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Poetisa e Escritora

VESTI_ME DE ENGANO

 

 

 

 

 

Vesti-me de engano

 

Vesti-me de engano, numa tarde outonal

Entre a friagem do dia, desceu minha fantasia

Entre a folhagem envolvente, meu sonho intemporal

Bálsamo salutar de minha alegria.

 

De assombro rendida, cabelos ao vento

Lágrimas se desprendem, visão em desalinho

Clamando convulsa nas alas do tempo

Meu sonho de amor tão menino…

 

E os anos passaram com ele o engano

Com ele o amor, que já não era menino…

Com ele a dor de tanta ilusão

 

Com ele desce a noite no meu coração

Acordando a solidão do meu caminho

Bendito enlevo, em espanto perdido...

 

De Té

Abril/2014

 

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