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D iamante lapidado, terna poesia

 

I rradiante em inspiração e magia

 

A stros navegando em pura alegria

 

 

 

I nacreditável esta nossa interacção

 

N otável a veia poética que nos irriga

 

T ela pintada com vibrante coração

 

E spargindo cores de seara e espiga

 

R aros tons de aguarela, óleo e carvão

 

N evóas de primavera, sol que respiga

 

A rdentes calores no pino do verão

 

C anção da ternura que a todos liga

 

I nflamada em terrenos de emoção

 

O vação de vates e musas em festa

 

N esga aberta na noite de escuridão

 

A mantes unidos em desejo e paixão

 

L entamente se perdendo pela floresta

 

 

 

D ata em que a primavera se inicia

 

A fastando os medos da estação fria

 

 

 

P apiro, repouso de antigos segredos

 

O uro e jóias de tesouros escondidos

 

E ncantos de ilhas perdidas no mar

 

S emeadas a esmo, pelos abismos

 

I nicío e fim de histórias imemoriais

 

A mantes vibrando desejo em poesia

 

 

 

Arlete Maria Piedade Louro

Portugal

 

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