Posts de ELIETH TAVARES CASTRO (76)

Qual a visão do Espiritismo sobre a Pena de Morte?

De: Ciro Francisco Amantéa
No ítem 760 de “O Livro dos Espíritos”, obra fundamental da Doutrina Espírita, está a pergunta que Allan Kardec, seu Codificador, dirige aos Espíritos do Senhor, a respeito da Pena de Morte desaparecerá um dia da legislação humana?” Responderam os Espíritos: “A pena de morte desaparecerá.” Quando os homens forem mais incontestavelmente e sua supressão assinalará um progresso da Humanidade esclarecidos, a pena de morte será completamente abolida na Terra. Os homens não terão mais necessidade de ser julgados pelos homens. Falo de uma época que ainda está muito longe de vós.
Kardec comenta então: “O progresso social ainda deixa muito a desejar, mas seríamos injustos para com a sociedade moderna se não víssemos um progresso nas restrições impostas á pena de morte entre os povos mais adiantados, e á natureza dos crimes aos quais se limita a sua aplicação. Se compararmos as garantias de que a justiça se esforça para cercar hoje o acusado, a humanidade com que o trata, mesmo quando reconhecidamente culpado, com o que se praticava em tempos que não vão muito longe, não poderemos deixar de reconhecer a via progressiva pela qual a Humanidade avança.”
Após outras questões que coloca para os Espíritos, de não menor importância, chega ao ítem 765, que se mostra muito atual para os dias de hoje: “Que pensar da pena de morte imposta em nome de Deus?”. A  resposta dos Espíritos é taxativa: “Isso equivale a tomar o lugar de Deus na prática da Justiça. Os que assim agem revelam quanto estão longe de compreender a Deus e quanto têm ainda a expiar. É um crime aplicar a pena de morte em nome de Deus, e os que o fazem são responsáveis por esses assassinatos .”
Ficamos estarrecidos anos atrás, com a morte que o casal de namorados Liana Friedenbach e Felipe Caffé, impuseram aos pais da moça, com enorme repercussão por toda a sociedade. A opinião do rabino Henry Sobel, que sempre respeitamos pela sua postura de defensor dos direitos humanos, publicamente, concordou com a Pena de Morte “para este caso”, como disse, o que nos deixou mais estarrecidos ainda. Sua opinião aliás não foi referendada pelo presidente da Federação Israelita do Estado de São Paulo. O rabino Sobel, a nosso ver, mostra total ignorância a respeito da vida além da morte, que constitui o cerne do Espiritismo. O cerceamento imediato e total da liberdade dos assassinos é necessária pois a impunidade ajuda a gerar mais crimes. Há que se colocar os criminosos em locais adequados onde teriam que trabalhar para se sustentarem no processo de seus reajuste e reeducação, hoje, anárquico. Dizer que isso é impossível ou que o melhor é elimina-los também, matando-os, é confessar ignorância, incompetência e fragorosa falência das instituições responsáveis.
Dirá alguém, com todo o direito : Você diz isso por que não se trata de alguém de sua família. Ora, sabemos muito bem o que se passa no coração de um pai, esposo ou esposa numa hora como esta. Realmente não é fácil. É uma prova dificílima que ninguém deseja para alguém. Só que também sabemos o que sucede com aqueles que são eliminados de forma tão brutal quando lhe são aplicadas a Pena de Morte. E sabemos alguma coisa disso porque nos interessamos em analisar este e outros tantos assuntos no estudo de uma Filosofia absolutamente racional, que não apenas fala da existência da alma mas, através de uma literatura investigativa, séria, idônea e científica, mostra-nos a verdade da situação desses espíritos que se libertam cheios de ódio e revolta contra a sociedade humana que os desprezou. Filosofia aliás que está a disposição de todos. E o que se vai fazer com eles dirão outros? Vai-se trata-los como boas pessoas? Não! Não é isso que estamos defendendo. Estamos afirmando que não é através da morte desses indivíduos, não é matando-os, que vamos ajudar a sociedade a melhorar. Com isso só demonstramos incompetência e desatino tão grandes quanto os dos próprios assassinos, além de ignorância total no que diz respeito ao destino de seus espíritos imortais, já que, matando-os, inclusive “legalmente” como dizemos, nós não estamos afastando-os de nossa sociedade, mas enviando-os para a continuação dela, no plano espiritual, de onde aliás poderão melhor ainda nos prejudicar.
Inteligentes e conscientes que somos, mais do que eles quero crer, precisamos encontrar meios para cercear- lhes totalmente a liberdade, que não merecem, e aplicar-lhes a devida punição, mas sempre acobertados pelas que nos Lei, que, se ainda não é igual a de Deus, deve gradualmente caminhar para isso, pois é a Lei de Deus afirma há cerca de quatro mil anos o não matarás , ou será que até essa Lei Divina dirão que nunca ouviram falar, ou, se ouviram, não se sentem na obrigação de cumprir? Entendemos que ao aniquilarmos fisicamente esses indivíduos, só fazemos devolver ao Criador aqueles de seus filhos que ainda respiram no clima do Mal e permitiu nascerem no mundo, para que outros de seus filhos, aqueles que já melhor que Ele, o Pai de todos nós, compreendem o Bem, pudessem ajuda-los de alguma maneira a deixar as Trevas para caminharem igualmente É claro que precisamos ter muita paz no coração para a Luz. Ou esses tais não são filhos de Deus? pensarmos assim, o que demanda um processo, ás vezes longo, de reconciliação com o Bem.
Assim nos ensina a pensar o Espiritismo, com Jesus e com Kardec!pena de morte4
Luz Espírita
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LIÇÃO DE VIDA

 

LIÇÃO DE VIDA

 

Que Deus não permita que eu perca o ROMANTISMO,
mesmo eu sabendo que as rosas não falam.
Que eu não perca o OTIMISMO,
mesmo sabendo que o futuro que nos espera não é assim tão alegre.
Que eu não perca a VONTADE DE VIVER,
mesmo sabendo que a vida é, em muitos momentos, dolorosa…
Que eu não perca a vontade de TER GRANDES AMIGOS,
mesmo sabendo que, com as voltas do mundo, eles acabam indo embora de nossas vidas…
Que eu não perca a vontade de AJUDAR AS PESSOAS,
mesmo sabendo que muitas delas são incapazes de ver, reconhecer e retribuir esta ajuda.
Que eu não perca o EQUILÍBRIO,
mesmo sabendo que inúmeras forças querem que eu caia.
Que eu não perca a VONTADE DE AMAR,
mesmo sabendo que a pessoa que eu mais amo, pode não sentir o mesmo sentimento por mim…
Que eu não perca a LUZ e o BRILHO NO OLHAR,
mesmo sabendo que muitas coisas que verei no mundo,
escurecerão meus olhos…
Que eu não perca a GARRA,
mesmo sabendo que a derrota e a perda são dois adversários extremamente perigosos…
Que eu não perca a RAZÃO,
mesmo sabendo que as tentações da vida são inúmeras e deliciosas.
Que eu não perca o SENTIMENTO DE JUSTIÇA,
mesmo sabendo que o prejudicado possa ser eu…
Que eu não perca o meu FORTE ABRAÇO,
mesmo sabendo que um dia meus braços estarão fracos…
Que eu não perca a BELEZA E A ALEGRIA DE VER,
mesmo sabendo que muitas lágrimas brotarão dos meus olhos
e escorrerão por minha alma…
Que eu não perca o AMOR POR MINHA FAMÍLIA,
mesmo sabendo que ela muitas vezes me exigiria esforços incríveis para manter a sua harmonia.
Que eu não perca a vontade de DOAR ESTE ENORME AMOR que existe em meu coração, mesmo sabendo que muitas vezes ele será submetido e até rejeitado.
Que eu não perca a vontade de SER GRANDE,
mesmo sabendo que o mundo é pequeno…
E acima de tudo…
Que eu jamais me esqueça que Deus me ama infinitamente,
que um pequeno grão de alegria e esperança dentro de cada um
é capaz de mudar e transformar qualquer coisa, pois….
A VIDA É CONSTRUÍDA NOS SONHOS
E CONCRETIZADA NO AMOR!

