Posts de Assis Coimbra (89)

Poeta e Escritor

A MUSA DO MEU SERTÃO!

Vou visitar minha terra
Pois lá fui muito feliz
Quando eu ouvia o Concriz
Cantar no topo da serra.
E não precisava espera
Pra se ouvi Azulão
Por isso canto meu chão 
Com gosto e muito prazer
Pois lá estarei pra ver
A MUSA DO MEU SERTÃO!
*
Ao chegar derramo um pranto
De alegria e prazer
Porque voltei para ver
As plagas que brinquei tanto.
E andarei por todo canto
Montado num ALAZÃO
Pra ver se encontro ela
A minha morena bela
A MUSA DO MEU SERTÃO!
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Assis Coimbra.

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SANTO LENHO!

Santo lenho é a cruz de Jesus Cristo

a coroa é de espinho e não tem rosas

Que sufoca voz de almas lacrimosas

Com as águas do pranto sobre o xisto.

 

Santo monte por todos, longe visto

Com plateia de algoz, e chorosas

E de uma mãe, entre todas corajosas

Com o peito clamando, não desisto.

 

Santo dia de muitas trovoadas

Que de lá, fez correr almas insanas

Sem remorsos, correndo acovardadas.

 

Ó sepulcro que em ti saiu espirito

Junto ao corpo voltando vida plena

Me receba, e me torne mais contrito.

 

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AQUARELA!

Linda lua que brilha em noite escura
Ilumine as trilhas do meu caminho,
Não me deixe no escuro tão sozinho
Sufocando nas curvas da amargura.
Peço guie, tão indecisa criatura
Com seu brilho tal riso de donzela,
Pra que eu possa acalmar toda procela
Que em "tormenta fervilha no meu peito".
Mas assim que eu achar, amor "perfeito"

O SEU NOME EU RETRATO EM AQUARELA.

Assis Coimbra.
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AÇÕES ANTRÓPICAS!

A nossa "casa" maior
Tem ar e tem continente
Tem também os oceanos
Fauna, flora e muita gente!
Por isso é inevitável
Um progresso sustentável
PRA TODO NOSSO AMBIENTE.
*
Mas pra isso acontecer
Precisamos acabar,
Com todas ações antrópicas
Pra ao resto não devastar.
Se não grandes tempestades
Submergem às cidades
E OS FURACÕES VÃO AUMENTAR.

 

Autor: Assis Coimbra.
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No CIRCO do dia a dia
Finjo que sou social
Para poder suportar
Gente que quer ser o TAL.
Mas o bom é ser palhaço
Que pra o riso é genial!
*
No CIRCO do dia a dia
Desço de baixo pra cima,
Subo de cima pra baixo
E do palco eu faço a rima!
E do riso eu sou palhaço
Que da graça, é obra prima!
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Autor: Assis Coimbra.
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Foto:  Assis Coimbra de palhaço CARETINHA e uma criança que não recordo o nome.

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LIBRETO.


O libreto de Carmem de Bizet
Que retrata a libido da cigana
Em voleios eróticos que apaixona
Seja jovem, senil, ou quem lhe vê!
É a volúpia que faz lembrar você
Me levando aos limites da emoção.
Pois você despertou minha paixão
Por seu corpo repleto de esplendor!
Mas não pense que eu peco por amor,
POIS SÃO COISAS QUE VEM DO CORAÇÃO!!

Assis Coimbra.
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TEOSOFIA, OU NOVA ACRÓPOLE.

Aqui apenas minha visão literária! A nova Acrópole, tem sempre citado o poeta e filosofo Gibran Khalil Gibran, em suas aulas e palestras, como referência. E não é à toa! É devido seus escritos, serem eivados de beleza! Principalmente quando fala de amor, filhos, amizades, liberdade etc!

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Alma plena, que é teosofia
Aprecia os saberes das virtudes,
Que aprendemos com boas atitudes
Que "decanta" o amor, filosofia.
E assim buscamos sabedoria,
E na "nova acrópole" o saber!
Pois o tema que prega é querer ver
A essência do eu de cada um!
E também quer nos vê em bem comum
INDEPENDENTE DE LIVROS QUE SE LER!

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VIAGEM COM DANTE ALIGHIERI.  

 

 

Na Divina Comédia fui com Dante
Conhecer alguns ciclos que escreveu.
Quis lutar com "Cérbero", ele correu,
E Virgílio não quis que eu fosse avante!
E em seguida a pedido de "Caronte"
Retornamos nas águas do "infernal".
E na terra, vi rosto angelical
Era o encanto da própria Beatriz.
Pois com ela Alighieri sempre quis,
TÁ COM DEUS, O JUÍZO DO FINAL.

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VIVA A VIDA!!

A função dos corais nos oceanos
É manter viva fauna e sua flora
Pois sem elas não tem vida que aflora
Pra depois se chamar sábios decanos!
Puberdades sem eles, não tem planos
E não plantam futuras gerações
Então resta pra nós, preservações
Para o globo não ser exterminado.
Pois bom mesmo é tudo germinado
PRA PODER MANTER VIVA AS GERAÇÕES! 

