Posts de ELIETH TAVARES CASTRO (178)

SAÚDE É TRABALHAR .....reflexão aos trabalhadores de uma casa espírita.....

Ao longo de sua luminosa trajetória, Chico experimentou inúmeros problemas de saúde, sem permitir que os males físicos o inibissem.
Indagado, certa feita, se em algum momento sentira impaciência ou revolta, explicou:
– Não sofro tanto assim, porque a ciência médica está bastante avançada. Tenho, por exemplo, um proc esso de catarata inoperável e há décadas faço a medicação em meus olhos, com muita calma, porque considero, conforme me ensinou Emmanuel, que a possibilidade de ver já é um privilégio.
Notável postura, não é mesmo, leitor amigo? Um convite à reflexão em torno de males que não nos afligiriam tanto, se não os imaginássemos capazes de paralisar nossas iniciativas e descolorir nossa existência.
A forma como o mentor espiritual sedimentou-lhe essa convicção é bastante pitoresca.
Certa feita, lutando por debelar um processo hemorrágico no olho direito, Chico deixou de participar dos trabalhos mediúnicos por dois dias.
Emmanuel veio vê-lo.
– Por que não está trabalhando?
E Chico, ensaiando agastamento:
– Como o senhor sabe, estou com um olho doente.
O guia não deixou barato:
– E o outro, o que está fazendo? Ter dois olhos é luxo!
Chico conclui, após relatar o episódio:
– Poder trabalhar, não obstante a doença, já é quase saúde.

***

Diariamente, milhões de brasileiros justificam sua ausência no serviço, apresentando atestados médicos, a informar que estiveram impossibilitados de exercer suas funções.
Há algo do chamado jeitinho brasileiro em muitas dessas iniciativas, com as quais se pretende matar o serviço, em favor de alguns dias no dolce fare niente dos italianos.
Em relação às atividades espirituais e filantrópicas, no Centro Espírita, acontece com freqüência maior, lamentavelmente.
Isso porque não há necessidade de atestado. Geralmente, os faltosos nem se dão ao trabalho de avisar, ocasionando sérios embaraços em determinados setores.
Particularmente na atividade mediúnica, tal comportamento é altamente danoso, porquanto, não raro, um planejamento cuidadosamente elaborado pelos benfeitores espirituais é prejudicado pela ausência de um ou mais participantes.
Deixam de comparecer por motivos triviais:

• Chuva.
• Frio.
• Cansaço.
• Desinteresse.
• Sono.
• Visita.
• Mal-estar.

Com relação a este último motivo, não se dão conta os médiuns de que, freqüentemente, uma enxaqueca, uma dor, uma tensão nervosa, um ânimo caído, decorrem da presença da entidade que deverá comunicar-se por seu intermédio.
Os mentores espirituais antecipam a ligação, a fim de que ocorra melhor familiaridade com o Espírito, favorecendo a manifestação.
O médium, que deveria saber disso, deixa de comparecer, por estar doente.

***

Em qualquer situação, no dia-a-dia, oportuno lembrar que o trabalho é o melhor remédio para nossos males.
Como o próprio Chico ensina, trabalhar, mesmo estando doente, já é um começo de recuperação.
Espiritualmente, haverá demonstração mais exuberante de saúde do que alguém disposto a servir, mesmo estando doente?

Richard Simonetti
Livro Rindo e Refletindo com Chico Xavier
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O homem ...corpo alma e perispírito

O homem ...corpo alma e perispírito

 

Que é um ser humano?

- Um ser composto de uma alma e de um corpo, isto é, de espírito e carne.

Que é, então, a alma?

- É o princípio de vida em nós. A alma do homem é um Espírito encarnado; é o princípio da inteligência, da vontade, do amor, a sede da consciência e da personalidade.

Que é o corpo?

- O corpo é um envoltório de carne, composto de elementos materiais, sujeitos à mudança, à dissolução e à morte.

O corpo é, então, inferior à alma?

- Sim, porque ele é apenas sua vestimenta.

É necessário então desprezar o corpo, já que ele é inferior à alma?

- De maneira alguma: nada é desprezível. O corpo é o instrumento de que a alma tem necessidade para realizar seu destino; o operário não deve desprezar o instrumento com o qual ganha seu sustento.

A alma está encerrada no corpo ou é o corpo que está contido na alma?

- Nem uma nem outra coisa. A alma, que é espírito, não pode ficar encerrada num corpo; ela irradia por fora, como a luz através do cristal da lâmpada. Nenhum corpo pode mantê-la materialmente cativo; ela pode exteriorizar-se.

Como está unida a alma ao corpo, o espírito à carne?

- Por meio de um elemento intermediário, chamado corpo fluídico ou perispírito, que participa, ao mesmo tempo, da alma e do corpo, do espírito e da carne e os vincula, de alguma forma, um ao outro.

Que quer dizer a palavra perispírito?

- Esta palavra quer dizer: o que está em torno do Espírito. Da mesma forma que o fruto está contido num envoltório muito delgado chamado perisperma, o Espírito está envolvido por um corpo muito sutil denominado perispírito.

Como o perispírito pode unir a carne ao Espírito?

- Penetrando-os e permitindo se interpenetrarem. O perispírito comunica-se com a alma através de correntes magnéticas e com o corpo por meio do fluido vital e do sistema nervoso, que lhe serve, de certa forma, de transmissor.

Então, o homem é, na realidade, composto de três elementos constitutivos?

- Sim, esses três elementos são: o corpo, o espírito e o perispírito.

Quando e onde começa essa união da alma e do corpo?

- No momento da concepção, e se torna definitiva e completa por ocasião do nascimento.

A alma se separa do perispírito, quando se separa do corpo?

- Nunca. O perispírito é sua vestimenta fluídica indispensável. O perispírito precede a vida presente e sobrevive à morte. É ele que permite aos Espíritos desencarnados materializar-se, isto é, aparecer aos vivos, falar-lhes, como acontece por vezes nas reuniões espíritas.

O perispírito é então um corpo fluídico semelhante a nosso corpo material?

- Sim. É um organismo fluídico completo; é o verdadeiro corpo, as verdadeiras formas humanas, a que não muda em sua essência. Nosso corpo material se renova a cada instante; seus átomos se sucedem e se reformam; nosso rosto se transforma com a idade; o corpo fluídico propriamente dito não se modifica materialmente; ele é nossa verdadeira fisionomia espiritual, o princípio permanente de nossa identidade e de nossa estabilidade pessoal.

Onde, então, o perispírito encontrou seu fluido?

- No fluido universal, isto é, na força primordial, etérea. Cada mundo tem seus fluidos especiais, tomados ao fluido universal; cada Espírito tem seu fluido pessoal, em harmonia com o do mundo que ele habita e seu próprio estado de adiantamento.

Retirado do livro 'Síntese Doutrinária' – Léon Denis

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Através de uma carta André Luiz enviou alguns conselhos valiosos para um amigo que buscava informações sobre sua situação na terra.

CARTA: 

Caro companheiro.
Você quer saber algo de sua verdadeira situação na Terra.
Compreendo.
Quando a pessoa entra nessa grande colônia de tratamento e cura, é convenientemente tratada.
A memória deve funcionar na dose justa.
É natural.

