Posts de Etelvina Gonçalves da Costa (502)

Poetisa e Escritora

MENTIR COM TERNURA

 

 

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Mentir com ternura

 

 

 

A verdade que mente
de Té
Como a mentira ilude.
Quando proferida com ternura
Feita luz, como o sol nascente.
com a pureza de um azul dos céus claro e brilhante.
Como mel que escorrendo de teus lábios
vêm adoçar os meus.
Mas, nosso senso não admite,
que tais lábios, a possam ditar
e essa verdade/feita mentira dói, e pode matar.
Crava espinhos num coração crente
Rouba sonhos e ilusões
Anseios desfeitos
Alma a sangrar
Porque esses lábios tão perfeitos
Semearam a traição
Ditaram a sentença de morte.

De Té
Etelvina da Costa

 

 

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Poetisa e Escritora

EXERCÍCIO DE ALMA

 

 

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Exercício da alma



Serei a tua alma irmã, nunca sentiste

esse chamamento em prece, que te ladeia

Esse sentir tão terno, que ainda persiste

permanecendo em mim, em ti se ateia



Alma gémea, serei porque em mim ficaste

com paz e amor te segui , trilho de luz

que te guia, e sob o céu alegria encontraste

e o bem que procuraste em ti reluz

 

Eu progredirei sózinha no caminho

quero.te igual ao nosso céu brilho de luz

serás proncipio e fim eu o predigo





Serei tua alma irmã porque em mim ficaste

o bem ou mal que achaste te definirá

o céu se abrirá trilho de luz e o bem ressurgirá



De Té

24~07-2019



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Poetisa e Escritora

 

 

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Um tarde insensível de um verão que se desmereceu

De Té



Eu e Tu

Eu e tu hoje, tão divididos

Uma folha rasgada na nossa vida

Eu e tu , longe perdidos

Eu seguro ,a minha alma sofrida

Tu foste o sonho que não era meu

Eu fui a miragem que me perdeu

Tu és a ausência do que se extinguiu

eu sou a presença que ainda não se diluiu

eu e tu somos fomos somos e seremos

o sonho malogrado das nossas inquietações

De Té

 



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Poetisa e Escritora

RECORDANDO

 

  

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Recordando

De Té



As lágrimas, que escorrem de meus olhos ,

são tão tristes e inglórias .

Como inglório ,o amor que te dediquei

Meus olhos deixaste chorando.

E as lágrimas quentes bebia .

Pois se de sede sofria

Era dessa nostalgia,

que me nascia a sofreguidão,

que assim minorava ,as dores do coração

Chorando matava a secura,

que minha alma almejava.

E assim a tinha segura,

e meu corpo fortificava.

Chorei lágrimas sem cessar .

Minhas lágrimas, não esgotava.

Meu coração cavalgava.

O meu corpo a ceder

Sem forças para se erguer

Temi, que a alma me deixasse.

Temi ,que minha dor a fatigasse.

Meus olhos, eram uma nascente.

Com lágrimas penitentes

Com os olhos inflamados

Lembravam a triste despedida

Daquela visão espelhada

Baixei meus olhos sofrida

e com lágrimas bebidas,

Ele ficou e eu partia

De Té

20- 07- 2019

 

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Poetisa e Escritora

QUEM SOU ? PERGUNTO_ME

 

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Quem sou

 

Pergunto-me tantas vezes.
Quem sou, e ao que vim.
Para chegar a este mundo .
Alguém sofreu por mim.

Fui sementinha brotada.
Pequenina, ocultada.
Num delicioso coração.
Duma alma de eleição.

E ao universo cheguei.
Vitoriosa até gritei
De tamanha agitação.
Nos braços de minha mãe.

Sou corpo e alma alvejados.
Pelas brumas de um destino.
Comigo vieram enredados.
Seguindo o mesmo caminho.

Passos dei, andarilhei.
Pisei trilhos, já traçados
Nas ondas do mar andei.
Assim estava determinado.
.

O que sou e o que já fui,
e o que no futuro serei.
Está escrito bem gravado.
No divino livro da
lei.

O passado já passou.
O presente é o meu fadário.
O futuro a Deus pertence.
Que ele seja do meu agrado.

Se não for, por penas minhas,
Prometo que o alinharei
Erguendo minhas preces ao céu.
Alvíssaras suplicarei.

