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Sobre as árvores

Sei que fui um “privilegiado”
Fiz parte dos que viveram a mágica
Pude ser criança quando deveria ser criança
Pude ouvir os pássaros cantando sobre as árvores

Eu vivia minha própria lógica
Cercado de canções e atenções
Ainda que sozinho estava rodeado
De sonhos tinha uma família ao meu lado

Mas o mundo trouxe suas angústias
E aos poucos conseguiu infiltrá-las
Enquanto dormíamos contaminando-nos
Com o cinismo e tornando-nos aceitáveis

Sim as mudanças eram necessárias
Deixar a infância para trás
Despertar a vida adulta
Ser apresentado as depressões e frustrações

Mas não podemos deixar que a nostalgia
Nos mantenha reféns da ilusão do ontem
Devemos retomar nossa própria lógica
Questionando quem somos nós hoje

Entender que o que chamávamos de magia
É acreditar que podemos mudar esse mundo
Transformando o que somos por dentro
Tendo a certeza que podemos ser ainda aqueles pássaros
... alegres brincalhões e felizes...

Fiquem com Deus

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Visível presença

Como fazer para trazer à luz do dia
Tudo aquilo que tenho como verdade?
Como fazer para trazer à superfície da pele
Tudo aquilo que meu coração já sabe?

Ainda que tenha seguido por diferentes caminhos
A maioria deles afastados da luz do sol
Ainda que tenha mostrado o quão rasa é minha fé
Esteve a cada segundo me cobrindo de Seu amor

Momento algum desistiu de mim
Momento algum deixou de lado Sua certeza
Momento algum deixou de lado Sua confiança
Momento algum me deixou de lado

Se queremos saber o que fizemos de tão errado
Encontraremos as respostas ao encarar o espelho
A fina lente que separa e revela nossas tendências
Nosso juiz nosso carrasco nossa verdade a consciência

E se hoje consigo sorrir mesmo quando assustado
Se consigo estar de pé mesmo quando cansado
É porque em cada momento longe de mim mesmo
Olhei nos Seus olhos fechei os meus e joguei-me aos Seus braços

Eu agradeço por ter reconquistado o amor
Eu agradeço por cada célula e minuto de meu corpo
Agradeço por me mostrar que todo eclipse é temporário
E peço perdão pelas vezes que construí eu mesmo a escuridão

Fiquem com Deus
Fé é a nossa vontade de querer

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O Menino de Azul

Das noites sobre aquele castelo
Cada uma das cinco luas trazia
Lembranças e saudades...

Vozes muitas vozes
Sorrisos gargalhadas e choro...
Só de alegria
O mar esperava ansioso o anoitecer
Sorria só em saber que chegaria
Quase a poder tocar as suas escadarias
Mal sabia que a culpa dele seria

Se existiram sereias acredite
Ali elas se reuniriam
As ondas quebravam
E as gotas eufóricas ao alto da colina subiam
A maresia que ao cruzar os portões
Trazia com ela o aroma da fruta paixão

E o céu brilhava

Mas o mar vítima temporária
De uma tortuosa alucinação
Invadiu cego em triste destruição
E levou embora algo ou alguém

O homem-menino que ali vivia
Conhecedor de uma doce magia
Não suportou a dor
E vestiu-se de azul

Ordenou o fogo convocou o vento
As labaredas a seu exemplo deixaram
O vermelho e queimaram em golpes azulados
Daquele castelo sobraram ruínas e uma fotografia
Um menino de azul

O mar arrependido retornou
Só não secou completamente
Porque suas lágrimas nunca permitiram
Não havia mais gaivotas não havia vento
Nem as luas nem as estrelas conseguiam
Enxergar através de tão intensa neblina

O mar levou algo ou alguém

O menino acordou nobre pobre
Cigano pintor ou escritor
Mas todas as vezes que despertava
Sentia que um pedaço lhe faltava

Mas num tempo qualquer
Dois anjos desceram do céu
Do som de suas asas grandes harpas
O vermelho do fogo renascia
E a cada nota o som preenchia
E reerguia o castelo em ruínas