A permanência aí poderá ser longa e, por isso mesmo, certas medidas se recomendam em favor dos beneficiários.

Atende às instruções do internato e não se preocupe, em demasia, com os problemas que não lhe digam respeito.

Não se prenda aos seus apetrechos de uso e nem acumule utilidades que deixará inevitavelmente, quando as autoridades observarem você no ponto de retorno.

Se algum colega de vivência estima criar casos, esqueça isso. Não vale a pena incomodar-se. Ninguém ou quase ninguém passa por aí sem dificuldades por superar.

Viva alegre, com a sua consciência tranquila.

Em se achando numa estância de refazimento, é aconselhável manter-se fiel à tarefa que a administração lhe confie.

Procure ser útil, deixando o seu lugar tão melhorado quanto possível, para alguém que aí chegue depois.

Quanto ao mais, considere você e os demais companheiros de convivência e necessidade simplesmente acampados, unidos numa instituição de tratamento oportuno e feliz.


Aí você consegue dormir mais tempo, distrair-se na sua faixa temporária de esquecimento terapêutico, deliciar-se com excelente alimentação, compartilhar de vários jogos e ensaiar muita atividade nobre para o futuro.

Aproveite.
O ensejo é dos melhores.

Descanse e reajuste as próprias forças porque o trabalho para você só será serviço mesmo, quando você deixar o seu uniforme do instituto no vestiário da morte e puder regressar.



André Luiz
(Do livro: “Vida em Vida”, Francisco Cândido Xavier)

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"O TERRORISMO NO MUNDO E O ESPIRITISMO"

A Hidra de Lerna, da mitologia grega, na sua insaciável sede de sangue, ressurge, na atualidade, multiplicando-se em forma do hediondo terrorismo.
 
Os fantasmas do medo, da revolta, das lutas sem quartel, corporificam-se nas massas alucinadas gritando por vingança, sem se importar com o número de vidas que sejam estioladas, nem com as formas cruentas a que sejam submetidas.
Os direitos do homem e da mulher, dolorosamente conseguidos ao largo da História, cedem lugar ao abuso do p oder desenfreado, da loucura fanática de minorias infelizes, que acendem o estopim do barril de pólvora dos ódios mal contidos.
Entre as elevadas conquistas do desenvolvimento ético e moral da Terra, destaca-se a liberdade, representada nas organizações políticas pelos regimes democráticos, veladores da honra de bem viver e deixar que os demais também o vivam. Dentre esses direitos inalienáveis, a liberdade de expressão alcançou nível superior para o comportamento humano.
Não há, portanto, limite sagrado ou profano, proibido ou permitido, dependendo, exclusivamente, do estágio intelecto-moral da sociedade e dos seus cidadãos, que optarão pelo ético, pelo saudável e pelo favorável ao desenvolvimento espiritual da Humanidade.
Sofista por excelência e ético na sua essência, Sócrates defendia a liberdade de expressão num período de intolerância e de sujeição, de arbitrariedades, que ele condenava, havendo pago com a nobre existência a elevada condição d e exaltar a beleza e a verdade.
Jesus, na Sua ímpar condição, respeitou essa gloriosa conquista – a liberdade de expressão – não se permitindo afetar pelos inditosos comportamentos dos seus opositores contumazes… E fez-se vítima espontânea da crueldade e do primarismo daqueles que O temiam e, por consequência, O odiavam.
Legou-nos, no entanto, no memorável discurso das bem-aventuranças as diretrizes éticas para a conquista da existência feliz através da aquisição da paz.
Em momento algum limitou, excruciou ou lutou contra o amadurecimento espiritual do ser humano.
Sua doutrina, conforme previra, foi submetida ao talante dos poderes temporais e transformada em arma terrorista esmagadora que dominou as massas humanas por longos séculos de medo e de horror.
Há pouco mais de duzentos anos, no entanto, a França e, logo depois, os Estados Unidos da América do Norte desfraldaram a bandeira dos direitos à liberdade, à igualdade e à frat ernidade. E houve, desde então, avanços incontestes no comportamento dos povos, diversas vezes afogados no sangue dos seus filhos em insurreições internas, em guerras internacionais, embora muitos interesses subalternos, para que lhes fossem preservados esses soberanos direitos.
Os temperamentos primários, porém, ainda predominantes em expressivo número de Espíritos rebeldes, incapazes de compreender os valores humanos, têm imposto a sua terrível e covarde adaga em atos de terrorismo, tendo como pano de fundo as falsas e mórbidas confissões políticas e religiosas, que dizem abraçar, espalhando o caos, o terror, nos quais se comprazem.
A força das suas armas destrutivas jamais fixará os seus postulados hediondos, pois que sempre enfrentarão outros grupelhos mais nefastos e sanguinários que os vencerão. Após o triunfo de um bando de bárbaros por um tempo e ei-los desapeados da dominação por dissidentes não menos cruéis…
Assim tem sido na História em todos os tempos.
Os mongóis, por exemplo, conquistaram a Índia, embelezaram-na, realizaram esplendorosas construções como o Taj Mahal, pelo imperador Shah Jahan, a fortaleza dita inexpugnável guardando a cidade e as minas de diamantes da Golconda, enquanto se matavam para manter-se ou para conquistar o trono – filhos que assassinaram os pais ou os encarceraram, ou os enviaram para o exílio, como era hábito em outras nações – para depois sucumbirem sob o guante de outros voluptuosos dominadores mais hábeis e mais selvagens.
Criaram armas terríveis, como os foguetes com lâminas aguçadas e os imensos canhões, terminando vencidos, após algumas glórias, pelas tropas inglesas que invadiram o país, submetendo-o por mais de um século ao Reino Unido, desde o reinado de Vitória.
Mais tarde, a grandeza moral do Mahatma Gandhi, com a sua misericordiosa não violência, libertou-a, restituindo-a aos seus primitivos filhos. Nada obstante, após o seu assassinato, a Índia continuou e permanece até hoje vítima do terrorismo político e religioso desenfreado, sem a bênção da paz, a dileta filha do amor.
Somente quando o amor instalar-se no coração do ser humano é que o terrorismo perverso desaparecerá e os cidadãos de todas as pátrias e de todas as confissões religiosas se permitirão a vera liberdade de pensamento, de palavra e de ação.
Com efeito, esse sublime sentimento não usará da glória da liberdade para denegrir ou punir pelo ridículo, porque respeitará todos os direitos que a Vida concede àqueles que gera e mantém.
Para que esse momento seja atingido, faz-se urgente que todos, mulheres e homens de bem, religiosos ou não, mantenham-se em harmonia, respeitem-se mutuamente e contribuam uns para a plenitude dos outros.
Infelizmente, porém, na atualidade, em que predominam o individualismo, o consumismo, o exibicionismo, espúrios descendentes do egoísmo, facções terroristas degeneradas disseminarão na Terra o crime e o pavor, até que seus comandantes e comandados sejam todos exilados para mundos inferiores, compatíveis com o seu estágio de evolução.
Merece, igualmente, neste grave momento, recordar a frase de Jesus: Eu venci o mundo! (João, 16:33)
Todos desejam, por ignorância, vencer no mundo.
Ele não foi um vitorioso no cenário enganoso do mundo, mas o triunfador sobre todas as suas ainda perversas injunções.
O terrorismo passará como todas as vitórias da mentira, das paixões inferiores e da violência, porque só o amor é portador de perenidade.
 