 

 

https://www.refletirpararefletir.com.br

 Psicografado por Chico Xavier pelo espírito de André Luiz, do livro Mãos Marcadas, por espíritos diversos

 

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Mocidade e Velhice

MOCIDADE E VELHICE

"O jovem de hoje, pelas determinações biológicas do Planeta, 
será o velho de amanhã; e o ancião de agora, pela lei sublime da reencarnação, será o moço do futuro." - André Luiz

 

Infância, juventude, madureza e velhice são simples fases da experiência material.
A vida é essência divina e a juventude é seiva eterna do espírito imperecível.
Mocidade da alma é condição de todas as criaturas que receberam com a existência o aprendizado sublime, em favor da iluminação de si mesmas e que acolheram no trabalho incessante do bem o melhor programa de engrandecimento e ascensão da personalidade.
A velhice, pois, como índice de senilidade improdutiva ou enfermiça, constitui, portanto, apenas um estado provisório da mente que desistiu de aprender e de progredir nos quadros de luta redentora e santificante que o mundo nos oferece.
Nesse sentido, há jovens no corpo físico que revelam avançadas características de senectude, pela ociosidade e rebeldia a que se confinam, e velhos na indumentária carnal que ressurgem sempre à maneira de moços invulneráveis, clareando as tarefas de todos pelo entusiasmo e bondade, valor e alegria com que sabem fortalecer os semelhantes na jornada para a frente.
Se a individualidade e o caráter não dependem da roupa com que o homem se apresenta na vida social, a varonilidade juvenil e o bom ânimo não se acham escravizados à roupagem transitória.
O jovem de hoje, pelas determinações biológicas do Planeta, será o velho de amanhã; e o ancião de agora, pela lei sublime da reencarnação, será o moço do futuro.
Lembramo-nos, porém, de que a Vida é imortal, de que o Espiritismo é escola ascendente de progresso e sublimação, de que o Evangelho é luz eterna, em torno da qual nos cabe dever de estruturar as nossas asas de Sabedoria e de Amor e, num abraço compreensivo de verdadeira fraternidade, no círculo das esperanças, dificuldades e aspirações que nos identificam uns com os outros, continuemos trabalhando.

André Luiz

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(Do livro "Correio Fraterno", Francisco Cândido Xavier)

 
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Mensagens para os pais

Mensagens para os pais

"Se para ser pai ou mãe são necessários profundos dotes de amor, 
à frente dessas qualidades deve brilhar o divino dom do equilíbrio..."

"E vós, pais, não provoqueis a ira a vossos filhos, mas criai-os na doutrina e admoestação do Senhor."
- Paulo (Efésios, 6:4.)

Assumir compromissos na paternidade e na maternidade constitui engrandecimento do espírito, sempre que o homem e a mulher lhes compreendam o caráter divino.

Infelizmente, o Planeta ainda apresenta enorme percentagem de criaturas mal avisadas relativamente a esses sublimes atributos.

Grande número de homens e mulheres procura prazeres envenenados nesse particular.

Os que se localizam, contudo, na perseguição à fantasia ruinosa, vivem ainda longe das verdadeiras noções de humanidade e devem ser colocados à margem de qualquer apreciação.

Urge reconhecer, aliás, que o Evangelho não fala aos embriões da espiritualidade, mas às inteligências e corações que já se mostram suscetíveis de receber-lhe o concurso.

Os pais do mundo, admitidos às assembléias de Jesus, precisam compreender a complexidade e grandeza do trabalho que lhes assiste.

É natural que se interessem pelo mundo, pelos acontecimentos vulgares, todavia, é imprescindível não perder de vista que o lar é o mundo essencial, onde se deve atender aos desígnios divinos, no tocante aos serviços mais importantes que lhes foram conferidos.

Os filhos são as obras preciosas que o Senhor lhes confia às mãos, solicitando-lhes cooperação amorosa e eficiente.

Receber encargos desse teor é alcançar nobres títulos de confiança.

Por isso, criar os filhinhos e aperfeiçoá-los não é serviço tão fácil.

A maioria dos pais humanos vivem desviados, através de vários modos, seja nos excessos de ternura ou na demasia de exigência, mas à luz do Evangelho caminharão todos no rumo da era nova, compreendendo que, se para ser pai ou mãe são necessários profundos dotes de amor, à frente dessas qualidades deve brilhar o divino dom do equilíbrio.

EMMANUEL

(Do livro "Vinha de Luz", Emmanuel, Francisco C. Xavier)

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PLANEJAMENTO REENCARNATÓRIO EM FAMÍLIA

O processo reencarnatório é fundamental para o crescimento do espírito. O planejamento pode ser elaborado pelo próprio Espírito, desde que ele tenha condições morais e intelectuais. No caso de Espíritos menos adiantados, seu planejamento pode ficar na responsabilidade de outros Espíritos mais esclarecidos.

O espírito não pode esquecer que, além de buscar o progresso, deve tornar o mundo material um local bom de vivência. E é óbvio que as escolhas feitas nem sempre obedecem aos compromissos firmados no plano espiritual antes de reencarnar. Dependendo dessas escolhas esta reencarnação pode ser compulsória, impondo ao espírito, determinado processo educativo, independente de seu arbítrio.

Há encarnações compulsórias para muitos espíritos que acumulam compromissos, principalmente quando envolvem terceiros. O seu passado espiritual tem influência decisiva nesse processo de escolha. As ligações com desafetos são geradoras de reencontros para que se desfaçam os laços de inimizade e ódio.

O núcleo familiar é o mais propício para nossas provas e expiações porque nele há a possibilidade de unir espíritos que precisam reparar suas faltas. Como a relação familiar entre pais e filhos tem como premissa o amor, possíveis espíritos que não são afins conseguem amenizar suas resistências e viver a encarnação juntos na tarefa da evolução.

Nos fala a Benfeitora Espiritual Joanna de Ângelis, na obra Constelação Familiar, o seguinte: “A família é a base fundamental sobre a qual se ergue o imenso edifício da sociedade.” 

Mas agora nos voltando para a temática da família e a Lei da Reencarnação chamemos atenção especial para estas palavras da Amiga Espiritual: “Organizada, a família, antes da reencarnação, quando são eleitos os futuros membros que a constituirão, ou sendo resultado da precipitação e imprevidência sexual de muitos indivíduos, é sempre o santuário que não pode ser descon­siderado sem graves prejuízos para quem lhe perturbe a es­trutura. É permanente oficina onde se caldeiam os sentimentos e as emoções, dando-lhes a direção correta e a orientação segura para os empreendimentos do futuro.”

No livro “Missionários da Luz”, temos um bom exemplo de planejamento reencarnatório na família através da história de Raquel, Adelino e Segismundo onde este último irá reencarnar numa família cujo pai foi assassinado por ele em encarnação pretérita.