O vento soprava inquieto
E o mar chorava toda sua maresia
Ouvia-se agora o som das ondas
Milhares de libélulas a trazer de volta a magia

Do outro lado do tempo algo se desprendia
E o menino de azul pôde sentir o toque que lhe faltava
Vindo das asas sonoras dos anjos que se entreolhavam
Satisfeitas com sua harmonia

O que o mar levou ele não sabia
Mas agora podia continuar sólido em sua jornada
Porque por vezes precisamos que o passado seja libertado
Para que possamos realmente seguir em frente
Mesmo que não saibamos
O que realmente o mar levou embora...

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¡¡¡ ZALEMAS ARDIENTES DE CARIÑO !!!

 

 

¡¡¡ ZALEMAS ARDIENTES DE CARIÑO !!!

 

*** Versos de la Rosa ***

 

Contemplando la belleza de la naturaleza

que acaricia la cara de aroma encantador,

que relata una leyenda por susurro suave

que cubre mi sentir con deseos de pasión,

encantar las meigas que sanan tu suspiro

con léxicos que véneran tu razón de vivir,

dejaste aromas al ser amante de placeres

buscando al hombre que te amé ese vivir.

 

Esta noche he pasado cercano a las rejas

aspirando el aroma que sale de las flores,

sintiendo la soledad del silencio nocturno

que colma estas ansias de poseerte amor,

imaginándote con caricias apretadamente

sintiendo los aromas sexuales con pasión,

cariñosa con su placer que cela el hombre

enganchada en la afecto de ardor de vivir.

 

Mi pena se hace alegría asomando la cara

cuando he logrado besar mi mujer amada,

escuchándola cantar la maravilla del alma

atrayendo el candor soberano de su hálito,

cuando modulas ese envidiar de vivo ciclo

se empecina enfermando nuestro corazón,

con ansias de la belleza de besos de amor

encandilando la médula al ser enamorado.

 

Al atiborrarte la sensación de placer fácil

gastas energías arrastrando el alma sana,

al abismo vicioso de la promiscuidad total

cuando un fatal deseo amarga en tu boca,

dejan acritud en esta activa alma humana

maravillando esa gracia perdida de cariño,

siendo una familia armoniosa de dignidad

sobria de fortuna pero sincera en amores.

 

Ansia de una felicidad que adora la mujer

su periplo de gozar garboso de amanecer,

cediendo su flor al hombre tierna de amor

con beso colmado al que se sabe someter,

entregas colmadas de zalema de traspaso

cuando mimas la piel al roce de los labios,

con el roce de los senos henchidos de azar

que ama con ansia en su templo de hogar.

 

 

Autor:

Críspulo Cortés Cortés

El Hombre de la Rosa

25 de junio año 2018

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PRIMEIRO AMOR

 

 

PRIMEIRO AMOR    

 

Vivemos grandes momentos

De beleza e encantamento

Nossos corpos se uniam

E sensações nos transmitiam.

 

Nossas mãos nos percorriam

E a sensualidade dos corpos

Nossas peles estremeciam

E ao desejo nos conduziam!

 

Enlaçados na alcova

Sob os macios lençóis,

Eu te amava.

E a esse amor você se entregava!

 

Hoje, separados.

Na lembrança ainda guardo,

Aquele amor primeiro

Que sempre será lembrado!

 

Autor Eduardo de Azevedo Soares

Guerreiro da Luz – Edu Sol

 

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AMO AMAR VOCÊ...

Você...fonte de doçura que meu coração invade...
...Saudade...saudade é tanta que até chego
sentir uma dor que de dentro do peito salta:
de você a falta, e do seu tão doce e meigo aconchego!!!

Você...da minha vida o bem maior, mais precioso...
...Saudoso...saudade no coração, causa alvoroço...
...Saudade de quando você, de um modo sorrateiro,
um cheiro, deliciosamente dava em meu pescoço!!!