Vianna de Carvalho
Psicografia de Divaldo Pereira Franco, na sessão mediúnica da noite de 7 de janeiro de 2015 (quando ocorreu o ataque terrorista em Paris), no Centro Espírita Caminho da Redenção, em Salvador,

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Três Atitudes

Três Atitudes 
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Entendendo-se que o egoísmo e o orgulho são qualidades negativas na personalidade mediúnica, obscurecendo a palavra da Esfera superior, e compreendendo-se que o bem é a condição inalienável para que a mensagem edificante seja transmitida sem mescla, examinemos essas três atitudes, em alguns dos quadros e circunstâncias da vida. 
Na sociedade:

O egoísmo faz o que quer. 
O orgulho faz como quer. 
O bem faz quanto pode, acima das próprias obrigações. 
No trabalho:
O egoísmo explora o que acha. 
O orgulho oprime o que vê. 
O bem produz incessantemente. 
Na equipe:
O egoísmo atrai para si. 
O orgulho pensa em si. 
O bem serve a todos.

Na amizade:
O egoísmo utiliza situações. 
O orgulho clama por privilégios. 
O Bem renuncia ao bem próprio. 
Na fé:
O egoísmo aparenta. 
O orgulho reclama. 
O bem ouve.

Na responsabilidade:
O egoísmo foge. 
O orgulho tiraniza. 
O bem colabora. 
Na dor alheia: 
O egoísmo esquece. 
O orgulho condena. 
O bem ampara. 
No estudo:
O egoísmo finge que sabe. 
O orgulho não busca saber. 
O bem aprende sempre, para realizar o melhor.

Médiuns, a orientação da Doutrina Espírita é sempre clara. 
O egoísmo e o orgulho são dois corredores sombrios, inclinando-nos, em toda a parte, ao vício, a à delinquência, em angustiantes processos obsessivos, e só o bem é capaz de filtrar com lealdade a Inspiração Divina, mas, para isso, é indispensável não apenas admirá-lo e divulgá-lo: acima de tudo, é preciso querê-lo e praticá-lo com todas as forças do coração.

Resultado de imagem para MENSAGEM ESIRITAS GOTAS DE PAZ

Emmanuel in SEARA DOS MÉDIUNS

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“POR QUÊ UM ESPÍRITO PODE FICAR VAGANDO PERDIDO? QUANDO ISSO OCORRE, COMO RESOLVER? ”

Estado de Perturbação. Um espírito não esclarecido, chega do outro lado praticamente sem consciência do que está acontecendo, não acredita já estar morto, continua a agir como se ainda estivesse vivo, assiste todo o funeral e acha que esta sonhando, fica ao redor do caixão com seu corpo ou entre os familiares. Depois do enterro, volta para casa e tenta se comunicar, como ninguém responde às suas perguntas fica desorientado, não aceita auxílio de outros espíritos que vieram para ajudar; como sempre lhe disseram que “os bons”, vão direto para o céu, e como uma pessoa nunca se julga má, ele fica esperando que os anjos venham buscá-lo.

Como os anjos não aparecem, alguns ficam anos ou séculos na sua casa, no local da morte ou junto com os seus bens, tesouros ou pertences.

Presos a Matéria Pessoas que viveram aqui só voltados aos prazeres materiais, sem se preocupar com o seu futuro espiritual, geralmente demoram-se na crosta terrestre, buscando ainda os mesmos tipos de prazer que costumavam cultivar quando encarnados, acomodam-se junto aos encarnados que apreciam os mesmos vícios, induzindo as pessoas a prática, para usufruir dos fluídos.

Ex: bebidas, cigarros, etc. Aprendem a se alimentar da energia dos vivos, se “encosta” como dizem, numa pessoa que lhe ofereça condições, e muitas vezes, mesmo sem saber que está prejudicando, suga a sua energia.

Deixando-a, cada dia mais debilitada, começam a surgir às doenças.

Região de Sombra e Dor Quando o espírito comete delitos graves aqui na Terra (assassinatos, crimes) ele é atraído para regiões de sombra e dor, o chamado umbral, onde pelo sofrimento chegará um dia ao arrependimento e o desejo de reparar o mal praticado, e então será socorrido por espíritos bons que irão retirá-lo de lá e serão conduzidos a postos de atendimento espiritual conhecido como colônias.

Falta de preparo para morte tudo isso acontece porque as religiões não preparam as pessoas para essa passagem. Somente ensinam que o pecador, batizado, convertido ou morrendo sob confissão, extrema unção, encomendação do corpo ou tendo um funeral com os rituais religiosos, vai direto para o céu.

As pessoas nasceram e são livres para fazerem o que quiserem inclusive o mal, aí entram as religiões cuja missão é conduzir o homem à prática do bem e da justiça e consequentemente prepará-lo para voltar melhor do que quando veio.

Por não admitir o renascimento a maioria das igrejas não tem outra saída, a não ser ensinar que o morto deve aguardar de braços cruzados dentro do caixão até o momento em que as trombetas vão soar e todos ressuscitarão, para o julgamento coletivo do juízo final.

Como nada prende um espírito, ele sai por aí para fazer o que quiser.

Esse é o motivo que incontáveis irmãos se encontram nessa situação há muito tempo.

É obrigação dos vivos auxiliarem com suas orações e atos aqueles que já se foram principalmente convencê-los do arrependimento.

Daí a necessidade de se doutrinar e evangelizar esses espíritos para que no menor tempo possível lhes seja dado conhecer a Verdade que os libertará das falsas doutrinas e das falsas promessas.

 

Bibliografia: Livro Céu e Inferno às outubro 26, 2017 

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“PARTO E CESARIANA NO PLANO ESPIRITUAL”

“PARTO E CESARIANA NO PLANO ESPIRITUAL”

Muitas vezes, embora os ensinamentos que a Doutrina Espírita nos oferece, chegamos a pensar que o Mundo Espiritual é algo etéreo, fluido, sem nenhuma constituição material. Esse pensamento advém dos conceitos errôneos, desta e de outras vidas, que trazemos de outras religiões a respeito do “céu”.

Vejamos alguns trechos sobre “parto” na espiritualidade:

Ao fazer um atendimento, juntamente com Oscar, a uma senhora desencarnada, que tentava libertar-se dos liames perispirituais, sem conseguir, debatendo-se muito angustiada, Miranda deu-se conta de que ela desencarnara em adiantado estado de gestação, mantendo junto a si a presença do Espírito-feto, que se encontrava adormecido após a morte orgânica, todavia imantado ao corpo da mãe. Inseguro quanto ao que deveria fazer solicitou a ajuda do mentor que, ao constatar o quadro sugeriu que deveriam primeiramente adormecer a gestante, para depois realizarem o parto (Transição Planetária, Manoel P. de Miranda).

A cena que se seguiu bem que poderia ser denominada de “parto espiritual”. Com a palavra o amigo Miranda: Dr. Charles pediu a Ana que atendesse ao filhinho, enquanto ele aplicava recursos especiais na área do chacra coronário do pequenino, diluindo a energia densa que se foi alterando, mudando de tonalidade e de formato até diluir-se como um fio que se esgarça, sendo separadas totalmente as fibras de energia que os uniam.