Por fim nos esclarece a Autora Espiritual: “Por essa razão, é que não se vive na família ideal, aquela na qual se gostaria de conviver com espíritos nobres e ricos de sabedoria, mas no grupo onde melhormente são atendi­das as necessidades da evolução.” Joanna de Ângelis deixa claro para nós que, renascemos na família que irá atender da melhor maneira possível nosso plano reencarnatório. Reencarnamos na família que irá nos auxiliar em nosso progresso espiritual e moral, através de burilamentos de nossas más tendências e resgates de nossos erros de existências anteriores.

Percebemos então que a família tem íntima ligação com a Lei da Reencarnação. A família a qual reencarnamos foi uma escolha nossa antes de reencarnarmos, e a escolhemos porque ela atende as nossas necessidades evolutivas. Através da reencarnação, nos reencontramos sob a égide da família, em felicidade com os espíritos que em outras reencarnações fomos simpáticos e agora nos auxiliaremos mutuamente na jornada progressista da evolução. E também nos reencontramos com aqueles espíritos que no passado fomos antipáticos, e agora sob o mesmo teto e ligados por laços sanguíneos, nos poliremos e progrediremos mutuamente, resgatando nossos erros pretéritos. A reencarnação e os laços familiares, em síntese, é Amor em ação...

Fontes:
Adolescência e Vida. Joanna de Ângelis/ Divaldo P. Franco.

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Meu pai......

Meu pai!!

     

Ofereço essa mensagem a todos os pais do mundo. Encarnados e desencarnados. Um abraço a todos.

 

Todos os que fomos acalentados pelo amor paterno, com certeza, recordamos nosso velho com saudade. Particularmente, quando nós mesmos nos tornamos pais, as lembranças acodem aos atropelos.

Na acústica da alma, ainda ouvimos os passos firmes nas noites de trovoadas, a conferir em sua ronda, janelas, trancas, cortinas, o sono da criançada.

Se fecharmos os olhos, podemos sentir o deslizar da sua mão levemente pelo nosso rosto e o puxar cuidadoso do cobertor.

Vemos sua silhueta se perdendo na penumbra e ouvimos o último abrir e fechar da geladeira.

Recordamos da criança que fomos e que ficava à espera da sua volta do trabalho. Aqueles que tivemos pais cujo trabalho exigia muitos dias fora do lar, podemos sentir outra vez o coração aos atropelos, lembrando o som do carro dele, chegando, na madrugada.

Será que lembrou de trazer um presente? Será que a sua barba está por fazer e vai espetar o nosso rosto?

Recordamos o passeio dos fins de semana, do presente de aniversário, da ceia de Natal. Até das broncas após as nossas malandragens.

Igualmente lembramos dos carinhos à chegada de nosso boletim, a alegria após passar de ano. A comemoração em família pelas nossas vitórias: fundamental, ensino médio, vestibular, faculdade.

E quando chegamos à adolescência? Quantos cuidados! Quem são os seus companheiros?Com quem você vai sair? Aonde vai?

Não fume. Não beba. Não exceda a velocidade. Respeite os sinais de trânsito.

É hora de chegar? Não falei para chegar antes da meia-noite?

Filho, respeite os mais velhos. Faça um carinho nos seus avós. Quando, afinal, vai se decidir a trabalhar?

Garoto, vou lhe cortar a mesada.

Olhando as rugas estampadas no rosto de nosso pai, somos tomados de carinho e nos curvamos diante dele. Quantos anos vividos no calor do lar paterno. Quantas lições!

Lições que hoje repassamos para os nossos próprios filhos e, sem nos darmos conta, vamos repetindo os mesmos gestos dele. Daquele que há sessenta, setenta anos renasceu e um dia se tornou nosso pai.

Olhamos nossos filhos e, lembrando de como a generosidade de nosso pai, os seus cuidados nos fizeram bem ao caráter, nos esmeramos no atendimento aos nossos próprios rebentos.

Por tudo isso, outra vez, é que a nossa gratidão cresce no peito e explode em uma grande manifestação de afeto. E, como se nosso pai fosse uma criança pequena, abraçamos o velho e o embalamos em nossos braços, com a mesma canção de ninar que um dia ele embalou a nossa infância.

*

As mensagens repassadas às crianças calam profundamente em suas almas. Embora o tempo, a distância, as circunstâncias mais adversas, tudo o que as aninhou e animou nos anos infantis repercute pela vida afora.

Eis porque a infância tem um caráter de primordial importância ao ser humano. É nesse período de repouso para o Espírito, que se prepara para as lutas do mundo, que o ser se abastece de energias, vigor, valores reais que são, em verdade, as únicas heranças autênticas que os pais legam aos filhos.

 

Redação do Momento Espírita, a partir do texto Pai, de autoria desconhecida. Disponível no cd Momento Espírita, v. 19, ed. Fep..

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TEMOS DATA E HORA CERTA PARA DESENCARNAR ?

TEMOS DATA E HORA CERTA PARA DESENCARNAR ?

 

VISÃO ESPÍRITA

 
Quando encarnamos, recebemos uma carga de fluido vital (fluido da vida).
Quando este fluido acaba, morremos. Somos como a pilha que com o tempo vai descarregando.
Chegamos ao ponto que os remédios já não fazem mais efeito. Daí não resta outra alternativa senão trocar de “roupa” e voltar para a escola planetária.
Mas a quantidade de fluido vital não é igual em todos seres orgânicos. Isso dependerá da necessidade reencarnatória de cada um de nós.
Quando chegamos á Terra cada um tem uma “estimativa de vida”. Vai depender do que viemos fazer aqui. A pessoa que está estimado viver em torno de 60 anos receberá mais fluido que a pessoa que está estimado viver 20 anos.
André Luiz, através da psicografia de Chico Xavier, explica que poucos são completistas, ou seja, nascemos com uma estimativa de vida e, com os abusos, desencarnamos antes do previsto, não completamos o tempo estimado, isso chama-se suicídio indireto.
Se viemos acertar as pendências biológicas por mau uso do corpo, como o suicídio direto ou indireto, nós vamos ficar aqui pouco tempo. É só para cobrir aquele buraco que nós deixamos. Exemplo: Se nossa estimativa de vida é 60 anos e nós, por abusos, desencarnamos aos 40 anos, ficamos devendo 20 anos. Então, na próxima encarnação viveremos somente 20 anos.
Mas há outros indivíduos que vem para uma tarefa prisional. E daí vai ficar, 70, 80, 90, 100 anos. Imaginamos que quem vira os 100 anos está resgatando débitos. Porque vê as diversas gerações que já não são as suas. E o indivíduo vai se sentindo cada vez mais um estranho no ninho. Os jovens o olham como se ele fosse um dinossauro. Os da sua idade já não se entendem mais porque já faltam certos estímulos (visuais, auditivos, etc.). Já não podem visitar reciprocamente, com raras exceções.
Tornam-se pessoas dependentes dos parentes, dos descendentes para levar aqui e acolá. Até para cuidar-se e tratar-se. Então, só pode ser resgate para dobrar o orgulho, para ficar nas mãos de pessoas que nem sempre gostam dela. Alguns velhos apanham, outros são explorados na sua aposentadoria, outros são colocados em asilos onde nunca recebem visitas.
Em compensação, outros vêm, cuidam da família, educam os filhos em condição de caminhar, fecham os olhos e voltam para a casa com a missão cumprida com aqueles que se comprometeu em orientar, impulsionar, a ajudar.
Por isso, precisamos conversar com os jovens. Dizer a eles que é na juventude que a gente estabelece o que quer na velhice, se chegar lá. E que vamos colher na velhice do corpo o que tivermos plantado na juventude. Se ele quiser ter um ídolo, que escolha alguém que esteja envolvido com a paz, com a saúde, a ética, ao invés de achar ídolos da droga, do crime, das sombras.
E aqueles que não tem jovens para orientar e que estão curtindo a própria maturidade, avaliar o que fizeram da vida até agora. Se a morte chegasse hoje, o que teriam para levar? Se chegarem a conclusão que não tem nada para levar lembrem que: HÁ TEMPO.
Enquanto Deus nos permitir ficar na Terra, HÁ TEMPO, para fazermos algum serviço no Bem seja ao próximo ou a nós mesmos: estudar, aprender uma língua, uma arte, praticar um esporte. Enquanto respirarmos no corpo perguntemos: “O QUE DEUS QUER QUE EU FAÇA?” Usemos bem o fluido que nos foi disponibilizado.
ATENÇÃO: a vida bem vivida pela causa do Bem pode nos dar “MORATÓRIA”, ou seja, uma sobrevida, uma dilatação do tempo de permanência do Espírito no corpo de carne. Por isso vemos muitos trabalhadores do BEM desencarnando com idade bem avançada. Estes receberão uma carga extra de fluido vital para estender seu tempo no corpo físico.
Então, há idosos em caráter expiatório e em caráter de moratória.
Rudymara compilou este texto da palestra de José Raul Teixeira e de Richard Simonetti
 