Você...fonte de doçura que muito (amada) delicia,
sacia a boca minha; enquanto vão ficando cheias
de sangue (enquanto aumenta nossa libido
devido a um beijo nosso)...nossas artérias (amada)
e nossas veias!!!

Você...da minha vida o bem maior, mais precioso...
...Saudoso...saudade aperta o coração porque
eu vivo (amada minha) um tormento:
não posso fazer o que mais queria neste momento
(amada minha) que é amar você...
...porque,
eu amo (amada minha) AMAR VOCÊ!!!
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(GERALDO COELHO ZACARIAS)

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AMOR ATRÁVES DO TEMPO

 

Nosso amor tem remota origem,
estivemos em corpos mutantes,
varamos tão distantes eras,
roupas, as mais distintas; fases;
fomos aldeões, nobres, virgens.
Estivemos bem pertos, distantes,
leitos rústicos, inquietante espera,
Superamos rebeliões, inquisições,
interrogações, pontos, crases;
sempre unidos por elos de amor,
conhecemos cárceres, castelos;
o âmago profundo da dor.
Seguimos ...
Agora, em um beijo atemporal,
caminhamos, mais maduros,
rumo á quantos futuros
houver ...

(Gustavo Drummond)

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POR DO SOL

 

 

POR DO SOL

 

Do pico da montanha
Fico a deslumbrar
O mais lindo por do sol
Que se possa imaginar.
Sob os meus pés
Alvas nuvens a rolar
Nenhuma outra paisagem
Elas me permitem observar.
No horizonte o sol se põe
Um belo entardecer
Céu, nuvem e sol
Um sonho que jamais vou esquecer.
É uma paz tão profunda
Que me sinto elevar
Vou saindo desse mundo
Para num outro penetrar.

 

Autor Eduardo de Azevedo Soares

Guerreiro da Luz – Edu Sol

 

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Noite das bruxas

Deixaste-me aqui fora
Névoa e frio
Espelho quebrado espírito abandonado
Até mesmo recusado
Por sua própria dor
A amargura infiltrada nas paredes
Tingidas de lágrimas e bolor

Grito em voz trêmula quase não ouço
Por que me deixastes?
Olhe por esta janela
É só o que te peço
Tão solitários estão os sonhos e feitiços
Todos aqueles que tu desertaste

Abra a janela deixe-me entrar

Já não reconheço tua gravura
Ilustração vazia
Tela sem pintura
Houve um tempo me lembro
Que ali vivia a poesia

Abra a janela deixe-me entrar

Noite das bruxas que amam
Magia cinza a vir do bem
Dai-me a sabedoria dos que veem
Corpo mente espírito e emoção

O piano toca a música que a gente ria
Teu olhar rangendo se desvia
As velas se acendem e sorri a lembrança
Lembraste de mim... tua esperança
Nunca te esqueças do poder da canção e da magia

A janela se abre na força do vento
Vem de dentro libera a chama
As cortinas amareladas agora brancas
Flutuam no frio da madrugada
Valsamos alma e fé em rodopio crescente de carícias

O ciclone envolve a floresta
As folhas lágrimas das árvores
Dançam e fecundam
Da ilustração antes vazia
Surge o sonho em vida renascida
Reescreve a magia
E de longe

A coruja sorria...

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agora que não me tenho...

 

 

agora que não me tenho...

palavras são borboletas que esvoaçam
e o meu olhar embacia enquanto passam
nos umbrais da minha alma ainda menina,
vou esculpindo versos nas noites consteladas
os anos me levam, nestas palavras devastadas
eu me reinvento, e
sonho-me a mim mesmo pequenina

escrevo um verso de saudade mais intenso
e quando esquecer o meu nome
escassa e magra será a liberdade
a memória consumida, e a vida
não pode ser mais chamada de vida,
ficarei repetindo palavras aprendidas
à memória presas, despojadas de certezas
na solidão da hora, tudo o que amei esquecerei
agora que não me tenho, as palavras se perdem
e já de nada me servem.

