Imagem: Capturada no Google

O que é Biopoesia?

A poesia, de há muito, transcendeu a página impressa. Os computadores pessoais e a Internet expandiram as possibilidades e o alcance da expressão poética. Eduardo Kac propõe o uso da biotecnologia e de organismos vivos como um novo campo para a criação verbal. Deve-se explorar esse admirável mundo novo povoado por clones, quimeras e criaturas transgênicas, à procura de uma poesia in vivo. Essa é a BIOPOESIA, propriamente dita. Contudo, nos dias de hoje, chama-se BIOPOESIA a corrente artística e cultural Ecologista, Humanista e Revolucionária. Nessa seara, privilegiam-se os poemas e/ou textos poéticos que abarcam relevantes questões que colocam em risco a Vida no Planeta Terra, como o aquecimento global, as guerras expansionistas e a poluição ambiental, a morte de pessoas inocentes, a fome e a miséria, entre outras. Sua finalidade é defender a VIDA - humana ou não -, na contemporaneidade. Trata-se de poesia sobre a REALIDADE SOCIAL, onde as metáforas não encontram guarida. A BIOPOESIA rompe todos os esquemas retóricos e oníricos, para estruturar-se numa base sólida e objetiva. Converte-se na água que matará a sede da Humanidade sedenta de Paz, Amor, Solidariedade, Liberdade e Justiça. As abordagens devem ser UNIVERSAIS e não PARTICULARES.

Tema do Concurso

A fome no Mundo

Orientações

 

1- Serão admitidas as formas literárias:

a) poema;

b) conto;

c) crônica.

 

2- Para participar do concurso, faz-se necessário, na ordem abaixo:

a) publicar a imagem que anuncia o concurso, no cabeçalho do texto;

b) indicar o título do poema;

c) inserir o poema;

d) inserir o nome do autor;

e) inserir o país do autor.

*

3- Serão eliminados do certame:

a) os textos dos autores que não exibirem a página do perfil completa;

b) os textos que ignorarem o tema e a imagem propostos;

c) os textos que não se enquadrarem no item 1.

*

4- Serão destacados cinco prêmios (diplomas), assim atribuídos:

a) primeiro lugar;

b) segundo lugar;

c) terceiro lugar;

d) menção honrosa;

e) menção honrosa.

Parágrafo único - Serão computadas as notas de SETE a DEZ, conferidas por dois autores PEAPAZ.

*

5- Prazo no qual transcorrerá o certame:

a) início: 15 de setembro de 2014 - segunda-feira;

b) término: 29 de setembro de 2014 - segunda-feira - à meia-noite;

c) entrega dos prêmios: 30 de setembro de 2014 - terça-feira.

PARTICIPANTES

 Isabel Cristina Silva Vargas. O MUNDO TEM FOME DE AMOR

Janete Sales. MUITOS ABUTRES ESTÃO À ESPERA DA MORTE HUMANA

Lais Müller. SEM FARTURA

Lúcia Guedes (Lufague). “DAÍ-LHES VÓS MESMOS DE COMER” (Mc.6,37)

Marcial Salaverry. FALANDO SOBRE A FOME - PROSA

María Cristina Garay Andrade. NIÑEZ DOLIENTE

 Maria das Graças Araújo Campos. FOME DÓI E MATA...

Maria Iraci Leal. A FOME... POEMA

Roberto Bordin. A MINHA FOME É O PÃO QUE NINGUÉM COME

Sílvia Mota. URUBU, CRIANÇA, FOTOGRAFIA E FOME - Crônica


CLASSIFICAÇÃO 

CONTO-CRÔNICA-PROSA

Marcial Salaverry. FALANDO SOBRE A FOME - PROSA = 27

Roberto Bordin. A MINHA FOME É O PÃO QUE NINGUÉM COME = 26

Lais Müller. SEM FARTURA - CRÔNICA = 25,5

 

POEMAS

Maria das Graças Araújo Campos. FOME DÓI E MATA... = 27

Maria Iraci Leal. A FOME...POEMA = 26,9

Janete Sales. MUITOS ABUTRES ESTÃO À ESPERA DA MORTE HUMANA = 26,8

Lúcia Guedes (Lufague). “DAÍ-LHES VÓS MESMOS DE COMER” (Mc.6,37) = 26,7

María Cristina Garay Andrade. NIÑEZ DOLIENTE = 26

Isabel Cristina Silva Vargas. O MUNDO TEM FOME DE AMOR = 24


JULGADORES

Sílvia Mota

Arlete Brasil Deretti Fernandes

Marcia Portella

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