 
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«★»Educando crianças.«★»

«★»Educando crianças.«★»

Como sementes prontas a germinar e ganhar as alturas, assim são nossas crianças quando vêm ao mundo.

Ao lançar os primeiros ramos, arrebentando a terra, toda planta necessita de cuidados especiais.

A fragilidade, a sua pouca resistência, as raízes ainda tênues exigem zelo e atenção.

O terreno fértil, a terra cuidada, a generosidade da água e do adubo favorecem o crescimento rápido e o desenvolvimento adequado.

Assim se dá com nossas crianças.

Ao retornarmos ao mundo físico, pela oportunidade da reencarnação, todos enfrentamos o necessário período da infância.

A delicadeza que só a infância oferece, é recurso que a Providência Divina usa para que possamos aprender a amar, quase que em um instante, aquele ser frágil.

E assim, vinculados pelos poderosos laços do amor, possamos encontrar combustível e forças necessárias para a desafiadora tarefa da educação.

As crianças que a bondade celeste nos encarrega de conduzir em seus primeiros passos, são convites da vida para compartilharmos com Deus a tarefa de educar seus filhos.

Compromisso de imensa envergadura é, sem dúvida, das mais nobres missões que podemos assumir.

Porém, como toda missão, requer cuidados e dedicação.

Será na infância que teremos os melhores ensejos de realizar a boa semeadura nos Espíritos que retornam à vida.

Ainda esquecidos do passado e das heranças que trazemos no inconsciente, durante a infância, a educação tem papel de especial relevo.

Assim, será nesse momento que não poderemos esquecer de falar dos valores mais nobres, mas também exemplificá-los à exaustão, para que fiquem impregnados na alma daquele que inicia a vida.

É esse o momento que devemos incutir na alma infantil a nobreza do caráter, falar-lhe dos valores imortais da vida, apresentar-lhe Jesus como Modelo e Guia de conduta.

Durante os primeiros anos, teremos a oportunidade de encontrar terreno fértil para semear nobres ideias e virtudes.

E esses valores, quando bem conduzidos na infância, impregnarão a alma de tal forma, que serão carregados no cofre do coração, ao longo de toda a existência.

Dessa forma, todo aquele que se vê no processo de educar uma criança, não pode abrir mão da oportunidade de oferecer as moedas valiosas e as ferramentas indispensáveis para se formar um homem e uma mulher de bem, no futuro.

Qual zeloso jardineiro, a oferecer os recursos necessários para o desenvolvimento de seu jardim, assim devemos ser todos nós, quando a Providência Divina nos encarrega da educação e formação de Seus filhos.

Educar uma alma, que retorna às lides da vida física, é oportunidade de começar nova história.

Toda criança, embora o corpo frágil e o caráter infantil, é Espírito milenar, que retorna, para novos aprendizados e novas conquistas.

Dessa forma, ensinar mas, acima de tudo, exemplificar os valores e a proposta de vida que Jesus nos oferece, é investimento que renderá dividendos inimagináveis nos cofres do coração de quem retorna à vida física.
«★»«★»«★»

Redação do Momento Espírita.
Em 9.12.2013.

★★★═«★»═«•๋●¦»«¦●๋•»•═«★»═★★★
«★»Boa tarde; que Deus te abençoe !«★»
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Mediunidade Sublimada

Mediunidade Sublimada






Os séculos a se desdobrarem pelos milênios que nos forjam as civilizações são degraus da excelsa  escalada evolutiva, fazendo do bruto o anjo que reflete a Divindade, em identidade de beleza e sublimação que assinala o trabalho genial do artista sobre o bloco rude de mármore.

A história do progresso terreno representa a efetiva iniciação dos seres simples e ignorantes nas ciências do Infinito – clima de realização e felicidade no Cosmo. 
Através de seu trabalho – seja ele de que natureza for – as individualidades se aprimoram, contribuindo para o aperfeiçoamento da vida social em suas infinitas escalas, reconhecidas no tempo.

Se a ciência ortodoxa, que formata o modelo existencial de bilhões de seres, é por si a descoberta de recursos e sua conseqüente utilização, temos no plano da religião, nascida da fé que é uma força imanente da criatura, a contemplação do Divino, num primeiro momento em adoração externa para, em franco desdobramento pelo tempo, induzir os seres a se interiorizarem, em poderosa valorização de sua origem: Deus.

E sempre será pela capacidade de intermediar a vida – cada vez mais pujante e essencial – que os indivíduos, na Terra, encarnados, ou nas faixas espirituais do Além, lograrão sua emancipação moral, com o verdadeiro serviço do Amor e da Luz a se patentear, definitivo.

Os oráculos, desse modo, através das eras que se foram, expressam não somente a conscientização progressiva das almas que tangem ao Reino das Forças Cósmicas, mas a irradiação de semelhante consciência em favor das comunidades, despertando-as ou propondo seu encaminhamento ao apogeu da vida em Deus.

Francisco Cândido Xavier, em sua trajetória de iluminação e sofrimento redentor, torna-se a partir do século XX, em que se imortaliza como médium responsável, poderosa e inspiradora referência para as sociedades em provações revisoras. Ao abrir a própria alma em renúncia a toda manifestação de personalismo, substitui a leitura das entranhas de animais para os vaticínios e orientações aos guerreiros  e  poderosos de antanho, consoante os hábitos de culturas e reinos já mortos.  Ofertando em humildade e consciência cristã o seu coração, revela a Verdade  que o Espiritismo sintetiza – também utilizando a mediunidade de inúmeros cooperadores -, para que, na contramão de exterioridades e misticismos, todos os interessados pudessem sentir o Evangelho, em espírito e santificação.

A proposta do tempo em sucessão é emoldurar os fundamentos da vida que se constitui do amor. E é através do tempo que o Senhor da Misericórdia atinge os divinos planos da evolução e do progresso daqueles que lhe foram confiados por Deus. 

A sublimação da mediunidade é fato nas linha de trabalho libertador do Espiritismo e o doce Chico Xavier, isento de presunção, mas amante da disciplina e do dever bem cumprido, merece, como esforçado seguidor de Jesus, a coroa da Caridade, que é o laurel dos triunfadores – de todos aqueles que, vencendo-se pela prática do Bem, repetem, com as próprias atitudes:

- Ave,  Cristo!  Os que te amam e desejam servir-te para sempre, te glorificam e te saúdam!