pertence-me o vazio das horas
o vazio das vozes que me falam
e a boca a mastigar indiferença
e na branca nudez da memória
já nem minha história!
nada sei, nada sinto, a mim mesma atada
em mim enclausurada.
e sei e sinto a direcção do vento
ouvindo-o com nostalgia
enquanto continuo esperando mais um dia
um dia de esquecimento...

natalia nuno

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No gramado da noite

Nunca fui do tipo de deitar ao gramado
Encarar a verdade da noite
Ouvir a canção das cigarras
Tendo o pensamento iluminado
Pelo brilho dos pirilampos

Não... sendo um garoto da cidade
Estava longe a maior parte do tempo
Com os pés calçados sobre o cimento
Mas ainda assim de forma insana
Eu vivia cada um destes momentos

Se eu não podia ir até o gramado da noite
Encontrei uma forma de trazê-lo até mim
E foi assim que em todas as vezes que vesti meu fone
Viajei ao som de outras cigarras e instrumentos
E tive meu pensamento iluminado pelas estrelas

Quando foi embora deixando para trás
Uma jornada de sorrisos esquecidos
Lembranças apagadas e lágrimas ressecadas
Lembrei daquele gramado da noite
E percebi que eu poderia trazê-lo mais uma vez

Quando foi embora não deixou atrás
Uma casa fria e vazia
Permaneceu na sala o calor da compreensão
Nos quartos a consciência de seguir em frente
Mas no aposento principal permaneceu sobre a cama
A saudade aquecida sempre abraçada com a esperança

E se em todos os momentos
Meus braços permaneceram abertos
Hoje eles novamente envolvem seu corpo
No ritmo da batida de seu coração

São coisas assim que me trazem a certeza
De que a revolta não traz de volta a noite perdida
Que a falta de Fé essa sim esvazia e esfria nossas casas
E que o piano é um passaporte dos sonhos

Que mesmo os garotos da cidade podem e devem
Trazer para suas vidas as canções das cigarras
Que basta fechar os olhos e confiar
E nossos pensamentos serão iluminados
Pelo brilho intenso dos pirilampos que nos rodeiam

Fiquem com Deus e ouçam Sua canção

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o que faremos!!

O QUE FAREMOS!

Elio cândido de oliveira.

Nascer é começar a morrer, o preencher de um vazio, e o lugar é seu, e só você pode assim fazer. Viver é talvez um pontinho obscuro, o seu consciente, esta o inconsciente ai está o destino, meditando sobre nós, se faz necessário mudar as frequências do ser, e do ter.
Buscarmos então o corpo como nossa fonte, uma criação que virá atravessar o tempo e consequentemente o vento, as mudanças se fará, mover todos os pontinhos, nossos planos de uma vida.
E acreditarmos sempre que não se achemos mortos, e, por vez jamais estaremos sim uma viagem de um ponto x para o ponto y, com a vida, em expressão, em permutação a meditação que se encarcera, e voltaremos sim ao pó, quer queiramos ou não!
Faça uma transformação entre morrer e nascer, viver e partir, antagônicas e supressivas, está a nos rodear, os sonhos que temos, são resultantes de uma lembrança, será que são nossos pensares, é noite então! Termos então a certeza de que estamos a caminhar,
A vida vem com o respirar, por isso relaxe é noite! Durma!
Teus olhos estão cerrados, e sua consciência é zerada, nada. Sabes neste instante do amanha, então, que prazer em ver os olhos se abrir!
A visão da manha.
O reabrir dos olhos, e assim sentir se vivo vir o amigo, vir os outros. Maior ainda se ver, e no se ver sentir vida presa a terra.
Se mova, se esforce, pois seus compromissos são: Vidas, instantes, e ai, vêm o termo, morte e vida, que se caminha.
Vida e morte, e os que nos rodeiam! Sermos respostas e perguntas.
Queremos viver!
Mas temos para isso tempo!
Façamos o!
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TEU SONETO

O meu amor é como uma balsa nova
canto, o teu canto de amor
mesmo que você não esteja
cantarei com todo pavor...