Nesse comenos, observamos que a gestante movimentou-se, embora adormecida, e expeliu uma espessa massa informe, como se fora o parto. Logo nos demos conta que se tratava da condensação mental de ambos, filho e genitora, acumulada no útero, em cujo claustro desenvolvia-se a gestação. A partir desse momento, o seu sono tornou-se tranquilo, sendo encaminhado por Ana pra uma das áreas especiais e dali seria levado para uma comunidade infantil. Vários aspectos desse caso merecem algumas reflexões.

Pessoalmente sempre me comoveram as desencarnações violentas e traumáticas de mulheres em gestação. Ficava a conjecturar qual seria o atendimento à gestante e ao Espírito a ela ligado, no processo reencarnatório que não chegara a termo. Perguntava-me como ficariam esses Espíritos, passando por essa experiência dolorosa. Sentiriam a própria morte e daquela que lhe seria mãe? E em relação a esta, por sua vez passaria igualmente por esse mesmo processo? Como se daria o desligamento entre ambos?

As indagações ficavam sem respostas, porém, muitas suposições ocorriam aos estudiosos dessa área, todos buscando as explicações sempre elucidativas da Doutrina Espírita e dentro da lógica notável a que nos habituamos. Ao mesmo tempo aguardávamos as orientações dos benfeitores espirituais, sempre trazendo elucidações avançadas, adiante do tempo.

Eis que o próprio Manoel Philomeno de Miranda traz a lume uma excelente obra, “Painéis da Obsessão” (1983), de sua autoria espiritual, em que relata um fato extraordinário, que eu denominei de “cesariana realizada no plano espiritual”. Devido exatamente a esse caso, escrevi um artigo com esse título, publicado na revista “O médium” de Juiz de Fora, no bimestre de março/abril de 1985.

Embora existam diferenças entre as duas ocorrências, a da gestante desencarnada pelo tsunami (Transição Planetária) e a que está no livro citado acima, existem pontos semelhantes que, sobretudo, atestam a misericórdia divina que atende a todas as criaturas, conforme seus méritos, suas necessidades, ao arbítrio das Leis Divinas. Para que os leitores e leitoras se instruam com o caso em pauta, transcrevo aqui os pontos principais, conforme meu artigo.

O autor narra, pois, no livro “Painéis da Obsessão”, acima citado, no capitulo 16, a desencarnação de uma senhora em adiantado estado de gravidez, em um desastre provocado por obsessores. A cena é chocante como chocante são os acontecimentos do passado que culminaram na sua morte e na morte do filhinho na presente reencarnação. Miranda relata o atendimento e o socorro espiritual que receberam.

Embora não fosse possível evitar ou desviar o curso da trama dos obsessores, em razão dos débitos passados e do comportamento do presente, mãe e filho tiveram a proteção espiritual que fizeram por merecer. A gestante, sem se dar conta do desastre, após ser liberada juntamente como filhinho dos liames carnais, passou a sentir dores sendo, então, conduzida para o centro cirúrgico de um hospital na esfera extrafísica. Adormecida foi submetida a uma “cesariana”, tal qual conhecemos na Terra e o recém-nascido foi colocado no leito ao seu lado.

Surpreso, Miranda recebe a explicação do fato por meio da palavra de um de seus instrutores na referida obra, o Dr. Lustoza, que esclarece: (…) em muitos casos de gestantes acidentadas, em avançados meses de gravidez, em que ocorre, também, a desencarnação do feto, é de hábito nosso, quando as circunstâncias assim nos permitem, proceder como se não houvesse sucedido nenhuma interrupção da vida física.

Em primeiro lugar, porque o Espírito, em tais circunstâncias, quase sempre já se encontra absorvido pelo corpo que foi interpenetrado e modelado pelo perispírito, no processo de reencarnação, merecendo ser deslindado por cirurgia mui especial para poupar-lhe choques profundos e aflições várias, o que não se daria se permanecesse atado aos despojos materiais, aguardando a consumpção deles.

É muito penoso este período para o ser reencarnante, que pelo processo da natural diminuição da forma e perda parcial da lucidez, é colhido por um acidente deste porte e não tem crédito para a libertação mais cuidadosa. Quando isto se dá, os envolvidos são, quase sempre, irmãos calcetas, inveterados na sandice e na impiedade que sofrem, a partir de então, demoradamente, as consequências das torpezas que os arrojam a esses lôbregos sítios de tormentos demorados.

No caso em tela, o pequenino se desenvolverá como se a reencarnação se houvera completado, crescendo normalmente, participando das atividades compatíveis aos seus vários períodos em Institutos próprios, que os amigos conhecem. Outros esclarecimentos são prestados pelo Dr. Lustoza, mas convém encerrar por aqui, com as palavras de Miranda, em uma reflexão pessoal: Vivendo ainda muito próximos dos interesses humanos e considerando ser a vida física uma cópia imperfeita da espiritual, compreender-se-á que, nesta última se encontram todos os elementos da primeira, embora a recíproca não seja verdadeira. (Painéis da Obsessão)

Essa frase de Philomeno de Miranda sintetiza perfeitamente a premissa básica de todos os temas concernentes à conduta do ser humano, da sua vida prática, especialmente no âmbito material, tratados à luz do Espiritismo. Que fique bem claro: tudo o que existe na Terra, como obra do homem, é uma cópia imperfeita do que existe no mundo espiritual.

Portanto, a ciência, por mais avançada e por maiores conquistas que apresente nada mais expressa do que a realidade preexistente na esfera espiritual, o mesmo sucede em relação a invenções, descobertas, progresso da medicina, ideias “novas” que surgem etc.

 

Suely Caldas Schubert-KARDEC RIO PRETO

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“QUATRO SINAIS DE QUE UM ESPÍRITO QUERIDO ESTÁ POR PERTO”

Um espírito pode se manifestar de diversas maneiras

É difícil perder alguém a quem nos sentíamos bastante chegados. Todos perdemos alguém em algum ponto de nossas vidas, é uma realidade da natureza e, infelizmente temos que encarar isso da melhor maneira possível.

No entanto, apesar de o corpo de alguma pessoa não estar mais entre nós, não significa que a pessoa tenha desaparecido para sempre de nossas vidas! Aqui estão alguns sinais que podem significar que os seus entes queridos que se foram não deixaram o seu lado definitivamente!

  1. Eles aparecem nos seus sonhos

Essa é uma das maneiras mais comuns que os espíritos usam para interagir conosco. Nossas mentes subconscientes sempre são mais abertas ao mundo espiritual, frequentemente deixando ele entrar. Sonhos envolvendo espíritos são incrivelmente realísticos e nem um pouco como sonhos normais. Preste atenção ao que eles podem significar, pode ser uma mensagem.

  1. Pensamentos incomuns

Você pode experienciar pensamentos que sente não serem seus, quase como se seu monólogo interno seja ocupado por outra pessoa. Pode ser um sinal de que as pessoas falecidas ainda estão com você. Se você se sente com pensamentos externos, preste atenção a eles, especialmente quando eles começarem a conversar com você.

