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Na Escola de Visuais do Parque Lage - Rio de Janeiro, existia o Núcleo de Aprofundamento em .

Todos os anos, uma equipe de professores escolhia 8 (oito) alunos para participarem do estudo e prática intensivos, durante um ano,

sob a orientação de excelentes professores-artistas e críticos de arte reconhecidos no mundo das .

Em 1994, fui uma das artistas escolhidas e ali permaneci pelo ano de 1994. Dedicação intensa e exclusiva à Arte.

 Algumas obras do período

(Clique nas imagens, para vê-las no tamanho real)

Negritude. Original: 1.40m x 1.23m

Processo criativo: Acrílica sobre tela

 

Amarelas. Original: 2:00m x 1:50m

Processo criativo: Acrílica sobre tela

Núcleo de Aprofundamento em do Parque Lage

Eu enquanto árvore. Original: 1.10m x 1.50

Processo criativo: Técnica mista com gesso e tinta à óleo sobre tela

Nesga do meu jardim, por mim... Original: 1,50m x 1,10m

Processo criativo: acrílica e óleo sobre tela trabalhada ao efeito de pincéis, espátulas e colagens

Aluvião. Original: 1.40m x 1.23m

Processo criativo: Óleo espatulado sobre tela

Solitária no verde. Original: 1.50m x 1.10m

Processo criativo: Óleo sobre tela

Arqueologia pictórica. Original: 1.10m x 1.50

Processo criativo: Técnica com gesso e acrílica sobre tela

Em 1995, ocorreu a apresentação dos novos artistas

ao mundo da Arte, no Rio de Janeiro

Minha primeira exposição coletiva no Parque Lage,

sob a curadoria de Dora Basílio

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1993 - Primeiro Semestre
Parque Lage - Núcleo de Escultura
Professor Milton Machado
Durante o curso, realizei alguns desenhos e criei alguns poucos trabalhos em barro, mas, com o tempo, esses trabalhos quebraram-se.
Ainda possuo os desenhos. Providenciarei as imagens dos mesmos.
O professor não levou o curso até o final do semestre.

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1993 - Primeiro Semestre

Parque Lage - Núcleo de Desenho

Professor Orlando Mollica

Curso: Laboratório de Desenho/Introdução à

Em 1993, para desvencilhar-me de um possível aprisionamento ao rigor da forma, tive aulas com Professor Mollica (Escola de Visuais do Parque Lage) e realizei exercícios de modelo-vivo, cujo tempo de duração era muito curto e o material restrito. No caso, 15 minutos, com tinta guache sobre papel canson. Ocorreu inibição inicial, mas o segredo foi não me deixar travar e seguir com a , observando e colocando no papel o que via no modelo. Desse exercício, guardo três exemplos:

(Clique nas imagens, para vê-las no tamanho real)

Mais dois trabalhos:

Modelo-vivo: Chimarrão - Lápis de cor

Modelo-vivo: Tambor estilizado - Lápis de cor

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1992 - Segundo Semestre

Parque Lage

Professor Charles Watson

Curso teórico: Pensamento Criativo

O Curso hoje denomina-se "Processo criativo"

De natureza interdisciplinar, o curso aborda vários aspectos do processo de criação e como se manifestam nas mais diversas disciplinas. Amplamente ilustrado com textos e vídeos, o curso mostra que a semelhança entre as dinâmicas criativas em áreas diversas supera freqüentemente a diferença entre as linguagens. Entendendo mecanismos que podem limitar nossas possibilidades criativas, podemos pensar e discutir estratégias que, ludicamente, podem contornar essas tendências.

O Workshop é dirigido a todos que se interessam pelo processo criativo, tais como designers, arquitetos, decoradores, artistas, publicitários, empresários e outros para quem a geração de novas idéias é fundamental, seja a nível profissional ou pessoal.

Programa:
A Criatividade na história e a relação de Criatividade com Limites.
Processos Perceptuais: Modelo do Universo, Classificação & Estereotipagem (vendo o que espera ver ou ‘Quando só lhe resta um martelo, tudo parece com prego.), Dificuldade em Isolamento do Problema, Limitando a área do problema, olhar do outro, o passo para trás, o segundo olhar, Saturação como problema e Saturação como solução; Estímulos sensoriais alternativos.
Processos Emocionais: Motivação (Intrínseca / extrínseca, a cenoura ou o chicote); A engenharia do erro; Julgamento/avaliação prévia; A importância de não ter nada a perder; Ansiedade (dificuldade em gestação); Convicção vs. Compulsão; Persistência; A habilidade em mudar de objetivo
Processos Culturais/Ambientais: Inteligência; Tabu; Humor, Múltiplas inteligências; Meio propício; Fantasia vs. Realidade; Razão vs. intuição; Tradição vs. mudança
Transfiguração do Lugar Comum

