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Poetisa e Escritora

SEDE.....

 

 

Sede

De Té

 

Quem mede a minha sede, que se levante

De seu trono de panga, que não mente

Quem mede a minha sede, tão fremente

Mas toda a minha sede, ninguém mede

 

Sedente minha sede, não mata a sede

Do misto de louquice e ponderação

Cai no seu gotejar no coração

Dispersa-se nessa sede que não mente

 

As noites são tão minhas, me sujeita

E os dias tão lúgubres turbulentos

E a sede me inquieta, me acorrenta

 

E os dias continuam doce crença

E a sede persistente me açoita

Até sorver de ti, a tua água.

 

De Té (Etelvina Da Costa)

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