  1. Sinais no funeral

Segundo James Van Praagh, um renomado psíquico, alguns espíritos vão aos seus próprios funerais. Eles andam pela sala tentando confortar os seus amigos mais queridos e dar sinais de que está tudo bem. Frequentemente, por que as pessoas estão tão desconcertadas no luto, esses sinais passam desapercebidos. Quando for a um funeral fique aberto aos sinais que eles oferecem.

  1. Você sente o seu cheiro

Quando o espírito de alguém querido está por perto, ele pode se manifestar de diversas maneiras. Uma das mais comuns é o olfato. O cheiro de uma pessoa é, frequentemente, uma das conexões mais fortes com ela. Pode ser o cheiro de tabaco do cigarro ou um perfume, ou até mesmo o aroma de sua comida preferida sendo preparada. Aprecie isso, é uma mensagem sendo enviada diretamente de seu amado falecido.

Autor: James Van Praagh

Site: Meu Livro Espírita

 

 

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RECORDAÇÃO DA EXISTÊNCIA CORPÓREA

 "RECORDAÇÃO DA EXISTÊNCIA CORPÓREA"

Lembra-se o Espírito da sua existência corporal?

"Lembra-se, isto é, tendo vivido muitas vezes na Terra, recorda-se do que foi como homem e eu te afirmo que frequentemente ri, penalizado de si mesmo."

Tal qual o homem, que chegou à madureza e que ri das suas loucuras de moço, ou das suas puerilidades na meninice.

A lembrança da existência corporal se apresenta ao Espírito, completa e inopinadamente, após a morte?

"Não; vem-lhe pouco a pouco, qual imagem que surge gradualmente de uma névoa, à medida que nela fixa ele a sua atenção."

O Espírito se lembra, pormenorizadamente, de todos os acontecimentos de sua vida? Apreende o conjunto deles de um golpe de vista retrospectivo?

"Lembra-se das coisas, de conformidade com as consequências que deles resultaram para o estado em que se encontra como Espírito errante. Bem compreende, portanto, que muitas circunstâncias haverá de sua vida a que não ligará importância alguma e das quais nem sequer procurará recordar-se."

- Mas, se o quisesse, poderia lembrar-se delas?

"Pode lembrar-se dos mais minuciosos pormenores e incidentes, assim relativos aos fatos, como até aos seus pensamentos. Não o faz, porém, desde que não tenha utilidade."

- Entrevê o Espírito o objetivo da vida terrestre com relação à vida futura?

"Certo que o vê e compreende muito melhor do que em vida do seu corpo. 

Compreende a necessidade da sua purificação para chegar ao infinito e percebe que em cada existência deixa algumas impurezas."

Como é que ao Espírito se lhe desenha na memória a sua vida passada? Será por esforço da própria imaginação, ou como um quadro que se lhe apresenta à vista? 

"De uma e outra formas. São-lhe como que presentes todos os atos de que tenha interesse em lembrar-se. Os outros lhe permanecem mais ou menos vagos na mente, ou esquecidos de todo. Quanto mais desmaterializado estiver, tanto menos importância dará às coisas materiais. Essa a razão por que, muitas vezes, evocas um Espírito que acabou de deixar a Terra e verificas que não se lembra dos nomes das pessoas que lhe eram caras, nem de uma porção de coisas que te parecem importantes. É que tudo isso, pouco lhe importando, logo caiu em esquecimento. Ele só se recorda perfeitamente bem dos fatos principais que concorrem para a sua melhoria."

O Espírito se recorda de todas as existências que precederam a que acaba de ter?

"Todo o seu passado se lhe desdobra à vista, quais a um viajor os trechos do caminho que percorreu. Mas, como já dissemos, não se recorda de modo absoluto de todos os seus atos. Lembra-se destes conforme mente à influência que tiveram na criação do seu estado atual. Quanto às primeiras existências, as que se podem considerar como a infância do Espírito, essas se perdem no vago e desaparecem na noite do esquecimento."

Como considera o Espírito o corpo de que vem de separar-se?

"Como veste imprestável, que o embaraçava, sentindo-se feliz por estar livre dela."

- Que sensação lhe causa o espetáculo do seu corpo em decomposição?

"Quase sempre se conserva indiferente a isso, como a uma coisa que em nada o interessa."

Ao cabo de algum tempo, reconhecerá o Espírito os ossos ou outros objetos que lhe tenham pertencido?

"Algumas vezes, dependendo do ponto de vista, mais ou menos elevado, donde considere as coisas terrenas."

A veneração que se tenha pelos objetos materiais que pertenceram ao Espírito lhe dá prazer e atrai a sua atenção para esses objetos? 

"É sempre grato ao Espírito que se lembrem dele e os objetos que lhe pertenceram trazem-no à memória dos que ele no mundo deixou. Mas, o que o atrai é o pensamento destas pessoas e não aqueles objetos."

E a lembrança dos sofrimentos por que passaram na última existência corporal, os Espíritos a conservam?

"Frequentemente assim acontece e essa lembrança lhes faz compreender melhor o valor da felicidade de que podem gozar como Espíritos."

O homem, que neste mundo foi feliz, deplora a felicidade que perdeu, deixando a Terra?

"Só os Espíritos inferiores podem sentir saudades de gozos condizentes com uma natureza impura qual a deles, gozos que lhes acarretam a expiação pelo sofrimento. Para os Espíritos elevados, a felicidade eterna é mil vezes preferível aos prazeres efêmeros da Terra."

Exatamente como sucede ao homem que, na idade da madureza, nenhuma importância liga ao que tanto o deliciava na infância.

Aquele que deu começo a trabalhos de vulto com um fim útil e que os vê interrompidos pela morte, lamenta, no outro mundo, tê-los deixado por acabar?

"Não, porque vê que outros estão destinados a concluí-los. Trata, ao contrário, de influenciar outros Espíritos humanos, para que os ultimem. Seu objetivo, na Terra, era o bem da humanidade; o mesmo objetivo continua a ter no mundo dos Espíritos."

E o que deixou trabalhos de arte ou de literatura, conserva pelas suas obras o amor que lhes tinha quando vivo?

"De acordo com a sua elevação, aprecia-as de outro ponto de vista e não é raro condene o que maior admiração lhe causava."

No além, o Espírito se interessa pelos trabalhos que se executam na Terra, pelo progresso das artes e das ciências?

"Conforme à sua elevação ou à missão que possa ter que desempenhar. Muitas vezes, o que vos parece magnífico bem pouco é para certos Espíritos, que, então, o admiram, como o sábio admira a obra de um estudante. Atentam apenas no que prove a elevação dos encarnados e seus progressos." 

Após a morte, conservam os Espíritos o amor da pátria?

"O princípio é sempre o mesmo. Para os Espíritos elevados, a pátria é o Universo. Na Terra, a pátria, para eles, está onde se ache o maior número das pessoas que lhes são simpáticas."

