Forum Cultural

Conselhos precisam-se!

Queridos poetas e autores

 

Quantos de nós, pequenos embriões poéticos, nos sentimos à deriva neste gosto de escrever, nesta arte de tocar no Outro com as nossas palavras e mais profundas reflexões e sentimentos?

 

À medida que eu vou me sentindo mais Eu, maior é a vontade de afirmação e fome de aprendizagem. Por tal dirijo um apelo a todos vocês, sobretudo aos autores que já publicaram, para que partilhem a vossa experiência.

Aposto que muito terão para dar e eu para aprender.

 

Sinto-me bem aqui no PEAPAZ e estou cada vez mais centrada no assumir das minhas palavras, como Ema que sou e não através de pseudónimos ou nicks (de acordo com o lugar).

 

O meu nome é Ema e tenho um sonho, que conselhos me podem dar?

 

Um abraço,

Ema Moura

 

 

 

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Respostas

  • DIAMANTE BABPEAPAZ
    COMENTÁRIO DE NILSON DA CUNHA GONÇALVES 9 DE JANEIRO DE 2019 AS 10:07AM
    Entendi que o sonho de Ema é publicar seus escritos. Creio que declaradamente ou não o sonho de todo autor e ser publicado e lido pelo maior número de leitores possível. No momento atual há vários veículos pelos quais podemos levar nossos textos, a maior parte os que circulam na Internet. Sei que o sonho maior de quem escreve é ser publicado em livro de papel e ver sua capa nas estantes das livrarias. Isso a partir da "compra" de seu talento por uma editora, de preferência, de grande abrangência nacional. É uma possibilidade a meu ver remota. Relato aqui a saga de um colega médico que publicou um livro de título "O quinto livro". Por conta própria, bem entendido. Como os quatro anteriores. Neste quinto ele relata todas as dificuldades encontradas para conseguir um editor/ editora. Após insana luta, relata no quinto livro sua desistência.
    Tenho um filho, professor universitário, que produz excelentes textos e mantem seu sonho, permanecendo na luta. Ficamos, toda a família, na torcida, algum dia o sonho pode se realizar.
    De minha parte, tinha também este sonho que foi definhando com o tempo. Hoje dou-me por satisfeito em publicar minha produção aqui no BABPEAPAZ. Creio que desvelar-se por meio da arte escrevendo é uma necessidade quase vital de algumas pessoas e isso acontece comigo. Hoje tomo como uma doação de algo que tenho de algum valor para compartilhar. Assim como um ato de amor ao próximo. Escrever e particularmente poetar deve ser, a meu ver, um ato de amor. Dar sem esperar por gratificação e aqui por gratificação quero dizer reconhecimento e elogios. Escrever por amor é o que deve mover o poeta.

    COMENTÁRIO DE NEUZA DE BRITO CARNEIRO NEUZINHA 15 DE DEZEMBRO DE 2018 AS 9:28PM
    Quem já deu respostas soube fazê-lo muito bem. E, observando as datas, respostas e estas alturas, acho que nem estão interessando mais.

    COMENTÁRIO DE JORGE CORTÁS SADER FILHO 15 DE DEZEMBRO DE 2018 AS 10:01AM
    Apanho a proposta que Silvia quer continuar. Sonhos? Quem não os têm? O importante e levar o sonho a frente, não desistir dele. "I have a dream", que não morreu com o pastor assassinado, "Escolha seu sonho", doçura de livro, como a autora... São tantos...

    COMENTÁRIO DE RONILDA DAVID -LOUBAH SOFIA 10 DE DEZEMBRO DE 2018 AS 1:52AM
    Agradeço pela oportunidade de estar aqui nesse fórum aprendendo com vocês.

