Posts de Isabel Cristina Silva Vargas (175)

BRONZE BABPEAPAZ

PARABÉNS, PARABÉNS!!!

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Há sete anos surgia no campo virtual um Portal dedicado a literatura. É um portal diferenciado visto que abrange uma gama de grupos, possibilitando aos participantes se enquadrarem naqueles que tem mais afinidade em função de suas preferências literárias, formação profissional, interesses diversos. Para dar uma ideia a quem não conhece, são cento e seis grupos para que os integrantes interajam. Confesso que há alguns que nunca participei, há outros que estou iniciando agora e aprendendo a criação de imagens, poesias visuais, visando ampliar meus horizontes. A grandeza do portal está também nisto, possibilitar crescimento dos participantes.

Gostaria de nominar alguns grupos para que neste texto condensado, as pessoas possam apreciar a riqueza da diversidade. Inicialmente, os que participo, sendo uns com grande frequência e outros mais esporadicamente. Antologia da Imagem e literatura, Vida Cigana, Tertúlias Poéticas, Poesia Visual, Criação de Imagens, A mulher no Peapaz rumo ao Novo Mundo, Indriso, Aldravia, Réplicas Poéticas, Rondel, Poema Livre, Literatura Gótica e sobrenatural, Literatura Infantil, Contos, crônica, Epígrafe, Memórias Prosaicas, microcontos, Akrospeapaz, Tautograma.

  É um portal interdisciplinar que visa a participação respeitosa dos membros, propagando o amor, a paz, a literatura, o conhecimento de forma mais abrangente.

A criação coube a Silvia Mota, poeta, escritora, com várias formações no âmbito profissional, sempre buscando o seu crescimento e dos participantes. Assessorou-se de participantes abnegados como ela, que administram alguns dos variados grupos existentes além dos citados acima.

É uma alegria participar e creio que esse sentimento é geral. Há participantes de variadas idades, tanto do sexo masculino como do feminino e isso é motivo de enriquecimento.

Sílvia é uma pessoa que merece toda atenção e respeito por dedicar-se, de forma generosa e gratuita para divulgação de cultura, propagação do amor e da paz.

 

            PARABÉNS SÍLVIA, PARABÉNS PEAPAZ!

 

              Isabel C S Vargas

               Pelotas/RS

 

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A POESIA

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A poesia habita qualquer coração

Mesmo o sem erudição

Com alma repleta de sabedoria

Capaz de ver estrelas nas nuvens.

A poesia dá vida a sonhos

Cria amores dantes impossíveis

Une seres desconhecidos

Forma uma corrente inquebrantável.

A poesia traz felicidade a muitos

Dá alegria aos entristecidos

Àqueles cuja esperança adormecera.

Ela devolve a vida aos desencantados.

A poesia sabe agregar homens e mulheres

Sabe tocar com doçura os corações

Fazer de cada ser mortal frente à vida

Um Deus imortal em cada verso .

Isabel C S Vargas

Pelotas/RS/Brasil

 

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ETERNA SAUDADE

Eu tenho saudade sempre!

Saudade das pessoas que se foram

E, deixaram uma lacuna em mim.

Saudade de uma voz doce a me dizer:

Mãe, cheguei! Mãe te amo.

Saudade de meu marido,

Meu eterno companheiro,

Saudade de sorrisos e abraços,

De um modo de olhar especial

Saudade de um cheiro, de brincadeiras,

De viver com meus amores que já foram.

A saudade é minha eterna companheira.

 

Isabel C S Vargas

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DIVAGAÇÕES

Quem são os poetas ?
Seres estranhos ,  mágicos , diria.
Falam   de emoções e nos fazem chorar,
Sem que eles mesmos o façam .
Contam histórias de grandes dores
Vivenciando-as ou não .
Falam sobre a vida , a morte,
a lua, o sol, o mar, as tempestades
naturais e as emocionais .
Nós  vivenciamos tudo
 que sua magia descreveu.
Eu queria ser poeta
E enfeitiçar  os leitores
Com o que escrevo em minhas indagações diarias.
Mas,como simples mortal
Só sei falar daquilo
Que preenche meu coração,
Ou o que falta para acalmá-lo.

Isabel C S Vargas
Pelotas-RS-Brasil
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MINHA IRREQUIETA ALMA



Sobrevoa céus de infinita luz.
Estende-se por campos verdejantes.
Afoga -se em mares revoltos.
Emerge de sonhos intensos.

Minha irrequieta alma vive de esperança,
Não sucumbe a dor que rasga corações.
Alça voos nas asas de minha fé em Deus.
Busca viver intensamente cada momento.

