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Poetisa e Escritora

TERNURAS

 

 

 

Ternuras

De Té

 

Se meu amor não te concede a ventura.

Da placidez de cantos de primaveras.

Que mistério te acompanhará essa amargura.

Vejo na tua postura saudades do que eras.

 

Eternizar a juventude, é uma conjuntura.

Que agrupa a alvorada, de uma nova era.

Dessa juvenil, e tão alva aventura.

Nasce sempre, uma nova primavera.

 

Se tu me deres a mão, eu vou contigo.

Nossa ventura,será nos mares do sul.

sob a agua me afundarei, sem perigo.

 

E minha alma sossegará eu o predigo.

Em teus olhos de ternura e placidez.

Sem portas sem janelas nosso abrigo.

 

Té (Etelvina Acosta)

20-11-2016

 

 

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