    COMENTÁRIO DE RONILDA DAVID -LOUBAH SOFIA 10 DE DEZEMBRO DE 2018 AS 1:51AM
    Uma leitura direi que bastante intensa.
    Participações bem objetivas mas sobretudo motivadora com espaço para aprender e seguir confiante rumo aos sonhos.
    Eu só posso apenas deixar aqui um pequenino registro de vim e li.
    E que mais membros poderiam vir, ler e deixar seu comentário.
    Afinal aprender e ensinar é uma ação una. Processo que faz parte de cada um de nós.
  • Ema,  sua pergunta. .."tenho um sonho, que conselhos me dar?"  Acredito que seja de todos nós. Eu direi a você que se tens um sonho, meu conselho é: - Continues a sonhar. Se sonhas com um "Castelo no ar (nas nuvens) ele está aonde devia estar, basta que coloques as colunas e os alicerces sob ele". Não te falo  isto por experiência transbordante, pois não a tenho nem competência também, talvez vivência e algo como estar  "na estrada" a mais tempo que tu. No entanto, passo a ti o que sempre fiz na vida, nunca lei um só livro sem ter ao lado um bloco e uma caneta. Você não vai a toda hora interromper a leitura, anote o termo que lhe é estranho, o pensamento interessante, o período que lhe causou impacto. Depois tire suas dúvidas em um bom "pai dos inteligentes". Colecione pensamentos, frases etc. Vá aos poucos centrando suas preferências de gênero literário. Não dê total preferências só a Best-Sellers, podem ser enganosos. Eles têm uma fórmula pronta, enunciação de pessoas e cenários, intrigas, mulheres fatais, criminosos perigosos, espionagem, sexo fortuito, até entre os principais personagens, mortes violentas (para chocar) uma pitada de suspense e mistério, ou desconexão confusa com a realidade sem ser ficção cientifica. Misturam muito gêneros. Há os Best-sellers sérios, dignos de ler. Deixarei uns endereços caso queira "conversar" mais sobre o assunto: santos.mauro@yahoo.com.br, face book Mauro Martins Santos (Moji Guaçu) www.mauro.recantodasletras.com.br  http://cortinasdotempo.blogspot.com.br. Sou autor de O CASTELO DO REI SCARPARO (Editado) outros em preparação. Um forte abraço e gostaria de ser seu colega-amigo.11.gif6.gif

  • Obrigada Cláudio! Estou verdadeiramente extasiada com a sua participação, que muito me honrou.

    Eu recordo de sentir algo parecido com o que escreveu sobre os momentos de inspiração. Era como uma explosão de ruídos que não podia conter. As minhas irmãs costumavam correr para me entregarem papel e caneta. Depois era uma viagem e nem dava conta do tempo passado ou do teor dos textos escritos.

    Comecei aos 6 e parei aos 21/22 por imperativos familiares.

    Até parar, eu me sentia segura quanto ao queria ser e fazer, depois um vazio foi crescendo. No ano passado abri as comportas da minha barragem e retomei a fala.

    Não penso em mim como escritora ou como poeta, sou apenas alguém que desabafa de uma forma diferente, igual a tantas outras.

    E é verdade, o medo quando toma conta silencia-nos, mas não o faz eternamente. 

    Dou na minha liberdade os primeiros passos, sabendo que tenho muito a aprender.

    A caminho, então, levando na bagagem um bocadinho da história de todos.

    Grata pelo carinho,

    Ema



    Cláudio Avelino disse:



    Nobre Ema.

    Li tuas dúvidas e apreciei cada comentário e cada conselho dos maravilhosos poetas e poetisas do PEAPAZ.
    [...]