As condições dos Espíritos e as maneiras por que veem as coisas variam ao infinito, de conformidade com os graus de desenvolvimento moral e intelectual em que se achem. Geralmente, os Espíritos de ordem elevada só por breve tempo se aproximam da Terra. Tudo o que aí se faz é tão mesquinho em comparação com as grandezas do infinito, tão pueris são, aos olhos deles, as coisas a que os homens mais importância ligam, que quase nenhum atrativo lhes oferece o nosso mundo, a menos que para aí os ocupa o propósito de concorrerem para o progresso da humanidade. Os Espírito de ordem intermédia são os que mais frequentemente baixam a este planeta, se bem considerem as coisas de um ponto de vista mais alto do que quanto encarnados. Os Espíritos vulgares, esses são os que aí mais se comprazem e constituem a massa da população invisível do globo terráqueo. Conservam quase que as mesmas ideias, os mesmos gostos e as mesmas inclinações que tinham quando revestidos do invólucro corpóreo. Metem-se em nossas reuniões, negócios, divertimentos, nos quais tomam parte mais ou menos ativa, segundo seus caracteres. Não podendo satisfazer as suas paixões, gozam na companhia dos que a elas se entregam e os excitam a cultivá-las. Entre eles, no entanto, muitos há, sérios, que veem e observam para se instruírem e aperfeiçoarem.

As ideias dos Espíritos se modificam quando na erraticidade?

"Muito; sofrem grandes modificações, à proporção que o Espírito se desmaterializa. Pode este, algumas vezes, permanecer longo tempo imbuído das ideias que tinha na Terra; mas, pouco a pouco, a influência da matéria diminui e ele vê as coisas com maior clareza. É então que procura os meios de se tornar melhor."

Já tendo o Espírito vivido a vida espírita antes da sua encarnação, como se explica o seu espanto ao reingressar no mundo dos Espíritos? 

"Isso só se dá no primeiro momento e é efeito da perturbação que se segue ao despertar do Espírito. Mais tarde, ele se vai inteirando da sua condição, à medida que lhe volta a lembrança do passado e que a impressão da vida terrena se lhe apaga."

 

FONTES:

Autor Allan Kardec

http://www.institutochicoxavier.com/index.php/informativo/o-que-e-o-espiritismo-2/1597-lembranca-da-existencia-corporal

 

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Minha árvore de amigos

 

 

Minha árvore de amigos

 

Existem pessoas em nossas vidas que nos fazem felizes pela simples casualidade de haverem cruzado nosso caminho... 

Algumas percorrem o caminho ao nosso lado, vendo muitas luas passar, já outras, vemos apenas entre um passo e outro… 

A todas chamamos de amigos… mas há muitos tipos deles… 

Cada folha de uma árvore simboliza um deles... o primeiro que nasce é o broto de nossos pais... nos mostram o que é a vida... 

Depois vem os amigos irmãos, os filhos, com quem dividimos nosso espaço para que possam florescer como nós… 

Passamos então a conhecer toda a família de folhas a quem respeitamos e a quem queremos bem... 

Mas o destino nos apresenta a outros amigos, os quais não sabíamos que iriam cruzar em nosso caminho... 

Muitos deles denominamos “amigos de alma, de coração”… são sinceros e verdadeiros…

Sabem quando estamos bem, sabem o que nos deixa felizes... 

Às vezes um desses amigos de alma se instala em nosso coração e então o chamamos de amigo namorado... 

Esse dá brilho aos nossos olhos, música aos nossos lábios, chão aos nossos pés... 

Mas, também, existem aqueles amigos só por um tempo, talvez por umas férias, ou uns dias, umas horas... 

Eles também costumam colocar muitos sorrisos em nossas faces, durante o tempo em que estamos juntos... 

Não podemos esquecer dos amigos distantes… aqueles que estão nas pontas dos ramos da árvore, que quando o vento sopra sempre aparecem entre uma folha e outra… 

O tempo passa, o verão se vai e o outono se aproxima... então perdemos algumas de nossas folhas... algumas nascem em outro verão, outras permanecem por muitas estações... 

Mas o que nos deixa mais felizes, são aquelas folhas que caíram mas continuam a nossa volta, alimentando nossa raiz com muita alegria... 

Com recordações de momentos maravilhosos do tempo em que cruzaram nosso caminho... 

Por isso... te desejo, folha da minha árvore... paz, amor, saúde, sorte e prosperidade... hoje e sempre!!! 

Simplesmente porque cada pessoa que passa em nossa vida é única... 

Sempre deixa um pouco de si conosco e leva um pouco de nós... 

Esta… é a maior responsabilidade da nossa vida… 

A prova evidente de que duas almas não se encontram por acaso.

 

 
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Lágrimas

“Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados. Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados. Bem-aventurados os que sofrem perseguição pela justiça, porque o reino dos céus é para eles.” (Capítulo 5 item 1.)

Lágrimas são emoções materializadas que romperam as barreiras do corpo físico. Em realidade, representam os excessos de energia que necessitamos extravasar.

Nem sempre são as mesmas fontes que determinam as lágrimas, pois variadas são as nascentes geradoras que as expelem através dos olhos.

Lágrimas nascidas do amor materno são vistas quase que corriqueiramente nos olhos das mães apaixonadas pelos filhos.

Lágrimas de alegria marejam nos olhos dos enamorados, pelas emoções com que traçam planos de felicidade no amor.

Lágrimas geradas pela dor de quem vê o ente querido partir nos braços da morte física, entre as esperanças de reencontrá-lo logo mais, na vida eterna.

Lágrimas de amigos que apertam mãos nas realizações e uniões prósperas são sempre nascentes puras de emotividade sadia oriundas do coração.

Há, porém, lágrimas criadas pelos centros de desequilíbrio, que mais se assemelham a gotas de fel, pois, quando jorram, congestionam os olhos, tornando-os de aspecto agressivo, de cor carmim, entre energias danosas que embrutecem a vida.

Lágrimas de inveja e revolta que brotam nos olhares dos orgulhosos e despeitados, quando identificam criaturas que vencem obstáculos, alcançando metas e exaltando as realizações ditosas que se propuseram edificar.

Lágrimas de angústia e desconforto que umedecem as pálpebras dos inconformados e rebeldes, os quais, por não respeitarem a si mesmos e aos outros, sofrem como conseqüência todos os tipos de desencontros nos caminhos onde transitam desesperados.

Lágrimas de pavor e devassidão, em uma análise mais profunda, são tóxicos destilados pela fisionomia dos corruptos, que lesam velhos, crianças e famílias inteiras na busca desenfreada de ouro e poder.

Lágrimas dissimuladas que gotejam da face dos hipócritas e sedutores, os quais, por fraudarem emoções, acreditam sair ilesos perante as leis naturais da vida.

Conta-se que lágrimas espessas rolaram dos olhos dos ladrões crucificados entre o Senhor Jesus, no Gólgota.

As gotas de lágrima do mau ladrão fecundaram, no terreno dos sentimentos, as raízes da reflexão e do discernimento, que permitiram entender o porque dos corações rígidos e inflexíveis. A humanidade aprendeu que há hora de plantar e tempo de ceifar e que nem todos estão ainda aptos a compreender a essên¬cia espiritual, nascendo, portanto, dessa percepção o “perdão incondicional”.

Mas dos olhos do bom ladrão deslizaram as lágrimas dos que já admitiram seus próprios erros, vitalizando o solo abundantemente e fazendo germinar as sementes poderosas que permitem às consciências em culpa usar sempre “amor incondicional” para si mesmas e para os outros, como forma de restaurar sua vida para melhor.