Minha irrequieta alma vive do amor
Que recebi das pessoas que me cercam
E daquele que observo na gratuidade da natureza,
Personificando o amor do Criador a todos os filhos.

                                          Isabel C S Vargas

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SEM INSPIRAÇÃO


Quem não tem olhos sensíveis,

Sentimento à  flor da pele,

Alma em comunhão universal

E, coração pulsante,

Torna-se sem inspiração.

Não  sente a brisa suave,

O murmurar das ondas,

A beleza do canto dos pássaros.

Não  percebe os tons de verde das matas,

O colorido das flores,

O sorriso inocente da criança,

A ternura do olhar  materno.

O universo  é  celeiro para o poeta

Que vê poesia na folha amarelada no outono,

Na chuva que faz brotar a semente,

No rio que corre sem jamais voltar ao ponto de partida.

Sem inspiração é  quem não sente

O divino em casa partícula  do universo.

Isabel C S Vargas

Pelotas /RS/Brasil

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É tempo de espera. Que se aproveite este tempo para reflexão e preparação para o Natal. Em uma época de consumo desenfreado é importante não se distanciar da realidade nem do verdadeiro significado da época.

            Além do apelo ao consumo, há um forte apelo, quase uma imposição de que seja uma época de festa, de alegria e de abundância para todos. Nem todo mundo consegue estar com este ânimo e corresponder ao esperado, por inúmeras circunstâncias. Há que se pensar também o que realmente é importante para cada indivíduo, pois a felicidade pode ter diferentes significados.

            Quando o ano aproxima-se do final é comum fazer um balanço do que transcorreu, assim explica-se o porquê da melancolia de alguns, pelas perdas sofridas, lembranças tristes, pela não superação de obstáculos que surgiram por não realizar planos previamente traçados, por expectativas com relação ao futuro.

            Faz-se necessário respeitar o sentimento de cada um e procurar auxiliar, se possível for e esperar que o tempo passe. A exigência de consumo, de alegria e de festa pode tornar as pessoas mais frustradas por não conseguirem corresponder.

            Em contrapartida é difícil para outros aceitarem que a época pode ser de simplicidade e não de luxo, de gastos excessivos e presentes caros. Desfrutar da presença de familiares, de momentos de tranquilidade, união, paz de espírito, tão em falta nos dias de hoje é por si só um bom presente, assim como rever pessoas queridas , comemorar o fato de ter uma família, um lar, saúde, alimento, conforto, emprego, amigos é uma boa justificativa para se sentir muito bem não só na época de Natal e entrar o novo ano agradecido e com esperança.

Este tipo de postura ou de leitura da própria vida serve para fortalecer espiritualmente,assim evitando só lamentar o que não tem, procurando encarar de maneira positiva a realidade.

            Como se encerra o período letivo, o que dá ideia de fechamento de um ciclo, pelo verão que chega e para muitos é sinônimo de festa, alegria, descontração e liberdade isto tudo induz à ideia de recomeço, de renovação, de esperança no novo, de mudança para melhor e expectativa de felicidade. Pois que cada um procure ser, a seu modo, porém respeitando o jeito e os sentimentos alheios, além de não esquecer as precauções sempre necessárias, como evitar excessos no consumo de bens em geral, na ingestão de bebida alcoólica, no transito e até na alimentação. Moderação e equilíbrio são importantes e não fazem mal.

            Que não esqueçamos de renovar em nós os melhores sentimentos, como a paciência, a tolerância, generosidade, solidariedade, fraternidade, gratidão e muito amor. Nesta partilha são afastados sentimentos negativos, tais como ciúme, inveja, tristeza, rancor, mágoa, pois há despojamento do supérfluo e abertura para o que é essencial e verdadeiro, oportunizando uma troca muito positiva, que acolhe o outro com intuito de proporcionar o melhor para cada um.

ISABEL C S VARGAS

PELOTAS/RS/BRASIL

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Vou montar minha árvore de Natal.

Para que, diriam alguns e eu também,

Em anos anteriores a este,

Se não passo o Natal em casa,

Mas com minhas filhas.

Vou armar para Jesus

Mostrando em cada enfeite,

Meu agradecimento eterno

Por todas as coisas boas da vida.

Agradecerei por minha família,

A saúde de cada um deles,

Meus amigos que me apoiam.

Louvarei a vida em cada sorriso das crianças

 Cujos traços lembram os que já partiram

Mostrando a bondade divina.