 

Tu não sabes, que te amo
tu não sabes, que te quero,
você pode até dúvida
mas por você eu espero...

 

Talvez eu esteja demente
com tanto clamor no peito
que fez de mim, meu leito...


Tu dúvidas do meu amor
mais não deixarei de amar,
por que eu vivo a te esperar...

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JUIZ DE AMOR

Ontem um ladrão se for rei da corte
um dia gerador de aflição,
em lugares onde vai sua alegria
vai sempre junto complicação..

 

Feliz enquanto reina tranquilamente,
de seus risos soem esperanças
infinitas, a quem a ama.
relembrar quem um dia a mau juras
bencões e alianças, amou junto suas mentiras..

 

Dia homem e um dia criança
artista de sonhos e recursos
totalmente infantis,
um jeito engraçado de ser feliz

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NOITES

Meu corpo agora dormente
não sente dor do peito,
no quarto escuro e sombrio
não vejo as lágrimas no meu leito...

 

OH!noite de loucuras e tristezas
gritos estertores e de gemidos calmos,
a saudade infernal do passado
delirios das virgens lendo salmos...

 

Minha alma sofredora pede por preces
que esta aflição seja abreviado,
durante todas as noites e dias
que meu corpo finalmente ficará aliviado...

 

AH!essa embriagues delirante!
canto poético nobre versos brilho reluzir,
das páginas, nas expressão e aos olhos esvoaçar
canto poético urbano esvair...

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Solidão Da Noite

Quero sempre exercitar tristes idéias
vejo a clara luz de uma estrela indecisa
nem já incertezas que da noite tenha...

 

Dize-me peregrino amigo, se declaras e declamas
oh! vate solitário pelas plagas anda,
todas estas rimas que inspiração reclamas...

 

Estes teus leitores, diz com culto estranho,
que queres ó vate?donde véns?ou que a musa canta?
és um poeta, um mistérios ou peregrino errante?

 

Mas as rosas perfumadas por todas plagas..
no meu pensamento inspiração com cair da tarde.
AH! tanto amar, ainda falta-me a mulher vistosa...

 

Outros versos
com que fulgor meus beijos corresponde,
com que ardor meu peito te responde...

 

Como em quando entre os mandacarus nasce as flores.
como em quando entre as mulheres aquela bela afeição,
casta lhe expressa a beleza...

 

Muitas vezes quis amar, outras indecisas,
e permaneceu de perder-se tão bela,
elegante e mais vistosa...


Mas contemplo agora o vate moderado,
guardou na alma, com gosto eterno,
toda a memória alegre remanescente...

 

Ter-me-as, vate, quero-te musa a meu lado,
desvelar ás noites, se me ocupo na vigília,
escrevendo os poemas, olhar a lua reluzir...

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O Poeta

Ah! que alegria valorosa e ausente,
que delírios, que letargo desejo,
quanta excitação e quanto beijo,
que triste e breve erotismo quente...

 

Manhãs eufóricas, poética,vibrantes,
com vitórias de estadistas
e poema leves, castos, de simbolistas,
nas plagas alvas e verdejantes...

 

Quanta aflição quanto desespero,
quanto desvario e quanto loucos delírios,
com o livro e um escudo bravo e forte,
essas páginas, o lirismo vence a morte..

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PELOS TEUS LABIRINTOS

 

 

PELOS TEUS LABIRINTOS

 

Nesse momento olho nos teus olhos

Penetro por todos os teus labirintos

Vou à busca de teus sentimentos

Para tê-los todos comigo.

Nessa minha viagem a certeza

De que por você estou enlouquecido.

Quero tê-la em meus braços

Possuí-la sem restrições ou pudor

Transformando-nos em prostitutos.

Quero tê-la de todas as maneiras.

Quero cavalgá-la e ser cavalgado

Quero sugar todo o teu corpo

E ser também todo sugado.

Vou chamá-la de minha amada

E você me chamará de amado.

 

Autor Eduardo de Azevedo Soares

Guerreiro da Luz – Edu Sol

 

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