De Té

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Poetisa e Escritora

MULHER FLÔR A DESABROCHAR

 

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mulher flor a desabrochar(Primavera)

Primavera tem sabores
Que o diga o beija-flor
Que diga o sabiá
Que canta a primavera
sensual de luz e côr
Primavera em flor
A cesta se esvazia
Dos sonhos que a enchia
Em doação e louvor
Guardados nessa pureza
De alvas flores tingidas de céu
Em cada estação há elogio
Só na primavera há o esmero
Que faz brotar o amor
Diviniza a mulher

Mulher pérola
Nácar da dedicação
Mulher desnuda da aurora
Mulher de rendição
Que se adoça
No calor da formosura
Fortalecida ao luar
Jardim de paz gentileza
Poema de sofreguidão
De júbilos infinitos
A suavidade avulta
No brilho puro do olhar.
Mulher pronta para amar
De Té
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Poetisa e Escritora

AVENTURA

 

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Aventura
 
Esta noite serei tua
Como é linda esta afeição
Paixão de entrega, e a lua
favorece esta ventura
duas almas num coração
 
Esta noite na aventura
Carinho que não se esquece
Eu e tu tanta ternura
Sob o véu da linda lua
que a sua luz nos oferece..
 
E nesta doce ventura
Nesta desvario de amar
Tu e eu e só a lua
Que se agasalhou nas sombras
Para esse amor honrar.
 
E neste amor que enfeitiça
Que nos abraça e inflama
Tu e eu e só a lua
Testemunha esta alegria
Que dentro de nós se acalma.
 
De Té
 

 

 

 

 

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Poetisa e Escritora

AS NOSSAS ESCOLHAS

 

 

 

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As nossas escolhas …....

 

Tenho dias que choro,

E choro, porque me arrasto

Entre um amontuado de muros

que me limitam a visão do real

E caminho debaixo de sonhos

que me conduzem a miragens

Tenho dias que choro

Mas de raiva ,por não saber adoptar

rotas, que me levem a lugares autênticos

E choro ,choro ,porque mereço

este coração tão torturado

Foi devaneio ,que vivia em mim

e segui nesse jornada

Entre juras vazias

Entre mentiras calculadas

Entre sorrisos estudados

Tenho dias que choro

Porque o trilho que percorro

resulta das más escolhas que fiz

e delas recolho os resultados .

De Té

 

 

 

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Poetisa e Escritora

TARDE DEMAIS

 

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TARDE DEMAIS ..



Tarde demais para esquecer e…..
encontro-me a pensar.....
Toca o telefone, quero esquecer.
Abro o computador, apetece-me
terminar o que ficou ainda por dizer.
E as palavras certas que te disse
E, que te fizeram doer,
Calquei esse orgulho de macho,
que não gosta de ceder.
Tu então, virias com promessas
mansas,timidas, incertas, para te desculpares
Que outras se disseram,
que ainda não estão olvidadas
E saõ bem recentes e, não escondem
o que a tua boca não quiz dizer
mas, que a tua alma já não pode esconder.
Dirias, então que nada se alterou,
neste afecto tão inquieto,
Já tão antigo mas não esquecido.
Como se o tempo nunca tivesse rolado.
Mas o teu orgulho é igual ao meu.
Nenhum desce do pedestal para onde subiu.
Terá que haver um a ceder,
qual deles como podemos saber.
Se, são forças da natureza a não condescender.
E a escutar o que não querem ouvir.
Ambos se julgam nas suas razões.
Que nem a paixão ,que os domina,
os faz abdicar dessa fúria
de um amor nunca esquecido,
Bem acorrentados.
Presos com amarras de palavras
que tiveram que ser ditas,amaldiçoadas.
Mas desta vez, de costas viradas.
Olhando noutras direcções.
Agarrados a lemes
com forças contraditórias,
E de tanto se quererem e não cederem
acabam por partir as amarras para
nunca mais se defrontarem.
Deveres os fazem assim perecerem
e, neste mar de vendavais,
no silencio, onde se escondem os ais, as sombras
que se não desanuviam
dos seus pensamentos atormentados.
As desconfianças que os dominam e, que
não são mais que ciladas,preparadas
que subjugaram o destino para os distanciar.
E assim, vou falando
em monologo murmurado ou pensado.
Ciente, que para meu sossego,
o estou fazendo a preceito.
O direito da verdade sagrada
dá-me essa supremacia.
De ti, apenas mentiras deitadas ao vento,
para alimento da tua cobardia.
Tarde demais para esquecer
o que nos uniu e o que nos fez perder.

