Das águas, (sou nenúfar) preciosa
No vivo refletir da minha imagem,
Danço silente e mais do que dengosa
No cativo retrato da paisagem...!

E na terra, entre as flores, também réu
D’uma paixão sem ser um condenado!
Da imensidão às cores lá no céu,
Sou nuvens, feito um rastro decorado!

No espaço, o exalar de nossos perfumes
Entre voos magistrais de vaga-lumes,
Guiados por saudades já sentidas...,

...A almejar mais encanto em nossas vidas!
Refaço-me assim, sem complexidade,
De estrelas de amor para a eternidade!

 

 


Eduardo Eugênio Batista
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