Por:
CHARLES WATSON: Professor, formado pela Bath Academy of Art, Inglaterra. Integra, desde 1979 o quadro de professores da Escola de Visuais do Parque Lage/RJ, onde foi coordenador do departamento de e participou do conselho de direção da Escola. Dirigiu o Prêmio Johnnie Walker de Plásticas durante três anos consecutivos. Mentor do Dynamic Encounters International Art Workshop, programa que conduz grupos de interessados em aprimorar seus conhecimentos em arte para visitas a instituições, galerias e ateliês no Brasil e exterior. No Centro de Arte Hélio Oiticica/RJ foi curador das exposições de Daniel Burren, Helio Oiticica, Lygia Pape, Sean Scully e Tehching Hsieh entre outros. Palestrante sobre O Processo Criativo para diversas empresas, entre elas Sesc/RJ, Escala Comunicação e Marketing/RS, Oi-Telemar/RJ, Globosat/RJ, ESPM/RS, Dufry do Brasil - Duty Free Shop.

Desde 2004 o Workshop “Processo Criativo”, desenvolvido pelo professor, é recomendado pela University of the Arts London, responsável pelas faculdades: Camberwell College of Arts, Central St. Martins College of Art and Design, Chelsea School of Art and Design, The London College of Fashion and The London College of Communications.

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1992 ❀ Casa de Cultura Laura Alvim

Professor Gianguido Bonfanti

Curso: Modelo Vivo

O trabalho mais interessante, desenvolvido nesse período, foi o "desenho cego". O processo consistia em desenhar com carvão sobre papel canson, sempre com os olhos fixos no modelo e nunca no desenho. Segundo o meu professor Gianguido Bonfanti (Casa de Cultura Laura Alvim), trazemos imagens prefixadas no cérebro e isso atrapalha nosso processo criativo. Quantas vezes, desenhamos "o que queremos" e não "o que vemos"? E isso ficou bem evidente nas aulas de modelo-vivo. Na realidade, a tentação de olhar para o papel era incrível! Mas, consegui levar o exercício em frente... Como resultado, criei obras bem interessantes e meu professor chegou a dizer que meus desenhos cegos eram melhores dos que aqueles que não eram cegos... Criei indivíduos deformados: ora com três braços ou com uma perna somente, ora com mais de dois olhos... e assim por diante... Isso ocorre, porque em determinado momento, não nos lembramos mais do que foi desenhado. Em outra oportunidade, o professor desafiou-nos a desenhar somente os espaços negativos do modelo apresentado - somente as sombras. Grande exercício, para cérebros preguiçosos! kkkkk...

Ainda que a música permaneça nos exercícios das minhas infância e adolescência, nunca olvidei a escrita - poética ou científica. Portanto, acredito que os meus lados direito e esquerdo do cérebro tenham trabalhado muito nesses 64 anos de vida... kkkkkk...

Não compreendo a afirmativa de que ao exercitar um lado do cérebro anula-se o outro. Para mim - leiga no assunto - existe um trabalho contínuo dos dois lados.

Preciso escanear as imagens desse período.

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1992 - Primeiro Semestre

Parque Lage

Professor Gianguido Bonfanti

Curso: Teoria e Prática da Forma e Composição

Obra para estudo: Ponto e Linha. Kandinsky.
Algumas obras do período


Duas linhas retas no espaço:

Um ponto no espaço:


Um ponto no espaço:


Um ponto e duas retas:


Um ponto e duas retas:


Uma linha reta e dois pontos:


Uma linha dramática:

Linhas retas simples e dramáticas:

Muitas linhas retas e uma linha reta dramática:

Muitas linhas retas e dramáticas:

Linhas curvas dramáticas:

Linhas curvas dramáticas:

Pontos dramáticos:

Um ponto e duas retas dramáticos:

Dois pontos dramáticos:

Duas retas dramáticas:

Ponto dramático:

Vários trabalhos juntos:

Vários trabalhos juntos:

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1992 - Primeiro e Segundo Semestres

Escola de Artes Visuais do Parque Lage

Curso: Propriedade e Procedência

Professor Charles WatsonNos primeiro e segundo semestres de 1992, tive aulas com o Professor Charles Watson (Escola de Artes Visuais do Parque Lage), quando passei pelo mais inquietante processo criativo, de toda a minha vida! Levou-me à escolha livre de um objeto, com determinada medida (não me lembro qual)  e que apresentasse entrâncias e reentrâncias. Escolhi um registro de torneira, mais ou menos assim (não tenho o original, que era todo prateado):Durante um semestre, dediquei-me somente ao referido objeto. Ao acordar, era a primeira imagem que via, ao adormecer, a última imagem. Meu cérebro "embebedou-se" daquele registro de torneira. Proposta louca, não é? Mas, fascinante! Alguns alunos desistiram e não chegaram ao final do curso.

Durante todo o processo, o material permitido: papel canson e pó de grafite. Nenhuma cor e nenhum outro material.

Num primeiro momento, desenhei o objeto como se apresentava aos meus olhos - de forma realística. Sempre com a orientação de comandar o cérebro na percepção das linhas que se apresentavam aos meus olhos. Realizei vários desenhos, mas não guardei fotos, porque ainda não tinha consciência do quanto seria rica aquela experiência.

