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Poetisa e Escritora

DESENCANTOS "2"

 

 

 

 

 

 

 

 

DESENCANTOS/DESENGANO

De Té

 

A vida a negligenciou para sentir

O tropel da paixão, que a conquistava

Prazeres tantos para a confundir

Tristezas demais, que a devorava

 

Menina nasceu, rósea e leda

Com destino assinalado, que a acorrentou

Na escravidão da vida, em tal senda

Tão enganosa, que a atormentou

 

Tivesse conhecido tal desengano

E o caminho sinuoso que a aguardava

E teria então, prevenido o dano

 

Mas o conhecimento, tardou e desiludida

Já não teve mais conserto, nem defesa

á tarde se libertou de ser vexada

 

De Té Etelvina Da Costa

 

 

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