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A SAUDADE DOÍDA

 A SAUDADE DOÍDA

 

Em devaneios minh’alma chora

é uma saudade que fere o coração

 reviro e volto neste pesadelo,

sempre volto ao mesmo lugar de sempre

desvalida de todos os encantos

desafios os pesadelos noturnos

vivia eternamente pungente!

Vago nos pensamentos doloridos

revivo antigos sonhos,

que viraram noites de horrores

construí meus castelos na areia do mar

ele a todos levou; Fiquei em desatino,

vi o sangue escorrer no corpo

já cansada deste amor, há! amor aflito,

morre aos pouco esta loucura

que destrói tudo que toca,

vou refazer este coração doente,

enfeitiçado por ti.

Por outro que em oferenda

me ofereça uma taça de vinho

seguido de amor sem dores

sinto teu corpo ainda em mim

sugando-me à exaustão.

 

MENDUIÑA

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