Isso fez com que os seres humanos se aproximassem cada vez mais do patamar da reparação e do enorme poder de transformação que existem neles mesmos, reformulando e reorganizando gradativamente suas vidas. Estabeleceu-se assim, na Terra, o “arrependimento” - sentimento verdadeiro de remorso pelas faltas cometidas e que serve para renovação de conceitos e atitudes.

No teu mergulho interior, pondera tuas lágrimas, analisa-as e certifica-te dos sentimentos que lhes deram origem.

Que sejam sadias tuas fontes geradoras de emoções e que esse líquido cristalino que escorre sobre tuas faces te levem ao encontro da paz interior, entre alicerces de uma vida plena.

Livroa: Renovando Atitudes
Francisco do Espirito Santo Neto/Hammed

Autor
Hammed

Médium
Francisco do Espirito Santo Neto

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Dias Difíceis

Há dias que parecem não ter sido feitos para ti.

Amontoam-se tantas dificuldades, inúmeras frustrações e incontáveis aborrecimentos, que chegas a pensar que conduzes o globo do mundo sobre os ombros dilacerados.

Desde cedo, ao te ergueres do leito, pela manhã, encontras a indisposição moral do companheiro ou da companheira, que te arremessa todos os espinhos que o mau humor conseguiu acumular ao longo da noite.

Sentes o travo do fel despejado em tua alma, mas crês que tudo se modificará nos momentos seguintes.

Sais à rua, para atender a esse ou àquele compromisso cotidiano, e te defrontas com a agrestia de muitos que manejam veículos nas vias públicas e que os convertem em armas contra os outros; constatas o azedume do funcionário ou do balconista que te atende mal, ou vês o cinismo de negociantes que anseiam por te entregar produtos de má qualidade a preços exorbitantes, supondo-te imbecil. Mesmo assim, admites que, logo, tudo se alterará, melhorando as situações em torno.

Encontras-te com familiares ou pessoas amigas que te derramam sobre a mente todo o quadro dos problemas e tragédias que vivenciam, numa enxurrada de tormentos, perturbando a tua harmonia ainda frágil, embora não te permitam desabafar as tuas angústias, teus dramas ou tuas mágoas represadas na alma. Em tais circunstâncias, pensas que deves aguardar que essas pessoas se resolvam com a vida até um novo encontro.

São esses os dias em que as palavras que dizes recebem negativa interpretação, o carinho que ofereces é mal visto, tua simpatia parece mero interesse, tuas reservas são vistas como soberba ou má vontade. Se falas, ou se calas, desagradas.

Em dias assim, ainda quando te esforces por entender tudo e a todos, sofres muito e a costumeira tendência, nessas ocasiões, é a da vitimação automática, quando se passa a desenvolver sentimentos de autopiedade.

No entanto, esses dias infelizes pedem-nos vigilância e prece fervorosa, para que não nos percamos nesses cipoais de pensamentos, de sentimentos e de atitudes perturbadores.

São dias de avaliação, de testes impostos pelas regentes leis da vida terrena, desejosas de que te observes e verifiques tuas ações e reações à frente das mais diversas situações da existência.

Quando perceberes que muita coisa à tua volta passa a emitir um som desarmônico aos teus ouvidos; se notares que escolhendo direito ou esquerdo não escapas da ácida crítica, o teu dever será o de te ajustares ao bom senso. Instrui-te com as situações e acumula o aprendizado das horas, passando a observar bem melhor as circunstâncias que te cercam, para que melhor entendas, para que, enfim, evoluas.

Não te olvides de que ouvimos a voz do Mestre Nazareno, há distanciados dois milênios, a dizer-nos: No mundo só tereis aflições...

Conhecedores dessa realidade, abrindo a alma para compreender que a cada dia basta o seu mal..., tratarás de te recompor, caso tenhas te deixado ferir por tantos petardos, quando o ideal teria sido agir como o bambuzal diante da ventania. Curvar-se, deixar passar o vendaval, a fim de te reergueres com tranqüilidade, passado o momento difícil.

Há, de fato, dias difíceis, duros, caracterizando o teu estádio de provações indispensáveis ao teu processo de evolução. A ti, porém, caberá erguer a fronte buscando o rumo das estrelas formosas, que ao longe brilham, e agradecer a Deus por poderes afrontar tantos e difíceis desafios, mantendo-te firme, mesmo assim.

Nos dias difíceis da tua existência, procura não te entregares ao pessimismo, nem ao lodo do derrotismo, evitando alimentar todo e qualquer sentimento de culpa, que te inspirariam o abandono dos teus compromissos, o que seria teu gesto mais infeliz.
Põe-te de pé, perante quaisquer obstáculos, e sê fiel aos teus labores, aos deveres de aprender, servir e crescer, que te trouxeram novamente ao mundo terrestre.

Se lograres a superação suspirada, nesses dias sombrios para ti, terás vencido mais um embate no rol dos muitos combates que compõem a pauta da guerra em que a Terra se encontra engolfada.

Confia na ação e no poder da luz, que o Cristo representa, e segue com entusiasmo para a conquista de ti mesmo, guardando-te em equilíbrio, seja qual for ou como for cada um dos teus dias.

Sentes o travo do fel despejado em tua alma, mas crês que tudo se modificará nos momentos seguintes.

Autor
Camilo

Médium
Raul Teixeira

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Mulher Especial

Há mulheres que são especiais.

Em dadas circunstâncias, parecem princesas ou mesmo rainhas, pois encantam, fascinam e mostram ter poderes de tal modo expressivos, diante dos quais dobramos a cerviz.

Há ocasiões em que são como administradoras ou economistas, quando se põem a organizar a vida do lar, seus movimentos e despesas, tudo aquilo que se compra e o que se põe na mesa, para a fruição de todos. Conseguem, muitas vezes, ajuntar alguma quantia que sobra para momentos mais difíceis.

Quantas vezes se mostram como agentes de disciplina? Alteiam a voz, como quem dá voz de comando, ordenam, impactam com o tipo de inflexão que utilizam, e põem, dessa maneira, tudo e todos em seus devidos lugares, dentro de casa.

São quais colegas, quais colegiais, variadas vezes. Envolvem-se com os petizes, brincam, jogam com eles; riem-se deles e com eles, até o momento justo de estancar a brincadeira.

Mulheres há que se tornam médicas ou enfermeiras, diante das necessidades dos seus filhos. Acolhem-nos, preparam-lhes poções e chás diversos, e, muitas vezes contrariando as instruções formais, dão-lhes xaropes e pastilhas. Se enfermos, banham-nos, põem-nos em seus leitos, recobrem-nos, acalentam e vigiam, dias ou noites, dias e noites, até que retornem à saúde.

Mas, dentre essas mulheres incríveis, especiais de verdade, temos aquelas que reúnem todas essas habilidades: são mestras, são agentes disciplinares; são administradoras e economistas, enfermeiras, psicólogas, são médicas. São cozinheiras, lavadeiras, artesãs e fiandeiras. Conseguem ser governantas, serviçais e chegam a ser santas.