DE Té

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Poetisa e Escritora

A CASA ABANDONADA

 


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A casa abandonada

Quando o amor desabita um coração é como uma casa abandonada
Cresce sobre ela o vazio
Escutam-se desordenados rumores, ténues suspiros
Por entre esse exaurir
sibilam os ventos, fantasmas de compaixão
Ladainhas sem concordância
Amor perdido, alma desgastada
Com dó sem sol sem si sem mi
Espelho sem olhos apaixonados ,

trémulos encantados
Em vã esperança ,

cai em estilhaços do desamparo.
Tombam as faces enrugadas ,e as telhas desfragmentadas
As goteiras de olhos de abatimento
e despedaçados tetos amortalhados
Corpos dobrados do fado falado,

já sem clamor apenas ranço
Paredes lustrosas desfazem-se e caíem

atapetando o chão corroido
Dilacerado o coração definha um catre

coberto de veludo desbotado
Por sobre um soalho carcomido que testemunha a combustão
Rasgos na alma que esconde desgrenhada

a cabeleira loira de fada
Frestas abertas por onde o frio gelado

se escoa procurando abrigo
E ambos que se irmanam para sombrearem o infinito
sem um grito que ecoe pelos jardins desse amor finito ..


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Poetisa e Escritora

ESPÍRITO DE UM DESEJO

 

 

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Espírito de um desejo

Nem tudo que quero, posso alcançar.
Nem tudo posso apreciar.
Essa intenção, desejo que almejo.
Querenças que são meus segredos.
Guardo-os em local muito secreto.
O meu coração sabe onde os oculto.
Sítio recôndito tão simulado.
Resguardados para momentos especiais.
E esse ensejo será de alegria
Querer-te nos meus braços ilimitado
Meu peito no teu tão apertado
me cinges em laços estreitados.
Tudo que quero, tudo que posso
Apenas tu, acarinhas-me de quimeras
Com falsos enlevos para me agradares,
Vale o momento, a fé é minha alma.
Por que te afidalgas nesse amor, que não rejeito
Chegas numa nevada madrugada
Cristais cintilam na nossa janela
Silencioso chegarás para não me assustares
Invadirás assim meu coração
Teus beijos me saciam, abafam meus desejos
Abro o cofre do meu segredo
nesse turbilhão da paixão
de Té

 

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Poetisa e Escritora

MISTÉRIOS DO AMOR

 

 

 

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Os mistérios do amor

Amor

É ver uma estrela pura a brilhar

no fundo de uma cisterna escura”
É querer apanhá-la em oferenda ao seu amor

Amor

São mantos de cambraia
que envolvem a noiva a caminho do altar
E a triste agonia, que amortanhou
aquele amor de uma vida ,que perdeu o rumo.

Amor

É aquela sombra de gente, que amou mas se finou,
Sem que seu amor a colhecesse

para que ambos se olhassem com alegria

num secreto murmurar silêncioso

Amor

É querer oferecer uma rosa ao seu amado

É pedir esmola pelos caminhos ,feita peregrina
É trocar um brilhante, apenas por um olhar
ou por um fio de cabelo, do ser amado

 

Amor

É sonhar com os beijos que nunca irá saborear
Ver nas nuvens que passam

os lençóis de amor, da alcova de esposais
E nas espumas do mar rendilhadas do vestido de noivar,


Amor

É ter nos braços, o ser amado em enleios

de labaredas, e o fervor com que devaneia

sonhando ,tornarem-se reais lautos

enterrando mágoas, e colhendo beijos”

Amor

São suspiros vãos, em almas desassossegadas.
é uma flor murcha tornada na mais linda e fresca rosa
é estar viva, e doar-se em oblação
É um pedaço do ser, que sai e não volta

 

Mas alguém saberá, o que é ,em verdade o amor?

Não! Eu não sei..
É mistério insondável dos sentidos, e martirizador
De Té

 

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Poetisa e Escritora

Alma cativa

 

 

 

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Alma cativa

Adormecida estava aquela fé assinalada
Que foi tormento bravio e grande sofrimento
amor do passado tomara minha alma cativada
Calava esse afecto no meu entendimento

Dessa lembrança havia fogo no coração
que nunca se extinguiu, em cinzas guardava
no meu peito esse calor, que tinha sido ilusão,
em primavera ditosa, nos meus olhos desaguava.