Em seguida, o desafio foi oferecer um contexto ao objeto. As folhas de papel canson eram inseridas, de acordo com a necessidade de ampliação do desenho e, uma vez integradas, não seriam mais retiradas. Meu cérebro, que se adaptasse ao novo espaço e criasse novas formas - sem no entanto - fugir do objeto inicial.

Após alguns dias, muito stress e até mesmo lágrimas (a pressão era rigorosa e intensa!) nasceu minha obra, que foi considerada a mais criativa dentre todas as demais apresentadas. Muita emoção, pois, afinal, um elogio do Professor Charles Watson é dificílimo! rsrsrsrs...

Como se não bastasse, nova proposta: criar o maior número possível de desenhos independentes.

Criei mais de 30.

Eis alguns:

Somente então, passamos ao segundo semestre - a pintura propriamente dita - e muitas obras nasceram desse processo.

Eis a primeira - MODULAÇÃO AZUL

Processo: Acrílica sobre Tela. Tamanho: 1.10m x 1.50m. Meu acervo particular.

Outra - GÊNESIS

Processo: Acrílica sobre Tela. Tamanho: 1,20m x 2,00m. Acervo: Dr. Vanius Meton Gadelha Vieira

Perceba-se, nas obras, referência à proposta inicial: as formas do registro de torneira.

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Algumas obras do período.

As fotos são falhas.

Época em que vendi muitos trabalhos.

Sílvia Mota
Acrílica sobre tela
Sílvia Mota
Acrílica sobre tela

Sílvia Mota

Acrílica sobre tela

Sílvia Mota
Acrílica sobre tela

Sílvia Mota

Acrílica sobre tela



Sílvia Mota

Acrílica sobre tela

Sílvia Mota
Acrílica sobre tela
Sílvia Mota
Acrílica sobre tela
Sílvia Mota
Acrílica sobre tela

Sílvia Mota
Acrílica sobre tela

Sílvia Mota
Acrílica sobre tela
Sílvia Mota
Acrílica sobre tela

Sílvia Mota. Arbórea futurista. 1.10m x 1.50m
Processo: Técnica mista com gesso, acrílica e colagens de papel
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1987❀1991 ❀ Fase Autodidata

ALGUMAS OBRAS DE FASE AUTODIDATA

Algumas imagens não estão nítidas


(1987 ou 1988) - Fresch
Acervo do Dr. Vânius Meton Gadelha Vieira

1987 - Florescência

1987 - Trio

1988 - Tríade floral em desespero

Quadro "retalhado" a estilete, num momento de grande tristeza

1988 - Ramagens

1988 - Alma de flores - vermelhas e brancas

1988 - Labaredas

1989 - Saudade

1989 - Papai e Mamãe I

Acervo do Dr. Miguel Mota

1989 - Papai e Mamãe II

Acervo do Professor Geraldo Mota

1990 - Renascer

Acervo da autora

1991 - Suave

1991 - Suavidade

 

1991 - Feliz Aniversário! (38 flores)

1991 - Mãe nordestina com os seus filhos

Acervo: Dr. Vânius Meton Gadelha Vieira

1991 - Primavera

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1985❀1986 ❀ Primeiro Professor: De Luna Freire

Faltam muitas obras desta época

Algumas fotos prejudicadas,

mas vale o registro do momento

Releitura de Degas

Primeiro quadro figurativo



A linguagem da alma

Primeira figura criada por mim

Processo criativo: Óleo sobre tela

Prêmios:

1985 - Medalha de Bronze - Museu do Telefone: V Telearte

1985 - Medalha de Bronze Ministério da Educação e Cultura: Exposição de Artes Visuais



Cornucópia Viva I

Representação da pintora ao conquistar o mundo com a maternidade

Processo criativo: óleo sobre tela
Medalha de Bronze



Ascese

Fase Surrealista

Processo criativo: Óleo sobre tela / 60 cm x 70 cm

Prêmios:

1987 - Medalha de Prata - Fundação Mokiti Okada: 120 Artistas Premiados: conexão Brasil-Japão

1990 - Medalha de Ouro - Espaço Cultural dos Correios: Exposição Mundial de Filatelia e Artes Visuais



Nas trilhas do Infinito

Fase Surrealista

Processo criativo: Óleo sobre tela / 60 cm x 70 cm

1990 - Medalha de Ouro - Espaço Cultural dos Correios: Exposição Mundial de Filatelia e Artes Visuais


À procura de Vega

Fase Surrealista

Processo criativo: Óleo sobre tela / 60 cm x 70 cm

Prêmios:

1990 - Medalha de Ouro - Espaço Cultural dos Correios: Exposição Mundial de Filatelia e Artes Visuais


Cornucópia Viva - II

Considero-a minha obra mais bonita
Processo criativo: Óleo espatulado sobre tela

Prêmios:
1987 - Medalha de Prata - Museu do Telefone: II Salão de Artes Luna 87
1987 - Medalha de Ouro - Correios e Telégrafos

 

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