- Pelo Espírito Irmão X –

 


(Mensagem psicografada pelo médium Wagner Gomes da Paixão, no Centro Espírita Luiz Gonzaga, em Pedro Leopoldo, Minas Gerais, durante evento de abertura das comemorações do Centenário de Chico Xavier, ocorrido no dia 1º de janeiro de 2010.

 


Fonte: O Reformador nº 2.172, março/2010.


http://www.forumespirita.net/fe/outros-temas/chico-e-seus-amigos/660/#ixzz5N02Aq0zN

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PÉROLAS DE LUZ


PÉROLAS DE LUZ…



A receita da vida será sempre melhorar-nos, através da melhora que venhamos a realizar para os outros.

Em matéria de felicidade só se possui aquela que se dá.

Cada pessoa renasce na soma do que já fez.

A melhora de tudo para todos começa na melhora de cada um.

A vida por fora de nós é a imagem que somos por dentro.

Perante Deus toda pessoa é importante.

Quem perdeu a própria fé, nada mais tem a perder.

Quem condena atira uma pedra que voltará sempre ao ponto de origem.

A indulgência é a fonte que lava os venenos da cultura.

Nunca se viu egoísmo que não se queixe de ingratidão.

Não te digas incapaz, nem te digas inútil. Auxilie como puderes.

A felicidade não entra em portas trancadas.

Em qualquer empresa, a irritação dos responsáveis faz a metade do insucesso.

Não sobrecarregues teus dias com preocupações desnecessárias, a fim de que não percas a oportunidade de viver com alegria.

Quem aprende a ouvir com atenção aprende a falar com proveito.

Esclarece e avisa para o bem, mas não exijas do próximo aquilo que ainda não consegue fazer.

De imediato, ninguém renova pessoa alguma.

A herança da liberdade pertence ao dever cumprido.

Obrigação cumprida será sempre o nosso mais valioso seguro de proteção.

Inteligência sem obras é tesouro enterrado.

Mobiliza o conhecimento elevado para atenuar a ignorância.

Reclamar é ferir-se.

A alma corajosa não é aquela que se dispõe a revidar o golpe recebido e sim aquela que sabe desculpar e esquecer.

Mais fácil sofrer, difícil é perdoar.

Perdão é lucro.

O dinheiro pode proporcionar-te reconforto, mas o descanso da alma vem de Deus.

Em qualquer parte a vida te conhece pelo que és, mas apenas te valoriza pelo que fazes de ti.

Aproveita o tempo construindo o bem, a fim de que o tempo te aproveite, de modo a fazer o melhor de ti.

(Chico Xavier/Emmanuel)






http://www.forumespirita.net/fe/outros-temas/chico-e-seus-amigos/660/#ixzz5Mzp6Wcpc

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UNIÃO

UNIÃO
 

  ANTE o mundo moderno, em doloroso e acelerado processo de transição, procuremos em Cristo Jesus o clima de nossa reconstrução espiritual para a Vida Eterna.
 
Multipliquemos as assembléias cristãs, quais a desta noite, em que elevamos o coração ao altar da fé renovadora. Em torno de nossas atividades religiosas, temos a paisagem de há quase dois mil anos...
 
  Profundas transformações políticas assinalam o cominho das nações, asfixiantes dificuldades pesam sobre os interesses coletivos, em toda a comunidade planetária, e, cima de tudo, lavra a discórdia, em toda parte, desintegrando o idealismo santificante.
 
Este é o plano a que os nossos discípulos são chamados. O momento, por isto mesmo: 
 
  É de amor para o ódio,
  É de luz para as trevas, 
  Bom ânimo para o desalento,
  Esclarecimento para a ignorância.
 
Não bastará, portanto, a movimentação verbalística. Não prevalece a plataforma doutrinária tão somente. Imprescindível renovar o coração, convertendo-o em vaso de graças divinas para a extensão das dádivas recebidas.
 
  Espiritismo, na condição de mera fenomenologia, é simples indagação. Indispensável reconhecer, entretanto, que as respostas do Céu às perquirições da Terra nunca faltaram. A Grandeza Divina absorve a pequenez humana em todos os ângulos de nossa jornada evolutiva.
 
Edificar um castelo teórico ou dogmático, onde a mente repouse à distância da luta constitui apenas fuga aos problemas, evasão delituosa de quem recebeu do Alto os dons sublimes do conhecimento para que a Benção do Senhor se comunique a todos os homens.
 
  Esta, razão que nos compete ao chamamento novo. A morte do corpo não nos desvenda os gozos do paraíso, nem nos arrebata aos tormentos do inferno.
 
Nós, os desencarnados, somos também criaturas humanas em diferentes círculos vibratórios, tão necessitados de aplicação do Evangelho Redentor, quanto os companheiros que marcham pelo roteiro carnal.
 
  A sepultura não é milagroso acesso às zonas de luz integral ou da sombra completa. 
  Somos defrontados por novas modalidades da Divina Sabedoria a se traduzirem por mistérios mais altos.
 
  Transformemo-nos, meus amigos, naquelas “cartas vivas” do Mestre dos Mestres a que o Apóstolo Paulo se refere em suas advertências imortais.
 
Indaguemos, estudemos, movimentemo-nos na esfera científica e filosófica, todavia, não nos esquecemos do “amemo-nos uns aos outros” como o Senhor nos amou. Sem amor, os mais alucinantes oráculos são igualmente aquele “sino que tange” sem resultados práticos para as nossas necessidade espirituais.
 
  Não valem divergências da interpretação nos setores da fé.
 
Estamos distantes da época em que os filhos da Terra se dirigirão ao Pai com idêntica linguagem, porquanto, para isto, seria indispensável a sintonia absoluta entre nós outros e o Celeste Embaixador das Boas Novas da Salvação.
 
  Reveste-se a hora atual de nuvens ameaçadoras. Não no iludamos. O amor ilumina a justiça, mas, a justiça é à base da Lei Misericordiosa. O mundo atormentado atravessa angustioso período de aferição.
 
Irmanemo-nos, desse modo, em Jesus, para que a tormenta não nos colha, de surpresa, o coração. Abracemos-nos na obra redentora a derrubar as fronteiras que separam os templos veneráveis uns aos outros.
 
Nossa época é de ascensão do homem à estratosfera, de intercâmbio fácil das nações e de avanço da medicina em todas as frentes, contudo, é também: 
 
  De luta,
  Lágrimas, 
  E reajustamento. 
 
Entrelacemos as mãos, no testemunho da luz e da paz que nos felicitam. Lembremo-nos de que somos os herdeiros diretos da confiança e do amor daqueles que tombaram nos circos do martírio pro trezentos anos consecutivos. 
 
  Espiritismo sem Evangelho é apenas sistematização de idéias para transposição da atividade mental, sem maior eficiência na construção do porvir humano.
 
Trabalharemos, entretanto, quanto estiver ao nosso alcance, a fim de que o cristianismo redivivo prevaleça entre nós constitua patrimônio indesejável e inútil e para que, unidos fraternalmente, sejamos colaboradores sinceros do Mestre, sem esquecer-lhe as sagradas palavras: 

 
“Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida. 
Ninguém vai ao Pai senão por Mim”. 
[/center] 
 
Livro “Doutrina E Aplicação”. 
Psicografia Chico Xavier.
Espíritos Diversos. 



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Os 10 mandamentos à luz do espiritismo

Os 10 mandamentos à luz do espiritismo

Os dez mandamentos são a primeira impressão histórica do Deus único que se tem noticias. Foi recebido através da mediunidade de moisés segundo a crença espírita e contém uma síntese razoável sobre toda a conduta moral que um homem de bem deve ter. Iremos estudar cada mandamento através do olhar e da interpretação espírita.

