Espaço destinado aos ativistas da Biopoesia

A poesia, de há muito, transcendeu a página impressa. Os computadores pessoais e a Internet expandiram as possibilidades e o alcance da expressão poética. Eduardo Kac propõe o uso da biotecnologia e de organismos vivos como um novo campo para a criação verbal. Deve-se explorar esse admirável mundo novo povoado por clones, quimeras e criaturas transgênicas, à procura de uma poesia in vivo. Essa é a BIOPOESIA, propriamente dita. Contudo, nos dias de hoje, chama-se BIOPOESIA a corrente artística e cultural Ecologista, Humanista e Revolucionária. Nessa seara, privilegiam-se os poemas e/ou textos poéticos que abarcam relevantes questões que colocam em risco a Vida no Planeta Terra, como o aquecimento global, as guerras expansionistas e a poluição ambiental, a morte de pessoas inocentes, a fome e a miséria, entre outras. Sua finalidade é defender a VIDA - humana ou não -, na contemporaneidade. Trata-se de poesia sobre a REALIDADE SOCIAL, onde as metáforas não encontram guarida. A BIOPOESIA rompe todos os esquemas retóricos e oníricos, para estruturar-se numa base sólida e objetiva. Converte-se na água que matará a sede da Humanidade sedenta de Paz, Amor, Solidariedade, Liberdade e Justiça. As abordagens devem ser UNIVERSAIS e não PARTICULARES.

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Comentários

  • Muito bom BABPEAPAZ

    Muitas vezes me pego  pensando... Refletindo em mil e uma perguntas e dentre delas uma, se repete sempre: Será que não é ela a poesia que irá continuar salvando a humanidade do completo caos?

    Vejo no decorrer dos dias ela salvando tantas vidas, desde a criança ainda em fase escolar, escarafunchando suas palavras, tentando falar aos pais, aos professores, amigos e familiares o que vai pelo seu coraçãozinho. É na arte viva das telas, das urbanizações, é no espalhar das cidades colados nos postes, pintados nas paredes, os gritos, os apelos.

    Vejo no adolescente na letra do seu rap, comunicando mais do que ideologias vazias, mas protestos fundamentos naquilo que presencia e vive dia após dia, a falta de comida, saúde, segurança, a falta de respeito para com a vida latente n'um modismo sem nexo, sem coerência.

    Sempre acreditei no valor e no poder daquilo que é documentado, sobretudo no poder do verbo da palavra que é e sempre será eterna, por isso meu encanto admirado por esse lugar especial.

    A ciência em simbiose com o invisível ao olho nu, consegue formidavelmente unir a compreensão dos algoritmos matemáticos o linguajar perfeito da poesia.

    Boa tarde, grata por fazer valer a pena ainda continuar sempre acreditando e tentando. Bisous.

  • Poeta

    CAOS

    É deplorável,...
    tão melancólico,
    ver as matas calcinadas,
    flores pálidas, anêmicas,
    rios de barro e pó,
    peixes extintos,
    olhares famintos
    de crianças sem lar.
    Buracos negros,
    aves sem ar,
    árvores assassinadas,
    jardins em branco,
    mares desertos,
    humanos androides,
    como pode
    tamanha destruição,

    mentes insanas,

    educação  desumana.

    (Gustavo  Drummond)

  • Muito bom BABPEAPAZ
    Rosângela, teu poema "Pandemias - Sars - Aftosa - Ar" reflete preocupação e amor ao Planeta Terra e aos seres humanos que aqui habitam. Parabéns!
  • Muito bom BABPEAPAZ
    Miguel Piçarra, a finalidade este Grupo harmoniza-se com tua poética. Parabéns! Muito obrigada! Beijosssssssssss
  • Obrigada pelo convite. É um espaço imprescindível em nossa época!

    PANDEMIAS – SARS – AFTOSA - AR

    Desfolhados os campos, animais antes santos,
    Transformam o ar em pandemia de inocências,
    Quando o tempo vibra em um bendito manto,
    Que foi esquecido em um longíguo sepulcro.

    Os mares não enchiam tanto, rios antes limpos,
    Transformam canais em becos sujos e poluídos.
    Quantos homens vaidosos correm sem tino,
    Em ataques financeiros sem ética - libertinos!

    Talvez as aves possam pousar nos galhos,
    Talvez a geleira possa não se liquidificar,
    Talvez a guerra possa ser algum ato falho,
    Talvez o mar possa não se tsunamisar.