Essas almas geniais de mulher são alimentadas pelo estranho ideal de sempre entender, de atender e de sempre servir. São companheiras próximas dos anjos, são servidoras de Deus e mensageiras da vida. São nossas fãs, amigas extremadas para quem nunca há nada impossível, quando se trata de atender-nos, de alegrar-nos, de ajudar-nos.

São mulheres sem igual. Perfumam como flores, são ardentes como a chama e brilham como estrelas. Nada obstante todos os encômios que lhes possamos dirigir, o que é mais tocante, mais comovente, é saber que uma dessas mulheres, incumbidas por Deus para mudar o mundo, ajudando-o a ser melhor, a ser um campo bom de se viver, tem uma missão particular.

Há uma mulher para quem o Criador entregou a missão de cuidar-me, de fazer-me estudar para entender, de ensinar-me a orar e a crescer, a respeitar a todos e a servir para o bem. Essa mulher é um encanto em minha vida, e não há ninguém que se lhe assemelhe. Ao vê-la, marejam-se-me os olhos e bate forte o meu coração. Ela é tal qual amálgama de ouro e brilhante. Ela é, por fim, a luz que torna meu caminho cintilante. É aquela a quem chamo de minha mãe.

Autor
Ivan de Albuquerque

Médium
Raul Teixeira

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ESTOU ESPÍRITA

ESTOU ESPÍRITA

ESTA RELIGIÃO ME EXPLICOU
Quem sou, de onde vim, para onde vou e o que estou fazendo neste planeta.

ELA ME ENSINOU QUE
É preciso olhar para dentro de si, se compreender para poder compreender o próximo. Pois, se eu tenho meus conflitos, falhas, erros, dificuldades, defeitos, com certeza, todos que convivem comigo neste mundo, também tem. Estamos todos na luta, numa guerra interior, brigando consigo mesmo para corrigir estas falhas.

ENSINOU QUE LIVRE ARBÍTRIO
Não é propriedade minha, mas de todos. Por isso devo respeitar quando alguém pensa e age diferente de mim. Não tenho o direito de impor nada a ela. E quando uso mau este livre arbítrio haverá uma consequência que terei de reparar nesta ou na outra encarnação. O plantio é livre mas a colheita obrigatória. 
Que tenho direitos, mas tenho também OBRIGAÇÕES e que meu direito acaba quando começa o do próximo.

QUE TODAS AS RELIGIÕES SÃO BOAS
E consequentemente, devo respeitá-las porque gosto que respeitem a minha.

QUE A SALVAÇÃO NÃO DEPENDE DA RELIGIÃO
Mas da prática da caridade conosco e com o próximo.

QUE O PRÓXIMO 
É qualquer pessoa que convive conosco neste planeta, seja ele de outra religião, de outra raça, heterossexual ou homossexual, rico ou pobre. Enfim, devemos ajudar e conviver bem, respeitando, sem preconceito.

QUE CARIDADE
Não é só a esmola, mas também a tolerância, a paciência, o abraço amigo, a mensagem consoladora, a visita ao doente, uma prece, etc etc etc.
 
QUE SER CRISTÃO 
Vai além de cultos externos, de rótulo religioso, de declarações de amor vazias sem a prática dos ensinamentos do Cristo, enfim, que a fé sem obras é morta.

ENSINOU QUE O JESUS DO ESPÍRITA
Não é visto apenas com interesse de pedir, mas de ensinar e que serve de GUIA e MODELO a ser seguido.
COM ESTA COMPREENSÃO, de saber que cada um está num grau de evolução.
Que temos um passado reencarnatório que está presente nesta encarnação.
Que estamos resgatando e reparando erros.
Que convivemos na família com afetos e desafetos, para aprendermos a AMAR, para nos reconciliarmos e perdoarmos… ALIVIA e DÁ FORÇAS para seguir em frente buscando ser hoje melhor do que ontem, E TENTAR SER AMANHÃ MELHOR DO QUE FUI HOJE.

Essa é a minha Cartilha de Vida, difícil de ser seguida e  praticada, mas dela eu me alimento todos os dias, na busca incessante de me tornar uma pessoa melhor!

Fonte: Amigos Chico Xavier 

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Quando Deus Criou as Mães !!!

Diz uma lenda que o dia em que o bom Deus criou as mães, um mensageiro se acercou Dele e Lhe perguntou o porquê de tanto zelo com aquela criação. 

Em quê, afinal de contas, ela era tão especial? 

O bondoso e paciente Pai de todos nós lhe explicou que aquela mulher teria o papel de mãe, pelo que merecia especial cuidado. 

Ela deveria ter um beijo que tivesse o dom de curar qualquer coisa, desde leves machucados até namoro terminado. 

Deveria ser dotada de mãos hábeis e ligeiras que agissem depressa preparando o lanche do filho, enquanto mexesse nas panelas para que o almoço não queimasse. 

Que tivesse noções básicas de enfermagem e fosse catedrática em medicina da alma. Que aplicasse curativos nos ferimentos do corpo e colocasse bálsamo nas chagas da alma ferida e magoada. 

Mãos que soubessem acarinhar, mas que fossem firmes para transmitir segurança ao filho de passos vacilantes. Mãos que soubessem transformar um pedaço de tecido, quase insignificante, numa roupa especial para a festinha da escola. 

Por ser mãe deveria ser dotada de muitos pares de olhos. Um par para ver através de portas fechadas, para aqueles momentos em que se perguntasse o que é que as crianças estão tramando no quarto fechado. 

Outro para ver o que não deveria, mas precisa saber e, naturalmente, olhos normais para fitar com doçura uma criança em apuros e lhe dizer: Eu te compreendo. Não tenhas medo. Eu te amo, mesmo sem dizer nenhuma palavra. 

O modelo de mãe deveria ser dotado ainda da capacidade de convencer uma criança de nove anos a tomar banho, uma de cinco a escovar os dentes e dormir, quando está na hora. 

Um modelo delicado, com certeza, mas resistente, capaz de resistir ao vendaval da adversidade e proteger os filhos. 

De superar a própria enfermidade em benefício dos seus amados e de alimentar uma família com o pão do amor. 

Uma mulher com capacidade de pensar e fazer acordos com as mais diversas faixas de idade. 

Uma mulher com capacidade de derramar lágrimas de saudade e de dor mas, ainda assim, insistir para que o filho parta em busca do que lhe constitua a felicidade ou signifique seu progresso maior.

Uma mulher com lágrimas especiais para os dias da alegria e os da tristeza, para as horas de desapontamento e de solidão. 

Uma mulher de lábios ternos, que soubesse cantar canções de ninar para os bebês e tivesse sempre as palavras certas para o filho arrependido pelas tolices feitas. 

Lábios que soubessem falar de Deus, do Universo e do amor. Que cantassem poemas de exaltação à beleza da paisagem e aos encantos da vida. 

Uma mulher. Uma mãe. 

* * * 

Ser mãe é missão de graves responsabilidades e de subida honra. É gozar do privilégio de receber nos braços Espíritos do Senhor e conduzi-los ao bem. 

Enquanto haja mães na Terra, Deus estará abençoando o homem com a oportunidade de alcançar a meta da perfeição que lhe cabe, porque a mãe é a mão que conduz, o anjo que vela, a mulher que ora, na esperança de que os seus filhos alcancem felicidade e paz.

Redação do Momento Espírita

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