    CLÁUDIO AVELINO DA COSTA, O POETA DOS SENTIMENTOS.
  • 3542691675?profile=original Nobre Ema. Li tuas dúvidas e apreciei cada comentário e cada conselho dos maravilhosos poetas e poetisas do PEAPAZ. Eu não tenho a imensa bagagem literária desses monstros da literatura, mas posso te contar sobre minha experiência como escritor, se é que sou um. Em primeiro lugar nunca tive altas pretensões quando comecei a escrever meus textos, na época tinha uns 15 poemas. Eu escrevia mais para mim, lia e depois guardava numa gaveta do meu guarda roupa. Eu tinha vergonha, pois acreditava que as pessoas iriam achar meus textos ridículos. Nunca me preocupei em ler poetas famosos, não sou um expert em regras em como escreve uma poesia. Eu apenas escrevia o que sentia. Na verdade teve um “amigo” meu, professor de Língua Portuguesa, que leu alguns dos meus textos e afirmou que eram lixos. Desse episódio nasceu meu poema de título NÃO SOU POETA. Como eu já tinha receio de mostrar meus trabalhos, depois desse fato eu parei de escrever por um tempo. Certa vez, quando tive acesso à Net, eu costumava navegar por sites e blogs de literatura, especialmente os que abordavam a poesia. Em um deles vi que tinha um concurso literário sobre poesia, decidi participar, mas a resposta que tive do organizador do concurso foi que eu não poderia participar porque eu não era um escritor conhecido, um iniciante, um curioso nas letras. Esse novo episódio, em vez de encerrar de vez meus sonhos de escrever, pelo contrário, foi um combustível místico que desencadeou em mim uma compulsão por escrever que chegava a atrapalhar meus estudos e trabalho. A poesia fluía de mim por todos os lados, tudo que eu via e sentia se transformava em poesia, eu cheguei a escrever um livro de poesia por mês, e em quando me apaixonei, escrevi dois livros em menos de um mês. Alguns amigos, quando me viam escrevendo, me disseram que eu parecia que estava psicografando, coisa estranha, pois as poesias chegavam até mim como sopros em meus ouvidos, elas já vinham completas com título e tudo. Não adiantava eu resistir e não escrever quando a inspiração chegava, pois eu não conseguia estudar, trabalhar ou dormir enquanto eu não colocasse no papel o que tinha que ser escrito. Com isso meu acervo literário cresceu rapidamente, e o que antes eram 15 poesias rasbiscadas e escondidas numa gaveta de guarda roupa, se transformou em mais de 1.000 poemas, os quais deram origem a 25 livros de poesias, sendo apenas um publicado, Além de Um Olhar. Certo dia, uma professora universitária, um anjo de Deus que passava seus dias na Terra, leu dois poemas meus e achou maravilhoso, ela me incentivou a escrever e a publicar um livro, foi ai que consegui completar as 50 primeiras poesias, as quais estão no livro citado. Com a publicação desse livro, fruto de muito esforço pessoal e com a ajuda de um patrocinador, o qual arcou com 1/3 dos custos da publicação, comecei a ser reconhecido e meus textos começaram a ser lidos na faculdade, nas escolas onde lecionava, pois sou professor habilitado em Licenciatura Plena em Biologia. O tempo passou e após dois anos da publicação do meu livro e pelo conjunto da minha obra, fui convidado a fazer parte da Academia de Artes, Letras e Ciências de Olinda-AALCO, do qual sou membro “imortal” (que chique), ocupando a cadeira 16. Foi nessa academia que me intitularam como sendo o Poeta dos Sentimentos. Hoje em dia continuo escrevendo, não mais com aquela impulsividade de outrora, mas ainda escrevo e publico muitos dos meus poemas inéditos no site da Diva Sílvia Mota. Hoje em dia não escrevo mais para mim, escrevo para todos e compartilho com todos, esse é meu legado e à Diva Silvia Mota deleguei minha curadora. Gostaria de dizer a você, que aqui no PEAPAZ, você não vai encontrar tão somente escritores, poetas, literatas, mas em primeiro lugar você vai encontrar amigos amantes da literatura, em especial à poesia. Aqui me sinto em família, aqui me sinto bem. Portanto, nobre poetisa, escreva tudo que lhe for dado como inspiração, não tenha medo, não tenha receio, apenas escreva, escreva, escreva... Com carinho,
    CLÁUDIO AVELINO DA COSTA, O POETA DOS SENTIMENTOS.
  • Estimado Marco 

    Sinto-me muito honrada com a participação de todos e emocionada pela força e estima que chegam até mim. 

