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Poeta

TRÉGUA...

 

 

E eu que estava aqui no meu canto,

Observando o que pensava os meus pensamentos,

Curvilíneos, triangulares, octogonais, diferenciáveis,

Todos díspares e terrivelmente analfabetos...

 

De forma ludicamente impensada,

Atravesso as barreiras do meu inconformismo,

Para presentear versos para uma canção,

Talvez apenas um poema, sem notas tonadas...

 

Atualmente não estou aceitando este corte do meu cabelo,

Que já foi um tanto longo,

Mas não passou das costas,

E me fizeram deixá-los curtos e sem graça...

 

E eu que agora sinto falta da minha batera,

E das minhas roupas descompromissadas,

Tudo natural, tudo normal, tudo desigual,

Que me fazia bem ao meu rejeitado trivial...

 

Revolução, evolução, dispersão,

Sem freio na contra-mão dos viadutos,

Rompendo preconceitos absolutos,

Derramando no asfalto a minha poesia sem visão...

 

Preciso caminhar um tanto mais,

Preciso aprender mais do que penso,

Necessito conhecer outros cantos,

Ou retornar e sentar no meu favorito canto...

 

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