Os dez mandamentos juntamente com as leis moisaicas foram necessários para domar um povo ainda com resquícios de barbárie que haviam naquele povo simples de espíritos jovens ainda sem o devido conhecimento para compreender com mais profundidade as questões divinas.

I. Eu sou o Senhor, vosso Deus, que vos tirei do Egito, da casa da servidão. Não tereis, diante de mim, outros deuses estrangeiros. – Não fareis imagem esculpida, nem figura alguma do que está em cima do céu, nem embaixo na Terra, nem do que quer que esteja nas águas sob a terra. Não os adorareis e não lhes prestareis culto soberano

O primeiro mandamento nos trás um ponto importante. À época de moisés o culto às imagens e o resquício cultural egípcio era notável no povo hebreu. O povo de moisés fora designado como o povo que levaria a frente a crença no Deus único. Tal movimento era necessário para que os homens fossem pouco a pouco desapegando-se de tradições passadas que não mais lhes serviam. Enquanto no deserto em sua peregrinação houveram muitas imagens adoradas pelo povo de moisés. Para que terminassem estes laços com um passado de ignorância o primeiro mandamento trás uma imperatividade a alma simples do homem. A de adorar somente a Deus e não a “coisas”.

II. Não pronunciareis em vão o nome do Senhor, vosso Deus.

O segundo mandamento se deve ao fato de àquela época as pessoas misturarem muito comumente Deus com as coisas materiais. Por qualquer motivo torpe era pronunciado o nome de Deus como uma evocação. Sabemos com o advento do espiritismo que aqueles que usam a divindade para meios fúteis ou mesquinhos somente atraem espíritos menos elevados que buscam o prazer da gozação com a crença infantil dos outros. Por isso o segundo mandamento nos faz lembrar de que a Deus deixemos somente as situações que tenham valor real divino.

III. Lembrai-vos de santificar o dia do sábado.

Esta passagem indica a ideia de se guardar um dia da semana para a alma. Tomando-se ao pé da letra parece estranha, mas analisando de forma mais profunda entende-se que a ideia era a de se separar um tempo que seja da sua semana, ou seja do seu tempo vivido, para cuidar da alma, adorar a Deus e trabalhar em prol de sua obra.

IV. Honrai a vosso pai e a vossa mãe, a fim de viverdes longo tempo na terra que o Senhor vosso Deus vos dará.

Esta passagem também se explica no evangelho segundo o espiritismo como a lei de gratidão. Ser grato aos pais é mostrar humildade diante das criaturas que nos acolheram com todo amor e carinho e nos proporcionaram o seio familiar para que desenvolvêssemos nossas aptidões e nossas habilidades de forma perfeita. Ser grato aos pais é algo agradável aos olhos de Deus.

V. Não mateis.

Dispensando comentários. Nítida e mais clara possível este mandamento nos relembra que tirar a vida de um irmão é algo que não cabe a nenhum de nós em momento algum.

VI. Não cometais adultério.

O adultério já foi abordado em alguns posts do blog como : Sexo à luz da Espiritualidade e vale a pena ser lida. em resumo é importante que a energia sexual não seja mal empregada, levando assim à toda sorte de vícios maléficos para a alma.

VII. Não roubeis.

O roubo é o uso do mal para obter de forma ilícita algo que não lhe pertence. É tão fora da lei de Deus como qualquer atitude errônea da humanidade e deve ser evitado a todo custo a fim de não sofrermos das consequências de nossos próprios atos.

VIII. Não presteis testemunho falso contra o vosso próximo.

Ah, a maledicência! Um ato tão comum do nosso cotidiano que quase nos passa desapercebido. Quantos não fazem uma fofoca? um boato que se ouviu falar e se conta aos amigos e parentes? cuidado! a maledicência é grande atrativo a espíritos menos esclarecidos que estão com todo afinco em criar situações embaraçosas e em casos extremos obsessões cruéis. Devemos evitar, como verdadeiros cristãos, a maledicência a todo custo.

IX. Não desejeis a mulher do vosso próximo.

Aqui restringe-se a mulher mas podemos levar isso ao patamar geral de não desejeis o que a outro pertence ou a outro estima. Seja mulher, marido, objeto, sentimento,etc. Cada um tem aquilo que plantou e colheu e seria de extremo mau gosto retirar de outro os frutos que seu trabalho lhe proporcionou.

X. Não cobiceis a casa do vosso próximo, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu asno, nem qualquer das coisas que lhe pertençam.

O mesmo de sempre: a inveja, a cobiça, a maldade de criar situações a fim de ter ou ser quem não é. Devemos evitar qualquer sentimento menos digno em nossos corações a fim de evitarmos ser pegos pela cobiça e a inveja.

É sem duvida a melhor introdução a qualquer crença os dez mandamentos. Com eles temos um resumo muito fiel aos mandamentos da lei de Deus e do seu amor infinito por nós. Lembremo-nos sempre destes mandamentos como perfeito guia para qualquer crença no planeta terra. Interpreta-los com amor e compreensão é necessário para melhor vivermos conforme a vontade perfeita de Deus. Muita paz!

ESPIRITISMO DA ALMA
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SE ALGUM DIA…

SE ALGUM DIA…

Se algum dia a duvida te avassalar a alma e te sentires diante do abismo e do medo, busque a Jesus e encontrarás a verdade que salva.

Se algum dia te sentires a sós, abandonado pelos entes queridos, por companheiros que o decepcionaram com atitudes de traição e descaso, busque a Jesus e Ele o auxiliará vencer a solidão preenchendo com bênçãos o vazio deixado pela falta daqueles que se foram e trará novos amigos que enriquecerão a tua vida.

Se algum dia atravessares a crise e enfrentarmos dificuldades e penúria, busque a Jesus, pois Ele estabelecerá a ordem e disciplina diante dos problemas e superares o momento de prova e estarás preparado para viver o instante pois terás aprendido a lição que a vida te oferece.

Se algum dia a doença te visita acompanhada de dor e sofrimento, medo e constrangimento, busque a Jesus, pois Ele é a vida em abundância e superarás o fato vivenciando-o, atraindo vitalidade para a cura definitiva.

Diante de quaisquer problema, dificuldades ou crises, busque a Jesus com fé, amor e compreensão, e nele encontrarás a salvação e o caminho da felicidade, pois terás compreendido que só Ele é o caminho, a verdade e a vida.

Sérgio Eduardo Miranda (médium)
Fabiano de Cristo (espírito)
Núcleo Espírita Cristão – SP
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DELINQUENCIA..

DELINQUENCIA...
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Examinemos de frente os erros e deficiencias que ainda nos caracterizam a tela social no caminho humano, o delinquente confesso e, quase sempre, o fruto envenenado que inadvertidamente ajudamos a surgir e amadurecer, na plantacao de nossos proprios desajustes.
Antes de sentencia-los a penas de efeito imprevisiveis, deixa que a Compaixao te inspire o juizo inseguro, para que nao te falte a bencao da piedade, no dia em que a sombra te venha bater a porta.
Lembra-te de que, diante da LEI, a criminalidade nao e apenas aquela que comparece a barra dos tribunais que o mundo improviza....
Recorda, quantas vezes, aniquilamos a esperanca do companheiro com a palavra insensata, em quantas ocasioes teremos eliminado a lavoura promissora da fe no espirito dos semelhantes com a lamina do mal exemplo e rememora as multiplas estrada em que a alegria dos outros tera desaparecido ao contacto dos raios destruidores de nossa intemperanca mental.
Nao olvides o furto impensado que em muitas circunstancias impomos a quem trabalha na fraternidade e na paz, subtraindo-lhe o tempo; relaciona o roubo da tranquilidade e do pao que infligimos a todos os que nos sofrem a pressao do egoismo e nao te esquecas da lama invisivel que, em tantas ocasioes, aremessamos, inconscientes e irresponsaveis, ao nome alheio, quando aderimos sem perceber ao proposito escuso de quantos navegam na corrente lodosa de que se derramam: Injuria e Maledicencia.
Diante do irmao que a penitencia corrige ou que o carcere acolhe, meditemos na Misericordia Divina que nos impediu a delinquencia direta, sempre viva em potencial nas nossas emocoes enfermicas e, em testemunho de gratidao a de entendimento, sejamos para o amigo na prova do reajuse, o cirineu que ajuda e compreende, para que sejamos, em verdade, COM A LICAO DE JESUS..

