Mensagens de Blog

EXALTAÇÃO ÍNTIMA DO POETA

A imagem pode conter: uma ou mais pessoas, anel e close-up

O poeta sente, mesmo ausente, a dor que não lhe pertence.
 
Dor alheia que se lhe assemelha. Emula-se para canta-la. Faz-se inexistente ao expressa-la, verdadeiramente.
 
Esquece o “eu”, pressente - Enganador ou demente ?
 
Sua querência, acredita na inocência. Se inspira e revela, espontaneamente reza.
Crê deixa-se queimar por ela.
 
A sorve a frio. A faz correr como um rio. Crê na limpidez do desvario.
 
Eterno crítico. Torna-se místico. Consequentemente, analítico.
 
Coabita o moderno. O estrutural materialista. O crente panteísta. Sem perder de vista, o revolucionário nacionalista.
 
Gnóstico, exótico, abundante. Perseveranças o fazem mutante.
 
Vida e obra. - O que lhe sobra ? – Faz segredo. Mantém com fé seu degredo.
 
Mil personagens, duas mil viagens, carências, felicidades, sem arbitrariedades.
 
Não esconde o vazio subjacente. Heteronímica é a poesia que sente.
Enviar-me um e-mail quando as pessoas deixarem os seus comentários –

Para adicionar comentários, você deve ser membro de Belas Artes Belas.

Join Belas Artes Belas