Colocarei enfeites coloridos,

Lembrando os sonhos que se realizaram,

Bonecos que já fizeram a alegria de quem foi criança,

Nuvens de algodão que simbolizam os sonhos

Sonhados pelas nossas crianças,

Animais para mostrar a importância de todos os seres,

Músicas que chegarão ao céu,

 E mostrarão aos que lá estão

Que somos abençoados,

 Nos mantemos fortes, 

Unidos pela fé, que nos abastece

E unirá nossos corações

Embora estejamos em dimensões diferentes.

 

Isabel C S Vargas

Pelotas/RS/Brasil

 

 

 

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O Natal ao longo da vida vai tendo significados diferentes, de acordo com a nossa fase ou idade.

De minha infância não tenho muitas lembranças da data em si, mas recordo dos brinquedos que tinha, do carinho de meus padrinhos e primos comigo.

Quando na adolescência, tinha consciência das dificuldades financeiras e de que na data teríamos uma pequena lembrança, meus irmãos e eu.

Não me detinha na parte religiosa da festa.

A noite de Natal era sempre um momento da família. Quando comecei a namorar meu marido, juntávamos todos na casa de meus sogros. Nesta época ia na missa na noite de Natal bem como depois de casada e com filhos.

O momento de troca de presentes era o auge da festa, pois procurei compensar com

meus filhos tudo que me faltou no que se refere a brinquedos e ao consumo em geral.

Passaram-se os anos e comecei, sem saber precisar a época exata, a ter um sentimento diferente com relação à data. Sentia-me insatisfeita, achando tudo uma coisa muito comercial.

No ano de 2007 decidi não comprar presentes para ninguém. Queria fazer uma experiência e provar que poderíamos ser felizes sem presentes, sem gastos enormes.

Uns dez dias antes do Natal fui em uma confraternização com umas amigas e não levei presentes. Para ser sincera, nem me dei conta de levar. Pensava ser mais um encontro.

Ganhei presentes de todas. Fiquei meio encabulada.  Externei meu pensamento sobre o que pretendia fazer na família.  Uma delas me disse: - Não faça isso. Vais te arrepender. A verdade é que no dia seguinte saí a comprar presentes para todos, já que ela dizia me conhecer muito bem. E, na realidade conhece, mas naquela ocasião devia ter ouvido minha intuição ou sexto sentido pois foi um natal de muita dor. Dia 24 por volta das 23 horas, minha mãe morria em uma uti de hospital vítima de um infarto que sofrera na noite anterior. Os presentes, só foram entregues meses depois.

Depois deste NATAL outro pior foi o primeiro, após o falecimento de meu filho.

Pensei que o mundo havia acabado para mim, mas encontramos força, nos erguemos e seguimos em frente para cumprir a missão a nós destinada.

Moro sozinha, mas não sou só. Tenho minhas filhas e meus netos que nasceram depois dos acontecimentos dolorosos relatados acima, mas não sem antes ter outra dura provação, a perda de meu marido com uma doença contraída após a morte de meu filho.

Hoje tenho cinco netos e por eles comemoramos o Natal com alegria, unidos, com fé que nossos entes queridos vivem em outro plano e um dia nos encontraremos.  Celebramos o amor em Cristo que veio pregar a paz e a grandeza dos homens e da natureza.

A esperança é nossa companheira, cientes que nada morre, tudo se transforma, conforme os ciclos da natureza.

                       Morrer é renascer para a vida eterna.

                           Isabel C S Vargas

                           Pelotas/RS/Brasil

 

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LONGE DOS OLHOS,MAS SEMPRE NO CORACÃO

           Costuma-se falar na síndrome do ninho vazio como um dos fatores causadores da depressão. Geralmente, acomete mulheres que estão entrando em um período, não necessariamente da terceira idade, mas de fechamento de ciclos, como aposentadoria, desligamento do mercado de trabalho, casamento dos filhos ou sua saída de casa, para estudar fora ou por ter conquistado independência financeira. É possível ocorrer por um destes fatores ou por vários deles acumulados. Quase sempre, quando nos referimos a esta síndrome o fazemos relacionando às mulheres, conhecidas por demonstrarem mais sensibilidade, serem muito apegadas aos filhos, principalmente no caso daquelas que não tiveram uma carreira profissional e, de repente, ficam viúvas coincidente à saída do(s) filho(s) de casa. Uma sensação de inutilidade e vazio se instaura. Pois bem, outro dia li um depoimento, no jornal, de um homem que se encontrava nesta mesma situação. Criou quatro filhos e ao ver as camas vazias sentiu esse sentimento que mistura melancolia, tristeza mesmo sabendo que os filhos estão bem, que ele cumpriu exemplarmente sua tarefa de educar. E, educar, implica em criar para o mundo. Chega a hora que os filhos exercitam o voo da liberdade e por mais medo que isso possa representar para os pais não podemos tolhê-los. Identifiquei-me com ele no sentimento, na quantidade de camas que ele contava (eram quatro) e revi minha vida. Só dormia descansada após contar as quatro camas onde eles repousavam tranquilamente. Quando comprava presentes eram quatro, quando ia para férias era um incessante contar para ver se alguém não havia ficado perdido em algum lugar. Na praia então, contava sempre as quatro cabecinhas na água, para meu desespero e aborrecimento de meu marido que recebia de mim a incumbência de contar quando eu não estava olhando.