Autor Espiritual:-"EMMANUEL"
Psicografia de {FRANCISCO CANDIDO XAVIER}
Livro:-ESCRINIO DE LUZ-

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Reis e rainhas sem tronos

Reis e rainhas sem tronos

Vivemos tempos tão egóicos, que está se tornando raro o ato de humanidade que Rubem Alves chama de “Escutatória”, isto é, a paciência, o ato de amor e o humanismo que existe em escutar o outro. Um ato de amor tão importante que alivia dores, tensões e abrevia angústias tão presentes no atual mundo competitivo em que vivemos correndo para não perder tempo, pois o tempo ilusoriamente está sendo confundido com dinheiro.

Envolvidos por um contexto egocêntrico desejamos sermos escutados pelo outro, como se as dores dele tivessem menos importância do que as nossas, almejamos também a compreensão, sem levar em conta que para esse intento é preciso compreender o outro em primeiro lugar.

É inegável que a modernidade tem nos proporcionado uma facilidade muito grande quanto à vida material, no entanto, essas mesmas facilidades tem incutido em nós uma falsa noção de autossuficiência, o que silenciosamente vem adoecendo nossa alma. Vivemos tempos em que estamos esquecendo a importância que o outro tem em nossa vida, estamos ignorando que o outro está em nós porque estamos nele.

De certa forma paira sobre nós uma espécie de cegueira coletiva, que não nos deixa perceber o que as evidências sociais e a própria vida mostram a toda hora, ou seja, não somos autossuficientes, porquanto isso é impossível, tanto da forma genética, quanto moral, ética e intelectual.

Ao longo de nossa trajetória como humanos, o ato de escutar e se fazer ouvir nos transformaram em sujeitos compostos de experiências alheias. A troca de conhecimentos nos trouxe até aqui, porquanto para sermos o que agora somos, dependemos de nossos pais e antepassados de quem herdamos a cultura, os costumes e as tradições, como também dos professores e mestres de quem recebemos os saberes formais.

O que julgamos autossuficiência não passa de um embuste tão egocêntrico, quanto irreal, pois somos sujeitos multifacetados, um conglomerado de experiências alheias. Para sermos autossuficientes teríamos de ser independentes, mas não somos, porquanto estamos fisgados aos valores, morais, históricos, culturais, éticos, tradicionais e intelectuais da sociedade a qual pertencemos.

Talvez a atual exposição particular que os meios hoje proporcionam tenha nos transformado em soberanos de um mundo só nosso, embora um mundo paralelo e irreal. Ao que tudo indica estamos vivendo em um castelo, no qual existe apenas um rei ou uma rainha e ninguém mais além da solidão e a dor de não termos servos e nem subordinados para nos obedecer. Isolados em nosso reinado particular desejamos arrastar o outro para nos servir, ao ignorar que o outro também deseja o mesmo.

Como monarcas absolutos, desejamos a compreensão e jamais sermos contrariados. Nisso repousa a atual dificuldade de escutar o outro, pois está se tornando muito difícil encontrar alguém que queira doar seu tempo em prol de aliviar a ansiedade e a angústia do próximo. Desse novo aspecto social está nascendo o fenômeno da desimportância do outro, ou seja, no meu reinado o mais importante sou eu e quem entrar nele deve me servir.

A falta de diálogo está produzindo de forma acelerada tantos reis e rainhas sem tronos, que os profissionais da escuta, como psicólogos e psicanalistas estão sobrecarregados, como também não estão imunes a este fenômeno, pois são seres humanos com todas suas qualidades e limitações.

O importante nesse contexto é avaliarmos em que momento se iniciou a falha ou ruptura social dos relacionamentos que nos trouxe a esse cenário. Talvez tenha iniciado no abandono da mesa, na qual há pouco tempo a família reunia-se para socializar o alimento, oportunidades nas quais a conversa fazia parte desse rito familiar. Talvez tenha se agravado um pouco mais com a introdução da televisão no lar e se agravado muito mais com o advento da internet, que ao mesmo tempo em que transformou seus usuários em cidadãos cosmopolitas, os levou para um mundo frio e irreal, mundo no qual se transformaram em reis e rainhas sem tronos…

Davi Roballo____

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O Amor na Palavra dos mensageiros espirituais

O AMOR na Palavra dos Mensageiros Espirituais 

A lei de Deus é sempre o Amor. 
Amor é luz que envolve o Universo, 
é o éter vivificador, é a afeição dos espíritos dedicados, 
é a alegria dos bons, é a luta que aperfeiçoa.

Agradecimento e cooperação representam duas formas decisivas no êxito,
contudo somente o amor desinteressado consegue cultivá-los.

O tempo corre, destruindo, refazendo, renovando . . .

O amor, no entanto, é sempre invariável no coração, 
e sob a luz do celeste que nos reúne, 
podemos trazer o nosso abraço saudoso aos que amamos na Terra.

O amor encontra a felicidade verdadeira em amar pura e simplesmente.

O amor constrói o futuro sublime e a humildade vence os inimigos.

Cultivemos o amor e a humildade 
e não nos faltará o alimento espiritual ao celeiro do espírito.

AGOSTINHO

O amor é o génio de mil mãos, o tronco de mil galhos, o manancial de mil fontes.

Não vale a existência pelo simples viver. Vale a vida pelo aperfeiçoamento, pela amplitude, pela ascensão. E o guia de nossa romagem para os cimos a que nos destinamos é sempre o Amor, que regenera, balsamiza, ajuda, esclarece, educa e santifica.

BATUIRA

Amigos que se fazem diferentes? Amor para eles.

Adversários que se revelam mais duros e intransigentes? Amor para eles.

Espíritos infelizes, cuja presença nos comprometa a segurança? Amor para eles.

Criaturas de nível diverso do nosso que se convertam em portadores de discórdia e incompreensão? Amor para elas.

Mensageiros das trevas que nos testam a capacidade de elevação para luz? Amor para eles.

O amor, meus filhos, é o dissolvente de todo o mal. Procuremos executar as nossas tarefas nas bases da caridade e do amor uns para com os outros, na certeza de que nesses alicerces venceremos sempre.

BEZERRA

. . . amemo-nos! Tudo é bênção quando convertemos as lutas e os valores do mundo em bênçãos para a vida. Abençoemos a nossa oportunidade de trabalhar.

. . . amemos e penetraremos os pórticos das realizações que demandamos na caminhada espiritual.

Unicamente a fé mobilizada em trabalho pode atingir as realizações puras do Amor, para que o Amor nos presida os destinos.

Não nos deve preocupar a ausência de alheia compreensão. Antes de cogitarmos do problema de sermos amados, busquemos amar, conforme o Amigo Celeste nos ensinou .

EMMANUEL

Amando, com o Cristo, converteremos a vida em fonte de amor santificante.