    É um privilégio poder privar convosco e receber assim algo das vossas experiências e o que li aqui responde na íntegra às minhas dúvidas a respeito do tema proposto. 

    Mais posso acrescentar que também tenho dúvidas quanto às minhas capacidades e não o afirmo por "falsa modéstia", mas pelo meu jeito inseguro de ser, sempre duvidando de mim mesma e muito autocrítica. Contudo, quando escrevo sinto-me diferente, como se fosse mais forte. Por isso quando leio as vossas reacções sinto uma emoção muito grande. Não tenho nem palavras para descrever tal emoção.

    Muito obrigada por ter vindo ao encontro da discussão e pela partilha a que se dispôs... Foi de um valor imensurável.

    Um abraço,

    Ema


    Marco Bastos disse:

    Prezada Ema.

    Li sua mensagem e os comentários, todos sábios. De sua poesia também li algumas delas e gosto do que você escreve. No entanto a minha experiência nesse assunto é pequena. No papel, publiquei em 7 ou 8 antologias e já lá se vão umas sessenta páginas publicadas. Dessas antologias, algumas paguei para participar e outras participações foram gratuitas, por prêmio ou por convite.Tenho planos de ainda esse ano editar um livro solo. [...]

  • Olá Márcia

     

    Acho, tal como escreveu, que é importante termos o nosso próprio estilo, só assim somos fieis ao que somos e ao que somos enquanto escrevemos.

    E sim, estou a adorar as minhas viagens pelas páginas da PEAPAZ, justiça seja feita aos seus maravilhosos autores. É um privilégio pertencer a esta comunidade.
    Grata pela sua participação no Fórum.

    Ema


    Marcia Portella disse:

    Oi Ema, conselho não te darei pois sou apenas uma aprendiz de feiticeira..O que posso te dizer é que seja sempre você mesma "Ema" em tudo que escrever...Tenha seu próprio estilo, leia esses poetas maravilhosos que estão em paz, no Peapaz..Acredite, não tem erro...Boa sorte ...Abraços
  • Não estamos em desacordo em absoluto! Acho até que estamos a fazer justiça à ferramenta "Fórum" (risos). 

    Obrigada por mais uma intervenção muito completa, rica na experiência e nas questões que aborda. Pensar junto é deveras estimulante!

    Grata!

    Um abraço,

    Ema

    Sílvia Mota disse:

    Ema, no que diz respeito ao primeiro grifo, eu pretendi expor que, na leitura o que vale é a interação, o que deve ocorrer tanto no mundo virtual quanto no mundo real. Leitura  = Interação entre autor e leitor. [...]  

    Não estamos em desacordo. Apenas escrevemos de formas diferentes um mesmo pensamento.

    Beijossssssssssssssss

     

    Ema Moura disse:

    Silvia super e estimulante intervenção neste troca de ideias e experiências.

  • Mônica

    Eu, que sou uma tagarela, nem sei o que dizer (fiquei emocionada).

    Eu também sinto que já não posso conter esta febre que me dá...

    Obrigada pela sua intervenção e acredite que todos temos tanto para aprender como para ensinar. Por isso aprendo com você, sim! :)



    Mônica do S Nunes Pamplona disse:

    Querida Ema.

    Do ponto de partida em que estás,se olhares para trás,observarás que já desenvolvestes bastante nos escritos.Mas isso acontece porque tens a garra e força de vontade.Não se cria um artista,principalmente escritor (a).Este já nasce com um grito calado dentro de si,louco para se expressar através das letras.Mas como ninguém nasce sabendo,a prática aperfeiçoa e aprimora tudo aquilo que se sente prazer em fazer.Estás no caminho certo,não resta dúvida,agora é só uma questão de tempo.Quanto aos conselhos;tenha paciência para o desabrochar dessa flor que cultivas em teu peito,que se chama poesia,pois ela logo em breve se transformará em um lindo jardim.

