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  • DIAMANTE BABPEAPAZ

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    •  

      Eva tentadora

       

      Maçã... Tentação!

      Oh corpo em chama que grita,

      enquanto calo,

      diz o que precisa ser dito...

      Força inaudita,

      botão róseo que aguarda o falo

      a escaldar aflito...

      na dureza da erecção!

       

      Provei de ti a textura e o sumo

      e pecando invadi teu éden...

      abriu-se o longe e o nunca

      e na ambrósia do teu néctar

      sucumbi!

       

      Em tensão cavalguei teu vulcão!

      Tensão que flui...

      Reflui tesão!

       

      Em 28.nov.2011, pelas 22h20

      PC

    • DIAMANTE BABPEAPAZ

      Uauuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu! Deixaste-me sem fôlego! MARAVILHOSO!!! Belíssimo! Beijossssss

  • DIAMANTE BABPEAPAZ

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  • DIAMANTE BABPEAPAZ

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  • DIAMANTE BABPEAPAZ

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  • DIAMANTE BABPEAPAZ

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    • A castidade com que abria as coxas

      A castidade com que abria as coxas
      Comovia até ao rouxinol e a cotovia
      E reluzia a sua flora brava
      Pelos macios de fêmea no cio

      Na mansuetude das ovelhas mochas
      Que anseiam ao tosquio que acocha
      E tão estreita, como se alargava
      À espera a vulva se lubrificava

      Ah, coito, coito, morte de tão vida
      Vem molhar esse biscoito tão afoito
      Sepultura na grama, sem dizeres
      Não morra sem sentires os prazeres

      Em minha ardente substância esvaída,
      Que escorre tanto e gera tão pouco
      Eu não era ninguém e era mil seres
      Só um consegue perfurar o óvulo

      Em mim ressuscitados. Era Adão,
      Único habitante na terra da solidão
      Primeiro gesto nu ante a primeira
      Que da costela, do barro se fez festeira

      Negritude de corpo feminino
      Tão hoje requerida ao masculino
      Roupa e tempo jaziam pelo chão
      No languido espaço da excitação

      E nem restava mais o mundo, à beira...
      Sentimentos que ardem em combustão
      Dessa moita orvalhada, nem destino
      Na loucura febril do amor em desatino.

      Duo: Drummond e Hilde

      Texto original de Drummond de Andrade
      A castidade com que abria as coxas

      A castidade com que abria as coxas
      e reluzia a sua flora brava.
      Na mansuetude das ovelhas mochas
      e tão estreita, como se alargava.
      Ah, coito, coito, morte de tão vida,
      sepultura na grama, sem dizeres.
      Em minha ardente substância esvaída,
      eu não era ninguém e era mil seres
      em mim ressuscitados. Era Adão,
      primeiro gesto nu ante a primeira
      negritude de corpo feminino.
      Roupa e tempo jaziam pelo chão.
      E nem restava mais o mundo, à beira
      dessa moita orvalhada, nem destino.

      http://recantodasletras.uol.com.br/duetoseroticos/2877296

       

  • DIAMANTE BABPEAPAZ

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    • ENTRE OS MEUS SEIOS

      Da tua boca
      Quero a saliva misturada à minha
      Nas convulsões das nossas línguas
      Sempre se querendo...

      Que junção louca
      Da união das nossas bocas
      Entrelaçando em parafuso as emoções
      É sinfonia de sentidos se acoplando

      E ajoelhada entre as tuas coxas
      Na paixão mais débil e roxa
      De olhos enfeitiçados
      Pele eletrizada

      Te dou o meu cheiro da fêmea,
      E a contemplo sedento e inerte...
      Impassível!
      Aos seus dedos que me percorrem
      Na suavidade selvagem

      Buscando os meus cabelos
      Comprimindo meu cerebelo
      Trazendo minha boca sedenta
      Por onde a febre deságua
      Até as tuas águas...

      Então somos apenas nós dois
      Nesse ato mágico interajo
      Quando nos arremessamos
      Sem culpas ou desculpas

      Animais embrutecidos
      Famintos na estratosfera das constelações
      Nos possuindo entre as galáxias
      No vôo cósmico do amor...
      Tatuando a nossa pele com o pó das estrelas.

      E no teu gozo de chuva morna
      minha alma renasce
      Plena, suave, serena transparece
      branca/mulher/anjo
      fêmea tua...
      Meu homem arcanjo

      Beleza incandescente/indecente
      que me convida
      Ao alucinógeno
      Da libido em transe...
      A adormecer você

      Em trans-dimensional anseio
      Meu deus insano ... Morfeu!
      Entre os meus seios/entre os meus seios,
      para sempre teus...
      Nessa volúpia que nos acometeu!

      Duo: Luciah Lopes e Hildebrando Menezes

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