        Passei em revista um longo período de minha vida. Há quem pense que essa preocupação cessa quando eles crescem, mas depois que nascem os filhos esse cuidado é para toda a vida.

        Hoje, os homens demostram essa mesma preocupação, esse mesmo carinho diferente de outrora, época que aos homens não era permitido chorar. Estes passaram a ser companheiros e não chefes, a dividir tarefas, cuidar dos filhos desde que nascem. Trocam fraldas, dão mamadeira, cuidam na madrugada, levam ao médico, à escola, enfim, tem uma jornada dupla, igual às mulheres que tem filhos e tem atividade profissional.

        Ambos, homens e mulheres são capazes do maior amor, carinho e dedicação. E assim fazendo nos iludimos acreditando que fazendo tudo direitinho, os estamos livrando de todo mal. Antigamente, eu pensava e me preocupava, imaginando como agiria quando eles crescessem. Ainda lembro, incrédula quando nossa segunda filha casou; depois ajudamos na mudança de nossa filha mais velha quando foi morar sozinha em seu apartamento. Sem traumas maiores. Estavam a algumas quadras distantes e ao alcance de qualquer telefone. Continuaram vindo almoçar, convivíamos sempre.

        O pior é quando tragédias acontecem. Sem previsão, cruéis, inimagináveis porque fizemos tudo que podíamos e eles também. Eram ótimos filhos, amorosos, dedicados, estudiosos, todos formados em curso superior, trabalhando.

        Éramos felizes.

        No meu caso, com três meninas e o caçula, amado por todos, o preferido como elas costumavam brincar, Bacharel em Ciência da Computação, professor de uma Instituição Federal se acidenta na saída do trabalho em um inexplicável acidente quando seu carro capota. A dor é indescritível.

        Quando vejo uma mãe ou pai a lamentar a saída dos filhos da casa paterna ou materna, digo-lhes para não chorarem, pois eles poderão entrar a qualquer momento, abraçá-los, beijá-los, ou estão ao alcance dos celulares, do computador onde se enxergam e falam ao vivo.

        Trocaria tudo que tenho para viver por um momento como este, mas não tenho nenhuma escolha. A morte é inexorável. Sigo minha vida com aceitação e, com mais uma ausência contundente. A dor da perda foi fatal para meu marido, que trancou a dor em seu coração para me ajudar a viver e foi tomado, inesperadamente, por uma enfermidade que o levou de nós para junto de nosso menino e de Deus.

        O ninho ficou vazio, hoje vivo só, mas isso não é um lamento. É uma constatação.

        Tive um filho maravilhoso que partiu antes, três filhas que tenho por perto, sempre, e cinco maravilhosos netos que me dão muita alegria. Apesar das dores, sou uma pessoa feliz e agradecida ao que a vida e Deus me proporcionou.

                                                         ISABEL C S VARGAS
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JOGOS PARALÍMPICOS RIO 2016

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Jogos Paralímpicos Rio 2016

O mundo virou-se para o Rio

Grandes exemplos de superação

Os competidores deram ao mundo

Sob todos os aspectos:físicos e emocionais.

Para nós, brasileiros, foi uma epopeia

Atingir tantas medalhas e

Ratificar a posição em nível mundial.

Apoiar tantos atletas revelados

levou esperança e estimulo aos jovens,

Inspirando uma nova safra de competidores

Mostrando-lhes que tudo é possível,

Posto que a força interior é a mola mestra que

Impulsiona os demais fatores (apoio, patrocínio)

Com os quais novos atletas poderão surgir

Oportunizando a realização de novos sonhos.

Servindo de inspiração para surgimento de novos ídolos.

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Isabel C S Vargas

Pelotas/RS/Brasil

25.09.2016

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