Re existir

Re Existir soneto

Acuda,pois,deste tormento insano!
Que basta em si mesma,alma terna!
Re exista,silente, lágrimas do pranto.
Semi morta esquecida em fria caverna...

Ah!O amor re existe e do nada renasce.
Ante vil sofrimento, alegre esperança!
Recusa ser livre, sonho de criança...
Em sacro oficio delira para ver na face.

Em meu rosto o tempo da eternidade,
Contudo,reacende intenso fervor à vida!
Re existo e n’angustia,a humanidade,

Ah!Que basta em si minha terna alma!
Pela doce ventura por pouco esquecida,
Canta a musica de encantadora calma...

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