    Qualquer dúvida é só procurar pelas Silvias   rsrsrsr    

    Eu ainda não sou muito indicada.

    Bjss

  • PRATA BABPEAPAZ
    Oi Ema, conselho não te darei pois sou apenas uma aprendiz de feiticeira..O que posso te dizer é que seja sempre você mesma "Ema" em tudo que escrever...Tenha seu próprio estilo, leia esses poetas maravilhosos que estão em paz, no Peapaz..Acredite, não tem erro...Boa sorte ...Abraços
  • Prezada Ema.

    Li sua mensagem e os comentários, todos sábios. De sua poesia também li algumas delas e gosto do que você escreve. No entanto a minha experiência nesse assunto é pequena. No papel, publiquei em 7 ou 8 antologias e já lá se vão umas sessenta páginas publicadas. Dessas antologias, algumas paguei para participar e outras participações foram gratuitas, por prêmio ou por convite.Tenho planos de ainda esse ano editar um livro solo. No entanto, observo que as condições e motivações para um autor publicar são várias e sei que o mundo anda abarrotado de livros, de todos os tipos. Tenho um filho advogado e também professor que dedicou-se à publicação dos seus trabalhos na área do Direito, literatura técnica. É profissional, professor, mestre, conferencista e está concluindo seu doutorado (sanduiche - Alemanha e Portugal). As facilidades que encontra para publicar são muito grandes - 5 livros, dois na segunda edição). Tenho colegas e amigos que se debatem para publicar seus trabalhos, principalmente ao se tratar de livros de poesia. Um tio de minha ex foi da ABL - Adonias Filho, vários livros publicados. Uma tia era poeta, 4 livros publicados. Para um amigo, escrevi o prefácio do seu nono livro. Para outra, a crítica na orelha interna do sexto livro. Na capa posterior, um comentário meu sobre a obra de uma sonetista. Se cito tais vivências ou autores é pela simples razão de ter com eles conversado bastante para tentar entender como acontecem as publicações. Em todos observei uma profunda dedicação ao seu trabalho literário. Muitas horas dedicadas ao aprimoramento da escrita, conhecimento profundo da língua, semântica, semiótica, filosofia da linguagem, técnicas do discurso. Pesquisas exaustivas para a perfeita compreensão e domínio do tema abordado. Em todos eles compreendi a satisfação que sentem incondicionalmente ao laborarem o seu ofício. As recompensas e alegrias estão no ato de fazer, mais do que na aceitação de sua obra. Lembro-me de frases feitas que são lidas por aí: "a felicidade está no caminhar e não no alcançar o fim do caminho"; "e é no primeiro passo que inicía-se a caminhada dos mil quilômetros". Todo trabalho intelectual se insere no contexto social e passa por crivos de toda ordem -éticos, estéticos, políticos, cânones artísticos, técnicos. E há estímulos, patrulhamento ideológico e travamentos. Criam-se os Index Librorum, os poetas malditos, os gurus e os falsários. Foi anteontem que comentei a postagem "Vincent" do Montenegro Poeta e nesse comentário disse que era prá mim difícil compreender que o senso comum da época de Van Gogh conseguisse, em seu tempo, sufocar uma obra de tamanha expressividade. E para concluir também não tenho conselho e só posso lhe dizer o que também já me disseram: "vai fazendo, se isso lhe dá prazer" e que o mundo não vai chorar se seu livro não for publicado. Mas também lhe falo sobre a Regra Nº 5, única diferença que encontraram no Regimento interno de um batalhão inglês imbatível e insuperável : em tudo que foi analisado só havia essa diferença em tudo o que foi estudado - Regra Nº 5 : não se leve demasiadamente a sério! (parece que "demasiadamente" é a palavra mágica.).

    abraços. boa sorte.

    Marco.

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