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SOBRE O IMPENETRÁVEL NADA...

 

 

Porque agora esta necessidade de escrever sobre o nada?

 

Sim!...  O nada, mesmo...! Por que não?!...

 

Mas,

para isso,

preciso buscar o vazio do nada!

Seria mesmo isso?...

 

Mas, o vazio do nada é também alguma coisa,

pertence,

está,

sentimos a sua tênue presença!...

 

Então..., busco e visualizo um nada embutido;

logo e logicamente,

tateio o vazio em busca das suas paredes...

 

Sim..., tudo o que está embutido,

está guardado,

trancado,

enclausurado!...

 

Sendo assim,

nada posso escrever sobre o impenetrável nada!...

 

Poderia então desenhar um quadrado,

e dentro deste quadrado um retângulo,

e uma linha reta,

e uma esfera, e um octógono!...

 

O que passaria a representar o então quadrado delineado?...

Passará este quadrado a ser as paredes do nada embutido?

Revolvo a minha mente cansada e desprotegida....

 

Não me permito ao descanso!...

Preciso pensar em alguma coisa que se resuma ao nada...

 

Mas,

como buscar o nada se ele logicamente pertence ao tudo existente?

Está,

faz parte do contexto universal das formas voláteis!!!...

 

Seria o nada aquele vazio entre um pensamento e outro?!...

 Aquele espaço de milésimos de segundos seria o nosso microcosmo?!

 

Disto-me momentaneamente deste conflito racional...

 

Aspiro..., respiro..., transpiro...,

para oxigenar esta minha eloquente mente...

 

Distribuo pelo chão do meu quarto os meus ideais,

os meus débeis pensamentos escritos,

rabiscados em papel jornal tais quais hieróglifos,

propositalmente, faço e desfaço o pensar...

 

Levanto o meu corpo,

olho do alto as minhas frágeis e desnutridas idéias,

de mãos dadas com os meus fragmentados

e loucos pensamentos...

 

Aliás, pensando melhor,

nem tão frágeis e nem tão loucos se permanecerão!

Atemorizados?!

Sim!... Pode ser...

 

Fecho meus olhos para a realidade...

 

Mentalizo um lugar,

uma paisagem, um quadro, um sorriso,

cabelos coloridos que o vento brando brinca,

um olhar da cor do momento, que sorri...

 

Sim!...

Intui-me a minha mente que pode ser por aqui,

o início,

para escrever sobre o impenetrável nada!...

 

Seria mesmo, este, o princípio do nada que a minha mente criou?!...

 

Retorno o meu olhar para as minhas folhas,

largadas e abandonadas,

espalhadas propositalmente no vasto tapete,

deitado pelas estradas desta minha vida...

 

Esta minha irreverente e inconsequente mente,

diz-me ainda da necessidade de imaginar um nada diferente,

tal qual a este nada de agora que se faz extenso,

intenso?!...

 

Utopia?!...

 

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