebi o afagar amoroso de suas mãos.

Era o amor do ardoroso e curável dom.

Para não me ver atrelado à filosofia

foi me dito à luz da dignidade:

Filho, você ainda é novo

à visão-eternidade.

Deixe de ilusão,

vá à claridade.

Empunhe a sua luz

referta de humildade.

Imponha sua mão

e cure o seu irmão.

Saí à busca desta feliz

verdade qual foi a minha

felicidade, pois, lá ele vinha

trazendo seu candeeiro luzidio

à barganha de minhas entranhas.

Na realidade foi à busca feliz que fiz.

A permuta foi justa,

a troca foi feita,

a luz foi perfeita.

Curei e fui curado,

sonhos  realizados.

A paz é a verdadeira saúde.

jbcampos

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Singela sabedoria

Singela sabedoria 

Sabedoria, costurada com a mesma linha, alinhavada na mesma entretela, a lhe dizer sem corruptela: Coisas que minha mãe dizia, quase todos os dias: Seja rico, seja pobre, seja livre, seja nobre, seja tudo, seja nada, e quando for quase isso tudo, terá vivido os riscos dessa estada nessa desterrada Terra, entendendo ter sido quase nada, embrenhado nessa poeirenta estrada chamada de vida, devida a falta dessa singela sabedoria do dia a dia, terra, terapia pia, alegria, amor-mor, fantasia, orgulho, pódio do enganoso ódio,  no esbulho de nebuloso dia, assim um belo dia essa vida se encerra, restando somente terra. Terá aprendido o desprendimento de um viajante-viandante andante, elástico-pleonástico bem redundante, triste-alegre sem lamento. Só tem um aborrecimento: O seu erro pode estar ao se comparar com seu vizinho, aquele que ainda não aprendeu a caminhar sozinho. Isso pode ser o seu desterro, quiçá, aprenda com seu erro, pois, quem não erra nesse erro?
Pela inconsciência humana você tem o direito de caminhar sob o seu direito, deixando o direito torto da justiça morta, porém, com o mínimo entender de que o que dói em seu irmão em você também vai doer. Então,deu pra entender, meu irmão?
Eu, velho joão, por ocasião
estou procurando essa compreensão.
Olha; já faz um tempão!
Espero estar amando com retidão.
Sei não, sei não?
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