Da mariposa à seda...

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Criando seu universo casulo,

A alimentar-se da amoreira

Bicho-da-seda, resignada lagarta

A verter substância leve, cintilante

Filamentos que tecem a maciez

Feito crisálida de expectativas

Lagarta mariposa fêmea não perigosa
Na pretensão de beijar a noite
Atraída na sedução do voo de luz

Eu inseto a compor a trama...

Na delicadeza dos fios seda de carícias

Em ingênuo estado de pureza e gratidão

Ao ato ambicioso de tua vaidade, tua ostentação

Quando em água quente, impiedoso me aniquilas!]

Lufague

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