Forum Cultural

ALÉM DAS PALAVRAS

Calem-se as palavras quando tudo está compreendido.

 

Se não há necessidade, continuar a falar é desvalorizar e banalizar o que se sabe, retardando decisões e ações, quando a hora é do "Agir" - para o discurso não ser o simulacro da Ação.

 

Recebi e agradeço esse vídeo enviado por Arlete. É auto-explicativo e dispensa comentários quanto ao significado e conteúdo. O que se pensa sobre os diálogos e sobre as comunicações é um processo  sempre aberto.  

 

http://www.midwayfilm.com/

 

abraços.

Marco.

 

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Respostas

  • DIAMANTE BABPEAPAZ

    JÁ QUE APAGAR O PASSADO NÃO É POSSÍVEL, É POSSÍVEL DAR CONSCIÊNCIA AOS QUE VIVEM AGORA E VIVERÃO O FUTURO, MUITO CABE AOS POETAS E ESCRITORES, Á ARTE ENFIM E A TODOS MUDAREM OS SEUS HÁBITOS... ME EMOCIONO SEMPRE QUE VEJO ESTE VÍDEO...BJS MIL.

  • PRATA BABPEAPAZ

    Marco,

    Adorei vc. ter publicado este vídeo! Ao mesmo tempo que é uma arte muito bela é uma Arte cheia de dor. Como vc. diz, não há muito o que dizer. Se formos discorrer a respeito,  sairão  laudas em quantidade!  mas não precisa, o vídeo é auto-explicativo, como disse vc.

    Beijosss

    Arlete.

  • DIAMANTE BABPEAPAZ

    CONHEÇO O VIDEO, FAÇO MINHAS AS PALAVRAS DE SÍLVIA, OBRIGADO POR COMPARTILHAR, BJS MIL.

  • PRATA BABPEAPAZ

    Tem razão Marco, é calar e agir principalmente  com as crianças ...O homem é o pior de todos os predadores ...bjus

    • Em vez de principalmente, eu dirigia concomitantemente com as crianças. Os marmanjos e as patroas, rs, não se podem dar a esse luxo de esperar que os filhos cresçam. É tratarmos de começar e de limpar a sujeira que fizemos, até pelos bons exemplos. Os urubus de botina e as carcarás de saia, junto aos papagaios palradores têm muita culpa no cartório. rsrs. Mudar hábitos não é fácil, Márcia, até porque muitos deles existem como única possibilidade de sobrevivência - por exemplo, minha avó não dependia dos mercados para alimentar uma família (de dez filhos). A galinha se criava nos quintais, as verduras e os legumes na hortinha, o pão era feito em casa, o milho apiloado nos pilões, os temperos no almofariz (coisa que ninguém da nova geração conhece), o fogão era à lenha, e por aí vai - com pouquíssimas coisas adquiridas, e quase nada de sub-produtos nocivos, conseguia-se viver. Atualmente fechando-se os supermercados a população morre de fome. 

      bjs.

       

    • PRATA BABPEAPAZ

      Minha avo usava um ditado sábio :é de pequenino que torce o pepino..(rs)

                                                                      3544375957?profile=original

    • risos. já vi pepino de pescoço e sem pescoço, mas torcido nenhum. rs. O grande problema é que a complexidade é tanta, que ficamos, além de dependentes, imobilizados. A modernidade levou ao consumismo, tirou o homem da terra, e ninguém sobrevive sem os produtos industrializados. Os valores mudaram, raínha-do-lar, é xingamento, e esteira não é mais onde se deita, mas onde se consome lipídeos para não engordurar os neurônios - com a barriguinha ninguém se incomoda, porque isso é pura vaidade. rs. 

    • PRATA BABPEAPAZ

      Mas fessor,se não fosse a esteira  para emagrecer os neurônios,o que seria de mim sem meu Super-Herói..rs

      3544401828?profile=original

    • GERAÇÃO ACADEMIA EXPORTANDO

      LIPÍDEOS PARA O CÉRBERUS

       

      quadrúpedes, bípedes,
      bísseps sem miastenia, rabos de serpente.
      - o gato mia, pia a cotovia, gente!!!...

       

      Marco Bastos

    • Está bem, minha Raínha. Batata-frita! - Você venceu! rsrs

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