No amor, os sentimentos são alterosos
Resguardam-se nas almas com cegueiras
São sonhos por vezes tão grandiosos
Tornadas esperanças vãs e derradeiras

Dei comigo a recordar momentos sublimes
Quisera que se apagassem na memória
Cantiga que olvidei por encantamento tamanho

Mas quão subtil é o nosso entendimento
Embora esse passado seja de tormento
É bem merecedor de certa fama e glória.

 

De Té

 

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Poetisa e Escritora

O NAMORO DE OUTROS TEMPOS

 

 

 

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O namoro de outros tempos

 

Havia um tempo.
Em que os casos do amor
estavam acautelados e julgados
Não podiam ser falados.
Que mal havia, em que tais feitos,
Estranhos se diziam,
fossem camuflados
Para tal reclusão do verbo amar.


Que coisa estranha essa incorrecção,
Quando o amor, é uma bem aventurança.
Porque esconder ,coisas do coração.
Que são competência da essência,
que torna o mundo, tão afortunado.
E a felicidade do par apaixonado

jardim em flor tão cheios de amor

Aquele amor abençoado

Foi num tempo tão caduco e enganador,
Em que o viver, era pejado de equívocos.
Era tão insípido ,esse estado de coisas.
Andava todo o mundo enrodilhado.
Tudo se fazia, como se faz hoje.
com cerrados portões, hoje libertados.
A força dos afectos ,rompiam prisões
Mas os bons costumes, ficavam corrompidos.


Sou, desse tempo tão estigmatizado.
Em que dar um beijo, era grave delito.
Um pegar de mão.,não tinha razão nem mérito.
A troca de um olhar tão afectuoso, ficava falado.
Era tão triste este infeliz estado.
E, tudo se perdia,na consumação dos desejos,
que afloravam, ao coração dos apaixonados.
Tanta inocência ,tanta promessa desdenhada

 

Fizeram-me confessar os meus delitos.
Tão inocentes puros e afeiçoados.
Perante juiz fui julgada como se de crime
se tratasse. E sentenciada ,fui condenada.
Por um trocar de beijos com o bem amado.
Pois eu então mentia! ....Ah! Não!Estão enganados
Porque envergonhar-me ?Se tudo mentia!
Todos o faziam.E bem se dizia , todos o sabiam

 

Pois éramos enganados, até aterrorizados
Com os falsos juízos tão presumidos
De uma sociedade preconceituosa e desumanizada.

 

É que o julgador por si julga
De Té

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Poetisa e Escritora

PAIXÃO TORMENTOSA

 

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Paixão

O desejo enlouquece e a alma apetece
O corpo se tortura, esfria e aquece
As posses se misturam

Em rasgos de amor e ternura
Que duram perduram em loucura
Quanto maior o desejo, que aquece e enlouquece

Maior a tortura, de quem não se segura
Libidinosas odes de ternura, que só se dissipam
quando arrefece esse desejo,

Tormento que dói
Se a posse ardorosa, não for harmonia
de canto e musica, e apenas alegoria

Que morre e se desfaz em ânsias diluídas
Em trevas, que têm de ser esquecidas
em sulcos de soluços de amarguras

DE Té



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SOBREVIVÊNCIA

 

 

 

 

 

                                                                                                   

 

 

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Sobrevivência
Resistindo, apreendi
a saber ser, sem deixar
de revelar nessa sobre/vivência
a minha capacidade
de enfrentar adversidades.
Sem soçobrar na empreitada
Sendo eu, sendo a verdade,
Senso, discernimento, competência.
Subsisti, entendendo como olhar por mim.
A ir mais além, reflectido.
Rodeando escolhos dos trilhos.
Perseverando a minha paridade.
Sem substimar o verbo ser.
E nessa capacidade de sobre/ vivência.
Que é congénita ao animal.
E, que se sobrepõe
a qualquer outra percepção.
É a razão. da causa e efeito.
Persistindo, aprendo e, transmito,
a ciência da sobrevivência do ser,


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Poetisa e Escritora

SE NADA HOUVER..... SÓ HÀ VAZIO

 

 

 

 

 

 

 

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Se nada houver...Só há vazio

 

 

Todos os dias e em todas as horas.

Há sempre o dia, e a noitinha,

e nevoeiro pela matina

O sol se põe, logo à tardinha.

Há chuviscada, tão cobiçada.

Quebra o ardor, da calorada.

Há sempre gente, emocionada.

E meninada, joga à apanhada.

Há na rua um pregão contente.

Há peixe fresco ó minha gente”

E na igreja um noivo ardente.

Espera a noiva tão atraente.

