DIAMANTE BABPEAPAZ

São Juão sem canjica

São Juão sem canjica

São Juão sem tê canjica
é pintá sem tê pincel.
Meus amô que num se explica
num é fel e nem é mel
viro canto e num dô dica
sarto muro rolo grama
faço tudo i sem tê drama
vô drumi no meu colchão.
Sem canjica na paixão
Mando arroiz por telegrama.

Sílvia Mota a Poeta e Escritora do Amor e da Paz
Rio de Janeiro, 27 de junho de 2011

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Comentários

  • Oxente! Sao Juao sem canjica

    Num pode acontecer .

    Já tava pronta pra ir pra festa

    I minha canjica comer 

    Apareceu meu querido Mané. 

    O grande amor da minha vida.

    Morrendo de dor na barriga

    Correu pro banheiro pra cagar.

    A fedentina correu pra todo canto

    I eu num sabia como ajudá.

    Entonce gritei pra Mané

    "Querido vou na rua buscar um chá

    Pro mode você meiorar. Vou num pé  e volto notro. Não me vou demorar".

    Corri pra festa e a canjica fui comer

    Comi, comi  até me fartar.

    Vortei e a vizinha me deu um chá .

    Preparei e dei pra Mané

    Que tremendo e muito branco falou:

    " eu te amo minha muié. Vamo já sair procê  comer canjica".

    Mas num saimo. Agora sou eu

    Que pro banheiro correu.

    Mané ficou sem comer canjica

    E quem so comeu fui eu.

     

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