Lendas do Rio Grande do Sul

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“A História conta as Lendas e as Lendas fazem Estórias”.


As Lendas registram episódios heróicos ou sentimental, transmitidas através de gerações no uso da palavra oral, a qual, de acordo com a entonação, trazia o encantamento ou, o medo entre os ouvintes, atualmente, muitas são contadas em versos e prosas. Na maioria das vezes, o objeto da Lenda quase sempre, recebe características sobrenaturais, misturando fatos reais e históricos com acontecimentos que são frutos da imaginação, conservando as quatro características do conto popular: ambigüidade, persistência, oralidade e anonimato.

 

-  Angoéra (Fantasma, em guarani) .

 

Nos sete Povos das Missões, no Pirapó, no tempo dos Padres Jesuítas, vivia um índio muito triste, que se escondia de tudo e de todos pelos matos. Era um verdadeiro fantasma e, por isso era chamado de Angoéra (fantasma em Guarani) e, fugia da Igreja como o diabo da cruz. Mas, um dia, a paciência dos Padres valeu mais e ele foi batizado, convertendo-se a fé cristã e deixando de vagar pelos rincões escondidos. Recebeu o nome de Generoso e tornou-se alegre e amigo de festas. Morreu, mas sua alma festeira continua pelos Pampas e, onde tem fandango, lá está a Alma de Generoso. Se rufa uma viola sozinha, se ecoa uma risada galponeira e, se a saia de uma moça levanta de repente são sinais de sua presença. Quando ocorre ele é homenageado e o tocador canta:

“Eu me chamo Generoso, morador de Pirapó, gosto muito de dançar com as moças, de paletó”

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