O Sr. Germano, foi a sepultar,

e todo o mundo, se põe a chorar.

Há muita gente, que jogam bilhar,

e outros esforçados, a trabalhar.

A existência, não está vazia.

Vazio estão os corações.

Se em nada disto houver razões.

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t,ta ou Té

11:47

 

14-09-2007

 

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Poetisa e Escritora

 

 

 

 

 

 

 

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Como um navio cabe dentro de uma gota de água


Que milagres causa o pensamento?
Quem já sentiu como ele tudo faz mudar?
Como age a emoção?
Assombros dum coração.
A pujança do seu bater.
Faz inverter destinos.
Desmarca passos marcados.
Desvia rotas traçadas.
Anula tragédias sem fé.
Engrandece o que é limitado.
Com a força do seu querer.

A história

Foi apenas a emoção.
Milagre de um coração
e, a força do seu querer.
Que fez inverter o destino,
ao navio peregrino.
Que andava extraviado
no mar largo da vida.

Esse navio feito ao mar.
Tinha carga que bastava.
Levava dentro de si.
Segredos de corações .
Muita paixão e ilusão.
Recados que não foram dados
E para longe os ia sepultar.
 
Uns olhares emocionados
De longe o observavam.
E uma lágrima brotou
desses olhos tão cansados.
Tamanha que outro mar formou.
Uma passagem se abriu
e o navio para lá seguiu.
Guiado por força invisivel
E nessa gota de água ancorou
Feito porto onde se abrigou
 naquela lágrima de emoção
Gota de agua pedaço de amor
onde o navio se aquietou.
 
De Té 
 
 
Como o pensamento e a emoção podem tudo mudar é só o homem querer.
Uma história de ficção para ilustrar uma verdade indiscutivel xxx

 

 

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Poetisa e Escritora

 

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Há dias que marcam a alma da vida da gente

Alucinação....

Caminho descalça
na areia molhada, da praia,
e iludo a minha alma
sedenta, de abrigo seguro.
O vento, arrasta
o meu manto azul,
que cobre a nudez do corpo
da maresia, que o mar oferece.
Ao longe, a luz brilhante
do sol inunda,e pinta, a paisagem

Ampliam-se na minha visão
outros mundos de luz.
O caminho, que piso
não me é indiferente,
Anseios que me tomam,
e me impelem, a cruzadas de antanho..
Há dias, que apetece gritar
ao mundo ,que silencie.
Porque há almas que acordam
e querem espurgar tanta dor.
Mas o mundo, inquieto ,indiferente,
é surdo e mudo,
e passa orgulhoso ,adiante
de quem é sofredor.
Tombando a cabeça no peito,
onde cruzo os meus braços
enrolo, trinco e esfarrapo,
um pedaço da seda
da veste, que me cobre.

Choro lágrimas cansadas
que caiem dos meus olhos,
Tão nublados do embargo,
que me tomam as lembranças,
das minhas histórias .
Escritos do meu passado
Na voz da poetisa
que é a mulher
que canta poemas
de dor e de amor.
Envoltos em luz, nessa tela,
que Só Deus dá còr
vejo sinhuetas, e rostos
que recordo.
Meus passos apressam-se
para essa visão
Mas não vejo mais
do que o que guardo ,no meu coração.

de Té 2009

revisto

 

 

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Poetisa e Escritora

VOÇÊ VAI CHORAR

 

 

 

 

 

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Chorar a sambar

Chora….
Chora amigo agora
Porque ela foi embora
Teu bem-querer, tua paixão
Chora…
Chora, assim comovente
Tuas lágrimas sofridas
Que mostras a toda a gente

Chorar….

Chorar… não ajuda essa culpa
Já não vale a pergunta
Que a ti queres fazer
Chorar…. Assim vais aceitar
Ela quis acabar
Te deixou! Você chorou…

Chorar? Meu amigo é preciso
Quando a alma dá o grito
E você está lá dentro.
Chorar! Meu amigo é sublimar
É a mágoa que fica
Que é preciso expulsar.
Chorar…é carpir a tristeza
Você deu a ternura
Colheu a indiferença

Chorar meu amigo è emoção
dessa profunda amargura
Que agarrou o teu coração
Chorar …. Meu amigo é sentir
Que estás vivo e a sorrir
E lavar essa dor

Acaso meu amigo ao chorar
Você vai remediar
o mal que já foi feito?
Apenas…você está a aprender
Que quando se dá demais
Se acaba a sofrer.


De Té


 
 
xxx

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