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Poetisa e Escritora

CONFESSO NOSSAS DIFERENÇAS E NOSSAS IGUALDADES

 

 

 

Confesso nossas diferenças e nossas igualdades

De Té

 

Magoei-te algumas vezes Eu sei.

Magoei mais esse orgulho, que te faz.

muitas vezes diferente.

Com tua escassez de palavras

Era assim que silenciando me mostravas

A mágoa que guardavas.

Amuavas como criança, que o brinquedo perdia.

Mágoas, me fizeste tantas vezes

Mas com mágoa no coração

Me exasperei contigo.

Sem palavra te retirar

E de amuos, não tem nada a ver comigo

Quando me sinto sufocar, deixo que minha energia.

Feita de sensibilidade e verdade

Diga o que me perturba.

Não rebusco palavras sem sentido.

as acredito que para aliviar o coração.

A emoção toma conta de mim.

E dispara aquela impetuosidade.

que vive na minha alma apaixonada.

É assim que me reservo na minha coragem

Para enfrentar um mundo de desigualdades

Para não soçobrar a impactos que me possam ferir

Determinada.não uso máscaras. sou o que sou.

Conheces-me tão bem, pouco em mim te é desconhecido

Sou transparente é só quereres perscrutar dentro de mim

A ti cabe essa vontade de ires ao mais profundo do meu ser

E ai nada há para esconder

Sempre fui igual desde o primeiro beijo

Desde as primeiras palavras doces e meigas

Que sabias tão bem encantar-me

Desde as primeiras promessas

Sem qualquer censura que me apraz dizer

Desde esse, "Minha querida"

Que me sabia a mel

Desde esse, "Meu amor", pouco habitual

Porque te sei reservado falas pouco

Gostas mais de me ouvir

Mas quando essa palavra saia de ti

Eu atingia o sol das minhas concepções

Calas esse sentimento amorável

escondes nessa reserva que constróis

Essa paixão que ferve dentro de ti

Como lava correndo pelo teu sangue

Mas é na intimidade que eu quero que soltes esse fervor.

E ai és tu sem reservas transparente

As tuas meias palavras para mim, são discursos longos

Porque eu sei o que queres dizer sinteticamente

Tu sabias que eu não aguentaria o teu amuo

E uma palavra minha tímida

Quebraria esse gelo que nos doía

E lá vinha a palavra que nos abrigava

Aquela que dissipava

Essas quezílias que nos dividia

Porque a saudade a ambos nos matava

Nossos orgulhos se revelam

Quando expandimos nossos sentimentos

Quando eu te sinto tal com és

Mas é ai que nos conhecemos

Já nada existe o que nos possa enganar

E continuamos a nos querer amar

Mesmo que sombras nefastas

Ainda nos intimidam e nos provocam sofrimento

Teu amor trespassa-me leve leve

Como pena de ave para não me acordar

Percorre meu todo inebria-me

E é assim que te quero dentro de mim

Acalmando minha fogosidade

em deleite e respeito me reverencias.

Te amo. Meu amor será eterno

Te reverencio.

 De Té Etelvina Costa

Dia frio que trepasse meu corpo e me faz tremer

Um inverno com algumas ténues abertas de sol que aquecem meu coração

e o tornam primavera mas as palavras que deixo escritas são fervor que mantêm a minha solidez neste amor onde me resguardo e que é a razão do meu viver.

São18;21 do dia 26.02.2017

Da Europa para A América do Sul   192.516

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