    Escutamos das nuvens, das conchas, das grutas,
    Um só gemido que esbarra toda história antiga,
    Que volta aos nossos dias em sons de vãs fugas,
    Sempre será um recomeço que só desgasta a vida
  • Muito Obrigado, Sílvia!... Beijos!...

    GRATIDÃO

    Muito Obrigado,
    De todo o coração!
    Assim é demonstrado
    O estado de gratidão;

    Quando nos é ofertado,
    Com carinho e simpatia,
    Algo que é do nosso agrado,
    É motivo de muita alegria!...

    Mostrar agradecimento,
    Mais do que simples gesto,
    É um bom sentimento,

    Que, assim, fica manifesto,
    É gravada no pensamento,
    A grandeza de ser modesto!...
  • ÀGUA


    Água bendita
    Que à terra matas a sede,
    Tu és fonte infinita,
    Se não te apanharem na rede
    És fonte infinita da Vida,
    Se a rede da poluição
    Não te apanhar
    Poderás em toda a ocasião
    Dar Vida e alegrar,
    És Alegria e Bênção
    Quando cais sobre a terra
    Depois do Verão,
    És bendita na planície e na serra,
    Na cidade e na aldeia,
    Sem ti nada existiria
    Tu és o sangue que corre numa veia,
    Sangue da Vida que se cria,
    Sangue que ilumina a ideia,
    Sangue que alimenta a Vida,
    Água tão preciosa
    E tão querida,
    Água saborosa,
    Água amada,
    Tu és tudo e tão maravilhosa
    E por alguns tão desprezada!
  • ÁRVORE

    Abrigo e alimento
    De todos os Animais;
    Atalaia atento
    Rainha dos vegetais!...

    És força e muito vigor,
    Com teu sublime porte,
    És frescura no calor
    E a tumba na morte,

    És o berço de embalar,
    És a mesa do alimento
    E a cama de descansar!

    Árvore, querida,
    Estás, sempre, a dar,
    Na Morte e na Vida!...
  • Muito bom BABPEAPAZ
    Roseane, teus belos poemas levam à reflexão. Obrigada, Beijossssss
  • Uma lição de “Amar” ( Para refletir...)

    Quem AMA,
    CUIDA,
    Quem CUIDA,
    Zela,
    Quem ZELA,
    Previne,
    Quem PREVINE,
    Preserva,
    Quem PRESERVA,
    Aproveita,
    Quem APROVEITA,
    Transforma,
    Quem TRANSFORMA,
    Recria,
    Quem RECRIA,
    Recicla,
    Quem RECICLA,
    Reinventa,
    Quem REINVENTA,
    Economiza,
    Quem ECONOMIZA,
    Conscientiza,
    Quem CONSCIENTIZA,
    Reflete,
    Quem REFLETE,
    Muda,
    Quem MUDA,
    Acrescenta,
    Quem ACRESCENTA,
    Cresce,
    Quem CRESCE,
    Matura,
    Quem MATURA,
    Equilibra,
    Quem EQUILIBRA,
    Ensina,
    Quem ENSINA,
    Educa,
    Quem EDUCA,
    Age,
    Quem AGE,
    Zela,
    Quem ZELA,
    CUIDA,
    Quem CUIDA,

    AMA...
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O que é uma Biopoesia?

A poesia, de há muito, transcendeu a página impressa. Os computadores pessoais e a Internet expandiram as possibilidades e o alcance da expressão poética. Eduardo Kac propõe o uso da biotecnologia e de organismos vivos como um novo campo para a criação verbal. Deve-se explorar esse admirável mundo novo povoado por clones, quimeras e criaturas transgênicas, à procura de uma poesia in vivo. Essa é a BIOPOESIA, propriamente dita. Contudo, nos dias de hoje, chama-se BIOPOESIA a corrente artística e cultural Ecologista, Humanista e Revolucionária. Nessa seara, privilegiam-se os poemas e/ou textos poéticos que abarcam relevantes questões que colocam em risco a Vida no Planeta Terra, como o aquecimento global, as guerras expansionistas e a poluição ambiental, a morte de pessoas inocentes, a fome e a miséria, entre outras. Sua finalidade é defender a VIDA - humana ou não -, na contemporaneidade. Trata-se de poesia sobre a REALIDADE SOCIAL, onde as metáforas não encontram guarida. A BIOPOESIA rompe todos os esquemas retóricos e oníricos, para estruturar-se numa base sólida e objetiva. Converte-se na água que matará a sede da Humanidade sedenta de Paz, Amor, Solidariedade, Liberdade e Justiça. As abordagens devem ser UNIVERSAIS e não PARTICULARES.

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