Assis Coimbra.
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AH, QUE DERA EU FOSSE O VENTO!

Ah, Quem dera eu fosse o vento
Pra refrescar meu desejo
Mesmo que fosse em lampejo
Em ti faria um rebento.
Ó Sabor que eu alimento
Derrame teu “caldo” em mim!
Que lá no meu camarim
Palmo a palmo te consolo.
Depois te sento em meu colo,
COLIBRI DO MEU JARDIM.
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TEMPOS SOMBRIOS!

Baseado em poema de Bertolt Brecht

 

Autor: Assis Coimbra.

 
Eu vivo em tempos difíceis
Onde o pensar é aridez.
Onde frontes sem ter rugas,
Demonstram estupidez!
E até o riso mais puro,
Revela-se insensatez!
*
Mas que tempos são esses
Que não se pode olhar flores?
E se falar sobre as mesmas,
Implica em tantos horrores!
Onde calar injustiças
É honroso sentir dores!?
*
Mas que tempos são esses
Que nos deparamos aqui?
Pois só quem não vê injustiças
Tem motivos pra sorri!
E só o ventre “fecundo”
É permitido parir!
*
Mas que tempos são esses
Que aquele que cruza a rua
Não vê os necessitados
Presos no giro da grua?
Já sei! Ele anda pensando,
Que a rua é todinha sua!
*
É verdade, o que eu ganho
É o bastante pra viver.
Mas creiam, é por acaso.
Eu não consigo comer!
Pois meus amigos com fome,
Nem água tem pra beber!
*
Mas que tempos são esses
Que sem sorte, estou perdido!
Dizem-me: Come e bebe
Pra você está resolvido.
Mas como posso viver,
Se vejo os flancos perdidos!?
*
E se o pão que eu como
Tiro de quem tem fome?
Então...Não posso comer
Se a turba passa fome!
É que eu vejo muitas almas
E muitas delas sem nome!
*
Eu queria ser um sábio
Para ter sabedoria.
Para saber ler nos livros
E escolher qual serviria.
Para me afastar do mundo
E também de ouvidoria.
*
Pra ter “luz” sem violência
É pagar o mal com bem!?
Não saciar meu desejo
Mas assim, não me convém!
Vivemos tempos sombrios
Onde a maldade vai além!
*
E agora? temos desordem
Para o convívio do homem!
Maldade pra todo lado,
O aço, é quem nos consomem!
Feito cobras cuspideiras,
Matando quem passa fome!
*
Eu vivo em meio a desordem
Rodeado de revolta!
Mas que tempos são esses
Que “alma” boa é alma morta!?
Me revolto com justiças
Que ao pobre, não se reporta!
*
Me revolto ao lado deles
Por viver na mesma terra.
Do mesmo mundo excluído
Onde o canhão nunca emperra!
Mas que tempos são esses,
Que só morte nos espera!?
*
Faço amor sem atenção
Não mais vejo a natureza.
Assim, vai passando o tempo
Sem encanto, sem beleza!
Se amanhã nós vemos luz?
Não temos essa certeza!
*
Vocês vão emergir das ondas,
Das mesmas que perecemos.
Mas não nos chamem fraquezas,
Porque nós, não merecemos.
Pois eram tempos sombrios
Que ao futuro não queremos!
*
O ódio contra a baixeza
Endurece nossos rostos.
A raiva contra a injustiça
Nos deixa de lado opostos.
Porque os tempos sombrios,
Pra nós, é sarjetas, esgotos!?
*
Queremos que a amizade
Não se compre com vintém!
E que o ranço do fascismo
Embarque em outro trem,
Para que os tempos sombrios
Não maculem mais ninguém!
*
Mas quando chegar o tempo
Do homem amigo do homem,
Não se fale em falsidade
Do homem para com homem!
Porque os tempos sombrios
Retornam com outo nome!
 
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VALEI-ME NOSSA SENHORA!

ACHO QUE ESTOU LEVANDO A VIDA MUITO A SÉRIO! FICANDO CHATO!(Não sabia que aos setenta ficaria assim)VEJAM, CHEGO ATÉ A MUDAR A COR DOS OLHOS! TENHO QUE ENTENDER, QUE EU NÃO POSSO MUDAR O MUNDO! APENAS CONTRIBUIR PARA QUE ISSO ACONTEÇA! AH! É QUE TAMBÉM, EU NÃO CONSIGO DEIXAR DE FALAR, EM MEIO AMBIENTE, CIDADANIA, ARTE... ESSAS PORCARIAS, QUE "ALGUMAS PESSOAS", NÃO ESTÃO NEM AI! DESCULPEM!...É QUE ANDO “RANZINZA E ENGASGADO MESMO!”... QUEM SABE AMANHÃ, EU "VOLTO AO NORMAL".
 
 
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Valei-me Nossa Senhora
Mãe de Deus de Nazaré,
Estou feito um jacaré
Socorra-me sem demora!
Você que é generosa,
Perdoe o meu jeito assim!
Mas eu quero dar um fim
Em quem despreza a cultura!
Pois gente assim dar gastura
E EU FICO ARRETADO ASSIM!
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Autor:Assis Coimbra.
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O TABACO DA MARIA.