Ação e reação. Retornará sempre a nós o que dermos de nós. Dai fraternidade e dar-se-vos-á amor.

Somente com o amor exemplificado iluminaremos nosso caminho para Deus.

Guia o teu arado no bem dos semelhantes e milagres de amor colherás do sulco da terra.

O amor é o sol que nos aquece e ilumina.

No amor situou Jesus a metrópole viva do Evangelho.

Sem sabedoria não há caminho, sem amor não há luz.

O amor é a divina moeda que garante os bens do Céu.

O amor do amigo verdadeiro desce abaixo das raízes ou se eleva acima das estrelas. Por isso, o Mestre chamou amigo aos aprendizes da hora primeira.

O amor inextinguível por abençoado farol em nossa viagem, brilhará sobre os rochedos, indicando-nos o rumo certo.

FRANCISCO DE ASSIS

Deus é Deus de amor que transforma a semente em árvore, em fruto que alimenta a vida, e, por vezes, o luto! . . .

Deus é Deus de amor que muda o ninho dos pensamentos em ninho de luz;

que muda as idéias em ação que nos conduz,

ou deixa que nós caiamos, para compreender Jesus.

Deus é Deus de amor que nos deu os pés, para que haja caminhada,

nos ofertou as mãos, para dar trabalho à enxada;

mas, se ferimos o companheiro, erramos a estrada.

Deus é Deus de amor que nos deu a cabeça para pensar,

que nos premiou com o coração para amar;

quem aceita o ódio, não pode cantar.

Deus é Deus de amor que tudo fez, sem usar o alarde,

que tudo faz, mesmo que achemos tarde;

que nunca diz: Sois covardes.

Deus é Deus de amor que nos deu o verbo e nos ensina a falar,

que nos deu a boca e nos ensina a cantar;

que nos deu o coração e nos ensina a amar.

Senhor!... Fazei de mim instrumento da Vossa paz.

Onde haja ódio; consenti que eu semeie Amor!...

Perdão, onde haja injúria;

fé, onde haja dúvida;

verdade, onde haja mentira;

esperança, onde haja desespero;

luz, onde haja trevas;

união, onde haja discórdia;

alegria, onde haja tristeza.

Divino Mestre! Permiti que eu não procure

tanto ser consolado quanto consolar;

ser compreendido quanto compreender;

ser amado quanto amar,

porque é dando que recebemos,

é perdoando, que somos perdoados

e é morrendo que compreendemos a vida eterna.

É pela graça do amor que o Mestre persiste conosco, os mendigos dos milênios, derramando a claridade sublime do perdão celeste onde criamos o inferno e o sofrimento.

Quando o silêncio se fizer mais pesado ao redor de teus passos, aguça os ouvidos e escuta. A voz do amor ressoará de novo na acústica de tua alma e as grandes palavras que os séculos não apagaram voltarão mais nítidas ao círculo de tua esperança, para que tuas feridas se convertam em rosas e para que o teu cansaço se transubstancie em triunfo.

O Amor é paz, o Amor é entendimento, é Caridade em todos os seus aspectos de educação e sabedoria.

MEIMEI

O Amor é o tÓnico das almas.

Quem ama encontra mil assuntos dentro de si mesmo para cada momento de reencontro com os corações amados.

Façamos da solidariedade a bandeira de nossa marcha permanente para diante, dentro de nossa sede de progresso, porque, em verdade, somente a compreensão, a tolerância e a fraternidade, com o perdão e o amor por normas inalteráveis de serviço, conseguem efetivamente amparar, lenir, soerguer e salvar.

Só o amor atravessa as paredes compactas do cárcere em que a ignorância se agrilhoa à miséria, conduzindo aos antros sombrios de nossos velhos débitos a santificante claridade da libertação.

Iluminemos o coração com a lâmpada acesa do amor, cada vez que a nossa palavra se dirija aos irmãos desencarnados ainda presos à turvação de consciência. Lembremo-nos de que nos achamos à frente de enfermos, requisitando-nos compreensão e carinho.

Segue na estrada dos deveres que te foram assinalados, abençoando e amando sempre.

Se podes trabalhar

Não fales de amargor,

Desengano, tristeza ou cicatriz,

Porque, servindo aos outros por amor,

Já tens, por dom de Deus, o coração feliz.

Fonte: Livro: "LUZ do Evangelho" 
Autor Espititual: Vários 
Psicografada por: Francisco Cândido Xavier

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SAÚDE É TRABALHAR .....reflexão aos trabalhadores de uma casa espírita.....

Ao longo de sua luminosa trajetória, Chico experimentou inúmeros problemas de saúde, sem permitir que os males físicos o inibissem.
Indagado, certa feita, se em algum momento sentira impaciência ou revolta, explicou:
– Não sofro tanto assim, porque a ciência médica está bastante avançada. Tenho, por exemplo, um proc esso de catarata inoperável e há décadas faço a medicação em meus olhos, com muita calma, porque considero, conforme me ensinou Emmanuel, que a possibilidade de ver já é um privilégio.
Notável postura, não é mesmo, leitor amigo? Um convite à reflexão em torno de males que não nos afligiriam tanto, se não os imaginássemos capazes de paralisar nossas iniciativas e descolorir nossa existência.
A forma como o mentor espiritual sedimentou-lhe essa convicção é bastante pitoresca.
Certa feita, lutando por debelar um processo hemorrágico no olho direito, Chico deixou de participar dos trabalhos mediúnicos por dois dias.
Emmanuel veio vê-lo.
– Por que não está trabalhando?
E Chico, ensaiando agastamento:
– Como o senhor sabe, estou com um olho doente.
O guia não deixou barato:
– E o outro, o que está fazendo? Ter dois olhos é luxo!
Chico conclui, após relatar o episódio:
– Poder trabalhar, não obstante a doença, já é quase saúde.

***

Diariamente, milhões de brasileiros justificam sua ausência no serviço, apresentando atestados médicos, a informar que estiveram impossibilitados de exercer suas funções.
Há algo do chamado jeitinho brasileiro em muitas dessas iniciativas, com as quais se pretende matar o serviço, em favor de alguns dias no dolce fare niente dos italianos.
Em relação às atividades espirituais e filantrópicas, no Centro Espírita, acontece com freqüência maior, lamentavelmente.
Isso porque não há necessidade de atestado. Geralmente, os faltosos nem se dão ao trabalho de avisar, ocasionando sérios embaraços em determinados setores.
Particularmente na atividade mediúnica, tal comportamento é altamente danoso, porquanto, não raro, um planejamento cuidadosamente elaborado pelos benfeitores espirituais é prejudicado pela ausência de um ou mais participantes.
Deixam de comparecer por motivos triviais:

• Chuva.
• Frio.
• Cansaço.
• Desinteresse.
• Sono.
• Visita.
• Mal-estar.

Com relação a este último motivo, não se dão conta os médiuns de que, freqüentemente, uma enxaqueca, uma dor, uma tensão nervosa, um ânimo caído, decorrem da presença da entidade que deverá comunicar-se por seu intermédio.
Os mentores espirituais antecipam a ligação, a fim de que ocorra melhor familiaridade com o Espírito, favorecendo a manifestação.
O médium, que deveria saber disso, deixa de comparecer, por estar doente.

***

Em qualquer situação, no dia-a-dia, oportuno lembrar que o trabalho é o melhor remédio para nossos males.
Como o próprio Chico ensina, trabalhar, mesmo estando doente, já é um começo de recuperação.
Espiritualmente, haverá demonstração mais exuberante de saúde do que alguém disposto a servir, mesmo estando doente?

Richard Simonetti
Livro Rindo e Refletindo com Chico Xavier
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