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Maria Plantou dois pés

De tabaco no quintal

Deu tabaco "taludinho"

A coisa fenomenal!

Deu tabaco que o sujeito

Quer logo achar um jeito

De nele botar a mão!

Tem um que parece esfhira

Mas quem cheirar-lo espirra

E ACELERA O CORAÇÃO!

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Autor:Assis Coimbra.

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PEQUENO PASSEIO MITOLÓGICO.

 
Eu vi a fuga inclemente de Arethusa
Pra não ser abraçada por Alfeu.
Eu vi Ártemis que ajuda ofereceu
Pra não ver molestada Ninfa Musa.
Vi Jasão que enfrentou até Medusa
Numa Argos transportar o velocino.
Eu vi Pélias morrer como um cretino
Pois a tal profecia assim queria.
Vi Medeia que em trama evocaria
PRA QUE O REI NÃO ESCAPASSE DO DESTINO!
 
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Assis Coimbra.
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BRASIL QUINHENTOS! E o começo da saga indígena!!

E os pobres, negros e nordestinos, sempre sofrendo com a Diáspora praticad por alguns brasileiros! E a unica arma que tenho contra os PODEROSOS é minha arte!
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De Brasil “quinhentos anos”
Agora eu passo a falar,
Que há pouco tempo atrás
Alguém quis comemorar,
Mas aconteceram fatos
Que não quiseram lembrar.
*
Eu não sei se de propósito,
Ou por puro esquecimento,
Ou se fecharam os olhos
Pra algum acontecimento;
Eu só sei que muitos fatos
Não citaram no evento.
*
Quando Cabral cá chegou,
Em 22 de abril,
Encontrou muitas riquezas,
Inclusive o pau-brasil
E dele deu-se o nome
Pra essa terra varonil,
*
Encontrou muitos biomas,
Inclusive a Mata Atlântica,
Muitas áreas de Cerrado,
A Amazônia romântica.
De qualquer canto que olhava,
A vista era panorâmica. 
*
A vegetação intensa,
De mata até a Caatinga,
Tinha matas ciliares,
E também a de restinga,
E água do pantanal
Prá abastecer a moringa.
*
Os rios eram todos limpos
Com peixes em quantidade,
Os índios eram milhões
Fazendo festividade,
Tomavam banho e pescavam,
Demonstrando agilidade.
*
Viviam grande harmonia
Nas tribos em que moravam,
Curumins brincavam livres
Na terra que tanto amavam,
Sem saber que os estranhos
De longe os observavam.
*
Os índios quando notaram
Estranhos nas suas terras,
Ficaram muito espantados,
Alguns fugiram pras serras,
E outros foram correndo,
Mas muitos travaram guerras.
*
E Cabral com suas tropas
Bolaram logo um plano
Pra chegar perto dos índios,
Sem cometer um engano,
Pois, qualquer pisada em falso,
Entrariam pelo cano.
*
Depois de muito tentar
E muitos homens perder,
Os índios iam lutando,
Pois não queriam ceder,
Até que milhares deles
Começaram a morrer.
*
Passando o tempo, os brancos,
Alguns índios conquistavam, 
Mas para conseguir isso,
Até presente lhes davam.
Com outros não tinha acordo,
E a lutar continuavam.
*
Mas aos poucos descobriram
Mais riquezas pra levar,
Que além do pau-brasil
Tinha muito a explorar,
Ouro, bauxita e prata,
Minério em todo lugar.
*
A notícia das riquezas
Pela Europa chegou,
E mais do que de repente
A França pra cá mandou,
Homens para conhecer
O que de bom se falou.
*
Desta forma, outros países
Por aqui também chegavam,
As missões eram as mesmas
Dos outros que aqui estavam:
Extraindo e devastando,
Tudo aquilo que encontravam. 
*
Em meio a todo furdunço
E toda aquela masmorra,
Portugal tomou as rédeas
Pra botar ordem na zorra,
Mas quando a coisa está feia,
Não há santo que socorra!
*
Em mil quinhentos e trinta
Uma expedição chegou:
Era a “colonizadora”,
Que aqui desembarcou.
“Agora aqui vai ter ordem!”
Logo seu chefe gritou.
*
Esse era Martin Afonso,
Que um povoado fundou.
Foi de Vila São Vicente
O nome que ele chamou,
Deixando logo bem claro
Que a colônia começou.
*
A missão da expedição,
Além de colonizar,
Era expulsar daqui
Os povos de outro lugar,
Que queriam as riquezas
Daqui também retirar.
*
Travaram-se grandes lutas,
Matavam por desaforo,
Tudo isso por ganância
E a conquista do ouro
E também do pau-brasil,
Que valia um tesouro.
*
Dos índios tomavam as terras,
Os que lutavam morriam,
Porém os prisioneiros
Catequizados seriam.
Depois de feitos escravos,
Todos serviços faziam!

Direitos reservados.
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